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sábado, 28 de janeiro de 2017

Qual é a sua língua?

Todos falamos 3 línguas: 
  • gestual - demonstrando se estamos ou não à vontade numa situação, a esse tipo de leitura chamamos de leitura fria;
  • falada - são os bons e velhos idiomas que aprendemos as regras gramaticais na escola: português, inglês, alemão,...
  • emocional - comprei a tese do livro "as 5 linguagens do amor" e é sobre isso que falará esse artigo.
Como dizia Freud, tudo começa na nossa infância. Por isso, as crianças que se sentem amadas por seus pais e amigos desenvolvem a linguagem do amor emocional, falarão e entenderão sua primeira linguagem do amor. Mais tarde elas poderão aprender outras línguas para se comunicarem, mas sempre se sentirão mais confortáveis com o primeiro idioma que aprenderam. Já as crianças que não se sentem amadas, também desenvolverão uma primeira linguagem do amor, mas será distorcido e apresentará defeitos da mesma forma que alguém que recebe uma educação com falhas na gramática e desenvolve um vocabulário limitado. Essa limitação não significa que essas pessoas não venham a ser boas comunicadoras. Implica, sim, que terão de trabalhar mais diligentemente do que os que cresceram na atmosfera do amor saudável.
É muito raro que marido e mulher tenham a mesma primeira linguagem emocional do amor. Nossa tendência é falar nossas primeiras linguagens do amor e ficamos confusos quando nosso cônjuge não compreende o que desejamos comunicar.
É justamente quando o tanque do amor de um dos dois está vazio que normalmente ocorrem as traições, as separações... então, vamos aprender os tipos de linguagens de amor para deixar o nosso amor com seu tanque cheio e, assim, ficar com vontade de encher o nosso tanque também?
1. Palavras de afirmação - tem dialetos em forma de:

  • elogio verbal (apreciação)
  • palavras de encorajamento
  • tempo de qualidade
  • palavras bondosas
2. Tempo de qualidade - dialetos:
  • estar junto (passeios, brincadeiras, hobbie,etc.)
  • diálogo (compartilhar sentimentos, emoções desejos e oferecer auxílio)

3. Atos de serviço - dialeto:

  • ajuda na casa (levar o lixo pra fora, pendurar a roupa na corda, etc.)
  • atos de serviço
  • coisas que o outro aprecia (jantar romântico, café na cama, etc.)
4. Presente - não precisa ser caro, basta que a pessoa aprecie ou esteja precisando; pois o presente trás a seguinte mensagem 
"estive pensando em você!"
toque físico
5. Toque físico - dialeto:
  • cafuné
  • massagem
  • carinho
  • abraço
  • sexo
  • andar de mãos dadas
  • etc.



sábado, 21 de janeiro de 2017

A importância do diálogo

Todo mundo fala que é importante dialogar, mas ninguém ensina como; e por vezes até parece que falamos línguas diferentes. A diferença das linguagens que usamos é tanta que chego a pensar ser necessário um dicionário para cada sexo.
Tá, eu sei que pareço sexista, mas... atire a primeira pedra quem nunca disse uma coisa querendo dizer outra.
Tem livros que explicam várias diferenças entre os sexos, mas creio que um em especial melhore o diálogo: "Homens são de marte, mulheres são de vênus". Para melhor expor minha ideia, vou usar o próprio livro em questão 👇:
O livro cita a técnica da "carta de amor" como estratégia para comunicar nossos sentimentos negativos e pedir ajuda do nosso amor para modificar essa realidade. Escrever é uma maneira muito boa de percebermos o quanto podemos ser agressivos sem necessidade e ajustar a abordagem, e diminuir a intensidade das emoções negativas. Mas não se esqueça de escrever também a "carta-resposta" para ajudar ao seu amor a encontrar uma solução.
Com o tempo, essa técnica vai se entranhando tanto nas nossas atitudes que o diálogo futuramente fluirá como quem escreve, lê e responde a uma carta de amor (sua ou do seu amor).

  1. Date e enderece a carta ao seu amor e se permita imaginar que ele te ouve com amor e compreensão (entender é diferente de concordar, viu? Abra sua mente e seu coração para isso).
  2. Expresse de maneira simples e verdadeira seus sentimentos: raiva, tristeza, medo, arrependimento e amor (nessa ordem).
  3. Mantenha cada seção com a mesma extensão e não conclua a carta até expresse todas as emoções e sentimentos, principalmente o amor.
  4. Assine ao final com seu nome ou apelido dado pelo seu amor.
  5. Adicione um PS para sinalizar ao seu amor a atitude que te faria feliz.
Quer ensinar ao seu amor como atender melhor aos anseios do seu coração? Carta-resposta (ou PS) nele! Afinal, se você não recebeu na educação como adular, agradar  e exaltar o seu amor... o que te faz pensar que ele recebeu essa orientação e saberá o que fazer e como proceder mediante tantas acusações e frustrações mesmo que tenha explicitado que ainda o ama muito?
Ahh, vai parecer forçado e eu quero que venha do coração! Deixe de bobagem: às vezes é muito difícil admitir um erro ou ter um comportamento diferente do habitual e não enxergue essa atitude de tentar te agradar com algo que você pediu como uma "cola" e indigno  de ser apreciado; ao contrário, aprecie o esforço empregado porque as chances de ser mais bem feito numa próxima vez aumenta (a gente sempre se esforça mais e mais quando sabemos que seremos apreciados). Perceba que escrever uma resposta é um sinal de que se apto a receber ajuda e apoio.
  1. Obrigado(a) por... (amar ou compartilhar sentimentos)
  2. Eu compreendo... (os motivos que causam sentimentos e emoções negativas)
  3. Sinto muito... (que haja sinceridade aqui)
  4. Você merece... (explicite o pedido de maneira verdadeira e simples)
  5. Eu amo... (porque ouvir que é amado é muito bom)
Para melhorar nossa vida ainda mais... 

sábado, 7 de maio de 2016

Eu vos declaro: Marido e... família!

Obs: como sou mulher e a maior parte do meu público é mulher... vou falar pra gente, mas adianto que a contrapartida é igualmente verdadeira. 

Ninguém avalia ou analisa a família do parceiro até surgirem os problemas. E esses aparecem e não cansam de aparecer, principalmente quando a interferência dos demais familiares se torna rotineira e carrega uma importância indevida por uma das partes. Não que se deva analisar a família, afinal encontrar o cônjuge já é bom o bastante, o que vier a mais é lucro. O relacionamento vai bem, tudo compensa para manter-se bem e feliz, mas melhorar nunca é demais e aparar certas arestas só facilitará as coisas. Existem algumas atitudes que é possível tomar para fortalecer o relacionamento (que deve ser entre duas pessoas e nenhuma a mais) sem ofender ou atrapalhar as demais relações, mantendo-se sempre a paz e a harmonia com o restante da família, todos precisamos dessas relações, assim como ninguém é feliz sozinho, os casais também não se bastam.
Relacionamento é como viajar por um país estrangeiro e desconhecido - é preciso entender os novos costumes, a nova língua e valores diferentes. Mas, como se já não bastassem você e ele para armar a saborosa desordem no exercício da comunicação, ainda existem aqueles parentes do parceiro que grudam como chiclete e insistem em fazer parte da nova família. No começo, você aceita e acha graça, até sentir a pedra no sapato. Eles começam a meter o nariz onde não são chamados, ou, ainda mais abusados, fazem questão de distribuir alfinetadas. Sabe aquela velha história de que quem casa também leva a família do amado de brinde? É por aí mesmo, mas, convenhamos, tudo tem limite. Ainda mais quando o que está em pauta é o seu relacionamento.
Fogo cruzado
Família, diferenças culturais, sociais, de interesses e outras tantas que a gente percebe só pela convivência figuram como grandes motivos que levam ao fim de uma relação, ainda mais se o casal se deixar levar pela falsa crença de que "quando casar, sara". Não é bem assim. Diferenças existem e vão continuar existindo, não se iluda achando que conseguirá transformar seu marido em outra pessoa e fazê-lo ser mais ambicioso, ou simplesmente recolher as cuecas do chão, tirar a toalha molhada da cama ou ajudar nas tarefas de casa de um dia para o outro. E, se necessário for, a família certamente colocará lenha na fogueira, porque vai defender os valores, hábitos e costumes próprios - e não os seus.
"As pessoas que esperam uma companhia perfeita e ideal se frustram ao se depararem com uma ‘pessoa real', porque as diferenças sempre existem e elas costumam ser vistas como falhas", explica a psicóloga Karen Camargo. A psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari vai ainda mais fundo ao comentar sobre o assunto: "Os opostos se atraem, mas dificilmente ficam juntos". Segundo ela, as diferenças podem gerar conflitos, mágoas e até raiva se não forem bem administradas. Do contrário, podem até se tornarem um delicioso tempero na relação.
Portanto, se você não colocar as diferenças na balança e pesar seus prós e contras, é possível que você acabe se decepcionando.
1. Imponha limites - Caso seu esposo ou esposa priorize as vontades e opiniões dos demais familiares colocando as suas em segundo plano, procure entender, não exigir. Tente descobrir as razões, explique como se sente e demonstre que na sua vida ele vem primeiro e que gostaria que fosse recíproco. Mostre com atitudes a importância de serem primeiramente um casal, para então juntos serem filhos, cunhados, irmãos, primos e afins.

Quem casa quer casa
Nada mais verdadeiro do que essa pílula da sabedoria popular - "quem casa, quer casa". Não é que a família não seja importante e deva ser esquecida pelos pombinhos. A psicóloga Karen Camargo explica que ela é, sim, essencial, porque é um núcleo de afeto, compreensão, amor e compartilhamento. Mas, quando se está formando uma nova família, cabe manter uma distância segura e saudável da anterior, porque proximidade demais atrapalha a nova trajetória a ser seguida pelo casal e as novas regras que serão estabelecidas.
Para a socióloga Mirian Goldenberg, o problema é que, na nossa cultura, o cordão umbilical demora muito tempo para ser rompido - e às vezes nunca é. "Aqui no Brasil, a família é colocada num patamar quase que divino. Ela é o paraíso, o porto-seguro, e praticamente dona do indivíduo", analisa Mirian. Sendo assim, somos culturalmente acostumados a casar com os parentes do parceiro. E, se existe sogra jararaca, é porque assim permitimos, damos "intimidade" para a interferência indesejada.
2. Morando perto e agora? - Morando juntos ou próximos dos parentes, para muitos casais é sinal de problema. Pode até ser, mas os problemas podem surgir de perto ou de longe e afetar a vida conjugal na medida em que vocês permitirem. Alguns casais passam a ter conflitos quando, por alguma razão os pais vêm morar com eles. Cuidar de um idoso, ter uma ou duas pessoas a mais na casa, mais alguém para opinar na decoração e no cardápio não é nada atrativo. Mas pode ser mais útil e mais interessante do que o medo lhe deixa perceber. Longe ou perto demais da família os casais precisam distanciar-se um pouco, impor um limite para manter a relação e deixar claro para todos que se importam um com o outro, que gostam de estar juntos e valorizam os momentos de privacidade, seja saindo para jantar ou assistir a um filme sozinhos em casa. Até na hora de curtirem-se morar perto pode ajudar mais do que atrapalhar.
3. Mas a família é grande demais! - E todo mundo quer se meter. Colocar um aviso na porta escrito "em vida de marido e mulher ninguém mete a colher" pode resolver, mas criará um novo desconforto, então seja mais delicado e compreenda que todos fazem por amor ou por desejar o melhor. Vocês podem ouvir todos os conselhos, mas não precisam dar ouvidos. Ponderem, discutam, reflitam sobre o que se pode aproveitar e não deixem que a palavra final na relação venha de nenhum terceiro, mesmo que seja o papai ou a mamãe. Lembre-se que quanto maior a família maiores são os conflitos, maiores os problemas, mais crianças, mais bagunças e... Mais experiências, mais crescimento e mais pessoas para dividir suas dificuldades também.

Só você e ele
A solução contra os parentes intrometidos não é gritar, espernear, se trancafiar numa masmorra com o marido ou arrumar as malas e sair de casa. O mais importante é fazer com que te respeitem e não é se descabelando, saindo do controle, que você vai conseguir isso. Os limites podem ser colocados de forma muito suave, mas firme. Se você não gosta que a sogra ligue para a sua casa domingo às 8h da manhã, converse primeiro com o seu marido e depois estabeleçam os limites de forma educada e afetiva.
Atenção: limites e não exclusão. Jogar o marido contra a própria família e torná-la uma rival não irá resolver nada, sem contar que o feitiço pode acabar virando contra a feiticeira - vai que ele escolhe ficar do lado da família? "O ideal é estar próxima aos parentes, mantendo os limites de ambas as partes. Esse é justamente o grande desafio dos casais recém-casados, o de colocar freios de uma maneira educada e ponderada, sem agressões", ressalta Karen Camargo. E com tolerância!
Além do mais, leve em consideração que a família dele não está sempre errada em todas as atitudes e colocações. Vez ou outra pode ser essencial você ouvir o que ela tem a dizer. Afinal, foi com ela que o seu marido passou a maior parte da vida até agora. Nada impede, também, que você recorra à família dele em busca de orientação naqueles dias em que nem muito chamego parece dar jeito no clima tenso entre vocês. "Isso ajuda até a fortalecer os vínculos", garante a psicóloga Olga Tessari.
Ressalte-se que é praticamente impossível para alguém se desligar totalmente de sua família de origem, por piores que sejam. Imagine, por exemplo, um de seus filhos depois de adulto se casar mas você não se dá bem com sua nora, por qualquer razão. Aí ela exige que seu filho não tenha mais contato com você. Você jamais aceitaria isso, e essa exigência colocaria um estresse muito grande na relação. Seu filho ficaria dividido entre agradar a mãe e a esposa, e nunca conseguiria fazer os dois.
É o que acontece com muitos maridos. Ele não tem controle nem culpa das maldades deles. Sim, ele poderia e deveria ficar mais do seu lado quando você é atacada por eles. Nisso ele falha. Mas essa falha é comum em situações assim. O homem, especialmente, tem muita dificuldade de achar um equilíbrio nesse ponto. Mas você pode ajudá-lo a encontrar esse equilíbrio.
O que aconteceria se você mudasse a sua ótica da situação? E se você deixasse de ver isso como “ou eu ou eles” e passasse a ver como “meu marido não tem culpa da família que tem”?
Nós podemos escolher nossos amigos, mas não nossa família. Quando nos casamos, isso é um fato que deveríamos considerar bem. Cada um traz consigo a família que tem. E seu marido, infelizmente, tem a que tem. Mas não é ele digno de seus esforços? E seus filhos também?
O que recomendamos nessas situações é que o cônjuge maltratado pelos parentes (você) aja com diplomacia. Você não tem que cair de amores por eles, mas também não precisa fazer uma guerra fria. Você pode ser diplomática, cordial, educada, sem precisar paparicar a família dele. E principalmente, você tem que parar de criticá-los. Todas as vezes que você critica a família do seu marido, ele recebe isso como uma crítica a ele mesmo. Não funciona. (Ele obviamente não compartilha mais da família com você porque teme suas críticas.) Tudo isso você faria POR ELE, não pelos parentes dele. E em troca, você exigiria dele que lhe protegesse e tomasse o seu lado em casos de ataques.

4. Não sobra tempo - Trabalha-se muito, estuda-se muito, os cuidados com os filhos demandam tempo demais e o pouco que sobra sempre tem uma festinha de família ou um almoço na casa de alguém. Um casal precisa viver, manter-se como casal. Nem que seja sacrificando uma festa aqui ou um almoço ali, é importante reservar um tempo para desfrutarmos da companhia de quem escolhemos e amamos. Se não sobra tempo, tire de onde tem demais.
5. O filho é meu - Você planejou, gerou, criou e educou. Agora todos se sentem no direito de, no seu ponto de vista, estragar tudo o que você lutou para repassar ao seu filho. O filho é seu! Também. Ele é seu filho e do seu esposo. Mas é sobrinho, primo, neto, amigo, aluno, enfim, ele pertence a outras pessoas também. Porém, isso não o tira de você. Nem as influências que receberá destruirá tudo o que você construiu. A base que fundamentaram juntos, como casal, depois como casal com filhos, é tão sólida que resistirá ao que vier de fora de maneira que o que for contrário não terá a mesma importância. Uma vez compreendido pelo casal que o que realmente impera é a vontade de ambos, os filhos consequentemente valorizarão primeiro o que vem dos pais.
Acima de qualquer coisa a família é prioridade na vida de qualquer indivíduo, não tem como escolher entre o pai e o esposo, a mãe ou a esposa. O cônjuge precisa reconhecer essa impossibilidade e ser grato por isso. Por outro lado, os pais, irmãos, primos, cunhados e toda a parentela, precisam respeitar o limite do outro e sua individualidade matrimonial. Se cada um entender e cumprir seu papel a vida da grande família será harmoniosa e equilibrada, afinal somos dependentes e necessitamos uns dos outros para sermos felizes ou simplesmente existirmos. Por experiência própria sei da importância dessas relações, sei que estar próximo, mesmo que sofrendo uma interferência aqui outra ali, é mais válido do que se distanciar ou conflituar-se.
Uma família começa por um casal. Uma família divide-se para se formar um casal. A perda que seus pais ou sogros sofrem é confusa e difícil de lidar, mas com maturidade, compromisso, amor e amizade tudo vai se encaixando e fortalecendo-se uma família cada vez maior.
Amiga, tudo é negociável. Pense nos objetivos a longo prazo. Não houve traição nem outras coisas mais graves para justificar o fim do casamento. Não seja tão difícil, inflexível assim. Acredite: divorciar por isso não valerá a pena. E saiba que no final, se vocês divorciarem, o principal responsável não terá sido o seu marido nem a família dele, mas sim o seu coração endurecido. Você tem que quebrar as pedras do seu coração.
Pela dureza de seus corações é que o divórcio acontece. (Jesus, Mateus 19.8)

Fonte:
http://blogs.universal.org/renatocardoso/blog/2014/04/07/escolha-ou-eu-ou-seus-parentes/
http://www.bolsademulher.com/amor/pacote-completo
http://familia.com.br/8008/casamento/colocando-limites-na-familia-do-conjuge-para-preservar-sua-relacao

sábado, 26 de julho de 2014

Relacionamento X Dança de Salão

A dança de salão é uma excelente atividade física e social que deixa as pessoas muito mais felizes além de também deixar o corpo em forma com as curvas mais acentuadas. As academias do país estão cada vez mais cheias, a procura esta ainda maior depois que foi comprovado que a dança de salão emagrece e ajuda no convívio social entre as pessoas. A dança de salão também atua diretamente nas emoções deixando as pessoas mais felizes.
A dança não é pré-requisito para que a relação seja maravilhosa, mas ela certamente eleva os níveis de qualquer relação maravilhosa. Se um casal passa por dificuldades, a dança é uma excelente terapia – não-discursiva, intensa e objetiva. E se um casal passa por seus melhores momentos, nada melhor do que expressar toda essa energia na dança, um modo de se conectar com o outro que fica entre a conversa e o sexo, mas que amplia o sexo e a conversa.
Na dança de salão, a polaridade masculino/feminino é extremamente enfatizada. Nas aulas, os homens são ensinados a conduzir, a ter pegada. E as mulheres são instruídas a serem conduzidas, a se deixarem levar, se entregar.
Durante as aulas, os meninos aprendem que ser homem envolve ter direcionamento, sensibilidade e respeito, não só com mulheres, mas na vida em geral. E as meninas, sem saber, resgatam sua essência feminina, tão rara de se ver atualmente, de delicadeza, encanto, radiância e entrega.
Creio que tais ensinamentos da dança de salão, por serem aprendidos com o corpo (não de modo teórico), fazem com que ela seja cada vez mais valorizada neste mundo contemporâneo que dissocia mente e corpo e gera avatares, indivíduos puramente mentais, desconectados, sem presença. A dança aumenta nossa consciência corporal, nossa sensação de ser um corpo – em vez de ter um corpo.
O relacionamento do casal melhora porque há mudanças de comportamento:
* uma vez que a sensualidade está presente no corpo e a dança gera energia que estimula por si só o contato com o parceiro. Muitos casais passam a se relacionar melhor depois que começam na dança de salão, se tornam mais parceiros e cúmplices no dia a dia descobrindo a importância da vida a dois;
* as pessoas tornam-se mais comunicativas, extrovertidas, sentem vontade de estar entre amigos e ainda participar mais de atividades públicas como baladas e barzinhos;
* equilíbrio emocional também é um fator de muita importância que passa a ser trabalhado de maneira mais intensa com a dança de salão, pois com o corpo em forma a pessoa passa automaticamente a melhorar sua autoestima tanto nos homens quanto nas mulheres;
* também mexe com outros fatores muito importantes como o aumento da frequência cardíaca, estímulo da circulação do sangue, melhoria da capacidade de respiração, proporciona maior flexibilidade aos membros, entre outros.
As experiências entre as pessoas na dança de salão são trocadas durante o convívio e faz com que se sintam bem como parte integrante na sociedade e ainda passam a se sentir confiantes pela sensação de bem estar psicológico que ela proporciona. O equilíbrio do corpo e da mente pode facilmente ser encontrado na dança, por isso tanto homens quanto mulheres a praticam com maior frequência, principalmente aqueles que atingiram idade avançada entre cinquenta e sessenta anos.
E você já pratica dança de salão? Ainda não? O que esta esperando para começar e ser muito mais feliz?

Fonte:
http://papodehomem.com.br/danca-de-salao-o-jogo-sujo-dos-relacionamentos/
http://www.mulheronline.net/danca-de-salao-e-seus-beneficios/

sábado, 12 de julho de 2014

Lua de Mel X Prazo de Validade

Hoje faço um ano e três meses de casada e há duas semanas tive uma conversa na qual houve um comentário que me magoou muito e me fez parar pra pensar (e talvez até seja o motivo dos postes anteriores - rs) e pesquisar. O comentário? Que a fase de lua de mel do meu casamento já tinha acabado!
Pesquisando, encontrei que o romantismo da lua de mel acaba após 14 meses, em média. Essa é a conclusão de um estudo encomendado pela empresa do Reino Unido Better-Bathrooms.com.
O levantamento feito com 2 mil casais apontou que esse parece ser o momento em que maridos e esposas param de dizer "amo você" com a mesma frequência com que diziam no namoro. É também o período em que as mulheres tendem a usar menos maquiagem e a circular pela casa com roupas nada bonitas, enquanto os homens começam a fazer a barba em intervalos maiores e ir ao banheiro com a porta aberta.
De acordo com o jornal Daily Mail, a maioria disse que ainda estava feliz e aceitava as mudanças como parte natural do relacionamento. A intimidade tornaria o convívio mais confortável.


Continuei pensando na minha vida...
Fato que todos temos problemas de convivência; afinal, normalmente são duas realidades diametralmente opostas convivendo debaixo do mesmo teto. Eu e meu marido não conseguimos aceitar que o amor ou romantismo tenha um prazo de validade, acreditamos que onde há amor... sempre haverão pequenas surpresas (românticas, eróticas, simplórias) não importando a sua temática.
Como se mede o romantismo? Pela frequência dos "eu te amo"? Pela comemoração de aniversários e mensários do relacionamento? Por pequenas surpresas inesperadas? Por um bate-papo filosófico pós-sexo?
Às vezes a frequência diminui um pouco, mas mais devido a falta de dinheiro do que qualquer outra coisa (lógico que o cansaço do dia a dia e a rotina contam também). A delicadeza às vezes se perde, mas sempre se dá um jeito de se reinventar e a culpa disso é do bendito diálogo que, infelizmente, poucas pessoas conhecem o seu poder.
Tem coisas que mudam, mas isso não significa piora ou melhora, significa apenas mudança de prioridade.  O casal pode preferir juntar dinheiro pro sonho da casa própria ou viagem; então, ao invés de:
* jantar num restaurante novo da cidade, depois do casamento pode haver a elaboração de um jantar romântico (com direito a cardápio, decoração novos e a famosa luz de velas).
* encontrar os amigos num barzinho, pode-se muito bem receber os amigos em casa comendo-se melhor (nada de gordices - rs).
O prazo de validade para a felicidade conjugal não existe, só é imposta pelo próprio casal. Se há amor, haverá diálogo e entendimento e os objetivos serão alcançados.

Fonte: 
http://mulher.terra.com.br/vida-a-dois/romantismo-da-lua-de-mel-acaba-em-14-meses-diz-pesquisa,a7b86ee9f9e27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

sábado, 5 de julho de 2014

Morando com a sogra

Se a convivência apenas do casal exige paciência e compreensão para evitar brigas, imagine ter que conviver com uma terceira pessoa, a sogra. Existem casais que são obrigados a conviver com outros parentes como sogra, sogro, irmão, cunhado etc, devido ao fato de não possuírem casa própria ou de os parentes não terem onde morar, mesmo que seja provisoriamente. Ou seja, ou o casal morar na casa de parentes ou parentes moram na casa do casal.
É nessa situação que a dificuldade em conviver bem surge. Se o convívio entre o casal já não é fácil, imagine conviver com outras pessoas. E o pior, como os familiares que moram junto são do marido ou da mulher, e nunca dos dois, sempre um deles se sentirá isolado em algum momento.
Como, de maneira geral, essa situação é transitória, passageira, geralmente até o casal ou os parentes irem para sua própria casa, é importante manter a calma. Enquanto isso não acontece, o importante é tentar conviver da melhor maneira possível, já que muitos casamentos são abalados ou até mesmo acabam devido a intromissão ou difícil relacionamento com parentes, principalmente a sogra. De maneira geral o convívio com a sogra é mais complicado devido ao fato de elas se intrometerem mais na vida do casal.

Dicas para evitar brigas
Seja compreensivo – por mais difícil que seja, entenda que a mãe do seu cônjuge cuidou dele desde o seu nascimento, e não é porque ele casou que ela vai deixar de ser sua mãe. Sendo assim, mesmo depois de casado a mãe continuará agindo como sempre agiu. Normalmente não é nada pessoal contra você, ela apenas continua cuidando do filho (a).
Não é seu território – se você estiver com sua sogra, na casa dela, você deverá seguir as regras dela. O ideal, nessa situação, é evitar de se expor demais, evitar agir como se fosse dono da casa, mandando e desmandando. Afinal, ninguém gosta de pessoas de fora querendo mandar em sua casa.
Aceite as diferenças – cultura diferente e estilos de vida diferentes costumam causar um choque no convívio. Aceitar que a sogra e outros parentes tiverem criação diferentes e portanto tem gostos e costumes diferentes é o primeiro passo para evitar confusões.
Seja indireto – se a sogra fizer ou falar algo que o desagrade, não reclame ou crie uma discussão imediatamente. O ideal, é deixar para depois. Em outro momento, com calma, diga ao seu cônjuge que ficou chateado com o que fizeram, sem brigas . Ele providenciará que a sogra não faça novamente.
Se imponha – apesar de ser importante ser compreensivo, você deve saber limitar seu espaço e impor as regras gerais da casa. Deixando todos muito à vontade, uma hora ou outra vão começar a fazer algo que irá desagradá-lo diariamente. Um exemplo disso é assistir TV em alto volume muito tarde à noite, por exemplo. Neste caso, é importante deixar claro desde o início que não se deve fazer assistir TV com som alto tarde à noite.
Tenha paciência – se a situação for provisória, como é na maioria dos casos, espere. Não se desespere, não “chute o pau da barraca”. Coloque na cabeça que logo sua sogra e familiares, se for o caso, logo irão embora.

Resumindo, o segredo é tratar a todos com educação e se impor com elegância.
Sou a prova viva disso!

Fonte: 
http://www.gigaconteudo.com/morar-com-sogra-dicas-para-evitar-brigas-e-conviver-bem

sábado, 28 de junho de 2014

Blindando o casamento

Viver com uma pessoa a vida todo exige esforço. Que o digam os apresentadores do programa The Love School – A Escola do Amor, na Rede Record, Renato e Cristiane Cardoso. Casados há 21 anos e pais de um filho adotivo, eles enfrentaram muitos problemas no começo, quando foram morar nos EUA. Principalmente por não se conhecerem direito... “(Ele) Ficava de cara amarrada comigo por dias”, lembra Cristiane, no livro Casamento Blindado (Editora Thomas Nelson, 272 págs.), já nas livrarias.
Além de contar a própria história e esmiuçar a rotina de um casal, na obra os autores dão 27 dicas para que, assim como eles, você supere as dificuldades e blinde seu relacionamento. Arregace as mangas e não perca a fé, porque vem muito trabalho por aí!

1. Converse sempre
Não deixe para depois! Uma ferida aberta só piora com o tempo. Converse até que consiga resolver o que incomoda você.

2. Filtre as palavras
Converse, mas nunca no calor da emoção. Estar nervosa não justifica agredir o companheiro, física, verbal ou emocionalmente.

3. Levante a autoestima dele
Os homens se sentem valorizados quando recebem um elogio. Isso faz com que ele queira se aproximar de você. Vale também cozinhar algo que ele goste e esperar por ele de banho tomado e perfumado.

4. Atenda aos pedidos dele
Ele pediu algo? Faça! Às vezes, é uma coisa tão simples, como uma lâmina de barbear. Se ele não abusar muito dos pedidos, que mal há em colocá-los no topo da sua lista de vez em quando?

5. Não misture os problemas
Não use uma situação qualquer para definir o caráter do seu marido. Aprenda a lidar com as situações separadamente. Não relacione um problema atual com um problema passado.

6. Deus ajuda
Não adianta só discutir ou reclamar (“Amor, você não me dá atenção!”). Ore, amiga! Peça a Deus que toque no coração do seu marido e ajude você a lidar com a situação.

7. Saiba relevar
Muitas vezes, o assunto não vale o tempo e o desgaste de uma discussão. Então, releve. Quando seu marido quiser discutir, beba um pouco d’água, mas fique com ela na boca por dez minutos antes de engolir. Boa, né?

8. Evite respostas atravessadas
Uma briga enorme pode começar só porque um deu uma resposta atravessada para o outro. Em vez de dizer "“Você é um grosso!”", diga "“Amor, quando você está ocupado e eu lhe pergunto uma coisa, às vezes a maneira como você me responde me faz me sentir mal”". Esse detalhe faz diferença.

9. Cuide da aparência
Casamento não é licença pra virar baranga! Depois do “sim”, tem que manter o clima de conquista. Do mesmo modo, você não quer um cara desgrenhado do seu lado!

10. Piada sem graça, não!
Cuidado com o que fala para os amigos sobre seu marido, hein?! Procure não expor falhas e fraquezas dele. Isso pode fazer seu companheiro pensar que você o considera inferior!

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/casamento/10-segredos-pra-blindar-seu-casamento-divorcio-698987.shtml

sábado, 21 de junho de 2014

Sexo & Casamento

Ninguém gosta muito de admitir, mas a falta de sexo é um problema comum no casamento. A excitação do início do relacionamento vai se perdendo com o passar do tempo e com o aumento das responsabilidades cotidianas.
O sexo deixa de ser prioridade até simplesmente se tornar um evento raro na vida de alguns casais. Não é possível saber com exatidão quantos vivem um casamento sem sexo no Brasil, entretanto, um estudo realizado pelo Ministério da Saúde, em 2008, revelou que 11% das pessoas que mantinham um relacionamento estável não haviam tido relações sexuais no período de um ano.
Para os especialistas norte-americanos, um casamento sem sexo é aquele em que o casal não tem mais do que dez relações por ano, um pouco menos do que uma transa por mês. Se esse parâmetro for levado em consideração, o relacionamento do segurança Vinícius*, 28 anos, que mora em Santos (SP), encaixa-se nessa definição.
Para a psicóloga e sexóloga Sheila Reis, diretora de relacionamento da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, a ausência ou baixa frequência de relações sexuais em um casamento só pode ser considerada como problema se um dos cônjuges não estiver satisfeito. "Quem estabelece o ritmo é o próprio casal".
Sheila enfatiza que não existe uma frequência normal ou ideal, o importante é que o sexo seja satisfatório e prazeroso para os dois. A psicóloga também chama a atenção para a influência dos veículos de comunicação na vida entre os lençóis, que às vezes propaga padrões sexuais que não se aplicam a todo mundo. "Casais que não tinham problemas acabam achando que têm porque ficam se comparando a outros".
A sexóloga Sheila Reis concorda que a fantasia de que tudo será mágico, como no começo da relação ou nas novelas, atrapalha os relacionamentos longos. "Depois de um tempo, o sexo é diferente. Não significa que seja pior. O legal é descobrir que no casamento ele pode vir a qualquer hora, a qualquer momento".
Para a psicóloga e terapeuta sexual belga Esther Perel, autora do livro "Sexo no Cativeiro" (Editora Objetiva), traduzido para 25 idiomas, a crise que muitos casais estão vivendo advém das expectativas do amor no mundo moderno. "É a primeira vez na história que nós estamos tentando criar relações duradouras que também tenham paixão. Conectamos a felicidade do casamento com a satisfação sexual. No passado, isso não era algo que determinava a qualidade do casamento".
Os casais querem amor e desejo, entretanto, o que mantém um apaga o outro. O amor pede estabilidade, segurança e previsibilidade, já o desejo arde mais quando existe mistério, aventura e novidade. "O que precisamos emocionalmente não é a mesma coisa que nos excita sexualmente", diz Esther Perel.
Como é possível resolver esse dilema? A terapeuta afirma que é preciso criar espaço na relação para manter uma certa intensidade erótica, por meio da imaginação, brincadeira e curiosidade pelo outro, que não pode perder seu caráter individual. "Equilibrar estabilidade e aventura em uma relação talvez não seja um problema que se resolva, mas que se administre".
Sheila Reis diz que o segredo é  um velho conhecido: o diálogo. Mesmo estando em um relacionamento há anos, segundo a sexóloga, muitas pessoas ainda não conseguem expor suas necessidades e seus desejos por medo do que o outro vai pensar. "O diálogo aberto, sem receio ou vergonha, corresponde a 90% de qualquer tratamento".
O que muitos não sabem é que o órgão mais sensual no corpo do homem e da mulher não está abaixo da cintura. Há uma glândula em nosso cérebro chamada hipófise que é responsável pelo estímulo sexual. Muito antes do seu órgão genital entrar em ação, a excitação começa na mente.
O que cria o clima para o prazer da mulher é o homem ser cavalheiro, cuidadoso, e atencioso com ela o dia todo - como com nenhuma outra mulher. O que cria o clima para o homem é a mulher ser respeitosa para com ele, fazê-lo sentir que é o seu herói, e mostrar desejo por ele.

Algumas considerações práticas para o dia-a-dia
1. Antes de acusar o outro de não ter mais libido, os casais deveriam comparar o que eles faziam enquanto estavam solteiros e o que fazem agora. Algumas mudanças de comportamento do parceiro podem alterar o desejo de qualquer mulher. Necessariamente a culpa não é só da mulher, mas sim do casal. É preciso avaliar a vida sentimental e sexual da dupla, pensar nas mudanças que ocorreram após o casamento e retomar o romantismo, as surpresas e o namoro. (Luciane Secco)
2. Cada pessoa tem um ritmo sexual próprio. É normal que, em alguns casos, o homem deseje fazer mais sexo que a mulher – e resolva essa necessidade se masturbando. Ou pode ser simplesmente um prazer solitário que ele quer manter. A melhor estratégia é aceitar a masturbação como parte integrante da vida sexual dele e participar disso. Quem sabe você não passa a se interessar também pela masturbação? (Marilandes Ribeiro Braga)
3. Obviamente eles acessam sites de pornografia em busca de novidades excitantes. As mulheres não fazem o mesmo porque não foram educadas para isso. A sexualidade feminina é reprimida desde criança, já a masculina é estimula, os homens são “programados” para vivenciar o sexo desde cedo. Mas se isso realmente te incomoda, tente embelecer um diálogo com ele para que vocês possam melhorar a intimidade e encontrar, juntos, uma saída. (Carla Cecarello)
4. Para muitas mulheres que viram mãe o sexo passa a ter menor importância no dia a dia, mas sem isso seu casamento não estará completo e, mais cedo ou mais tarde, você também vai perceber que não está completa. Tem que se esforçar lançando mão de fantasias, novas propostas, acrescentando energia na sua vida como mulher – e não só como mãe. (Luciane Secco)
5. O mais provável é que a diminuição de relações reflita estresse, descontentamento conjugal, patologia física ou depressão. Quem trai geralmente não deixa de ter relações com o parceiro, até porque quanto mais sexo se faz, mais vontade de fazer sexo se tem. As pessoas costumam deixar de fazer sexo com o cônjuge por traição quando se apaixonam por outra pessoa, mas mesmo assim não é certo e matemático. (Carla Cecarello)
6. Os homens podem apresentar queda do desejo sexual na faixa de 50 anos porque sofrem alteração hormonal. É necessário buscar ajuda médica para investigar se existe algum problema nesse sentido – se for necessário é possível fazer reposição hormonal. Descartada essa possibilidade, deve-se descobrir o que está acontecendo com o psicológico dele e a vida conjugal do casal para que o desejo tenha diminuído. Salvo os problemas físicos, a vontade de fazer sexo é muito pessoal. Tem homens de 50 anos que relatam ter mais desejo sexual hoje do que quando tinham 20 anos. E homens de 20 anos com pouco desejo. (Carla Cecarello)
7. Em primeiro lugar, a criança não pode dormir no quarto dos pais, desde bebê ela deve ter seu próprio quarto. Deixe a porta do quarto de vocês trancada ao praticar sexo. Caso a criança precise de ajuda ou tenha algum problema, ela vai chamar. Por último, se por algum contratempo o pequeno vir ou ouvir algo, explique de forma bem simplista que papai e mamãe estavam namorando, mas não dê muita importância para isso, pois nessa idade não é possível entender muita coisa. E o mais importante: não fiquem neuróticos. (Marilandes Ribeiro Braga)
8. Se você prefere dormir cedo a fazer sexo, isso é falta de motivação. Muito provavelmente o cônjuge não está sendo tão interessante. É preciso conversar de forma franca e objetiva e detectar os pontos que não estão dando certo na relação. Só então vocês poderão propor saídas e transformar o que não está bom. Livros, filmes e contos eróticos podem dar uma injeção de motivação no relacionamento. Proponha também atividades prazerosas e que não necessariamente tenham relação com sexo, como sair pra jantar, ir ao cinema ou teatro. (Carla Cecarello)

Fonte:
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2013/11/25/casamento-sem-sexo-e-coisa-antiga-mas-reclamar-disso-e-novidade.htm
http://delas.ig.com.br/amoresexo/dez-perguntas-respondidas-sobre-o-sexo-no-casamento/n1597079906091.html
http://www.renatocardoso.com/blog/2012/07/03/dicas-para-apimentar-a-relacao/

sábado, 14 de junho de 2014

Recém Casados

O casamento é um importante passo na vida de qualquer casal. Depois dele as responsabilidades e o compromisso com o relacionamento aumentam bastante. É uma fase geralmente difícil na vida do casal até então namorados ou noivos, principalmente pelo convívio que até então era esporádico ou em dias combinados e agora passa a ser diário.
Esse convívio diário exige paciência e equilíbrio tanto do homem quanto da mulher. Depois de casados, os noivos passam a ter que conviver com as diferenças, defeitos e manias do outro. Alguns comportamentos e gostos aparecem ou afloram depois que o casal passa morar e dormir juntos todos os dias.
Realmente, no casamento, o outro nos vê sem “preparo”. Afinal, ninguém consegue usar calcinha sexy todo santo dia e não há como fugir da “entre safra” das depilações. Para homens é a mesma coisa. Nem sempre o marido vai estar de barba feita, unha cortada, roupa bonita.
Mas isso não é desleixo, é a vida real. Mesmo durante o namoro, os casais passam por todos esses momentos, com a diferença que disfarçam a todo custo, fazem de tudo pra deixar essas coisas de fora do relacionamento.
Casar não é abrir mão da produção do namoro, mas dar ao outro acesso aos bastidores da sua vida.
Pra dividir a vida com alguém, a gente tem que estar bem resolvido em relação à nossa intimidade. Ninguém precisa ter vergonha de ter que ir ao banheiro, de ter pelos indesejáveis, de ter bafo de manhã. Do mesmo jeito que ninguém precisa ter vergonha de chorar, de passar raiva, de ter inseguranças, de perder a razão de vez em quando. Faz parte de quem nós somos.
É nesses momentos sem máscaras que a gente conhece melhor o outro e a cumplicidade se fortalece, criando raízes cada vez mais profundas no amor.

Quanto ao sonho da casa própria há de se ter paciência, pois pode se tornar uma armadilha para os recém-casados, veja a seguir os principais motivos:
1. O casal pode não ser capaz de dar uma boa entrada
Se o casal não for capaz de dar uma boa entrada, ele se endividará por um prazo muito longo e, possivelmente, pagará juros mais elevados do que conseguiria se a entrada fosse maior. Isso pode resultar em uma parcela inicial mais alta do que um eventual aluguel. Muitas vezes, o somatório das parcelas equivale a mais que o dobro do preço do imóvel. Isso não significa que o casal deva esperar até ter todo o dinheiro para pagar o imóvel à vista, até porque, dependendo da renda, esse processo pode levar muito tempo.
O conselho de Janser Rojo é que o casal more de aluguel nos primeiros anos para poupar pelo menos um valor maior de entrada. Se o casal conseguir pagar um aluguel de 2 mil reais para morar em um imóvel semelhante ao desejado – o que equivale a 0,5% de 400 mil reais e é inferior ao valor da primeira parcela – ele pode poupar a diferença (1.592 reais) em uma aplicação financeira, para engordar a entrada.
Com uma entrada maior, o casal poderá reduzir os juros e o prazo do financiamento, ou manter o prazo de 30 anos e diminuir a parcela. Fora que o valor total do imóvel (incluindo os juros) não aumentará tanto.
2. Imóvel próprio tira a flexibilidade da família
Rojo lembra que o lugar-comum de que se joga fora o dinheiro do aluguel deve ser ignorado. Primeiro porque, enquanto está financiado, o imóvel ainda não é de fato seu. “Ele está alienado em nome do banco”, diz Rojo.
Em segundo lugar, se o casal for jovem, fixar-se em um lugar pode ser ruim. Um novo emprego pode levar a uma mudança de cidade, ou mesmo fazer com que morar em outro bairro seja mais conveniente. “Trocar um imóvel próprio tem altos custos”, diz o planejador.
3. A configuração familiar ainda vai mudar
Além disso, pode haver a chegada de filhos, levando à necessidade de um imóvel maior. Nesse sentido, alugar um apartamento menor no início do casamento para investir na compra de um imóvel maior e com mais estrutura quando os filhos chegarem pode ser mais vantajoso.
4. Um financiamento pesado pode deixar outros objetivos em segundo plano
Rojo lembra que muita gente entra em um financiamento de imóvel logo no início da vida de casado sem sequer ter um orçamento ou saber quanto o outro ganha, o que pode levar a um descontrole financeiro, pois a parcela pode ficar mais pesada do que se imaginava, também pode levar o casal a ficar sem reservas para outros objetivos (carro, viagem, etc.), gerando um desgaste na relação.
Seu conselho é que o casal primeiro faça um orçamento doméstico para definir quanto pode gastar com a moradia, em vez de entrar em um financiamento e montar seu orçamento em torno disso.
Assim será possível definir uma parcela para a poupança e outra para o lazer, de modo a manter a qualidade de vida e formar uma reserva para emergências (reparos domésticos, desemprego, doença grave, etc.) e outros objetivos. Se o financiamento couber na parcela destinada à moradia, tudo bem. Se não, melhor morar de aluguel e poupar para uma entrada maior.
“Se o casal entrar de supetão em um financiamento com uma parcela que não lhe deixa espaço no orçamento, pode acabar não sobrando dinheiro para atender a outros desejos. E se acontecer um imprevisto, o casal terá que se endividar ainda mais”, diz.
Ele lembra que a falta de lazer, o grande endividamento, a inadimplência e outros problemas financeiros acabam prejudicando a relação.
5. O imóvel em que você mora não é um investimento
A ideia de que financiar um imóvel próprio é o mesmo que investir também é um lugar-comum que deve ser combatido, acredita Rojo.
O seu imóvel pode até se valorizar com o tempo, mas é bem provável que, se isso acontecer, os demais imóveis se valorizem também. Se aquele for seu único imóvel e a ideia for vendê-lo no futuro para comprar outro, de modo geral não haverá diferença, pois os outros imóveis também estarão mais caros.
“Esse raciocínio só faz sentido se o imóvel for realmente um investimento. Isto é, se não for a casa onde você mora e for destinado a gerar rendimentos com a valorização ou os aluguéis”, diz o planejador financeiro.

Fonte:
http://recemcasada.com.br/2010/06/29/intimidade-no-casamento-inimiga-ou-aliada/
http://www.gigaconteudo.com/morar-com-sogra-dicas-para-evitar-brigas-e-conviver-bem
http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/por-que-a-casa-propria-e-mau-negocio-para-os-recem-casados