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sábado, 21 de janeiro de 2017

A importância do diálogo

Todo mundo fala que é importante dialogar, mas ninguém ensina como; e por vezes até parece que falamos línguas diferentes. A diferença das linguagens que usamos é tanta que chego a pensar ser necessário um dicionário para cada sexo.
Tá, eu sei que pareço sexista, mas... atire a primeira pedra quem nunca disse uma coisa querendo dizer outra.
Tem livros que explicam várias diferenças entre os sexos, mas creio que um em especial melhore o diálogo: "Homens são de marte, mulheres são de vênus". Para melhor expor minha ideia, vou usar o próprio livro em questão 👇:
O livro cita a técnica da "carta de amor" como estratégia para comunicar nossos sentimentos negativos e pedir ajuda do nosso amor para modificar essa realidade. Escrever é uma maneira muito boa de percebermos o quanto podemos ser agressivos sem necessidade e ajustar a abordagem, e diminuir a intensidade das emoções negativas. Mas não se esqueça de escrever também a "carta-resposta" para ajudar ao seu amor a encontrar uma solução.
Com o tempo, essa técnica vai se entranhando tanto nas nossas atitudes que o diálogo futuramente fluirá como quem escreve, lê e responde a uma carta de amor (sua ou do seu amor).

  1. Date e enderece a carta ao seu amor e se permita imaginar que ele te ouve com amor e compreensão (entender é diferente de concordar, viu? Abra sua mente e seu coração para isso).
  2. Expresse de maneira simples e verdadeira seus sentimentos: raiva, tristeza, medo, arrependimento e amor (nessa ordem).
  3. Mantenha cada seção com a mesma extensão e não conclua a carta até expresse todas as emoções e sentimentos, principalmente o amor.
  4. Assine ao final com seu nome ou apelido dado pelo seu amor.
  5. Adicione um PS para sinalizar ao seu amor a atitude que te faria feliz.
Quer ensinar ao seu amor como atender melhor aos anseios do seu coração? Carta-resposta (ou PS) nele! Afinal, se você não recebeu na educação como adular, agradar  e exaltar o seu amor... o que te faz pensar que ele recebeu essa orientação e saberá o que fazer e como proceder mediante tantas acusações e frustrações mesmo que tenha explicitado que ainda o ama muito?
Ahh, vai parecer forçado e eu quero que venha do coração! Deixe de bobagem: às vezes é muito difícil admitir um erro ou ter um comportamento diferente do habitual e não enxergue essa atitude de tentar te agradar com algo que você pediu como uma "cola" e indigno  de ser apreciado; ao contrário, aprecie o esforço empregado porque as chances de ser mais bem feito numa próxima vez aumenta (a gente sempre se esforça mais e mais quando sabemos que seremos apreciados). Perceba que escrever uma resposta é um sinal de que se apto a receber ajuda e apoio.
  1. Obrigado(a) por... (amar ou compartilhar sentimentos)
  2. Eu compreendo... (os motivos que causam sentimentos e emoções negativas)
  3. Sinto muito... (que haja sinceridade aqui)
  4. Você merece... (explicite o pedido de maneira verdadeira e simples)
  5. Eu amo... (porque ouvir que é amado é muito bom)
Para melhorar nossa vida ainda mais... 

sábado, 31 de outubro de 2015

Confiança - 8 dicas para o relacionamento

A confiança no relacionamento, como sabemos, é crucial para qualquer casal. Muitos relacionamentos rompem-se por problemas de confiança. Uma vez violada, é difícil repará-la e reconstruí-la, então deve ser guardada e cuidada constantemente. Pode ser comparada a uma planta que precisa do solo, água e temperatura corretos para florescer completamente. Então, a confiança pede as condições e o ambiente certos para sustentar um relacionamento nos seus altos e baixos.
Se os parceiros confiam um no outro em um relacionamento, não há garantia de que não vá continuar desse jeito. Nunca se confia o suficiente, nem você pode tomá-la como certa. Você tem de constantemente construí-la. Quais são as barreiras para construir confiança no relacionamento? Aqui vão algumas dicas.
1. Desejo de controle - Quando um parceiro quer controlar o outro e ter o domínio, é muito difícil ter um terreno igualitário e estabelecer a confiança no relacionamento. Se você não está contente no relacionamento e constantemente quer mudar seu parceiro e ditar os termos, este não é um ambiente propício para construir a confiança. Seu parceiro vai se retrair e se distanciar de você.
2. Desonestidade - Se você está sempre tentando esconder coisas de seu parceiro, mente por omissão ou apenas diz a ele o que pensa que ele quer ouvir, você não só está sendo desonesta com seu parceiro, mas não está sendo verdadeira consigo mesma. Lembre-se de que se você está fazendo algo errado sobre o qual não pode falar com seu parceiro, o problema não é esconder, mas sim se você consegue conviver com isso. Seja lá o que fizer, tenha a coragem de suas convicções que nunca há necessidade para desonestidade.
3. Autocentrismo - Quando o foco está nas nossas necessidades e em nós mesmos, tendemos a fazer coisas que não ajudam o relacionamento e provavelmente podem causar uma rusga nele. Se você tiver motivos egoístas, isso erode a confiança que seu parceiro depositou em você e causa a perda da fé. Isso, por outro lado, prejudica o crescimento da relação e a faz estagnar.
Para construir a confiança no relacionamento, temos de superar estas barreiras e nos certificar que elas não funcionam como pedras no caminho. Além disso, é importante trabalhar essas dicas que melhoram e alicerçam a confiança de modo que ela funcione como uma força coesiva na relação.
4. Seja aberta - É vital em um relacionamento ser o mais aberta e honesta possível. Às vezes, os casais mentem um para o outro sob o pretexto de que machucarão o outro. Isso é algo sobre o qual eles precisam pensar quando estão sendo desonestos, e não na hora da revelação. Se você pensar duas vezes sobre o que está fazendo e como isso machucará seu parceiro, se realmente se importar com ele, você não o fará. Se você está constantemente escondendo coisas e não é sincera, isso deteriora e inibe a confiança no relacionamento.
5. Comunicação - A comunicação está no centro – uma parte integral da construção da sustentação e confiança no relacionamento. A comunicação não envolve uma só pessoa falando – ou uma conversa superficial sobre tendências da moda e fofoca. Uma comunicação envolve eficazmente ambos os parceiros contribuindo na conversa e ouvindo quando o outro fala. Ela envolve mostrar as cartas e dizer o que se pensa, falando sobre suas emoções e sentimentos mais profundos. Significa ser direto sobre suas necessidades e expectativas.
6. Perdão - Construir confiança no relacionamento também envolve ser capaz de perdoar seu parceiro pela dor que ele possa ter causado no passado. Se você não consegue fazê-lo e insiste em se apegar a problemas pequenos ou fica remoendo questões antigas, seu relacionamento morrerá de causa natural. Se decidir continuar no relacionamento apesar da dor que seu parceiro te infligiu no passado e quiser trabalhar para reconstruir a confiança, você tem de estar disposta a limpar a mesa e começar de novo.
7. Tenha empatia - Quando os problemas surgem ou situações difíceis se formam, como estão fadados a acontecer, é importante demonstrar interesse pelos sentimentos de seu parceiro e ser sensível às suas necessidades. Mesmo se você não tiver concordado com o curso das coisas e ele não seguiu suas dicas, o apoie nessa hora de desespero. Se entender os desejos mais profundos e identificar-se com os interesses dele, ele estará mais inclinado a confiar seus sentimentos a você. Se você jogá-los na cara, ridicularizá-lo ou esfregar quando ele tiver tropeçado e caído, ele não estará inclinado a confiar em você.
8. Mantenha sentimentos positivos - Se seu parceiro nunca te deu razão para duvidá-lo, então não duvide. Como se diz, uma pessoa é inocente até que se prove o contrário. Se você estiver sempre suspeitando e duvidando dos motivos dele, ciumenta e fazendo conclusões rápidas (frequentemente erradas), será muito difícil construir a confiança no relacionamento. Trate seu parceiro do jeito que quer ser tratada – com amor e respeito.
Construir a confiança no relacionamento não acontece em um estalar de dedos. Precisa de trabalho duro e comprometimento, mas uma vez que você a tem e trabalha para mantê-la viva, você colherá seus frutos.

Fonte:
http://irresistivel.com.br/8-dicas-para-construir-confianca-no-relacionamento/

sábado, 11 de abril de 2015

Pressupostos da PNL

Os pressupostos da PNL são a base sobre a qual se constroem todos os processos de mudança. Não existe uma lista definitiva de pressupostos, na medida em que a maneira de expressar estas ideias muda conforme a proposta de estudo do momento.

Indicam-se seguidamente alguns exemplos:
Nós sabemos muito mais do que julgamos saber - Mesmo que a nível consciente nos escape informação, o nosso inconsciente possui um manancial de sabedoria inesgotável.
O mapa não é o território - A representação que fazemos do mundo não é o mundo. O que para uns é verdade, para outros é mentira.
É impossível NÃO se comunicar - Mesmo o silêncio é uma forma de comunicação.
As pessoas sempre fazem a melhor escolha disponível para elas - Cada escolha que se tome, por mais errada que seja, é a melhor escolha que temos no momento.
O significado da sua comunicação é a reação que obtém - Se recebe um bom “feed-back”, então a sua comunicação obteve sucesso.
As pessoas já possuem todos os recursos de que necessitam - Tudo o que necessitamos de verdade a cada momento encontra-se disponível.
Não se muda a realidade, muda-se a representação que se faz dela - Porque a realidade corresponde exatamente à representação que cada um de nós faz dela. Se a minha representação for a pobreza, então a minha realidade é a pobreza; se a minha representação for a riqueza, então a minha realidade é a riqueza.
Quanto maior é o nosso leque de escolhas mais eficazes somos - Quantos mais meios e ferramentas soubermos utilizar, mais sucesso obteremos.
Todo o comportamento, em algum ponto no tempo, tem uma intenção positiva - Cada pessoa dá o melhor de si mesmo, independentemente das suas possibilidades ou dos seus meios.
O comportamento de alguém não é a pessoa. Aceite a pessoa, transforme o comportamento - Não podemos tomar os outros pelo seu comportamento. E todo o comportamento pode ser transformado.
A resistência é um claro indicador da inflexibilidade do comunicador - Se obtém resistência do seu interlocutor, pense duas vezes se não estará a ser inflexível na sua forma de comunicação

Não há erros ou fracassos. Só há feedback

A experiência objetiva não existe
Tudo é subjetivo na vida.

Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também - Basta aprender quais os processos utilizados por essa pessoa para obter sucesso e tomá-los como modelo a seguir.

Corpo e mente são partes do mesmo sistema, assim sendo, não se pode dissociá-los

Se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa - Saiba utilizar outros meios para obter aquilo que deseja e não repetir o que vem fazendo sem sucesso. È preciso saber utilizar todos os recursos disponíveis, todas as combinações possíveis, para obter o que se pretende.
É necessário flexibilidade para adaptar-se com sucesso e sobreviver num sistema - Sem flexibilidade não se alcançam bons resultados.

A mudança vem do emprego do recurso apropriado, ou a ativação do recurso potencial

A pessoa com mais alternativas é a que tem o controle

A natureza do universo é a mudança - Tudo é mudança, nada está parado.
Não existe nada bom nem mau intrinsecamente, é o pensamento o que lhe dá o sentido - O bom e o mau não existe, é o nosso pensamento que faz essa distinção.
Tanto se pensa que sim, como que não, você tem razão - No fundo, você é aquilo que pensa. A sua realidade é formada, antes de mais, pelo seu pensamento.

Sugestão de exercício
1 – Escolha uma situação problema, como desconforto no relacionamento.
2 – De meta-posição, faça um BFO (Boa Formulação de Objetivos) da situação desejável, através do visual construído, percebendo a situação com VAK (ver, ouvir, sentir intensamente a situação).
3 – Determine um espaço para a situação problema e escolha mais cinco espaços para representar os pressupostos da PNL. Como mostra a figura abaixo:

4 – Acesse a situação problema e o contexto no qual ela ocorreu, vendo, ouvindo e sentindo (VAK).
5 – Caminhe em cada um dos espaços de pressuposição, percebendo inteiramente a situação através dos filtros de cada pressuposição, usando VAK.
Observação: A Ecologia deve ser por último.
6 – Acesse a pressuposição inteiramente e vá para o espaço da situação problema acrescentando a ele o recurso da pressuposição e perceba como fica.

Representação – Mapa não é território:
Perceba como você está representando a situação. Experimente mudar essa representação, vendo, ouvindo e sentindo, modificando a situação, a pessoa, de várias formas (VAK).
Confiança da Competência:
As pessoas têm todos os recursos que necessitam para lidar com as situações. Experimente a situação confiando na competência da pessoa, acreditando nos seus recursos internos, vivenciando plenamente a situação (VAK).
Flexibilidade:
Busque três outras formas diferentes para lidar com a situação, pois variando comportamentos e ações pode-se alcançar melhores resultados. Experimente cada situação intensamente (VAK).
Intenção Positiva:
Todo comportamento tem uma intenção positiva para quem o pratica. Identifique a intenção positiva do outro, separe o comportamento dessa intenção e fique com a intenção.
Ecologia:
Verifique a ecologia interna, entrando em contato com todas as partes integrantes do seu ser. Perceba se estão apoiando essas mudanças, se estão congruentes com a sua nova percepção da situação.
Verifique, ainda, a ecologia externa. Perceba como essas mudanças ficam em relação às outras pessoas (VAK).
7 – Ao final, faça a ponte para o futuro e perceba se houve mudanças internas em relação à situação.
8 – Pergunte como seria se a pessoa entrasse no recinto naquele momento.

Fonte: 
http://casuloborboleta.blogspot.com.br/2009/07/pressupostos-da-pnl.html
http://www.portalcmc.com.br/tecpnl03.htm