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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Senso de direção e visão positiva - a importância de saber o que deseja conquistar

Recente pesquisa na Universidade de Michigan, nos EUA, aponta que o senso de propósito na vida, aumenta a qualidade de vida, a longevidade, melhora a saúde física, com redução de 70% das chances de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Durante cinco anos, foram avaliadas 7 mil pessoas com mais de 50 anos, e os pesquisadores acreditam que o efeito pode estar relacionado à regulação do sistema imunológico. De acordo com o diretor do Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), o especialista em neurossemântica Jairo Mancilha, do Rio de Janeiro, com o aumento da expectativa de vida da população torna-se essencial estimular uma visão otimista e de controle sobre o que deseja para a própria vida.
“É importante que aconteça uma tomada de consciência sobre como é importante ter uma vida voltada para a autorrealização”, afirma Mancilha, que é psiquiatra, autor do livro “O Caminho da Longevidade”, e entre os dias 26 e 28 de abril irá ministrar o curso “Acessando o Gênio Pessoal – Introdução à Neurossemântica”, no Flamengo. Ele explica que todo o trabalho da neurossemântica é baseado em liberar os potenciais mais elevados da pessoa, no seu lado mais brilhante. “Por meio de técnicas comprovadas, conseguimos ajudar a identificar potenciais inatos e, assim, a pessoa pode construir seu próprio desenvolvimento”, diz. Para o criador da neurossemântica, o norte-americano Michael Hall, é preciso que o desenvolvimento seja realizado com alto significado e alto desempenho.

Integridade para autorrealização
O especialista em neurossemântica Jairo Mancilha explica que no percurso para a autorrealização é necessário saber negar o que não deseja categoricamente (e sem se sentir mal por isso!), aprender como usar todos os recursos disponíveis para agir com alto desempenho, além de conseguir se proteger de estados emocionais agressivos de outras pessoas por meio de um estado de integridade, por exemplo. “O especialista Michael Hall fez uma série de estudos com base no Movimento do Potencial Humano, de Abraham Maslow e Carl Rogers, acrescentou ferramentas e ensinamentos da PNL, e desenvolveu modelos confiáveis para a Psicologia da Autorrealização, que busca oferecer uma vida mais completa e equilibrada”, explica Jairo, que fez uma série de cursos no Brasil e no exterior com Hall.
Focada nos significados que as pessoas desempenham em suas vidas, a neurossemântica pode ser usada para modelar a excelência nas empresas e também como ferramenta de coaching, consultoria e liderança. Michael Hall é doutor em Psicologia Cognitivo-Comportamental, criador da neurossemântica e do meta-coaching, e autor de mais de 45 livros sobre o tema. “Acessando o Gênio Pessoal” refere-se a um estado: “Se as pessoas sabem como se proteger, criam molduras para manter esse estado. É como um estado para um atleta olímpico que obtém bons resultados, pois mantém a mente focada em seus objetivos”, compara Hall. O ser humano, no momento em que realiza determinada atividade e enquadra seu objetivo, o elege como importante, deixando para prestar atenção no resto mais tarde. Para obter esse enfoque é preciso fazer um recorte e nele concentrar a sua atenção. E o recorte deve ser aquele que pode levar a um resultado desejado. “A total presença naquilo que se está fazendo torna a pessoa mais inteligente. É isso o que chamo de gênio”, afirma Michael Hall.

Fonte:
http://incoaching.com.br/s/2017/01/16/senso-de-direcao-e-visao-positiva-fazem-bem-a-saude/

sábado, 24 de setembro de 2016

Psicologia Positiva

No final da década de 1990, cientistas de alguns dos maiores centros de estudos em Psicologia da atualidade, tais como os das Universidades de Harvard, Yale, Pennsylvania e Michigan, reuniram-se com o objetivo de compreender melhor os caminhos que levariam o ser humano à felicidade. Assim nascia a Psicologia Positiva. Comprometida com o estudo científico das potencialidades humanas, a Psicologia Positiva agrega ao clássico papel curativo da Psicologia convencional, também um caráter preventivo, essencial quando pensamos em qualidade de vida e no desenvolvimento pleno do potencial humano.

Felicidade pra quê?
No ano de 2000 Barbara Fredrickson, pesquisadora da Universidade de Michigan, recebeu um prêmio da John Templeton Foundation por seu trabalho acerca da função das emoções positivas. Por meio desse estudo, descobriu-se que as emoções positivas (e, por extensão, a felicidade) possuem uma finalidade muito maior do que, simplesmente, a de promover o bem-estar.
As emoções positivas tais como alegria, otimismo, esperança, dentre outras, fortalecem nossos recursos intelectuais, físicos e sociais dos quais podemos lançar mão quando uma oportunidade ou uma ameaça se apresentam em nossas vidas.
Esse estudo também mostrou que, ao contrário do que ocorre com as negativas, o cultivo das emoções positivas promove uma disposição mental expansiva, tolerante e criativa, deixando as pessoas abertas a novas ideias e experiências.
Considerando que, a partir da Revolução da Informação, as sociedades têm se tornado cada vez mais complexas e interdependentes, alguns pesquisadores são enfáticos ao afirmarem que do cultivo das emoções positivas dependeria a própria sobrevivência da espécie humana. No mundo corporativo essa realidade se repete.
Por isso, muitas empresas ao redor do mundo têm traçado suas estratégias de gestão de pessoas baseadas nos princípios da Psicologia Positiva. Todas elas cientes de que a promoção da felicidade no ambiente de trabalho pode, além de atrair e reter talentos, transformar-se numa poderosa fonte de vantagem competitiva.

Flow
O conceito de flow foi desenvolvido pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi que, a partir do estudo do processo criativo, interessou-se  pelo fenômeno da motivação intrínseca. O estado de flow, também chamado de experiência máxima, faz com que o indivíduo se envolva completamente na atividade que está exercendo, empregando nela aquilo que de melhor ele tem a oferecer. Por essa razão, nos momentos de flow, atividade e sujeito tornam-se um só.
Ao agir na sua zona de excelência, o sujeito que experimenta o estado de flow não precisa de supervisão, controle, ou qualquer tipo de monitoramento externo na medida em que a atividade exercida lhe é intrinsecamente recompensadora. O flow pode ser conseguido em qualquer tipo de experiência. Porém, há pessoas que o conquistam no exercício profissional, tornando seu trabalho uma importante fonte de gratificação e, por extensão, de felicidade.
Hoje já existem empresas no mundo todo interessadas em promover o flow no ambiente organizacional, numa típica iniciativa na qual todos saem ganhando.
A Psicologia Positiva traz, tanto ao atendimento clínico quanto ao trabalho de coaching, um importante diferencial que é o foco nas potencialidades do indivíduo e não na simples cura do sofrimento (no caso da psicoterapia) ou na mera superação de GAPs (no caso do coaching).
Pesquisas mostram que o alívio do sofrimento, embora fundamental, não é capaz de, por si só, trazer felicidade à vida do indivíduo.
No Coaching Positivo o foco são as qualidades humanas, forças pessoais e comportamentos funcionais que o coachee já possui e que podem auxiliá-lo na conquista de seus objetivos. Isso não significa que os GAPs (lacunas de competências) não sejam trabalhados. Porém, para o Coaching Positivo, a superação de um GAP não leva o indivíduo à sua zona de excelência. Além disso, estudos comprovam que pessoas felizes são mais produtivas e criativas, o que agrega uma importância adicional a todo trabalho que, tal como o Coaching Positivo, objetive o aumento dos níveis de felicidade do indivíduo.

Fonte:
http://www.psicologiapositiva.com.br/psicologia-positiva/