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sábado, 11 de março de 2017

5 regras da psicologia para ter uma vida muito mais fácil!

Compreender a psicologia de nós mesmos e dos outros a nossa volta pode desempenhar um papel importante na nossa felicidade.
Estamos todos sofrendo de crenças limitantes adquiridas a partir de experiências passadas e interações com outros, inibindo a facilidade com que vivemos nossas vidas. Precisamos desenvolver uma mentalidade melhor, que endireite nossas percepções e limite a quantidade de negatividade que vemos em nós mesmos.
Ter o hábito de usar essas regras psicológicas em sua vida é crucial para viver de forma mais fácil de ver o mundo de uma nova perspectiva:

1. As pessoas não se importam tanto quanto você pensa
Pode soar duro, mas é verdade. Estarmos tão preocupados com o que os outros pensam de nós, que agimos de uma forma que irá satisfazer (o que pensamos que são) as expectativas das outras pessoas, mas nos é prejudicial/ afinal, todo mundo está envolvido em seus próprios problemas e inseguranças.
É muito melhor tentarmos manter isso em mente, pois a maioria das coisas que acreditamos que as pessoas estão pensando são apenas suposições que nossas próprias mentes criaram com base em experiências passadas ou percepções e interpretações incorretas.
Ser você mesmo, sem se preocupar com o que os outros pensam, ajuda no caminho de alcançar a felicidade pessoal.

2.Estamos constantemente mudando quem somos
É fácil pensar que somos as mesmas pessoas que éramos há dez anos, mas não somos. Nossos eus passado, presente e futuro são essencialmente independentes, porque nossa mentalidade muda com as circunstâncias e experiências de nossas vidas.
Devido a isso, devemos sempre ser fiéis ao nosso eu presente ao tomar decisões. Nós nunca podemos prever o que o nosso eu futuro vai pensar e sentir, e tudo o que aconteceu no passado foi para os nossos eus passados. O poder está no agora.

3.Pare de se comparar aos outros
Com as mídias sociais pressionando muitos de nós a postar os melhores momentos, pode ser fácil começar a comparar-nos a outras vidas aparentemente “perfeitas”. Na vida real, nós ainda tendemos a mostrar nosso melhor lado para as pessoas, em vez de mostrar vulnerabilidade, por medo de sermos julgados ou rejeitados.
A verdade é que somos todos vulneráveis. Todos nós queremos ser aceitos pelos outros. É uma enorme perda de tempo acreditar que as pessoas são, de alguma forma, melhores do que nós. Comparações e sentimento de inferioridade são inúteis, porque mesmo as pessoas mais poderosas têm preocupações, inseguranças e incertezas dentro de si.

4.Não espere que seu conselho será ouvido
Ninguém nunca realmente escuta conselhos, a menos que aconteça de estar na mentalidade certa no momento certo.
No final do dia, as pessoas só vão mudar suas mentalidades ou perspectivas através de suas próprias realizações e experiências. Às vezes, pode vir na forma de seu conselho, mas na maioria das vezes é através de experiências.
Não se sinta ignorado ou desanimado – você fez a sua parte, agora deixe as coisas seguirem.

5.Você só pode controlar a sua resposta
Como você reage a um problema, evento ou situação é muito mais importante do que a própria situação. Você pode escolher reagir de uma maneira que ficará em seus pensamentos, sentimentos e emoções futuras, ou reagir de uma maneira melhor.
Em qualquer situação negativa, isso pode ser difícil, mas lembrar-se de redefinir sua mente antes de reagir pode ajudá-lo a treinar-se para entender as possíveis repercussões de suas ações para os outros e para si mesmo.
 Na vida, a atitude é tudo! 

Fonte:
https://osegredo.com.br/2017/03/se-voce-entender-essas-5-regras-da-psicologia-podera-viver-uma-vida-muito-mais-facil/

sábado, 4 de junho de 2016

Complexo de Inferioridade

Vou tirar esse mês romântico, dos namorados, pra tentar entender porque tantas mulheres (e homens, porque não?) se deixam levar por abusos e se mantém num relacionamento tóxico.
Então, vamos começar pelo sentimento de sentir-se menor porque talvez seja a melhor explicação.

Entender o que se passa com nossos sentimentos é o segredo para encontrar o bem-estar interior. Muitas vezes, temos a sensação de que não somos competentes o suficiente para algo, ou ainda, para alguém. E mais do que isso, situações rotineiras acabam nos levando a beira do abismo. Entender que sentir-se inferior é um complexo pode te ajudar a reverter a situação e ser mais feliz. 
Se situações do trabalho te fazem sentir menos que alguém, ou se um mulher bonita te deixa tão mal a ponto de desistir de sair ou criar 'picuinhas' com seu namorado, significa que você tem complexo de inferioridade. É normal nos sentirmos assim vez ou outra, mas quando a situação leva a loucuras e gera situações que poderiam ser evitadas se não fosse a sua 'piração', é hora de procurar ajuda.
A denominação "complexo de inferioridade" foi criada por Alfred Adler (1870-1937), médico psiquiatra, para designar sentimentos de insuficiência e até incapacidade de resolver os problemas, o que faz com que a pessoa se sinta um fracasso em todos, ou em alguns aspectos de sua vida. É o que hoje chamamos de baixa auto-estima, que é quando não se tem consciência de seu valor pessoal. A baixa auto-estima pode comprometer todos os relacionamentos, seja pessoal, profissional, afetivo, familiar, social. Esse complexo pode ter origem na infância, especialmente em três situações especial que tendem a resultar no complexo de inferioridade: 
1. Rejeição: A criança não encontra na família o apoio necessário para seu desenvolvimento emocional. Muitas vezes, uma gravidez indesejada por exemplo, pode resultar na falta de amor, na falta de compreensão, na falta de carinho - fatores essenciais para a criança desenvolver a confiança. Ou seja, se ela não sente confiança em suas habilidades e não se sente digna de receber amor e afeto dos outros, quando adulta, a tendência é que ela venha a se tornar uma pessoa mais fria, dura, ou extremamente carente e dependente da aprovação e reconhecimento de outras pessoas. Quanto mais necessidade de ser aprovado e reconhecido pelo outro, mais se desenvolve a necessidade de agradar. Isso faz com que as pessoas deixem de ser elas mesmas, tornando-se o que os outros gostariam que ela fosse, ou o que pensa que gostariam, reforçando cada vez mais o sentimento de inferioridade, pois não satisfazem a si mesmas.
2. Mimo: O contrário da falta de afeto também pode resultar em complexo. Isso porque uma criança excessivamente mimada e/ou superprotegida pode desenvolver um sentimento de insegurança, por não sentir confiança em suas próprias habilidades, uma vez que os outros sempre fizeram tudo por ela.
3. Inferioridade Orgânica: Refere-se a inferioridade por conta do aspecto físico, seja ele uma doença ou enfermidade, ou ainda um excesso de peso, por exemplo. A criança que sofre com esse tipo de 'preconceito' tende a se isolar, até mesmo por conta de bullying. E isso acontece justamente como fuga da interação com outras crianças por um sentimento de inferioridade ou incapacidade de competir com sucesso com elas. 
Obviamente, cada item deve ser tratado de uma forma específica, mas para ambos, é necessário que exista um incentivo à superação de suas dificuldades, seja para compensar a fraqueza física, seja para encontrar um apoio.  

Como se livrar do Complexo de Inferioridade?
Agora que somos adultos e temos como avaliar tal situação, cabe a nós mesmos revertê-la para encontrarmos a felicidade pessoal. A melhor forma é procurar ajuda especializada, como um psicólogo por exemplo. No entanto, atitudes simples podem ajudar no seu equilíbrio emocional:
- Evite comparações. A principal característica do complexo de inferioridade é ficar se comparando com outros, ou comparar o seu relacionamento com os de outros. A verdade é que essa comparação nunca é positiva e não vai te fazer se sentir melhor, pois as pessoas são diferentes, possuem necessidades, desejos e históricos de vidas diferentes. Então, quando esse sentimento de comparação chegar, exercite seu cérebro para tomar o controle e mude o caminho de seus pensamentos. A primeira etapa é justamente ensinar a mente a mudar o caminho do pensar. 
- Compreenda seu histórico de vida e a origem de seu sentimento de inferioridade. Por qual motivo se sente inferior? Não desista, compreenda suas dificuldades e procure enfrentar cada uma delas. Para isso, faça uso de outras ferramentas para olhar a situação. Como você está acostumado a ter esses pensamentos de inferioridade, seu cérebro já anda nessa direção. Então, identificando este percurso, procure agora analisá-lo por outros ângulos. Descubra dentro de você o porquê das coisas, vasculhe sua infância e entenda que só você tem o poder de fazer diferente. 
- Enfrente o medo. É importante lidar e enfrentar o medo que as pessoas ou situações provocam e compreender que a percepção de si mesmo está baseada na conseqüência de fatos que já passaram. Você não pode mudar seu passado, mas pode mudar seu presente para alcançar o futuro que almeja. 
- Reconheça seu valor. Perceba que seu valor enquanto pessoa não pode e nem deve ser baseado na maneira como foi, ou ainda é tratado, ainda que isso tenha durado toda sua vida. Não permita mais ser desrespeitado ou maltratado. Lembre-se ainda que seu valor deve ser baseado pelo que é e não pelos bens materiais que possui. Imagine o que quer ser. E faça ser. 
- Identifique suas necessidades emocionais. O que você espera receber dos outros pode ser aquilo que não recebeu quando criança de seus pais. Não espere receber dos outros o que só você mesmo pode se dar.
- Aprenda com os erros.  Não fique se punindo por ter errado, nem se acomode nas situações. Saia de sua zona de conforto e mude o que deseja!
- Valorize sempre suas conquistas! Pare de supervalorizar o que o outro tem ou faz e desvalorizar as próprias conquistas. Celebre sempre!
- Faça psicoterapia. Não é porque está em último lugar, que é menos importante. Na verdade, a psicoterapia deve ser o primeiro passo para tudo. O autoconhecimento obtido através do processo da psicoterapia poderá fazer com que reconheça seus reais valores e liberte-se do complexo de inferioridade que acorrenta e aprisiona.

Fonte:
http://www.rac.com.br/_conteudo/2014/09/especial/estilo_rac/209518-complexo-de-inferioridade-entenda-o-que-e-e-saiba-como-se-livrar-dele.html