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sábado, 29 de outubro de 2016

Como cuidar da sua criança interior

Você se lembra do brinquedo preferido que teve quando criança? E qual foi o momento mais feliz da sua infância? Quantas coisas você fazia quando criança que nem se lembra mais? Por onde anda aquele sentimento de alegria, espontaneidade, ânsia em crescer?
Por que não resgatar o que era bom? A criança é uma das maiores fontes de alegria e ao resgatarmos está alegria, ficamos mais inspirados, criativos e menos estressados. Se a sua criança e criatividade ficaram adormecidas, desperte-as!
Todos nós temos dois aspectos em nossa personalidade: o adulto e a criança. A criança interior representa todas as nossas lembranças da infância, nossas emoções, nossos sonhos. É a fonte da criatividade, a promessa de futuro, o símbolo da transformação e crescimento. Contém os sentimentos, lembranças e vivências da infância. É a totalidade da psique, a parte genuína que perdemos quando adultos. É tudo o que foi abandonado e ao mesmo tempo, é divinamente poderosa. Ela é o ser, o sentir, o vivenciar e o viver. É pura sensibilidade. Está presente em nossas fantasias, devaneios, sonhos, desejos, imaginações, intuições e principalmente, em nossas emoções.
Também quando você brinca, tem prazer naquilo que faz. Está presente também na parte de nossa psique que vivencia a angústia e o sofrimento. Quando você chora, quem está chorando é sua criança; abandonada, sozinha. Quando você cria algo também é sua criança. Ela é nossa maior fonte de criatividade e busca do prazer. Mas infelizmente, muitos quando adultos, buscam esse prazer na fuga pela comida, no álcool, nas drogas, porém de forma destrutiva.
A característica de um adulto com sua criança interior abandonada é quando está quase sempre com medo de estar errado, é como se a criança que foi um dia, acreditasse ser essa a razão por ter sido rejeitada, abandonada. Primeiro por seus responsáveis e depois pelo seu próprio adulto.
Desenvolve assim a necessidade de ser perfeita, buscando aprovação dos outros por estar desconectada com quem realmente é. Perde-se a conexão com ela ainda criança, quando sentia que seus sentimentos não importavam, não se sentindo valorizada e amparada. Quando não sentia permissão para expressar sentimentos de tristeza, raiva, perda, frustração. As cobranças também contribuem para esse afastamento, principalmente as internas. Temos que produzir até quando estamos em férias ou na praia num sábado de sol, não se pode perder tempo. Não se admira mais a natureza, as coisas simples. O dinheiro se sobrepõe ao carinho, a atenção, ao amor.

O brinquedo do adulto
Os fracassos, as decepções, a culpa, a humilhação, tudo conduz à perda da criança. Para os adultos hoje brincar implica em ir a restaurantes, beber e ter poder. Brincar é muito diferente, é o que acontece espontâneo, não planejado, como quando você rola no chão fazendo cócegas no seu amor, quando você joga apenas para brincar, não ganhar. Quando há entrega, envolvimento. Você já observou uma criança brincando? Mas mesmo não tendo uma criança real, é possível brincar, se soltar.
A necessidade de encontrar a criança interior faz parte da jornada de todo ser humano que se encaminha na direção do autoconhecimento e de sua totalidade. Ninguém teve uma infância perfeita. Todos nós carregamos questões inconscientes que não foram resolvidas. Sabemos que 80 a 95% das pessoas não receberam atenção adequada quando criança, por isso o resgate da criança interior se torna a tarefa da maioria das pessoas. Afinal, o que há de mais rico e sagrado dentro de cada um de nós e que ninguém poderá nunca pegar, roubar, levar se não tiver nosso consentimento? Nossos sentimentos! E só chegamos nele através da Criança Interior.
É buscar o que lhe dá prazer, porém de uma forma saudável. É se permitir brincar, pular corda, jogar peão, jogo de botão, se sujar na terra, tudo aquilo que você fazia quando criança, mas com o objetivo de resgatar sentimentos como a alegria, espontaneidade, esperança e criatividade. As pessoas tendem a confundir ser criativo com ser infantil, inconveniente, e uma coisa não tem nada haver com a outra.
A criança é pura emoção. Quem não consegue ter controle das suas emoções é porque não reconhece as necessidades da criança e nem sabe que seus descontroles são reações dela. Quando você está triste, chorando, sem controle, na verdade é sua criança que faz você sentir tudo isso, pois é o que ela está sentindo desde sua infância. Se ela não for tratada com o amor que esperava, vai ficar esperando e muitas vezes buscando nas outras pessoas este amor, mas só uma pessoa pode dar isso a ela: você!
Quando há dificuldade em vivenciar as próprias emoções, fica mais difícil o processo de individuação, autoconhecimento. Quando há esse reencontro, há uma transformação, uma mudança de perceber a vida. Transformamos nossa consciência, crescemos, transcendemos, vivenciamos mais poder pessoal e de escolhas. Não permitimos mais relacionamentos doentes e destrutivos e começamos a assumir mais a responsabilidade pela nossa felicidade, a ter respeito pelos nossos sentimentos.
Há ainda um resgate da espontaneidade de pensamento, a autenticidade, criatividade na solução de problemas, formas originais de expressão, capacidade de arriscar-se, ir a busca de oportunidades, e o mais importante, ao aprender a cuidar de sua própria criança: maior equilíbrio emocional.
A criança interior amada é instintiva, confiante, intuitiva, criativa, imaginativa, curiosa, apaixonada, suave, sensível. O resgate da criança interior é o elemento mais importante do trabalho terapêutico. É a maior fonte de autoconhecimento. Aumenta a autoestima e provoca paz e alegria. É a essência do amor, o verdadeiro encontro consigo mesmo. É quando você aprende a se amar!

Dez dicas para cuidar bem do seu lado criança
1. Reconheça que a criança que você foi um dia permanece dentro de você. Afinal, quando amamos alguma coisa ela tem valor para nós, e quando alguma coisa tem valor para nós passamos tempo com ela e cuidamos dela.
2. Entre em contato com a sua criança interior.
3. Em estado de relaxamento em um local tranquilo, visualize seu quarto de dormir quando pequeno. Recorde o local, as cores, os objetos, o cheiro. Veja sua cama e dormindo nela, você. Aproxime-se, passe a mão nos cabelos dessa criança e acorde-a. Olhe bem em seus olhos e pergunte a ela o que mais quer e precisa. Ouça a resposta. Depois diga a ela que está a seu lado sempre e que a ama muito. Abrace-a fortemente. Permita-se sentir a emoção deste momento.
4. Quando estiver triste, abrace-se como se estivesse abraçando uma criança em seu colo. Diga palavras de tranquilidade, transmitindo-lhe muita paz e amor.
5. Ampare e apóie todos seus sentimentos.
6. Não viva segundo as regras dos outros, apenas respeite-as.
7. Compre um urso, boneca ou um cachorrinho de pelúcia e coloque em sua cama. Quando estiver triste, converse com ele, como fazem as crianças. Pode ser também um carrinho, autorama e brinque!
8. Vá ao supermercado e compre apenas aquilo que gosta. E coma, sem culpas! Mas também sem exageros.
9. Pegue uma foto sua de criança e coloque num porta retrato. Todos os dias olhe para a foto com carinho, transmitindo-lhe amor.
10. Reserve um tempo e leve sua criança para passear, brincar, se divertir. Permita-se!

Fonte:
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/crianca.htm

sábado, 31 de outubro de 2015

Confiança - 8 dicas para o relacionamento

A confiança no relacionamento, como sabemos, é crucial para qualquer casal. Muitos relacionamentos rompem-se por problemas de confiança. Uma vez violada, é difícil repará-la e reconstruí-la, então deve ser guardada e cuidada constantemente. Pode ser comparada a uma planta que precisa do solo, água e temperatura corretos para florescer completamente. Então, a confiança pede as condições e o ambiente certos para sustentar um relacionamento nos seus altos e baixos.
Se os parceiros confiam um no outro em um relacionamento, não há garantia de que não vá continuar desse jeito. Nunca se confia o suficiente, nem você pode tomá-la como certa. Você tem de constantemente construí-la. Quais são as barreiras para construir confiança no relacionamento? Aqui vão algumas dicas.
1. Desejo de controle - Quando um parceiro quer controlar o outro e ter o domínio, é muito difícil ter um terreno igualitário e estabelecer a confiança no relacionamento. Se você não está contente no relacionamento e constantemente quer mudar seu parceiro e ditar os termos, este não é um ambiente propício para construir a confiança. Seu parceiro vai se retrair e se distanciar de você.
2. Desonestidade - Se você está sempre tentando esconder coisas de seu parceiro, mente por omissão ou apenas diz a ele o que pensa que ele quer ouvir, você não só está sendo desonesta com seu parceiro, mas não está sendo verdadeira consigo mesma. Lembre-se de que se você está fazendo algo errado sobre o qual não pode falar com seu parceiro, o problema não é esconder, mas sim se você consegue conviver com isso. Seja lá o que fizer, tenha a coragem de suas convicções que nunca há necessidade para desonestidade.
3. Autocentrismo - Quando o foco está nas nossas necessidades e em nós mesmos, tendemos a fazer coisas que não ajudam o relacionamento e provavelmente podem causar uma rusga nele. Se você tiver motivos egoístas, isso erode a confiança que seu parceiro depositou em você e causa a perda da fé. Isso, por outro lado, prejudica o crescimento da relação e a faz estagnar.
Para construir a confiança no relacionamento, temos de superar estas barreiras e nos certificar que elas não funcionam como pedras no caminho. Além disso, é importante trabalhar essas dicas que melhoram e alicerçam a confiança de modo que ela funcione como uma força coesiva na relação.
4. Seja aberta - É vital em um relacionamento ser o mais aberta e honesta possível. Às vezes, os casais mentem um para o outro sob o pretexto de que machucarão o outro. Isso é algo sobre o qual eles precisam pensar quando estão sendo desonestos, e não na hora da revelação. Se você pensar duas vezes sobre o que está fazendo e como isso machucará seu parceiro, se realmente se importar com ele, você não o fará. Se você está constantemente escondendo coisas e não é sincera, isso deteriora e inibe a confiança no relacionamento.
5. Comunicação - A comunicação está no centro – uma parte integral da construção da sustentação e confiança no relacionamento. A comunicação não envolve uma só pessoa falando – ou uma conversa superficial sobre tendências da moda e fofoca. Uma comunicação envolve eficazmente ambos os parceiros contribuindo na conversa e ouvindo quando o outro fala. Ela envolve mostrar as cartas e dizer o que se pensa, falando sobre suas emoções e sentimentos mais profundos. Significa ser direto sobre suas necessidades e expectativas.
6. Perdão - Construir confiança no relacionamento também envolve ser capaz de perdoar seu parceiro pela dor que ele possa ter causado no passado. Se você não consegue fazê-lo e insiste em se apegar a problemas pequenos ou fica remoendo questões antigas, seu relacionamento morrerá de causa natural. Se decidir continuar no relacionamento apesar da dor que seu parceiro te infligiu no passado e quiser trabalhar para reconstruir a confiança, você tem de estar disposta a limpar a mesa e começar de novo.
7. Tenha empatia - Quando os problemas surgem ou situações difíceis se formam, como estão fadados a acontecer, é importante demonstrar interesse pelos sentimentos de seu parceiro e ser sensível às suas necessidades. Mesmo se você não tiver concordado com o curso das coisas e ele não seguiu suas dicas, o apoie nessa hora de desespero. Se entender os desejos mais profundos e identificar-se com os interesses dele, ele estará mais inclinado a confiar seus sentimentos a você. Se você jogá-los na cara, ridicularizá-lo ou esfregar quando ele tiver tropeçado e caído, ele não estará inclinado a confiar em você.
8. Mantenha sentimentos positivos - Se seu parceiro nunca te deu razão para duvidá-lo, então não duvide. Como se diz, uma pessoa é inocente até que se prove o contrário. Se você estiver sempre suspeitando e duvidando dos motivos dele, ciumenta e fazendo conclusões rápidas (frequentemente erradas), será muito difícil construir a confiança no relacionamento. Trate seu parceiro do jeito que quer ser tratada – com amor e respeito.
Construir a confiança no relacionamento não acontece em um estalar de dedos. Precisa de trabalho duro e comprometimento, mas uma vez que você a tem e trabalha para mantê-la viva, você colherá seus frutos.

Fonte:
http://irresistivel.com.br/8-dicas-para-construir-confianca-no-relacionamento/

sábado, 24 de outubro de 2015

Autoconfiança para sua carreira

Uma pesquisa feita pela International Stress Management Association – ISMA-BR – com 760 homens e mulheres que trabalhavam em multinacionais, apontou que 59% dos brasileiros têm baixa autoestima. Para a pesquisa foram analisadas 4 variáveis: autoestima, autoconfiança, otimismo e, em contraponto, o burnout, que é o maior nível de estresse que uma pessoa pode adquirir.
No entanto, é importante diferenciar autoestima de autoconfiança. A primeira trata da percepção que uma pessoa tem sobre si própria, como ela percebe sua autoimagem. Já autoconfiança é a maneira como ela vê que desempenha as tarefas do dia a dia, como enxerga sua capacitação. Enquanto um é sobre a pessoa, o outro tem a ver com competência.
Ter confiança em si mesmo é fundamental para trilhar uma carreira de sucesso. Acreditar em seu talento, potencializa a capacidade de ir além, superando obstáculos e desafios apresentados no dia a dia.
Através da autoconfiança, refletimos uma imagem assertiva e de competência, pois nos mostramos orientados para o sucesso e para resultados, características importantes e valorizadas no mercado de trabalho.
A autoconfiança proporciona o desenvolvimento de uma personalidade segura pois desperta emoções, facilitadoras de ações que trazem benefícios e contribuem significativamente para a carreira profissional.
Quando se confia no próprio poder de realização para desenvolver determinado projeto, ou atingir uma meta estabelecida, enviamos mensagens ao nosso cérebro de que somos capazes, elevando, assim, as chances de êxito para o que foi inicialmente proposto.
Todas as pessoas podem aperfeiçoar esta habilidade, pois a autoconfiança está diretamente ligada ao estado psicológico, à experiências de vida e histórias pessoais. Para isso é necessário buscar o autoconhecimento, sendo possível, desta forma, identificar fatores que reduzem ou aumentam a sua confiança, e a partir desta análise saber quais são os pontos-chaves a serem trabalhados.
O primeiro passo é identificar e minimizar condutas que interferem negativamente em seus pensamentos e ações, logo em seguida se faz necessário o reconhecimento de atitudes que impactam positivamente a capacidade de acreditar em si mesma, sendo importante neste momento que os comportamentos que trazem maior vantagem sejam reforçados.
Agindo desta forma, fica mais fácil direcionar ações em beneficio próprio que resultam em satisfação e valorização pessoal.

Confira algumas dicas:
Visão positiva das situações - Quando você se sente confiante, tem maior chances de ficar calma em situações de pressão, transmitindo sentimentos positivos para si mesma e para as outras pessoas.
Poder de concentração - Confiar em si mesmo, permite que sua mente fique livre para se concentrar naquilo que está fazendo, afastando assim preocupações desnecessárias.
Determinação - Elas tendem a estabelecer metas desafiadoras e persegui-las com determinação, desenvolvendo, assim, ainda mais seu potencial.
Aumento do desempenho - De todos os benefícios que a autoconfiança pode trazer, o desempenho é o que tem maior impacto, pois é através desta relação que os resultados positivos são obtidos.
Desenvolva sua autoconfiança, esteja convencido de que pode alcançar suas metas, busque meios e trabalhe para que sempre o melhor aconteça.

Fonte:
http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/os-beneficios-da-autoconfianca-para-sua-carreira/75578/

sábado, 3 de outubro de 2015

Confiança

Começando do início... a palavra confiança é um substantivo feminino e segundo o dicionário  michaelis significa:
1 Ação de confiar. 2 Segurança íntima com que se procede. 3 Crédito, fé. 4 Boa fama. 5 Segurança e bom conceito. 6 Esperança firme. 7 Familiaridade. 8 pop Atrevimento, insolência, malcriação. 9 Ato libidinoso; licença. sm Reg (Rio Grande do Sul) Empregado (ou animal) de confiança, com que se pode contar em qualquer situação. Antôn (acepções 1, 2, 3 e 6): desconfiança. Com confiança: cheio de confiança. Dar confiança (a alguém): permitir ser tratado com familiaridade ou com menos respeito que o devido. De confiança: em quem se pode confiar. Tomar confiança: tornar-se confiado; perder o respeito.
Autoconfiança é a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma coisa. Mas não é tão simples assim. A autoconfiança abrange você acreditar no seu potencial, ter uma boa autoestima, se achar capaz de alcançar seus objetivos, etc.
Segundo Michel Soares, especialista em oratória, a autoconfiança (ou a falta dela) é trabalhada desde a infância. “Ela se mostra mais desenvolvida em crianças que tiveram liberdade para expressar suas ideias e desejos para os pais sem serem ‘castrados’ por isso”, comenta.
São vários os momentos quando, ao precisar enfrentar um obstáculo, a pessoa trava, se sente mais fraca e não se acha capaz de passar por cima do que a incomoda – e a arte de falar em público é uma das coisas que mais atormenta as pessoas.
O termo, que é típico da literatura terapêutica e de autoajuda, é muitas vezes usado como sinônimo de autoestima e de autoaceitação. Uma análise mais detalhada de seu uso mostra, no entanto, que autoconfiança refere-se sempre à competência pessoal, enquanto autoestima é um termo mais amplo. Também "autoaceitação" possui um uso próprio mais restrito e está mais relacionado com o conceito de "aceitação incondicional" da abordagem centrada na pessoa.
Na abordagem psicoterapêutica de Friederike Potreck-Rose e Gitta Jacob (2008) para o aumento da autoestima, a autoconfiança representa um dos quatro pilares desta, sendo definida como "uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho" e inclui as convicções de saber fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo.
Pessoas autoconfiantes inspiram confiança nos outros, e isso acontece porque elas mostram estar cientes do que estão fazendo e/ou falando. É bem possível que todas as pessoas mais poderosas e influentes do mundo possuam algumas características em comum, como a autoconfiança e se expressem muito bem em público usando o poder das palavras.
Conquistar a autoconfiança, assim como a confiança dos outros, é uma das principais vias para o sucesso na vida. “Com a confiança em si mesmo você terá uma postura positiva em relação às próprias capacidades e terá mais força para suportar as dificuldades que aparecem no caminho”, diz o especialista.
Algumas dicas de Soares para enfrentar a falta de confiança, o medo de falar em público e superar o que lhe incomoda são:

  • saber o que te motiva, 
  • não dar importância para a opinião dos outros, - “escute, mas absorva apenas o que você achar importante. Não deixe que a opinião dos outros mande na sua vida”,
  • conversar com pessoas que estão aonde você quer chegar, entender os seus limites, e 
  • saber dizer não. 

Essas dicas são simples e podem ajudar você a alcançar a desejada autoconfiança, a boa autoestima e deixar os medos para trás.


Inspirado em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Autoconfian%C3%A7a
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=confian%E7a
http://stactus.com.br/index.php?p=noticias&id=1513