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sábado, 8 de outubro de 2016

E a sua criança interior?

As dificuldades e conflitos que você sente podem ser um reflexo da falta de conexão com sua criança. Sabe que ao reencontrá-la, ela poderá te ajudar? O fato de negar essa criança e suas necessidades pode fazer com que você busque satisfazê-la sem controle, pois tudo acontece de forma inconsciente. Ou seja, você não pensa para agir desse ou daquele modo, simplesmente age, e quando isso acontece, provavelmente quem está agindo é sua 'criança', sua parte inconsciente.
Todos nós temos dois aspectos em nossa personalidade: o 'adulto' e a 'criança'. Quando essas duas dimensões estão em sintonia, temos uma sensação de totalidade. Quando por alguma razão estão desconectadas, a sensação interior poderá ser de conflito e vazio.
Quando criança, buscamos aliviar nossas necessidades de forma imediata. Por exemplo, a criança quando quer comer, não quer saber se tem comida, quem vai fazer, se tem dinheiro, ela quer comer e pronto! Quando ela quer dormir, não pensa se pode ou não pode dormir naquele exato momento, ela simplesmente dorme! Ou seja, espera que suas necessidades sejam atendidas na hora. Quantos adultos não agem como criança e desejam que seus desejos e necessidades sejam satisfeitos da mesma forma: imediatamente? As pessoas que têm dificuldade em obter controle em suas ações, geralmente, agem da mesma maneira, não pensam, simplesmente agem, sem medir as conseqüências.
A criança interior quando se sente desesperadamente isolada e solitária, por não ser reconhecida e nem atendida em suas necessidades, em geral é impulsiva, sem controle dos seus comportamentos, fazendo as coisas sem pensar, como comer, comprar, beber, jogar... tudo de maneira compulsiva. A criança geralmente tem um adulto que pensa por ela e a orienta de maneira adequada, mas e você?
É importante, portanto, não agir como a criança que quer tudo na hora e aprender a adiar o prazer. Mas como fazer isso? Para aprender a entrar em contato com a criança que você foi um dia, procure lembrar de como se sentia quando queria algo e como suas necessidades eram atendidas. Você passou por algum tipo de privação? Ou aconteceu o contrário, tinha tudo que queria, na hora que queria? Primeiro identifique as situações e comportamentos em que não consegue ter controle. Quando surgir alguma dificuldade, é importante identificá-la para que não busque outras formas de aliviar a tensão emocional reprimida. Por exemplo, quando estiver com problemas no trabalho ou na relação afetiva, identifique o que te causa angústia e insatisfação e procure resolver de forma saudável, para que não busque outras formas de compensação.
Pessoas que sentem necessidade em obter satisfação imediata em alguma situação, em geral sentem essa mesma necessidade em todas as áreas de sua vida. Mas você pode ir se exercitando em adiar seu prazer de maneira imediata. Por exemplo, ao sentir necessidade em ligar a televisão no exato minuto em que entra em sua casa, tente adiar esse prazer. Se precisar comprar algo imediatamente ao ver na vitrine, tente adiar sua ida às compras em vez de comprar compulsivamente. Durante uma discussão, procure pensar antes de falar, evitando agir de maneira compulsiva. Assim estará treinando sua capacidade de adiar o prazer.
É a parte criança que age sem pensar. Mas você poderá orientá-la do que é certo. Para fazer isso, você pode deitar, fechar os olhos e imaginar-se conversando consigo mesmo quando criança, como se realmente estivesse com uma criança à sua frente, e dizer palavras que poderão ensinar-lhe como agir sem que prejudique seu adulto.
Ouça sua criança. Se você a encontrasse nesse exato momento, o que ela pediria a você? Que tal levá-la para passear, brincar um pouco mais? Quem sabe fazê-la apenas sorrir? Ouça também seu adulto e lembre-se que desejos e comportamentos atuais podem estar apenas ocultando necessidades não atendidas de sua criança.
Aprender a identificar suas necessidades não atendidas, é mais importante para você, do que satisfazer seus desejos imediatos de maneira compulsiva. Comece a pensar e agir de maneira equilibrada. Por trás de toda necessidade compulsiva existe uma criança, buscando suprir necessidades que, em geral, estão muito distantes das maneiras que os adultos buscam supri-las.
Nos momentos de desejo incontrolável, você deve pensar no que é mais importante: satisfazer um desejo imediato ou adiar o prazer e alcançar os resultados que deseja? Adiar a satisfação quando estiver diante da alguma tentação, proporcionará resultado e prazer ainda maiores. Sua motivação para atingir seus objetivos aumentará, seu amor por você mesmo e por sua criança, que na verdade não quer comida, roupas, beber, jogar, mas com certeza deseja um pouco mais de atenção, carinho e amor!
Lembre-se que a criança é toda a fonte de criatividade, alegria de viver e pureza espiritual que vamos perdendo à medida que nossas vivências vão sendo deturpadas ou agredidas pelo meio em que nos desenvolvemos. Sei que muitos de nós não tivemos uma infância magnifica e perfeita. Mas muitas vezes, a vida exige que nós voltemos ao passado para rever os aprendizados que foram úteis e que devem continuar e aqueles que devem ser reformulados e compreendidos sobre outra óptica. Para que assim podemos seguir em frente com firmeza e força. Dessa forma, segue abaixo alguns exercícios que podem facilitar este contato com a sua criança interior:
1) Fazer uma retrospectiva de como fomos criados, pois temos a tendência de nós tratarmos da maneira que nossos pais nos tratavam.
2) Converse com a sua criança interior e faça perguntas para ela. Coloque abaixo algumas perguntas de sugestão:

  • Do que você gosta?
  • Do que você não gosta?
  • O que faz você sentir medo? Por quê?
  • Como se sente?
  • O que você precisa?

3) Estimular os talentos da sua criança interior.
4) Peça para a sua criança interior fazer uma lista sobre suas dez maneiras de se divertir.
5) Visualize seu quarto de dormir quando pequeno. Lembre-se de como era o seu quarto, as cores, os objetos e o cheiro. Veja sua cama e você dormindo nela. Aproxime-se, passe a mão nos cabelos da sua criança interior e acorde-a. Olhe bem em seus olhos e pergunte a ela o que mais quer e precisa. Ouça a resposta. Depois diga a ela que está a seu lado sempre e que a ama muito. Abrace-a fortemente. Permita-se sentir a emoção deste momento.
6) Imaginar que a sua criança interior, encontra-se na sua frente e fazer a seguintes perguntas para ela:

  • O que você está sentindo?
  • O que você tem?
  • Por que você está triste?
  • Por que você tem medo?
  • O que você gosta de fazer?

7) Procure uma foto sua da infância. Olhe bem para esta criança que você foi um dia e observe o que ela lhe transmite. O que você vê? Uma criança triste ou alegre? Como é o ambiente? Você se lembra deste dia? Como você se sentia? Como é a sua expressão facial e corporal? Qual a sua idade? Se você não tem foto de quando era criança, basta procurar em revistas uma imagem de uma criança que se pareça com você. E lembrar-se desta etapa da sua vida. Depois pegue esta foto sua de criança e coloque num porta retrato. Olhe todos os dias para a foto com carinho, transmitindo-lhe amor.
8) Se apresente para a sua criança. Eu sou você hoje. Você mora dentro de mim. Como você está? Não se esqueça de anotar tudo o que você ouvir ou sentir. Pergunte para sua criança do que ela precisa? O que ela sente neste momento?
9) Abrace sua criança interior. Como você imagina esta cena? Como que é o contato? Fácil ou difícil? Quando estiver triste, abrace-se como se estivesse abraçando uma criança em seu colo. Diga palavras de tranquilidade, transmitindo-lhe muita paz e amor.
10) Compre um urso, boneca ou um cachorrinho de pelúcia e coloque em sua cama. Quando estiver triste, converse com ele, como fazem as crianças.
11) Vá ao supermercado e compre apenas aquilo que gosta. E coma, sem culpas! Mas também sem exageros.
12) Você também pode conversar com a sua criança interior através do espelho. Senta-se em frente ao espelho e comece a fazer-lhe perguntas sobre o que lhe machucou, porquê ela está triste e também para saber o que ela gosta de fazer, suas brincadeiras favoritas etc.
13) Conversar com a criança interior por intermédio da escrita. Use duas canetas com cores diferentes. Com a mão dominante você escreve uma pergunta para sua criança interior e ela irá lhe responder com a mão esquerda. Você pode se surpreender com as respostas. Ás vezes nós achamos que sabemos a respostas e surge algo completamente diferente do que esperávamos.
14) Desenhar com a mão não dominante e depois perguntar para a sua criança interior, o que ela fez.
15) Brinque com a sua criança interior. Qual era a sua brincadeira favorita na infância? Esqueça esses valores sociais que diz quais são os tipos de comportamentos adultos e infantis.
16) Reserve um tempo e leve sua criança para passear, brincar, se divertir.
17) O que fazia quando criança e não faz mais? Ver pessoas queridas, brincar, fazer nada, assistir um desenho, tomar um sorvete... Por onde andam os amigos de infância? Que locais gostaria de ir?
18) Explique para ela as situações difíceis que ela não conseguiu compreender.
19) Para ajudar a sua criança interior a se desprender de mágoas e rancores, utilize as seguintes frases, pois as palavras têm poderes de transformação e cura:

  • Eu sou uma criança amada!
  • Todos os dias e de todas as formas eu sou e estou cada vez melhor e melhor!
  • Ajustarei os meus padrões emocionais ao meu novo eu.
  • O meu novo eu reconhece a minha Criança Interior como adorável, amorosa, Sábia e íntegra.
  • Eu sou digno de ser amado, adorável e íntegro no meu adulto interior e na minha criança interior.

Durante os exercícios com a nossa criança interior, nós iremos perceber que ela é o espelho daquilo que precisamos rever em nós mesmos no momento presente da nossa vida. Não podemos apagar o que ocorreu no nosso passado, mas podemos reformulá-lo e compreendê-lo com um outro olhar. Lembre-se que no seu passado, você fez o melhor que você pode com o conhecimento que você tinha naquela época. E as pessoas a sua volta também. Espero que vocês tenham gostado do meu artigo e se vocês souberem de outros exercícios para trabalhar com a criança interior me mandem, por favor.

Fonte:
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/child.htm
http://artedeserpsicologa.over-blog.com/2013/10/exerc%C3%ADcios-para-estabelecer-o-contato-com-a-nossa-crian%C3%A7a-interior.html

sábado, 4 de junho de 2016

Complexo de Inferioridade

Vou tirar esse mês romântico, dos namorados, pra tentar entender porque tantas mulheres (e homens, porque não?) se deixam levar por abusos e se mantém num relacionamento tóxico.
Então, vamos começar pelo sentimento de sentir-se menor porque talvez seja a melhor explicação.

Entender o que se passa com nossos sentimentos é o segredo para encontrar o bem-estar interior. Muitas vezes, temos a sensação de que não somos competentes o suficiente para algo, ou ainda, para alguém. E mais do que isso, situações rotineiras acabam nos levando a beira do abismo. Entender que sentir-se inferior é um complexo pode te ajudar a reverter a situação e ser mais feliz. 
Se situações do trabalho te fazem sentir menos que alguém, ou se um mulher bonita te deixa tão mal a ponto de desistir de sair ou criar 'picuinhas' com seu namorado, significa que você tem complexo de inferioridade. É normal nos sentirmos assim vez ou outra, mas quando a situação leva a loucuras e gera situações que poderiam ser evitadas se não fosse a sua 'piração', é hora de procurar ajuda.
A denominação "complexo de inferioridade" foi criada por Alfred Adler (1870-1937), médico psiquiatra, para designar sentimentos de insuficiência e até incapacidade de resolver os problemas, o que faz com que a pessoa se sinta um fracasso em todos, ou em alguns aspectos de sua vida. É o que hoje chamamos de baixa auto-estima, que é quando não se tem consciência de seu valor pessoal. A baixa auto-estima pode comprometer todos os relacionamentos, seja pessoal, profissional, afetivo, familiar, social. Esse complexo pode ter origem na infância, especialmente em três situações especial que tendem a resultar no complexo de inferioridade: 
1. Rejeição: A criança não encontra na família o apoio necessário para seu desenvolvimento emocional. Muitas vezes, uma gravidez indesejada por exemplo, pode resultar na falta de amor, na falta de compreensão, na falta de carinho - fatores essenciais para a criança desenvolver a confiança. Ou seja, se ela não sente confiança em suas habilidades e não se sente digna de receber amor e afeto dos outros, quando adulta, a tendência é que ela venha a se tornar uma pessoa mais fria, dura, ou extremamente carente e dependente da aprovação e reconhecimento de outras pessoas. Quanto mais necessidade de ser aprovado e reconhecido pelo outro, mais se desenvolve a necessidade de agradar. Isso faz com que as pessoas deixem de ser elas mesmas, tornando-se o que os outros gostariam que ela fosse, ou o que pensa que gostariam, reforçando cada vez mais o sentimento de inferioridade, pois não satisfazem a si mesmas.
2. Mimo: O contrário da falta de afeto também pode resultar em complexo. Isso porque uma criança excessivamente mimada e/ou superprotegida pode desenvolver um sentimento de insegurança, por não sentir confiança em suas próprias habilidades, uma vez que os outros sempre fizeram tudo por ela.
3. Inferioridade Orgânica: Refere-se a inferioridade por conta do aspecto físico, seja ele uma doença ou enfermidade, ou ainda um excesso de peso, por exemplo. A criança que sofre com esse tipo de 'preconceito' tende a se isolar, até mesmo por conta de bullying. E isso acontece justamente como fuga da interação com outras crianças por um sentimento de inferioridade ou incapacidade de competir com sucesso com elas. 
Obviamente, cada item deve ser tratado de uma forma específica, mas para ambos, é necessário que exista um incentivo à superação de suas dificuldades, seja para compensar a fraqueza física, seja para encontrar um apoio.  

Como se livrar do Complexo de Inferioridade?
Agora que somos adultos e temos como avaliar tal situação, cabe a nós mesmos revertê-la para encontrarmos a felicidade pessoal. A melhor forma é procurar ajuda especializada, como um psicólogo por exemplo. No entanto, atitudes simples podem ajudar no seu equilíbrio emocional:
- Evite comparações. A principal característica do complexo de inferioridade é ficar se comparando com outros, ou comparar o seu relacionamento com os de outros. A verdade é que essa comparação nunca é positiva e não vai te fazer se sentir melhor, pois as pessoas são diferentes, possuem necessidades, desejos e históricos de vidas diferentes. Então, quando esse sentimento de comparação chegar, exercite seu cérebro para tomar o controle e mude o caminho de seus pensamentos. A primeira etapa é justamente ensinar a mente a mudar o caminho do pensar. 
- Compreenda seu histórico de vida e a origem de seu sentimento de inferioridade. Por qual motivo se sente inferior? Não desista, compreenda suas dificuldades e procure enfrentar cada uma delas. Para isso, faça uso de outras ferramentas para olhar a situação. Como você está acostumado a ter esses pensamentos de inferioridade, seu cérebro já anda nessa direção. Então, identificando este percurso, procure agora analisá-lo por outros ângulos. Descubra dentro de você o porquê das coisas, vasculhe sua infância e entenda que só você tem o poder de fazer diferente. 
- Enfrente o medo. É importante lidar e enfrentar o medo que as pessoas ou situações provocam e compreender que a percepção de si mesmo está baseada na conseqüência de fatos que já passaram. Você não pode mudar seu passado, mas pode mudar seu presente para alcançar o futuro que almeja. 
- Reconheça seu valor. Perceba que seu valor enquanto pessoa não pode e nem deve ser baseado na maneira como foi, ou ainda é tratado, ainda que isso tenha durado toda sua vida. Não permita mais ser desrespeitado ou maltratado. Lembre-se ainda que seu valor deve ser baseado pelo que é e não pelos bens materiais que possui. Imagine o que quer ser. E faça ser. 
- Identifique suas necessidades emocionais. O que você espera receber dos outros pode ser aquilo que não recebeu quando criança de seus pais. Não espere receber dos outros o que só você mesmo pode se dar.
- Aprenda com os erros.  Não fique se punindo por ter errado, nem se acomode nas situações. Saia de sua zona de conforto e mude o que deseja!
- Valorize sempre suas conquistas! Pare de supervalorizar o que o outro tem ou faz e desvalorizar as próprias conquistas. Celebre sempre!
- Faça psicoterapia. Não é porque está em último lugar, que é menos importante. Na verdade, a psicoterapia deve ser o primeiro passo para tudo. O autoconhecimento obtido através do processo da psicoterapia poderá fazer com que reconheça seus reais valores e liberte-se do complexo de inferioridade que acorrenta e aprisiona.

Fonte:
http://www.rac.com.br/_conteudo/2014/09/especial/estilo_rac/209518-complexo-de-inferioridade-entenda-o-que-e-e-saiba-como-se-livrar-dele.html

sábado, 5 de julho de 2014

Morando com a sogra

Se a convivência apenas do casal exige paciência e compreensão para evitar brigas, imagine ter que conviver com uma terceira pessoa, a sogra. Existem casais que são obrigados a conviver com outros parentes como sogra, sogro, irmão, cunhado etc, devido ao fato de não possuírem casa própria ou de os parentes não terem onde morar, mesmo que seja provisoriamente. Ou seja, ou o casal morar na casa de parentes ou parentes moram na casa do casal.
É nessa situação que a dificuldade em conviver bem surge. Se o convívio entre o casal já não é fácil, imagine conviver com outras pessoas. E o pior, como os familiares que moram junto são do marido ou da mulher, e nunca dos dois, sempre um deles se sentirá isolado em algum momento.
Como, de maneira geral, essa situação é transitória, passageira, geralmente até o casal ou os parentes irem para sua própria casa, é importante manter a calma. Enquanto isso não acontece, o importante é tentar conviver da melhor maneira possível, já que muitos casamentos são abalados ou até mesmo acabam devido a intromissão ou difícil relacionamento com parentes, principalmente a sogra. De maneira geral o convívio com a sogra é mais complicado devido ao fato de elas se intrometerem mais na vida do casal.

Dicas para evitar brigas
Seja compreensivo – por mais difícil que seja, entenda que a mãe do seu cônjuge cuidou dele desde o seu nascimento, e não é porque ele casou que ela vai deixar de ser sua mãe. Sendo assim, mesmo depois de casado a mãe continuará agindo como sempre agiu. Normalmente não é nada pessoal contra você, ela apenas continua cuidando do filho (a).
Não é seu território – se você estiver com sua sogra, na casa dela, você deverá seguir as regras dela. O ideal, nessa situação, é evitar de se expor demais, evitar agir como se fosse dono da casa, mandando e desmandando. Afinal, ninguém gosta de pessoas de fora querendo mandar em sua casa.
Aceite as diferenças – cultura diferente e estilos de vida diferentes costumam causar um choque no convívio. Aceitar que a sogra e outros parentes tiverem criação diferentes e portanto tem gostos e costumes diferentes é o primeiro passo para evitar confusões.
Seja indireto – se a sogra fizer ou falar algo que o desagrade, não reclame ou crie uma discussão imediatamente. O ideal, é deixar para depois. Em outro momento, com calma, diga ao seu cônjuge que ficou chateado com o que fizeram, sem brigas . Ele providenciará que a sogra não faça novamente.
Se imponha – apesar de ser importante ser compreensivo, você deve saber limitar seu espaço e impor as regras gerais da casa. Deixando todos muito à vontade, uma hora ou outra vão começar a fazer algo que irá desagradá-lo diariamente. Um exemplo disso é assistir TV em alto volume muito tarde à noite, por exemplo. Neste caso, é importante deixar claro desde o início que não se deve fazer assistir TV com som alto tarde à noite.
Tenha paciência – se a situação for provisória, como é na maioria dos casos, espere. Não se desespere, não “chute o pau da barraca”. Coloque na cabeça que logo sua sogra e familiares, se for o caso, logo irão embora.

Resumindo, o segredo é tratar a todos com educação e se impor com elegância.
Sou a prova viva disso!

Fonte: 
http://www.gigaconteudo.com/morar-com-sogra-dicas-para-evitar-brigas-e-conviver-bem