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sábado, 27 de junho de 2015

Voltar ao namoro depois dos filhos

A intimidade sexual é de vital importância para o casamento
Cria paixão, romance e mantém a chama acesa. É uma das poucas coisas que você compartilha com seu esposo e com mais ninguém. É uma conexão especial que só os dois podem ter. Quando as crianças chegam, e vocês não têm mais contato sexual com a mesma frequência que costumavam ter, surgem os problemas conjugais. O casal simplesmente para de se sentir mais próximo ou ligado.
"Temos crianças. Por isso é difícil encontrar tempo ou energia para entrar no clima."

Ter filhos dificulta sua vida sexual de muitas formas
Primeiro porque os casais simplesmente não têm mais o tempo que costumavam ter para dedicar-se um ao outro. Menos tempo para namoro e romance geralmente significa menos desejo sexual. Segundo, depois de um longo dia levando as crianças à escola, limpando a casa, verificando os deveres de casa, se os dentes estão escovados, se foram para a cama na hora certa, você simplesmente não se sente mais no clima para o sexo. Finalmente, seus filhos ficam mais velhos – e você também. Então, simplesmente você não se sente mais tão atraente como costumava sentir.
Os casais que não têm uma boa vida sexual raramente têm um bom casamento. Quais são algumas coisas que você pode fazer para manter a sua vida sexual ativa depois que as crianças nasceram? 
Aqui estão cinco dicas rápidas:
1. Arranjem tempo para vocês dois
Você tem um calendário para a sua família, para que não se esqueçam de todas as atividades das crianças, aniversários, e outros compromissos. Quando foi a última vez que viu algo no calendário para você e seu cônjuge? Seu relacionamento é tão prioritário quanto o treino de futebol de seu filho. Coloque na sua agenda um tempo para vocês e faça acontecer.
2. Tranquilize sua esposa de que seu afeto não alterou
Seu corpo muda com a idade. Como resultado, ela pode não sentir-se tão atraente quanto antes de ter as crianças. Quando não se sente sexy, ela não se sente muito animada para a intimidade. Tranquilize-a sobre seu afeto por ela e ajude-a a se sentir amada, cuidada e atraente.
3. Redefinir as preliminares
Com crianças ao redor, você não tem tanto tempo de privacidade mesmo em seu quarto. Não desperdice todo o tempo de vocês nas preliminares. Isso não precisa ser físico. A troca de mensagens de texto sensuais entre vocês ao longo do dia, bilhetinhos atrevidos no pacote de lanche dele, e-mails eróticos são tão eficazes como preliminares físicas.
4. Sejam criativos
Com crianças ao redor, o sexo não pode ser tão espontâneo como costumava ser. Há um maior risco de interrupções. Em vez de esperar até que todas as condições sejam favoráveis (o que pode levar um longo tempo), seja criativo sobre onde e quando fazê-lo. O sexo pode ainda ser romântico e unir o casal, mesmo em lugares e momentos inusitados.
5. Cansaço não é um bom motivo
Depois que as crianças finalmente vão pra cama, você está tão exausta que a última coisa que passa em sua mente é sexo. Quando seu cônjuge se insinua, você acaba tendo toda uma conversa sobre por que você não está com vontade e como fica chateada por ele pensar em sexo depois do dia que você teve. Basta pensar, você provavelmente poderia ter tido sexo e evitado a briga que vocês acabaram tendo. Além disso, não há nada melhor para dormir bem do que aconchegar-se ao seu esposo, após fazerem amor.
Todos os casais passam por mudanças em suas vidas com a chegada dos filhos. Mas, a qualidade da sua vida sexual não precisa mudar. Essas são apenas cinco dicas rápidas sobre como você pode manter sua vida sexual ativa mesmo depois que as crianças vieram. Há muitas maneiras mais para manter a chama do desejo, intimidade e paixão dentro e fora do quarto para que você possa ter uma vida sexual mais agitada. Lembre-se: a intimidade é uma parte vital de seu casamento. Sexo com seu cônjuge é a única coisa que você compartilha com ele e que você não compartilha com os outros. É uma maneira perfeita de criar romance, intimidade e atração em seu casamento. Não negligencie a si mesmo ou seu cônjuge negligenciando sua vida sexual.

Fonte:
http://familia.com.br/5-dicas-para-manter-sua-vida-sexual-ativa-mesmo-depois-de-ter-filhos

sábado, 14 de junho de 2014

Recém Casados

O casamento é um importante passo na vida de qualquer casal. Depois dele as responsabilidades e o compromisso com o relacionamento aumentam bastante. É uma fase geralmente difícil na vida do casal até então namorados ou noivos, principalmente pelo convívio que até então era esporádico ou em dias combinados e agora passa a ser diário.
Esse convívio diário exige paciência e equilíbrio tanto do homem quanto da mulher. Depois de casados, os noivos passam a ter que conviver com as diferenças, defeitos e manias do outro. Alguns comportamentos e gostos aparecem ou afloram depois que o casal passa morar e dormir juntos todos os dias.
Realmente, no casamento, o outro nos vê sem “preparo”. Afinal, ninguém consegue usar calcinha sexy todo santo dia e não há como fugir da “entre safra” das depilações. Para homens é a mesma coisa. Nem sempre o marido vai estar de barba feita, unha cortada, roupa bonita.
Mas isso não é desleixo, é a vida real. Mesmo durante o namoro, os casais passam por todos esses momentos, com a diferença que disfarçam a todo custo, fazem de tudo pra deixar essas coisas de fora do relacionamento.
Casar não é abrir mão da produção do namoro, mas dar ao outro acesso aos bastidores da sua vida.
Pra dividir a vida com alguém, a gente tem que estar bem resolvido em relação à nossa intimidade. Ninguém precisa ter vergonha de ter que ir ao banheiro, de ter pelos indesejáveis, de ter bafo de manhã. Do mesmo jeito que ninguém precisa ter vergonha de chorar, de passar raiva, de ter inseguranças, de perder a razão de vez em quando. Faz parte de quem nós somos.
É nesses momentos sem máscaras que a gente conhece melhor o outro e a cumplicidade se fortalece, criando raízes cada vez mais profundas no amor.

Quanto ao sonho da casa própria há de se ter paciência, pois pode se tornar uma armadilha para os recém-casados, veja a seguir os principais motivos:
1. O casal pode não ser capaz de dar uma boa entrada
Se o casal não for capaz de dar uma boa entrada, ele se endividará por um prazo muito longo e, possivelmente, pagará juros mais elevados do que conseguiria se a entrada fosse maior. Isso pode resultar em uma parcela inicial mais alta do que um eventual aluguel. Muitas vezes, o somatório das parcelas equivale a mais que o dobro do preço do imóvel. Isso não significa que o casal deva esperar até ter todo o dinheiro para pagar o imóvel à vista, até porque, dependendo da renda, esse processo pode levar muito tempo.
O conselho de Janser Rojo é que o casal more de aluguel nos primeiros anos para poupar pelo menos um valor maior de entrada. Se o casal conseguir pagar um aluguel de 2 mil reais para morar em um imóvel semelhante ao desejado – o que equivale a 0,5% de 400 mil reais e é inferior ao valor da primeira parcela – ele pode poupar a diferença (1.592 reais) em uma aplicação financeira, para engordar a entrada.
Com uma entrada maior, o casal poderá reduzir os juros e o prazo do financiamento, ou manter o prazo de 30 anos e diminuir a parcela. Fora que o valor total do imóvel (incluindo os juros) não aumentará tanto.
2. Imóvel próprio tira a flexibilidade da família
Rojo lembra que o lugar-comum de que se joga fora o dinheiro do aluguel deve ser ignorado. Primeiro porque, enquanto está financiado, o imóvel ainda não é de fato seu. “Ele está alienado em nome do banco”, diz Rojo.
Em segundo lugar, se o casal for jovem, fixar-se em um lugar pode ser ruim. Um novo emprego pode levar a uma mudança de cidade, ou mesmo fazer com que morar em outro bairro seja mais conveniente. “Trocar um imóvel próprio tem altos custos”, diz o planejador.
3. A configuração familiar ainda vai mudar
Além disso, pode haver a chegada de filhos, levando à necessidade de um imóvel maior. Nesse sentido, alugar um apartamento menor no início do casamento para investir na compra de um imóvel maior e com mais estrutura quando os filhos chegarem pode ser mais vantajoso.
4. Um financiamento pesado pode deixar outros objetivos em segundo plano
Rojo lembra que muita gente entra em um financiamento de imóvel logo no início da vida de casado sem sequer ter um orçamento ou saber quanto o outro ganha, o que pode levar a um descontrole financeiro, pois a parcela pode ficar mais pesada do que se imaginava, também pode levar o casal a ficar sem reservas para outros objetivos (carro, viagem, etc.), gerando um desgaste na relação.
Seu conselho é que o casal primeiro faça um orçamento doméstico para definir quanto pode gastar com a moradia, em vez de entrar em um financiamento e montar seu orçamento em torno disso.
Assim será possível definir uma parcela para a poupança e outra para o lazer, de modo a manter a qualidade de vida e formar uma reserva para emergências (reparos domésticos, desemprego, doença grave, etc.) e outros objetivos. Se o financiamento couber na parcela destinada à moradia, tudo bem. Se não, melhor morar de aluguel e poupar para uma entrada maior.
“Se o casal entrar de supetão em um financiamento com uma parcela que não lhe deixa espaço no orçamento, pode acabar não sobrando dinheiro para atender a outros desejos. E se acontecer um imprevisto, o casal terá que se endividar ainda mais”, diz.
Ele lembra que a falta de lazer, o grande endividamento, a inadimplência e outros problemas financeiros acabam prejudicando a relação.
5. O imóvel em que você mora não é um investimento
A ideia de que financiar um imóvel próprio é o mesmo que investir também é um lugar-comum que deve ser combatido, acredita Rojo.
O seu imóvel pode até se valorizar com o tempo, mas é bem provável que, se isso acontecer, os demais imóveis se valorizem também. Se aquele for seu único imóvel e a ideia for vendê-lo no futuro para comprar outro, de modo geral não haverá diferença, pois os outros imóveis também estarão mais caros.
“Esse raciocínio só faz sentido se o imóvel for realmente um investimento. Isto é, se não for a casa onde você mora e for destinado a gerar rendimentos com a valorização ou os aluguéis”, diz o planejador financeiro.

Fonte:
http://recemcasada.com.br/2010/06/29/intimidade-no-casamento-inimiga-ou-aliada/
http://www.gigaconteudo.com/morar-com-sogra-dicas-para-evitar-brigas-e-conviver-bem
http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/por-que-a-casa-propria-e-mau-negocio-para-os-recem-casados