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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Senso de direção e visão positiva - a importância de saber o que deseja conquistar

Recente pesquisa na Universidade de Michigan, nos EUA, aponta que o senso de propósito na vida, aumenta a qualidade de vida, a longevidade, melhora a saúde física, com redução de 70% das chances de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Durante cinco anos, foram avaliadas 7 mil pessoas com mais de 50 anos, e os pesquisadores acreditam que o efeito pode estar relacionado à regulação do sistema imunológico. De acordo com o diretor do Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), o especialista em neurossemântica Jairo Mancilha, do Rio de Janeiro, com o aumento da expectativa de vida da população torna-se essencial estimular uma visão otimista e de controle sobre o que deseja para a própria vida.
“É importante que aconteça uma tomada de consciência sobre como é importante ter uma vida voltada para a autorrealização”, afirma Mancilha, que é psiquiatra, autor do livro “O Caminho da Longevidade”, e entre os dias 26 e 28 de abril irá ministrar o curso “Acessando o Gênio Pessoal – Introdução à Neurossemântica”, no Flamengo. Ele explica que todo o trabalho da neurossemântica é baseado em liberar os potenciais mais elevados da pessoa, no seu lado mais brilhante. “Por meio de técnicas comprovadas, conseguimos ajudar a identificar potenciais inatos e, assim, a pessoa pode construir seu próprio desenvolvimento”, diz. Para o criador da neurossemântica, o norte-americano Michael Hall, é preciso que o desenvolvimento seja realizado com alto significado e alto desempenho.

Integridade para autorrealização
O especialista em neurossemântica Jairo Mancilha explica que no percurso para a autorrealização é necessário saber negar o que não deseja categoricamente (e sem se sentir mal por isso!), aprender como usar todos os recursos disponíveis para agir com alto desempenho, além de conseguir se proteger de estados emocionais agressivos de outras pessoas por meio de um estado de integridade, por exemplo. “O especialista Michael Hall fez uma série de estudos com base no Movimento do Potencial Humano, de Abraham Maslow e Carl Rogers, acrescentou ferramentas e ensinamentos da PNL, e desenvolveu modelos confiáveis para a Psicologia da Autorrealização, que busca oferecer uma vida mais completa e equilibrada”, explica Jairo, que fez uma série de cursos no Brasil e no exterior com Hall.
Focada nos significados que as pessoas desempenham em suas vidas, a neurossemântica pode ser usada para modelar a excelência nas empresas e também como ferramenta de coaching, consultoria e liderança. Michael Hall é doutor em Psicologia Cognitivo-Comportamental, criador da neurossemântica e do meta-coaching, e autor de mais de 45 livros sobre o tema. “Acessando o Gênio Pessoal” refere-se a um estado: “Se as pessoas sabem como se proteger, criam molduras para manter esse estado. É como um estado para um atleta olímpico que obtém bons resultados, pois mantém a mente focada em seus objetivos”, compara Hall. O ser humano, no momento em que realiza determinada atividade e enquadra seu objetivo, o elege como importante, deixando para prestar atenção no resto mais tarde. Para obter esse enfoque é preciso fazer um recorte e nele concentrar a sua atenção. E o recorte deve ser aquele que pode levar a um resultado desejado. “A total presença naquilo que se está fazendo torna a pessoa mais inteligente. É isso o que chamo de gênio”, afirma Michael Hall.

Fonte:
http://incoaching.com.br/s/2017/01/16/senso-de-direcao-e-visao-positiva-fazem-bem-a-saude/

sábado, 11 de março de 2017

5 regras da psicologia para ter uma vida muito mais fácil!

Compreender a psicologia de nós mesmos e dos outros a nossa volta pode desempenhar um papel importante na nossa felicidade.
Estamos todos sofrendo de crenças limitantes adquiridas a partir de experiências passadas e interações com outros, inibindo a facilidade com que vivemos nossas vidas. Precisamos desenvolver uma mentalidade melhor, que endireite nossas percepções e limite a quantidade de negatividade que vemos em nós mesmos.
Ter o hábito de usar essas regras psicológicas em sua vida é crucial para viver de forma mais fácil de ver o mundo de uma nova perspectiva:

1. As pessoas não se importam tanto quanto você pensa
Pode soar duro, mas é verdade. Estarmos tão preocupados com o que os outros pensam de nós, que agimos de uma forma que irá satisfazer (o que pensamos que são) as expectativas das outras pessoas, mas nos é prejudicial/ afinal, todo mundo está envolvido em seus próprios problemas e inseguranças.
É muito melhor tentarmos manter isso em mente, pois a maioria das coisas que acreditamos que as pessoas estão pensando são apenas suposições que nossas próprias mentes criaram com base em experiências passadas ou percepções e interpretações incorretas.
Ser você mesmo, sem se preocupar com o que os outros pensam, ajuda no caminho de alcançar a felicidade pessoal.

2.Estamos constantemente mudando quem somos
É fácil pensar que somos as mesmas pessoas que éramos há dez anos, mas não somos. Nossos eus passado, presente e futuro são essencialmente independentes, porque nossa mentalidade muda com as circunstâncias e experiências de nossas vidas.
Devido a isso, devemos sempre ser fiéis ao nosso eu presente ao tomar decisões. Nós nunca podemos prever o que o nosso eu futuro vai pensar e sentir, e tudo o que aconteceu no passado foi para os nossos eus passados. O poder está no agora.

3.Pare de se comparar aos outros
Com as mídias sociais pressionando muitos de nós a postar os melhores momentos, pode ser fácil começar a comparar-nos a outras vidas aparentemente “perfeitas”. Na vida real, nós ainda tendemos a mostrar nosso melhor lado para as pessoas, em vez de mostrar vulnerabilidade, por medo de sermos julgados ou rejeitados.
A verdade é que somos todos vulneráveis. Todos nós queremos ser aceitos pelos outros. É uma enorme perda de tempo acreditar que as pessoas são, de alguma forma, melhores do que nós. Comparações e sentimento de inferioridade são inúteis, porque mesmo as pessoas mais poderosas têm preocupações, inseguranças e incertezas dentro de si.

4.Não espere que seu conselho será ouvido
Ninguém nunca realmente escuta conselhos, a menos que aconteça de estar na mentalidade certa no momento certo.
No final do dia, as pessoas só vão mudar suas mentalidades ou perspectivas através de suas próprias realizações e experiências. Às vezes, pode vir na forma de seu conselho, mas na maioria das vezes é através de experiências.
Não se sinta ignorado ou desanimado – você fez a sua parte, agora deixe as coisas seguirem.

5.Você só pode controlar a sua resposta
Como você reage a um problema, evento ou situação é muito mais importante do que a própria situação. Você pode escolher reagir de uma maneira que ficará em seus pensamentos, sentimentos e emoções futuras, ou reagir de uma maneira melhor.
Em qualquer situação negativa, isso pode ser difícil, mas lembrar-se de redefinir sua mente antes de reagir pode ajudá-lo a treinar-se para entender as possíveis repercussões de suas ações para os outros e para si mesmo.
 Na vida, a atitude é tudo! 

Fonte:
https://osegredo.com.br/2017/03/se-voce-entender-essas-5-regras-da-psicologia-podera-viver-uma-vida-muito-mais-facil/

sábado, 1 de outubro de 2016

O real significado da criança interior

"Em todo adulto espreita uma criança - uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita, atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa"
Carl Gustav Jung (1875-196)

O que é ser criança?
Antes de eu falar sobre o que é ser criança, gostaria de trazer para você informações sobre o período da infância. A infância é um período que vai desde o nascimento até em torno dos 12 anos de idade. Este momento da nossa vida é marcado com um grande desenvolvimento físico e psicológico, envolvendo fortes mudanças no desenvolvimento da sua personalidade. O desenvolvimento da criança implica uma serie de aprendizagens que serão essenciais para a sua formação mais tarde, como adulto. Nos primeiros anos de vida, a criança deve ser estimulada para despertar os seus sentidos e a fala (linguagem). Com o passar do tempo, a criança vai aprimorando sua capacidade de se comunicar e é introduzida na escola, onde ela vai assimilar os valores culturais. A concepção de criança é construída pela cultura, ou seja, ela é socialmente determinada pelo ambiente em que vive, pois precisa exprimir as aspirações da sociedade e dos adultos a sua volta. Portanto, o seu responsável que irá legitimá-la como um individuo na sociedade. As crianças são muito receptivas as influências do seu meio. Da mesma forma, que a criança transforma as relações a sua volta, ela se modifica em contato com o ambiente. Não sei se todos sabem, mas por curiosidade o sentimento da infância é recente na história e o seu aparecimento ocorre em meados do século XIX. Mas o que chama mais atenção é que os Direitos Internacionais da criança e do adolescente, foram proclamados pelas Nações Unidas na década de 1950, a Constituição Federal em 1988 e o ECA somente em 1990, onde o Estado assumiu a responsabilidade pelos desvalidos e reconheceu a criança e o adolescente como sujeitos de direitos.
Jung definiu a infância, da seguinte maneira:
“No estágio infantil da consciência, ainda não há problemas, nada depende do sujeito, porque a própria criança ainda depende inteiramente dos pais. É como se ainda não tivesse nascido inteiramente, mas se achasse mergulhada na atmosfera dos pais. O nascimento psíquico e, com ele, a diferenciação consciente em relação aos pais só ocorre na puberdade, com a irrupção da sexualidade. A mudança fisiológica é acompanhada também de uma revolução espiritual. Isto é, as várias manifestações corporais acentuam de tal maneira o eu, que este freqüentemente se impõe desmedidamente... Até este período, a vida psicológica do indivíduo é governada basicamente pelos instintos e por isto não conhece nenhum problema. Mesmo quando limitações externas se contrapõem aos impulsos subjetivos, estas restrições não provocam uma cisão interior do próprio indivíduo. Este se submete ou as evita, em total harmonia consigo próprio. Ele não conhece o estado de divisão interior, induzido pelos problemas.”
Mas o que é ser criança? Para explicar o que é ser criança encontrei um poema longo num site e eu achei que ele expressa muito o tema do nosso artigo. Eu não coloquei ele todo porque é muito extenso, mas para quem estiver interessado... leia-o inteiro.
Acreditar no momento presente com tudo o que oferece!
Poder acreditar que há futuro!
Conseguir perdoar mais fácil do que brigar!
Esquecer um pouco das responsabilidades sem contudo ser irresponsável!
Inventar novas formas de ser criança!
Nascer de novo a cada dia!
Rir e brincar!
Ser feliz com muito pouco
Ser inventor, poeta e escritor!
Ter coragem de nao ter medo!
Viver o presente!
Fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles!
Ter um riso franco!
Ser criança é poder contar com um adulto, ao lado, como um apoio.
Ser criança é ainda ser adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia, a criança que ainda vive em seu intimo e que justifica e dignifica todos os tropeços que teve que enfrentar no seu dia a dia para aprender a ter fé e acreditar em si próprio e sentir-se forte o suficiente para cria rasas e voar para a vida e assim ter o direito de viver, brincar, crescer, sonhar e realizar!
Acredito que a nossa criança interior é que guarda a verdadeira voz do nosso espirito, que é aquilo que a nossa alma deseja seguir como caminho de vida!
O que é arquétipo?
Os arquétipos são imagens primordiais ou imagens psíquicas do nosso inconsciente coletivo. O inconsciente coletivo é a parte do inconsciente individual que resulta da experiência ancestral da espécie, ou seja, ele contêm material psíquico que não provêm da experiência pessoal. Os conteúdos psíquicos do inconsciente são os arquétipos, que possui uma forma de pensamento universal com muita carga afetiva. Os arquétipos são determinantes inatos da nossa vida mental e eles são originados através de repetições de uma mesma experiência durante muitas gerações. Dessa forma, pode-se dizer que os arquétipos são heranças genéticas dos nossos ancestrais, que pertenceram a uma determinada civilização ou povo que passaram pelas mesmas experiências. Isto nos leva de forma inconsciente a comportar-se de modo semelhante aos ancestrais quando devemos enfrentar situações similares. A experiência arquetípica vai se realizar através da emoção sentida quando atravessamos acontecimentos importantes na nossa vida, como por exemplo, um casamento, nascimento de filho, morte etc. Jung foi um dos primeiros psiquiatras a investigar profundamente as produções artísticas em todas as partes do mundo e durante as suas pesquisas ele percebeu que muitas pinturas, lendas, contos etc, repetiam os mesmos símbolos (lembrando que os símbolos são algo dinâmico e vivo, que vai além do consciente), ou seja, possuíam arquétipos comuns. Estou explicando de forma objetiva o que é arquétipo, porque a infância é um período muito importante na vida de todos nos e também possui os seus arquétipos, como veremos abaixo.
Os arquétipos da criança
Ao longo da historia da humanidade, a figura da criança sagrada surge em diversas tradições religiosas ou mitológicas. Suas características em comuns não são meras coincidências. São diferentes expressões de um mesmo princípio arquetípico, que corresponde a uma necessidade humana básica: a necessidade de evolução espiritual. A criança divina já surge completa, nada lhe falta.
A criança divina diz respeito ao eixo central que, tendo uma origem narcísica, permite a coesão do self. Trata-se de uma representação do “sopro divino”, de uma integração com a natureza, de um saber direto, intuitivo". (Carl Jung)
Carl Jung também cita:
A "criança" nasce do útero do inconsciente, gerada no fundamento da natureza humana, ou melhor, da própria natureza viva. É uma personificação de forças vitais, que vão além do alcance limitado da nossa consciência, dos nossos caminhos e possibilidades, desconhecidos pela consciência e sua unilateralidade, e uma inteireza que abrange as profundidades da natureza. Ela representa o mais forte e inelutável impulso do ser, isto é, o impulso de realizar-se a si mesmo. É uma impossibilidade de ser-de-outra-forma, equipada com todas as forças instintivas naturais, ao passo que a consciência sempre se emaranha em uma suposta possibilidade de ser-de-outra-forma. O impulso e a compulsão da auto-realização é uma lei da natureza e, por isso, tem uma força invencível, mesmo que seu efeito seja no início insignificante e improvável.
A criança sagrada é aquela que:

  • não perdeu a consciência da sua origem
  • melhor expressa as qualidades relacionadas aos nossos valores espirituais
  • possui uma sabedoria natural
  • possui os valores da nossa origem
  • está acima das limitações humanas, pois está diretamente conectada com o divino.
  • nos leva ao verdadeiro
  • fonte de poder e transformação
  • nos traz o amor incondicional e o futuro em potencial, pois prepara uma futura transformação da personalidade
  • unificação dos opostos
  • portador da salvação
  • propicia a completude
  • transcendência da consciência (com a inteireza de ser a si mesmo)
  • nos ajuda a experimentar o lado leve, prazeroso e divertido da vida
  • nos contagia com a sua positividade, trazendo à tona o que há de melhor em nós e nos outros
  • Flui para o futuro

O arquétipo da criança pertence ao arquétipos da sobrevivência e seu papel é despertar o reino de Deus dentro de nós, nos levando a um estado de consciência mais amplo. A criança Sagrada, brinca, tem alegria e espontaneidade, ou seja, é a manifestação do eu superior (a essência maior que há dentro de nós). Talvez seja por isso, que Jesus dizia : «- Deixai as crianças virem a mim, porque a elas pertencem o reino de Deus».
O arquétipo da criança integrado de forma saudável na nossa psique vai estimular a busca pela alegria de viver, fazendo com que encontremos mais diversão no dia a dia e além também de favorecer o equilíbrio entre momentos de prazer e responsabilidade. O arquétipo da criança possui como tendência de sombra quatro aspectos: a criança ferida, abandonada ou órfã , dependente, inocente, natureza ou divina. As tendências da sombra deste arquétipo pode nos enviar energias em diferentes situações do nosso cotidiano e seu principal problema costuma ser dependência versus responsabilidade.
Criança Ferida: A criança ferida mantém as memórias de abuso físico e emocional, negligência e outras situações traumatizantes que possam ter ocorrido no período da infância, lembrando que esta é uma fase da nossa vida muito marcante, pois é neste momento que esta sendo construída toda a personalidade do individuo. Os seus aspectos negativos envolvem o desenvolvimento do sentimento de autopiedade, uma resistência a perdoar e seguir em frente na sua vida, ou seja, ela fica presa ao passado. Há também uma tendência a culpar os pais por todos os acontecimentos ruins que ocorreram na sua vida. Ela ainda pode procurar outras figuras paternas e maternas para resolverem situações difíceis de sua vida, em vez de utilizar seus próprios recursos. Já o seu lado positivo, faz com que suas experiências dolorosas sejam transformadas em compaixão, podendo em alguns casos até surgir o desejo de querer ajudar outras crianças feridas. Do ponto de vista espiritual, a criança ferida aprende o caminho do perdão.
Criança Órfã: está relacionada ao sentimento das pessoas que não se sentem como parte sua própria família. Dessa forma, inconscientemente, a pessoa acaba desenvolvendo uma independência muito jovem. O seu aspecto negativo faz com que a pessoa guarde dentro da sua alma o sentimento de abandono, rejeição e muitas vezes acaba buscando outras famílias para experimentar o sentimento de união familiar. Ao entrar em contato com a criança órfã, a pessoa irá ter um ganho de consciência em constatar que curar essas feridas requer amadurecimento e assumir a vida adulta, estabelecendo relações maduras.
Criança Mágica ou Inocente: vê o potencial da beleza sagrada em todas as coisas e incorpora as qualidades da sabedoria e da coragem diante de momentos de dificuldade. Possui de um grande poder de imaginação e acredita que tudo é possível. A energia de sombra da criança mágica se manifesta na transformação ingênua do que é realmente mal ou prejudicial em aparentemente bom. Além disso, diante dos olhares descrentes e cínicos dos adultos de sua infância, pode ter aprendido a assumir atitudes de pessimismo e depressão, particularmente ao explorar seus sonhos. Ela ainda corre o risco de, ilusoriamente, acreditar que não é necessário agir e investir energia para que algo aconteça, entrando em um mundo de fantasias. Um exemplo é Anne Frank, que escreveu em seu diário que apesar de todo o horror que envolvia a sua família, enquanto estava escondida dos Nazistas em um sótão, ela ainda acreditava que a humanidade era basicamente boa.
Criança Natural: desenvolve um profundo contato com a natureza e em muitos casos possui muita afinidade com os animais. As Crianças da Natureza podem desenvolver habilidades avançadas de comunicação com os animais. Tem uma grande capacidade de resiliência, ou seja, de enfrentar situações complicadas e voltar a seu estado natural. A maioria delas considera fundamental para o seu bem estar psíquico o contato com animais e com os espíritos da natureza. Muitos veterinários e ativistas dos direitos dos animais ressoam com este arquétipo porque eles sentiram uma harmonia consciente com os animais desde a infância. Outros adultos descrevem que estão em comunicação com os espíritos da natureza e aprendendo a trabalhar em harmonia com eles. O aspecto sombra da Criança da Natureza se manifesta em uma tendência para abusar dos animais, das pessoas e do meio ambiente de modo geral.
Eterna Criança: Esse arquétipo nos guia a permanecer eternamente jovens em corpo, mente e espírito. O aspecto sombrio da Eterna Criança se manifesta como uma inabilidade de crescer e assumir as responsabilidades na vida como um adulto. Como Peter Pan, o Eterno Menino que resiste a terminar um ciclo da vida no qual ele é livre para viver fora dos limites do adulto convencional. Nas relações afetivas, pode aparecer como dependência de parceiros que ofereçam segurança física e material.
Criança Dependente: Carrega em si um opressivo sentimento profundo de que nada é satisfatório e está sempre em busca de encontrar algo que substituir algo que foi perdido em sua infância (esta busca costuma não ser muito clara). Tem tendência a uma depressão profunda e a ficar focada em suas próprias necessidades, sendo muitas vezes incapaz de ver as necessidades dos outros. Quando se dá conta desse padrão, aprende a evitar de entrar em um estado de dependência.
Criança Divina: Está bastante relacionada à Criança Mágica ou Inocente, mas se distingue dela por sua missão redentora ou salvadora. É associada à pureza e à inocência, além de apresentar qualidades que sugerem que essa criança tem uma união especial com o Divino. A sombra deste arquétipo se manifesta como uma inabilidade de se defender contra forças negativas. Avaliem o seu envolvimento com este arquétipo, perguntando se vocês percebem a vida através dos olhos de um Deus/Deusa benevolente, confiante, ou se vocês tendem a responder inicialmente com medo de ser ferido ou com um desejo de ferir os outros primeiro.
O que é a criança interior?
Como nós já vimos acima, agora podemos compreender melhor que dentro de cada um de nós, existe uma criança interior. Essa criança interior nada mais é a criança que fomos um dia. Ela vai nos acompanhar durante todo o percurso da nossa vida e influenciar em nossa decisões e comportamentos no nosso cotidiano. Mesmo que tenhamos atingido a idade adulta, alguns dos nosso comportamentos continuam sendo exatamente iguais quando éramos crianças. A criança interior nada mais é que o nosso verdadeiro EU, aquele eu bem profundo dentro da gente que corresponde a nossa verdadeira essência. Nossa verdadeira essência aparece quando fazemos coisas que nos dá prazer e nos fazem bem. Quando passamos por situações de muita violência na infância, pode-se acarretar prejuízos na vida adulta. Por isso, é importante conversarmos com a nossa criança interior e ajudá-la a compreender e a racionalizar as situações difíceis que ela teve que enfrentar, para que assim ela possa desapegar-se desses traumas alojados no seu coração. Acho importante acolhermos todas as partes da nossa criança interior, tudo o que ela traz, tanto suas tendências boas como ruins, para que assim estejamos livres para encontrar e melhor ainda, expressar a nossa verdadeira essência que existe dentro de nós. Quando a criança interior está desperta em nós de forma saudável ela nos traz coragem, entusiasmo e equilíbrio. Assim sendo, podemos também nos tornarmos mais capazes de transmitir amor à nossa volta e à nossa família.

Infância ideal e infância real
Em geral, levamos dentro de nós uma imagem da infância ideal, daquela em que o acolhimento e demonstrações de amor foram perfeitos. Essa imagem muitas vezes poderá ser projetada nos outros e lamentando-nos por um ideal, idealizamos relacionamentos e aumentamos nossa solidão e dor. Por trás dessas imagens da infância real e da infância ideal está a imagem da criança interior divina, que brota da camada arquetípica mais profunda de nosso ser.
A criança interior divina tem a inocência, a espontaneidade e o anseio profundo da alma humana por expandir-se e crescer. Às vezes, essa criança interior faz exigências muito intensas, apresentando-se por emoções, ansiedade, depressão, raiva, conflito, vazio, solidão, ou sintomas físicos. A força vital e natural desse arquétipo quer o nosso reconhecimento e ao ser ignorada pode acarretar sérias consequências quando adulto. Quando não fomos devidamente valorizados quando crianças, diminuímos o valor da criança interior e assim mantemos as vivências de nossa infância e seu sofrimento.
Para encontrar essa criança abandonada o mais indicado é através do processo analítico, ou seja, da psicoterapia com base no inconsciente, amparando essa criança e compreendendo seus sentimentos, pois a cura só acontece quando lamentamos nossos sentimentos mais íntimos. Assim, desenvolvemos a função transcendente, que nos conduz à revelação do essencial no homem. No início não passa de um processo natural. Jung deu a esse processo o nome de processo de individuação, o qual parte do pressuposto de que o homem é capaz de atingir sua totalidade, isto é, de que pode curar-se.
E essa cura pode muitas vezes ser obtida quando se encontra essa criança, muitas vezes abandonada, mas que nem sempre conseguimos reconhecer sua existência, principalmente pelo fato da resistência e máscaras que vamos desenvolvendo no decorrer da vida e que nos distancia de nosso verdadeiro eu.
O primeiro passo no processo de individuação é explorar a persona (máscara), pois embora tenha funções protetoras importantes, ela é também uma máscara que esconde o self, nosso verdadeiro eu, o inconsciente e tudo que ele contêm.

Fonte:
http://artedeserpsicologa.over-blog.com/2013/10/a-crian%C3%A7a-interior.html
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/crianca01.htm

sábado, 19 de dezembro de 2015

Espírito natlino

Não sou a favor de explorar mitos com crianças, nem a religião alheia para fins comerciais. Vejo essas coisas como um ultraje e desrespeito a fé de cada um.
A descoberta de mitos pode ser algo muito traumático para uma criança (eu fiquei - rs), pode ser visto como uma aberração, mentira, traição dos seus próprios familiares e talvez nunca haja espaço para a confiança plena e verdadeira na vida desse futuro adulto.
Como falar do natal sem explorá-lo comercialmente ou danificar a psiquê infantil? Penso que seja adotar a postura do espírito natalino, mas o que é isso?
As pessoas têm vivido numa anestesia e inércia que é como se ligassem e desligassem as virtudes e maravilhas desta época do ano como se tivesse um botão interruptor. Na verdade o espírito de natal é um estado que deve ser vivido constantemente durante todos os dias do ano, a fraternidade, o amor pelo próximo, a fé da renovação na figura do Menino Jesus, é algo para ser permanente, constante em nossa vida.
Para você entender o que é o espírito de natal disponibilizamos um texto muito bonito e que nos leva a refletir sobre o que realmente comemoramos no dia.

Não, não quero ver a árvore iluminada na sala, nem quero saber quanto você já gastou em presentes.
Quero, sim, sentir no ambiente a mensagem viva do aniversariante deste dezembro mágico: toda a família está unida? O perdão já eliminou aquelas desavenças que ocorrem no calor das nossas vidas?
Não quero ver a sua despensa cheia, quero saber se você conseguiu doar alguma coisa do que lhe sobra, para quem tem tão pouco, às vezes nada.
Não exiba os presentes que você já comprou, mesmo com sacrifício; quero ver aí dentro de você a preocupação com aqueles que esperam tão pouco, uma visita, um telefonema, uma carta, um e-mail...
Quero ver o espírito do Natal entre pais que descobrem tempo para os filhos, em amigos que se reencontram e podem parar para conversar, no respeito do celular desligado no teatro, na gentileza de quem oferece o banco para o mais idoso, na paciência com os doentes, na mão que apóia o deficiente visual na travessia das ruas, no ombro amigo que se oferece para quem anda meio triste, perdido.
Quero ver o espírito de Natal invadindo as ruas, respeitando os animais, a natureza que implora por cuidados tão simples, como não jogar o papel no chão, nem o lixo nos rios.
Não quero ver o Natal nas vitrines enfeitadas, no convite ao consumo, mas no enfeite que a bondade faz no rosto das pessoas generosas.
Por fim, mostre-me que o espírito do Natal entrou definitivamente na sua vida, através do abraço fraterno, da oração sentida, do prazer de andar sem drogas e sem bebidas, do riso franco, do desejo sincero de ser feliz e, de tão feliz, não resistir ao desejo de fazer outras pessoas também felizes.
Deixe o Natal invadir a sua alma, entre os perfumes da cozinha que vai se encher de comidas deliciosas, no cheiro da roupa nova que todos vão exibir, abrace-se à sua família e façam alguns minutos de silêncio, que será como uma oração do coração, que vai subir aos céus, e retornar com um presente eterno, duradouro: o suave perfume de Jesus, perfume de paz, amor, harmonia e a eterna esperança de que um dia todos os dias serão como os dias de Natal. Feliz Natal!

Fonte:
http://www.esoterikha.com/presentes/o-que-e-espirito-de-natal.php

sábado, 3 de outubro de 2015

Confiança

Começando do início... a palavra confiança é um substantivo feminino e segundo o dicionário  michaelis significa:
1 Ação de confiar. 2 Segurança íntima com que se procede. 3 Crédito, fé. 4 Boa fama. 5 Segurança e bom conceito. 6 Esperança firme. 7 Familiaridade. 8 pop Atrevimento, insolência, malcriação. 9 Ato libidinoso; licença. sm Reg (Rio Grande do Sul) Empregado (ou animal) de confiança, com que se pode contar em qualquer situação. Antôn (acepções 1, 2, 3 e 6): desconfiança. Com confiança: cheio de confiança. Dar confiança (a alguém): permitir ser tratado com familiaridade ou com menos respeito que o devido. De confiança: em quem se pode confiar. Tomar confiança: tornar-se confiado; perder o respeito.
Autoconfiança é a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma coisa. Mas não é tão simples assim. A autoconfiança abrange você acreditar no seu potencial, ter uma boa autoestima, se achar capaz de alcançar seus objetivos, etc.
Segundo Michel Soares, especialista em oratória, a autoconfiança (ou a falta dela) é trabalhada desde a infância. “Ela se mostra mais desenvolvida em crianças que tiveram liberdade para expressar suas ideias e desejos para os pais sem serem ‘castrados’ por isso”, comenta.
São vários os momentos quando, ao precisar enfrentar um obstáculo, a pessoa trava, se sente mais fraca e não se acha capaz de passar por cima do que a incomoda – e a arte de falar em público é uma das coisas que mais atormenta as pessoas.
O termo, que é típico da literatura terapêutica e de autoajuda, é muitas vezes usado como sinônimo de autoestima e de autoaceitação. Uma análise mais detalhada de seu uso mostra, no entanto, que autoconfiança refere-se sempre à competência pessoal, enquanto autoestima é um termo mais amplo. Também "autoaceitação" possui um uso próprio mais restrito e está mais relacionado com o conceito de "aceitação incondicional" da abordagem centrada na pessoa.
Na abordagem psicoterapêutica de Friederike Potreck-Rose e Gitta Jacob (2008) para o aumento da autoestima, a autoconfiança representa um dos quatro pilares desta, sendo definida como "uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho" e inclui as convicções de saber fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo.
Pessoas autoconfiantes inspiram confiança nos outros, e isso acontece porque elas mostram estar cientes do que estão fazendo e/ou falando. É bem possível que todas as pessoas mais poderosas e influentes do mundo possuam algumas características em comum, como a autoconfiança e se expressem muito bem em público usando o poder das palavras.
Conquistar a autoconfiança, assim como a confiança dos outros, é uma das principais vias para o sucesso na vida. “Com a confiança em si mesmo você terá uma postura positiva em relação às próprias capacidades e terá mais força para suportar as dificuldades que aparecem no caminho”, diz o especialista.
Algumas dicas de Soares para enfrentar a falta de confiança, o medo de falar em público e superar o que lhe incomoda são:

  • saber o que te motiva, 
  • não dar importância para a opinião dos outros, - “escute, mas absorva apenas o que você achar importante. Não deixe que a opinião dos outros mande na sua vida”,
  • conversar com pessoas que estão aonde você quer chegar, entender os seus limites, e 
  • saber dizer não. 

Essas dicas são simples e podem ajudar você a alcançar a desejada autoconfiança, a boa autoestima e deixar os medos para trás.


Inspirado em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Autoconfian%C3%A7a
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=confian%E7a
http://stactus.com.br/index.php?p=noticias&id=1513

sábado, 11 de julho de 2015

Descobrindo sua deusa interior

Na trilogia erótica de sucesso "Cinquenta tons de cinza", além do casal protagonista - Anastacia Steele e Christian Grey - outra figura ganha destaque na obra: a deusa interior de Ana. A personagem costuma usar esse termo para descrever seu lado sexual. Mas, afinal, o que isso significa? Será que toda mulher possui uma deusa dentro de si?
A deusa interior da qual a autora britânica Erika James se refere é a origem do feminino, o instintivo, o desejo natural e a liberdade de ceder a ele, o que cada mulher de fato é - sem máscaras e sem regras. Despertar sua deusa interior significa se sentir mais viva, deixando aflorar a verdadeira mulher que existe em você.
Afinal, a mulher que expressa a sua essência e se livra de bloqueios - como fadiga, fragilidade, confusão mental, fúria crônica, depressão, entre outros - tem um brilho no olhar. Ela pode dançar, cantar, pintar, criar, intuir ou fazer qualquer outra coisa, desde que seja com encanto. Este tipo de mulher é percebido por todos, pois comove e inspira.
Vale lembrar que a liberdade de ceder aos desejos não envolve somente questões relacionadas ao sexo. Esses desejos são muito mais profundos e essenciais, pois envolvem sua liberdade como mulher, sua vontade de se impor, de falar o que tiver vontade, de lutar pelo que quer e acredita, de correr atrás dos seus sonhos e decidir por si só qual é o seu limite. Mas essa liberdade de expressão pode se fazer presente também na conquista sexual, pois o desejo na cama expressa suas vontades interiores e é carregado de símbolos inconscientes da sua forma de ser.

Despertando sua deusa
Para se livrar dos seus bloqueios, experimente entrar em contato com o seu íntimo, por meio do autoconhecimento. Isso pode ser realizado por meio de terapia, interpretação de sonhos ou pela prática diária de escrever em um diário. A ideia é tentar entender quais são as coisas pelas quais passou ou ainda passa na vida, que lhe impedem de ser você mesma.
A partir daí, prepare um momento especial para realizar um marco fundamental na sua vida, abdicar das feridas do passado e das ações que não correspondem ao que você acredita ser, livrando-se de tudo que for emocionalmente tóxico. Você pode escrever em um papel tudo que precisa abandonar na vida e depois queimá-lo ou banhar-se no mar, refletindo tudo o que as ondas vão levar de você, por exemplo. Também pode ficar sozinha e pensar em tudo o que quer se livrar, dizer pra você mesma com força e convicção que está finalizando este ciclo.
O próximo passo é descobrir os desejos da sua alma feminina. Recorde os momentos nos quais se sentiu feliz, as coisas mais naturais e simples que lhe fizeram sentir-se completa. E perceba que tudo aquilo é você. Lembre-se de momentos especiais e simples que tragam a realidade de uma força maior existente dentro de si.
E quando você passa a perceber a sua deusa, sente uma felicidade plena, uma paz profunda, e aprende a não deixar mais que o mundo oprima a sua verdadeira essência, a sua deusa interior.

Qual deusa mitológica  lhe rege?
Podemos observar em nós sinais semelhantes aos das deusas da mitologia, assim como também podemos observar semelhanças com personagens de contos de fadas, animais e muitas outras simbologias. Essa forma de comparar nossa personalidade com personagens de mitos é chamada, na Psicologia, de arquétipo.
O encontro com a sua deusa interior ficará mais fácil ao perceber os arquétipos que estão misturados na sua essência. Confira abaixo alguns arquétipos de deusas gregas, para que você possa perceber qual delas existe em você. Isso lhe ajudará a se conhecer melhor e até descobrir quais atitudes frequentes costuma ter, sem perceber que lhe trazem dificuldades.

MULHER ATENA
Deusa da sabedoria e da civilização, ela tem como principal objetivo a realização profissional. Possivelmente se envolve com educação, justiça, cultura e, algumas vezes, até com política.
A mulher Atena é muito ligada ao seu lado racional, sempre está bem arrumada e informada sobre as últimas tendências de moda. Mas dificilmente consegue tirar um tempinho para cuidar do corpo, já que a mente vem sempre em primeiro lugar.
Ela costuma estar rodeada de pessoas e é muito admirada. No amor, dá preferência a papos inteligentes, mas a princípio costuma ter dificuldades em libertar o corpo para vivenciar uma paixão.

MULHER AFRODITE
Deusa do amor, é romântica e adora vivenciar uma paixão. Gosta da beleza da vida e, de uma forma ou de outra, vai procurar se envolver com arte ou atividades que envolvam a beleza, como arquitetura, moda, artes cênicas e artesanato.
Costuma envolver-se em intrigas amorosas, pois quando cede aos desejos da sua alma feminina, ela simplesmente quer se entregar à paixão, sem medir as consequências que isso pode trazer.
A mulher Afrodite costuma chamar grande atenção dos homens com a sua sensualidade natural, mas com isso também atrai a incompreensão das mulheres. Por isso, muitas vezes tem mais amigos do sexo masculino.

MULHER PERSÉFONE
Deusa do mundo oculto, ela é mediúnica, intuitiva e atraída pelo místico e espiritual, até mesmo pelos assuntos ligados a morte. Quando por um motivo ou outro este lado mediúnico está mais inibido na mulher Perséfone, ela é do tipo mais quieta, gosta de ficar sozinha escutando uma música, lendo um livro ou simplesmente refletindo.
Para essa mulher, sua própria companhia é perfeita. Ela não enxerga e não nomeia isso como solidão. Em função de seu lado misterioso, a Mulher Perséfone pode ter como grande inimiga a mulher Afrodite, já que seu mistério e silêncio trazem para si uma grande sensualidade, despertando nos homens também grande interesse.

MULHER ARTEMIS
Deusa selvagem, ela busca a liberdade em tudo. É prática e atlética na maior parte das vezes, além de ser aventureira e dona de si. Costuma se dedicar ao estilo de vida alternativo, aos animais, e algumas vezes pode se engajar em campanhas que defendem os direitos femininos.
Ela muitas vezes aprecia uma vida mais solitária. Os homens costumam ter certo medo da audácia e independência da mulher Artemis, mas quando essa mulher se sente a vontade com um homem, pode seduzi-lo com seu jeito único e selvagem, deixando-o facilmente apaixonado.
Este é o exemplo mais próximo de mulher que consegue perceber e entrar em contato com a sua deusa interior, já que faz parte do seu instinto ser livre, seguir seus ideais e não se deixar influenciar tão facilmente por tendências e opinião alheia. Isso faz com que a Mulher Artemis preserve e acredite na sua Deusa Interior. Por outro lado, ela também pode muitas vezes ser vista como "bicho do mato".

MULHER DEMÉTER
Deusa das colheitas, a "mãe", ela gosta de cuidar e zelar. Assim como a Mulher Afrodite, ela também tem grande facilidade de sentir amor por tudo, mas enquanto o amor de Afrodite é voltado ao seu prazer, o amor de Deméter é sempre voltado para o próximo.
A mulher Deméter, gosta de cuidar dos amigos, da família, da casa e das plantas. Muitas vezes costuma ter um espírito mais caseiro. No amor, seu jeito super protetor às vezes pode acabar trazendo problemas, fazendo a pessoa amada se sentir sufocada.

MULHER HERA
Deusa do patrimônio, mulher líder e governante, está sempre ligada nas questões de poder. Esta mulher independente se adapta às tendências. Por exemplo, essa mulher pode gostar de ficar em casa e cuidar de filhos e marido, ou sentir prazer em priorizar a carreira. Tudo vai depender de qual época ela está vivendo, já que segue os padrões sociais. Hera sente-se segura cumprindo regras e exige o mesmo de sua família.
Pelos amigos, é vista como uma grande mulher, alegre, ativa e inteligente, mas no ambiente familiar costuma ser bem autoritária. O objetivo de vida de Hera é casar e construir uma família. Também gosta de procurar pela pessoa parceira ideal, alguém poderoso, que inspire sua admiração.

MULHER HÉSTIA
Deusa da lareira, Héstia é o arquétipo ativo nas mulheres que acham que tomar conta de casa é uma tarefa significativa. Com Héstia, proteger a lareira é um meio através do qual a mulher coloca a si mesma e sua casa em ordem. Cuidar dos detalhes de uma casa é uma atividade que equivale à meditação. Lógico que se este trabalho for realizado com carinho e amor e não contrariada!
O arquétipo de Héstia desenvolve-se em comunidades religiosas, principalmente nas que cultivam o silêncio. As freiras e as virgens vestais compartilham o padrão arquetípico de Héstia.
Héstia é um arquétipo de centralização interior. Ela é o ponto de equilíbrio que dá significado à atividade, o ponto de referência interior que permite à mulher permanecer firme em meio da confusão, desordem ou afobação do dia a dia. Com Héstia em sua personalidade, a vida de uma mulher tem significado.

Fonte:
http://www.personare.com.br/descobrindo-sua-deusa-interior-m2949
http://luzemhisterio.com.br/blog/ritos-e-deuses/hestia-e-vesta/