sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Espírito Sádico

Já reparou como as revistas femininas e masculinas exploram demais a sexualidade e o erotismo humanos?
Por que será que isso acontece? Já meditou sobre isso?
Todos querem que seus semelhantes vivam bem, felizes ou será que só querem que vivam num inferno astral? Afinal, ninguém tem o relacionamento ideal, ninguém sente orgasmos múltiplos o tempo todo, ninguém é feliz em tempo integral.
Se vivemos assim, de forma cíclica (ora felizes, ora tristonhos; ora confiantes, ora depressivos;...), porque será que esses textos com fórmulas mágicas fazem tanto sucesso?

Diria que uma parte quer realmente somar e contribuir para o bem-estar alheio, já que se trata da eterna busca do ser humano; e que uma outra parte só que te deixar se sentindo impotente e miserável num estranho prazer ao assistir esse espetáculo de horror ao vivo (como os antigos) na arena da vida.
Sim, queridos, a alma humana é meio sádica e precisa ver que outros sofrem a mesma angústia para se sentir melhor e tem por esporte reclamar da vida:
os solteiros convictos reclamam da solidão, mas não aguentam conviver com ninguém;
os casados reclamam tanto do seu par, da sua família que mais parecem que convivem com verdadeiros demônios, mas raramente pedem o divórcio (e se pedem, logo se metem em outra "roubada-relacionamento").

Como podem ver, usamos essas desculpas bestas para tudo, para sempre podermos reclamar do círculo vicioso em que nos metemos por causa do nosso espírito de sadismo.

Qual o problema em interromper esse círculo? A dificuldade e o medo de:
* Mudar e não enxergar mais o outro como inimigo e  causador dos seus males;
* Assumir a responsabilidades pelos seus atos e pedir desculpas ao perceber que errou ou agiu precipitadamente;
* Não existem culpados, mas situações para o crescimento espiritual (amadurecimento).

Você não precisa ter medo da vida
Você não precisa ter medo do mundo
Você não precisa ter medo dos outros
Você não precisa ter medo de si mesmo, do seu reflexo
Você não precisa ter medo de lutar
Você não precisa ter medo de remar contra a maré

Você precisa ter medo de ficar estagnado
Você precisa ter medo de ser como outros
Você precisa ter medo de ser infeliz
Você precisa ter medo de não ter saúde
Você precisa ter medo de ser um eterno dependente
Você precisa ter medo de sentir-se incompleto
Você precisa ter medo de ser abandonado por si próprio

Para evitar tudo isso...só é preciso um pouco de fé, esperança e coragem!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Medo da Rotina

Você olha os casais à sua volta e todos estão com o relacionamento desgastado e infelizes; daí você se pergunta: 
* será que devo embarcar nessa também?
* será que vou cometer os mesmos erros? ou piores?
* será que meu relacionamento vai durar tanto quanto apesar dos pesares?
* ou será que serei ainda mais infeliz? (se é que é possível - rs)
Então, você se enche de esperança e pensa em mudar, em fazer diferente para fazer a diferença. E confie: você está certo!
Para tanto você precisa analisar os casais que deram errado e tentar encontrar a fonte do erro (isso quando se tratar de relacionamento, mas se aplica a qualquer coisa na vida: é só usar da abstração - rs); descobrindo... meio caminho já está andado, afinal, outros já descobriram a sua fórmula para o sucesso e são, ao menos, relativamente felizes!
Relativamente felizes sim porque não existe felicidade em tempo integral; afinal, todo mundo tem os mais variados problemas mais cedo ou mais tarde sejam: de saúde, no trabalho, TPM, familiar, etc. Entretanto, essas pessoas parecem saber lidar melhor com os problemas que as outras e não culpam ninguém por uma situação esquisita que vivem (nem a si, nem a terceiros), mas encaram como algo necessário para o aprendizado ou evolução espiritual ou sei lá como você chama o amadurecimento.
Quem tem medo do lobo mau (da rotina)? Acredito que muita gente pra não dizer "todo mundo" (rs). Algumas pessoas têm dificuldades de admitir que erra, que sente medo.
A rotina, como tudo na vida, tem seu lado bom e ruim.
O lado ruim é o mais conhecido e o mais temeroso, são aquelas coisas do dia-a-dia que foram mal ditas, mal feitas ou mal pensadas por causa do cansaço e porque você sabe que amanhã pode pedir desculpas, amanhã pode pensar melhor, ou até consertar algo mal feito.
O lado bom é que você conhece o outro suficiente pra saber que nem tudo é feito com o propósito de arruinar sua vida, seu pensamento, seu dia, seu fim de semana,... você pode se chatear muito, mas você sabe até onde o outro é capaz de ir de caso pensado ou de maneira inocente (o famoso "sem querer").
Portanto, cabe a cada um o eterno exercício de lembrar dessas pequenas banalidades e de se colocar sempre no lugar do outro.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Kit Primeiros Socorros


Quem trabalha e estuda sem voltar para casa no intervalo precisa se virar com uma mochila e o mundo inteiro nas costas (mochila para ter os braços livres, especialmente ao pegar ônibus e precisar ficar se equilibrando).
A mochila precisa ser boa, aguentar o peso sem rasgar e sem machucar (muito) a sua coluna. Existem diversos modelos mais anatômicos que podem ser mais caros, mas compensam pelo conforto. O tamanho também deve ser adequado e proporcional a cada corpo.
É bom ter um pequeno kit de sobrevivência na mochila composto por:
  • Escova e pasta de dente;
  • Guarda-chuva dobrável;
  • Blusa extra, caso acontecesse algum acidente, tipo derrubar café ou molho na hora do almoço;
  • Desodorante;
  • Escova pequena para cabelo;
  • Pequeno espelho.
Além do material necessário ao seu uso diário, como o caderno de caixa de entrada (que utilizo até hoje tanto para o trabalho quanto utilizava para a faculdade), agenda (pode-se utilizar a eletrônica, do Google), a pasta com as disciplinas e algumas canetas sobressalentes. Além de, é claro, livros, apostilas necessárias, pendrive, chaves, celular, carteira etc.
Hoje em dia, para começar, podemos substituir toda a papelada por um tablet, o que já faz economizar cerca de 3kg na mochila, junto com o Dropbox (para armazenar os arquivos na nuvem), não precisaria nunca mais carregar apostilas para lá e para cá. Além do mais, eu também poderia fotografar anotações feitas pelo professor na lousa ou outros documentos importantes para estudo posterior.
Já para a beleza... não é necessário ter uma maleta cheia de itens de maquiagem para ficar bem produzida. Acredite, você precisa bem menos do que imagina. Mesmo porque, o prazo de validade da grande maioria dos cosméticos depois de aberto não ultrapassa seis meses, de acordo com a recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Então, de nada adianta ter dez tons diferentes de batom, já que a chance de jogar fora dinheiro e produtos é grande. Mas lembre-se: um kit de maquiagem básico tem que lhe garantir tranquilidade para aceitar um convite de última hora ou se arrumar para uma festa importante.
Mas, afinal, quais são esses produtos fundamentais?

- Corretivo, base e pó: esse trio serve para disfarçar espinhas e manchinhas e uniformizar a pele. Há inúmeras versões de cada um. A única forma eficiente de saber os mais adequados para você, é testando. Escolha sempre o tom mais próximo possível da sua pele. Uma boa pedida para a base é já comprar uma com filtro solar.
- Sombras em tons clássicos e pó iluminador: você não precisa ter várias cores de sombra. Dois tons neutros, marrom e pérola, por exemplo, garantem um look para o dia e para noite. O pó iluminador é uma ótima forma de dar um brilho no make.
- Lápis preto e/ou marrom: o marrom é recomendado para usar durante o dia em peles claras e maquiagens mais discretas. O preto é mais para noite, festas e baladas. Ele também pode criar o efeito esfumado na sombra. Um delineador também pode ser uma boa aquisição, já que marca mais profundamente os olhos. Prefira um traço fininho para o dia e mais grosso para a noite.
- Máscara para cílios: a lógica do preto e do marrom é a mesma do lápis. Há diferentes tipos de aplicadores para diferentes fins. Optar um com extra volume é uma ótima escolha.
- Dois tons de batom: um pode ser cor de boca, gloss ou até mesmo um hidratante labial. O outro, algum tom mais escuro, para eventos especiais.
- Blush: durante o dia ou para noite, só pra levantar as maçãs do rosto ou valorizar seus traços pessoais. Existe a opção com efeito bronzeador, que dá um acabamento bonito. O blush também serve para demarcar os traços do rosto. Aplique nas laterais do rosto, testa, nariz e queixo.
- Demaquilante: para finalizar, um cosmético de qualidade para remover toda a maquiagem da pele não deve faltar.

Fonte:
http://vidaorganizada.com/trabalho/estudos/como-organizar-a-mochila-para-ir-do-trabalho-aos-estudos/
http://www.minhavida.com.br/beleza/materias/12112-o-que-nao-pode-faltar-em-um-kit-basico-de-maquiagem

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Atos X Palavras

Já me deparei com muitos términos de relacionamento (meus e de amigos, em geral) por que um dos dois (ou ambos) não sabe(m) a importância do diálogo. E, por favor, abram a mente para a palavra DIÁLOGO pq ela não necessariamente significa a chata DR (discutir relacionamento); ok?
DR pode ser muito mais calmo e sereno do que costumamos presenciar se ambos estiverem com o coração e a mente abertos, porque querem que dê certo e renda frutos (namoro, noivado, casamento, filhos,...), bons frutos sem se importar quais são ou serão eles.
Sim, na maioria das vezes ela magoa porque só ouvimos críticas: não somos isso ou aquilo, não fazemos mais isso ou aquilo, o que dissemos lá atrás no início do relacionamento é mentira porque não cumprimos...
Mas venhamos e convenhamos, ninguém nunca nos ensinou como fazer isso sem magoar o outro, que dirá pensar nos sentimentos do outro quando formos desabafar nossos grilhões; não é mesmo?
Devemos sim expressar nossos sentimentos negativos, afinal de contas, como saberemos se estamos agradando ou não? Como saber se podemos melhorar em algo pra viver em harmonia com o outro? Diria que o segredo está na exposição de TODOS os sentimentos em questão: não somente a raiva, tristeza, arrependimento por uma situação em específico, mas também o amor que se tem pelo outro a quem dirige os dissabores apesar dos pesares já expostos. Por quê? Porque o outro não é adivinho!
Se ponha no lugar do outro? Gostaria de ouvir só o quanto é ruim ou incompetente? Lógico que não! Ninguém gosta. Daí... o outro, assim como nós, precisa ouvir o quanto ainda é apreciado, amado, admirado, etc. Entendeu? Mas mesmo assim não se importa e vai continuar só reclamando? Então nunca será ouvida(o) pelo(a) seu amor e toda vez que você disser algo, bom ou ruim, será sempre como no quadrinho abaixo:

Agora outra dica: se tudo o que você disser for verdade, você há de concretizar através de ações e se fizer isso... metade das DR's não vão existir. Hummm, complicado entender? Precisa de exemplos?
Se você ama o outro(a), é muito importante e bonito que o diga [até aqui metade do caminho andado, certo?], mas igualmente importante é agir de acordo: ambos querem muito ir a algum lugar, mas um imprevisto - saúde, por exemplo - impede do outro ir... você, que pode comparecer, deixa de aproveitar a oportunidade pra poder aproveitarem juntos depois - e enquanto esse dia não chega... você fica cuidando e mimando do par até que melhore, por exemplo.
A contrapartida também é verdadeira: quando você tem algo bom não gosta de ser reconhecido? Já imaginou o esforço imenso que o outro fez deixando de ir em algum lugar que queria pra mimar e cuidar de você? Reconheça o esforço e elogie clara e abertamente, sem vergonhas.
Entendeu como alinhar palavras com atitudes? Afinal, de que serve o amor senão pra fazer o outro feliz (e a si mesmo por consequência)?


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Antes de exigir um príncipe... você é uma princesa?


Alguns cientistas acreditam que a paixão, aquela coisa forte e repentina que nos cega para os defeitos do(a) nosso(a) lindo(a), tem, digamos, o prazo de 3 (três) anos; tanto, que depois disso... geralmente, conseguimos enxergar melhor os defeitos um do outro (e é justamente aí que as decepções ocorrem, aumentam as discussões e o relacionamento chega ao fim).
Enfim, um relacionamento que dura mais do que isso (os ditos 3 anos da paixão)... provavelmente está baseado no amor. Mas com o fim da paixão... junta que a gente se cansa do dia-a-dia estressante, passa a enxergar os defeitos do outro, se decepciona com o outro,... e pouco a pouco a gente se esquece:
* de ficar se arrumando pra encontrar o amado, ele deixa de abrir a porta do carro pra nós;
* ambos deixam de mandar torpedos carinhosos (antigamente eram cartinhas - rs);
e outro monte de enxurrada de esquecimentos que vão a cada dia minando cada vez o relacionamento e um dia acaba, não por falta de amor, mas porque os dois se tornaram amigos demais, irmãos demais.
 Enfim, sempre queremos príncipes e princesas nas nossas vidas, mas quem se preocupa em se manter como princesas e príncipes? Ser princesa cansa, dá trabalho! Ainda mais quando o outro já não elogia tanto, não abre mais a porta do carro, não paga mais todas as contas, os defeitos já são visíveis,...
Eu sei que é chato ter que estar sempre com o cabelo hidratado, escovado, unhas e depilação em dia, com lingerie sensual e roupa nova, a pele esfoliada, o linguajar recatado, um sorriso estampado e sempre bem disposta pra agradar o amado. Aliás, nem sempre estamos bem-humoradas e bem-dispostas porque sofremos com a TPM e temos dias estressantes e cansativos como qualquer garota e ser humano.
Mas fica o aviso: se você quer um eterno namorado, fiel e apaixonado depois 50 anos de casado... policie-se pra manter-se sempre bem-humorada, uma sexy vadia entre quatro paredes e uma doce donzela nas ruas da cidade (unhas nem que sejam ajeitadas - base, lixada e cutícula empurrada -, e depilação em dia - nem que seja com gilete - rs) e sempre tenha um tempo com suas amigas.

Afinal, que homem vai querer ser louco de perder uma raridade estonteante dessas?

terça-feira, 8 de maio de 2012

Caderno de Possibilidades


Que tal pararmos e pensarmos nas coisas que gostaríamos de ter e fazer e botar tudo num caderno, um caderno de possibilidades?
Feito isso... a gente pode separar o que é mais fácil e rápido de realizar do que não é. Pra que? Pra gente começar a pensar como poderemos transformá-lo num caderno de realidades.
Quem leu o livro ou viu o filme "O Segredo" sabe do que to falando. Se o mundo é o nosso grande catálogo de desejos, então vamos ter fé e perseverança de que vamos conseguir cada coisa sim, mas também vamos nos organizar pra realmente alcançar resultados satisfatórios.

1º passo: faça um caderno de possibilidades (viagens que quer fazer, coisas que gostaria de comprar e ter, coisas que gostaria de fazer,...)
abaixo vai uma parte do meu caderno de possibilidades, só pra exemplificar (hoje tenho muitos outros desejos - rsrs)
casar               ter meu estúdio de dança
fazer um cruzeiro

2º passo: separe o que é mais fácil e rápido de concretizar (virar o ano em algum lugar exótico é mais fácil e rápido do que comprar um apartamento, por exemplo).

3º passo: elabore um plano estratégico para torná-lo realidade.
pra viajar ou preparar festas (casamento, niver,...) pode-se fazer investimento tipo um previdência privada pelo prazo de 1 ou 2 anos (dependendo do quanto você ganhe e do quanto pode pagar em mensalidade do investimento); é isso mesmo: seja criativo e estude como realizar seus sonhos.

4º passo: mãos à obra e boa sorte!!!
agora é só ter fé, perseverança e ter flexibilidade pra mudar os planos no meio do caminho se for preciso!

e você? já fez seu caderno de possibilidades?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Viver ou juntar dinheiro? (Marla Rebell)


Observo que tem muita gente que não consegue economizar, outras que não saem do vermelho e outras que só vivem pra economizar...
Acredito que nenhum desses extremos seja saudável, aliás, nenhum extremo é saudável e pode até ser considerado um pecado capital (comer não é pecado, ao contrário, o nosso corpo precisa de alimento; mas comer demais, além do necessário... aí sim é ruim porque além de ser pecado - gula -, faz mal ao nosso organismo)
Pensando nisso, compartilho uma mensagem do Max Gehringer que recebi por email:
Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente. Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas.
Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária.
É claro que não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO" 

Que tal um cafezinho?

Finalizo com o sentimento de que devemos aprender a nos organizar financeira; se ganho, por ex: R$150...
devo dividir em 3 partes iguais e usar:
* R$50 para pagar as contas,
* R$50 para gastar consigo (cinema, roupa,...), e
* R$ 50 para guardar pra emergência.
Sim, eu sei que falar é fácil pra caramba, mas... não custa nada a gente viver tentando, um dia a gente consegue; assim como um dia conseguimos fazer um passo de dança que achávamos impossível apenas porque tivemos fé e fomos persistentes.