Mostrando postagens com marcador perdão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador perdão. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de janeiro de 2017

O que é o amor?

Dedicando esse mês para a família porque uma família bem estruturada:
  1. uma família saudável sabe o que é o amor verdadeiro;
  2. o amor nos deixa com a sensação de felicidade e realização permanentes;
  3. o amor traz saúde ao proporcionar um coração e mente mais leves e bem dispostas para correr atrás dos nossos objetivos profissionais, culturais,...
Ok, beleza! O amor é sentimento formidável que move montanhas, promove curas, mas... o que é?
Se analisarmos a sociedade através dos poemas, livros, filmes,... percebemos que cremos num amor romântico e totalmente utópico (para não dizer confuso, porque essas mídias supracitadas confundem amor com paixão e ainda nos fazem crer que todos os nossos anseios serão sanados ou realizados pelo par romântico).

Existem livros que corroboram a realidade nua e crua e afirmam que não é bem assim que a banda toca porque não somos "personagens Disney" 😂:
  • Homens são de marte, mulheres são de vênus
  • As 5 linguagens do amor
  • Bíblia Sagrada
  • O desafio do amor
E o que eles falam? Falam que o amor é o resultado de muitas decisões em prol da felicidade mútua:
  • aceitar as falhas suas e do outro;
  • demonstração de amor que podem vir por meio de palavras e atos diários;
  • respeito, empatia e diálogo maduro para tomada de decisões em conjunto.
Deixa eu explicar uma coisa de maneira bem simples, todos nós temos duas salas no coração: da admiração e da depreciação, e ambas têm coisas escritas a respeito do outro nas paredes. O amor tem conhecimento da Sala da Depreciação e não vive negando sua existência, mas escolhe não viver nela. Se, no entanto, você preferí-la... saiba que seu casamento estará com os dias contados porque nenhum sobrevive à falta de amor. 
Ao fazer a escolha de amar, aprendemos a perdoar e voltamos para a Sala da Apreciação o que me parece um amor ainda mais verdadeiro porque mantém os olhos bem abertos.

Lógico que se quiserem dados mais profundos... terão que ler as obras que citei acima porque não prentendo esgotar o assunto em minhas publicações (isso seria impossível), mas adianto que nas publicações futuras trarei algumas dicas práticas que já por aí para alimentar esse amor (testadas e aprovadas na minha vida).

sábado, 31 de outubro de 2015

Confiança - 8 dicas para o relacionamento

A confiança no relacionamento, como sabemos, é crucial para qualquer casal. Muitos relacionamentos rompem-se por problemas de confiança. Uma vez violada, é difícil repará-la e reconstruí-la, então deve ser guardada e cuidada constantemente. Pode ser comparada a uma planta que precisa do solo, água e temperatura corretos para florescer completamente. Então, a confiança pede as condições e o ambiente certos para sustentar um relacionamento nos seus altos e baixos.
Se os parceiros confiam um no outro em um relacionamento, não há garantia de que não vá continuar desse jeito. Nunca se confia o suficiente, nem você pode tomá-la como certa. Você tem de constantemente construí-la. Quais são as barreiras para construir confiança no relacionamento? Aqui vão algumas dicas.
1. Desejo de controle - Quando um parceiro quer controlar o outro e ter o domínio, é muito difícil ter um terreno igualitário e estabelecer a confiança no relacionamento. Se você não está contente no relacionamento e constantemente quer mudar seu parceiro e ditar os termos, este não é um ambiente propício para construir a confiança. Seu parceiro vai se retrair e se distanciar de você.
2. Desonestidade - Se você está sempre tentando esconder coisas de seu parceiro, mente por omissão ou apenas diz a ele o que pensa que ele quer ouvir, você não só está sendo desonesta com seu parceiro, mas não está sendo verdadeira consigo mesma. Lembre-se de que se você está fazendo algo errado sobre o qual não pode falar com seu parceiro, o problema não é esconder, mas sim se você consegue conviver com isso. Seja lá o que fizer, tenha a coragem de suas convicções que nunca há necessidade para desonestidade.
3. Autocentrismo - Quando o foco está nas nossas necessidades e em nós mesmos, tendemos a fazer coisas que não ajudam o relacionamento e provavelmente podem causar uma rusga nele. Se você tiver motivos egoístas, isso erode a confiança que seu parceiro depositou em você e causa a perda da fé. Isso, por outro lado, prejudica o crescimento da relação e a faz estagnar.
Para construir a confiança no relacionamento, temos de superar estas barreiras e nos certificar que elas não funcionam como pedras no caminho. Além disso, é importante trabalhar essas dicas que melhoram e alicerçam a confiança de modo que ela funcione como uma força coesiva na relação.
4. Seja aberta - É vital em um relacionamento ser o mais aberta e honesta possível. Às vezes, os casais mentem um para o outro sob o pretexto de que machucarão o outro. Isso é algo sobre o qual eles precisam pensar quando estão sendo desonestos, e não na hora da revelação. Se você pensar duas vezes sobre o que está fazendo e como isso machucará seu parceiro, se realmente se importar com ele, você não o fará. Se você está constantemente escondendo coisas e não é sincera, isso deteriora e inibe a confiança no relacionamento.
5. Comunicação - A comunicação está no centro – uma parte integral da construção da sustentação e confiança no relacionamento. A comunicação não envolve uma só pessoa falando – ou uma conversa superficial sobre tendências da moda e fofoca. Uma comunicação envolve eficazmente ambos os parceiros contribuindo na conversa e ouvindo quando o outro fala. Ela envolve mostrar as cartas e dizer o que se pensa, falando sobre suas emoções e sentimentos mais profundos. Significa ser direto sobre suas necessidades e expectativas.
6. Perdão - Construir confiança no relacionamento também envolve ser capaz de perdoar seu parceiro pela dor que ele possa ter causado no passado. Se você não consegue fazê-lo e insiste em se apegar a problemas pequenos ou fica remoendo questões antigas, seu relacionamento morrerá de causa natural. Se decidir continuar no relacionamento apesar da dor que seu parceiro te infligiu no passado e quiser trabalhar para reconstruir a confiança, você tem de estar disposta a limpar a mesa e começar de novo.
7. Tenha empatia - Quando os problemas surgem ou situações difíceis se formam, como estão fadados a acontecer, é importante demonstrar interesse pelos sentimentos de seu parceiro e ser sensível às suas necessidades. Mesmo se você não tiver concordado com o curso das coisas e ele não seguiu suas dicas, o apoie nessa hora de desespero. Se entender os desejos mais profundos e identificar-se com os interesses dele, ele estará mais inclinado a confiar seus sentimentos a você. Se você jogá-los na cara, ridicularizá-lo ou esfregar quando ele tiver tropeçado e caído, ele não estará inclinado a confiar em você.
8. Mantenha sentimentos positivos - Se seu parceiro nunca te deu razão para duvidá-lo, então não duvide. Como se diz, uma pessoa é inocente até que se prove o contrário. Se você estiver sempre suspeitando e duvidando dos motivos dele, ciumenta e fazendo conclusões rápidas (frequentemente erradas), será muito difícil construir a confiança no relacionamento. Trate seu parceiro do jeito que quer ser tratada – com amor e respeito.
Construir a confiança no relacionamento não acontece em um estalar de dedos. Precisa de trabalho duro e comprometimento, mas uma vez que você a tem e trabalha para mantê-la viva, você colherá seus frutos.

Fonte:
http://irresistivel.com.br/8-dicas-para-construir-confianca-no-relacionamento/

sábado, 20 de junho de 2015

20 Soluções para manter e melhorar um relacionamento

Mudança repentina de estado de humor
Grande parte das discussões parecem começar sem razão aparente significativa, mais parecendo lutas entre egos. Provavelmente já lhe aconteceu ter um período muito bom com o seu parceiro, tudo corre como imaginado, excelente empatia e compreensão. Mas, como todos sabemos o dia tem 24 horas e muitas coisas sucedem nesse intervalo de tempo, pequenas trocas de ideias que não coincidem, pequenos interesses que diferem, incapacidade de atender às necessidades do outro e assim sucessivamente até que o nosso estado interno se altera, passamos para um estado não colaborativo e aquilo que tínhamos falado, sentido e vivido à momentos atrás, transforma-se no pior dos nossos pesadelos. Inicia-se então uma discussão acérrima entre egos.

A verdade
Antes de abordar as formas como se pode ultrapassar a argumentação, desacordos, e lutas numa relação, vamos ponderar o que acontece quando nos encontramos neste estado de desconforto. O que apresento em seguida é aquilo que provavelmente você já viveu quando está num padrão de argumentação.
Fazer a birra de criança: em determinada altura da discussão, um dos dois está calmo, enquanto o outro torna-se numa criança. Essa pessoa torna-se irracional, extremamente emocional e defensiva. Diz coisas das quais se irá arrepender mais tarde. Assim que aquela “criança” pare de se expressar, pouco a pouco irá ficando mais calma, verificando-se depois um fenômeno extraordinário. Os papeis invertem-se e o outro torna-se agora a criança com birra.
* Atenção, apreciação, reconhecimento – quando se entra no modo de criança com birra, estamos à procura de atenção, apreciação e reconhecimento. O nosso estado emocional tem a sua raiz na necessidade que temos de procurar reforço para aquilo que é importante para nós.
* Egoísmo e auto-centramento – quando a nossa birra de criança se expressa, tornamo-nos egoístas e auto-centrados. Não conseguimos entender porque razão o nosso parceiro não percebe o nosso ponto de vista. Quanto mais nos esforçamos, menos o outro consegue estar sensível aquilo que nos está a aborrecer. Neste estado, não conseguimos colocar-nos no ponto de vista do outro, não levamos em consideração os seus sentimentos, e esquecemo-nos que ele também está magoado e sofre com a situação.
* Mentalidade de vítima – quando estamos neste estado, sentimo-nos como vítimas. A nossa mente foca-se nas evidências que suportam a nossa história de vitimização. A mente é ávida em construir histórias coerentes, e quando nos encontramos num estado de incapacidade, vamos arranjar tudo o que nos for possível para justificar aquilo que estamos a sentir, necessitamos de sentir que existem razões para estarmos a comportarmo-nos daquela maneira. Assim sendo a outra pessoa parece-nos a que não está a ser razoável. Sentimo-nos magoados, e vemos cada vez mais razões para a nossa dor. Pode-se dizer que num determinado grau de inconsciência, passa-se a gostar daquele cenário, pois de certa forma gostamos da dor que sentimos, dado que permite-nos representar na perfeição o papel de vitima. Alimentamos os nosso medos e receios de que a vida é feita de relacionamentos dolorosos e que ninguém nos entende.
* Certo e errado – superficialmente, a batalha pode definir-se ao conjunto de argumentos que confirma quem está certo. Um dos parceiros acredita ter razão e que o outro está errado. O desacordo, rapidamente transforma-se numa batalha de egos. Tem-se uma forte e urgente necessidade de provar ao outro que estamos certos.
* Emoções engarrafadas – no papel de criança com birra vai-se expressando os pensamentos auto-centrados que invadem a mente. As emoções engarrafadas na cave da nossa mente são a causa desses pensamentos, que na verdade na grande maioria das vezes não estabelecem qualquer tipo de relação com a situação que se está a desenrolar. Todos transportamos em nós algumas emoções que estão comprimidas, não se manifestando nas situações normais do dia-a-dia, e por este mesmo motivo não temos consciência delas. A não ser nestas situações de máxima tensão.
* Significado alternativo – temos tendência para pegar em algumas palavras expressas pelo outro, saltando para conclusões, assumindo-se o pior. Encontra-se um significado que nos serve, mas que na verdades não é o verdadeiro significado das palavras transmitidas pelo outro. A pessoa diz a si próprio que este significado é absoluto e permanente. A verdade é que todos nós em determinada altura portamo-nos de forma irracional, dizemos todo o tipo de coisas que não diríamos se não tivéssemos num estado emocional alterado.
* Diferenças entre os sexos – os homens são tão emocionais e sensíveis quanto as mulheres. A diferença está na forma como homens e mulheres se expressam, e isto é usualmente mal entendido. Apresento-vos em seguida algumas diferenças. No entanto deverá levar em consideração duas coisas enquanto lê: 
     1) isto é uma generalização e nem todos as pessoas poderão encaixar-se; 
    2) quando me refiro às mulheres ou homens, refiro-me às qualidades e tendências femininas ou masculinas e não ao gênero.
    Como mulher – as mulheres tendem a esconder os seus pensamentos. Quando estão aborrecidas ou chateadas com alguma coisa, assumem que a outra pessoa consegue ler mentes, e por isso deveria saber exatamente aquilo que estão a pensar sem que fosse necessário verbalizar. Normalmente verbalizam algumas pequenas dicas quando estão nesse estado. Isto é extremamente ingrato e injusto para a outra pessoa, dado que até pode querer ajudar, mas não consegue perceber como, nem entender porque razão a parceira está tão zangada. Na incapacidade do parceiro não perceber as pistas ou dicas, a mulher fica ainda mais zangada e magoada.
    Como homem – os homens tendem a ser mais verbais, pensando alto. O homem até pode internalizar alguns dos seus sentimentos, mas os seus pensamentos são exteriorizados através da palavra. Porque os homens verbalizam os seus pensamentos, arranjam facilmente problemas com a parceira da sua vida, dado julgarem  que não vão magoar com aquilo que dizem. A sociedade condiciona o homem a ter um ego macho-alfa, que se comporta como se fosse uma parede, defendendo a integridade e a força dos seu caráter. Esta força define os seus pensamentos, mantendo as suas emoções invulneráveis e bem guardadas. O homem é muito mais perspicaz e sensível do que a sociedade o admite. O homem tem a capacidade para perceber quando a sua companheira está infeliz e certamente contribuir para a sua felicidade ou restabelecimento do bem-estar entre ambos. No entanto, a tendência é que a parceira não colabore, pois não transmite as suas razões de forma clara e simples.

As soluções
É inevitável que os parceiros irão ter na grande maioria das vezes opiniões diferentes, todos as pessoas têm dias em que não conseguem gerir da melhor forma as suas emoções. O problema não é a existência de conflitos entre os parceiros, o problema coloca-se na forma como lidam com as situações. Quando os nossos egos se colocam no caminho, as nossas mentes tornam-se turvas entrando-se num sem número de argumentos descabidos. Algumas pessoas usam esses conflitos como uma oportunidades para obter respostas: “É o meu relacionamento mais forte que o problema?” Usam as situações como uma forma de medir a estabilidade da relação. Não percebendo que a própria questão contribui para o conflito, dado que força ao uso da comparação. Ao invés existe uma forma bem mais efetiva de fazer a questão: “Somos maduros o suficiente para resolver o conflito com consideração, consciência e elegância?”

Apresento em seguida alguns pontos que têm por objectivo contribuir para um relacionamento mais efetivo:
1. Consciencialização – trazer consciência à situação em questão. Torne-se no observador dos seus pensamentos, emoções, necessidades, e ego. Pergunte a si próprio:
- O que é que eu quero neste momento?
- O que eu quero vem do meu coração ou do meu ego?
- Conseguir o que quero, permite-me ser melhor pessoa?
- Conseguir o que quero, permite-me trazer felicidade e realização a mim e aos outros significativos?
- Quais são os aspectos mais significativos na minha vida? Isto encaixa-se nos meus valores?
2. Expresse não suprima – fale livremente e abertamente. Sim, a verdade pode magoar, mas se você assumir a responsabilidade pelas suas palavras e falar de forma respeitosa para o outro, a sinceridade e honestidade expressa na sua mensagem irá sobressair. A outra pessoa irá apreciá-lo profundamente por isso. Esta abordagem irá permitir aliviar a tensão emocional, mas igualmente promover o entendimento mútuo.
3. Reconheça a criança birrenta – ao trazer consciência para a situação, irá ficar mais capacitado para reconhecer quando é que o seu parceiro se encontra no estado de criança com birra. Quando ele está nesse estado, será extremamente benéfico manter-se calmo. Não personalize aquilo que é dito pelo outro enquanto ele estiver naquele estado, ele não queria dizer aquilo e provavelmente mais tarde irá arrepender-se.
4. Como acalmar a criança – o estado de criança com birra, é um estado primário. Em determinadas alturas todos nos tornamos irracionais e excessivos. Sentimo-nos como se fossemos crianças novamente e fazemos birras para obter atenção ou conseguirmos aquilo que desejamos. Com isto em mente, o que é que o outro poderá fazer para nos acalmar quando estamos no estado de criança? Sente-se com o seu parceiro o tempo suficiente para abertamente abordar o assunto acerca do que é que poderia fazer para que ele se sentisse melhor quando está nesse estado. Por exemplo, podem criar um palavra código para dizer ao outro quando ele está prestes a entrar nesse estado. E você que estratégia usa?
5. Padrão de interrupção – quando fazemos algo repetidamente, isso torna-se um hábito. Em vez de iniciar um conjunto de ações em que mais tarde se venha a arrepender, é importante trabalhar no sentido de arranjar qualquer coisa que interrompa definitivamente os comportamentos não desejados. De forma imaginada veja-se na situação desconfortável, pare, agora substitua mentalmente os comportamentos e emoções que desejaria vir a ter na próxima vez que possa sentir que está a perder o controle. Agora, tente perceber como se sente, provavelmente bem melhor que a última vez que perdeu a calma. Ótimo, agora reforce esse sentimento, e diga a você mesmo que é isso que fará na próxima situação de desacordo com o seu parceiro. Tudo terminará bem melhor.
6. “Olha-me nos olhos” – se você verificar que o seu parceiro está a ficar no estado irracional de criança ou a ficar chateado, peça-lhe para o olhar nos seus olhos, mesmo que seja por breves momentos. Este pequeno exercício de direcionar a atenção para a presença dos dois, pode fazer com que se lembrem quem são, e o quanto gostam um do outro. Para alem disso, transmite uma indicação direta de sinceridade e objetividade.
7. Respire – feche os seus olhos e foque-se na sua respiração. Faça algumas respirações profundas e depois continue a respirar normalmente. Continue a fazer isto pelo menos durante 5 minutos. Depois preste atenção aos seus pulmões e sinta-os a expandirem-se e a contraírem. Sinta a energia que recebe ao respirar. À medida que vai mudando o foco, conseguirá igualmente mudar a seu estado mental e emocional. Para uma abordagem mais aprofundado sobre este assunto leia o artigo: 10 técnicas poderosas de relaxamento.
8. Pergunte a si próprio: “estou a argumentar com o objetivo de ganhar a discussão? – se a resposta for sim, pergunte a si próprio em que é que a vitória desta discussão fará diferença na sua vida daqui a 5 anos, ou para a semana, ou então amanhã? Este exercício coloca a discussão em perspectiva e por vezes pode fazer cair por terra toda a sua postura colocada na situação.
9. Pergunte a si próprio: “O que é que se passa comigo que eu não gosto?” – na maioria da vezes, os argumentos que defendemos são simplesmente extensões de nós mesmos, fato que poderemos não ter consciência até que possamos refletir mais tarde, depois do erro já ter sido cometido. Quando nos percepcionamos com um forte impulso para criticarmos as outras pessoas, nós estamos na realidade a projetar aquilo que não gostamos em nós e que vemos nos outros. Observando os nossos pensamentos e comportamentos face aos outros, podemos colocar à nossa frente as inseguranças no assunto em questão.
10. Coloque-se na pele do outro – imagine-se a si próprio no papel do outro. Usando o melhor das suas habilidades, tente sentir a dor que o outro está a experienciar. Como é que ele se sente? Como é que é esta nova perspectiva? Durante alguns segundos, finja isso. O “eu” deixa momentaneamente de existir, e agora você é a outra pessoa. Experiencie as suas palavras e sentimentos como se fossem seus. Este simples exercício ajuda-o a desenvolver a compaixão e a levar em consideração o ponto de vista do outro.
11. “Como é que ele me faz sentir.” – quando consegue comunicar os seus pontos de vista, fala sempre de forma a transmitir como é que alguma coisa que aconteceu o fez sentir. Por exemplo, “quando eu não obtenho a tua opinião, isso faz-me sentir que eu não sou importante para ti”. Expressar como é que alguma coisa nos faz sentir, ao invés do que nós pensamos do que é que o outro fez de errado, reduz a necessidade instintiva de se defender. Quando as pessoas não estão num estado defensivo, estão mais receptivas a ouvir e a resolver o assunto.
12. Altere rotinas, refresque-se – vá para uma divisão diferente da casa, para um sítio que não lhe seja comum, tente colocar as coisas em perspectiva. Procure clareza e entendimento acerca dos seus sentimentos e aquilo que quer para si e para a sua relação. Veja se existe alguma coisa diferente que possa fazer e acrescente valor ao seu relacionamento. Reenquadre esta nova e fresca motivação face a uma atitude positiva e construtiva, caminhe nesse sentido e coloque a estratégia em ação.
13. Ouça – Ouça a outra pessoa. Ouça-a realmente. Dê-lhe o respeito que ela merece ser, ou não fosse a pessoa que escolheu para amar. Dê-lhe uma possibilidade de falar e expor a sua questões, opiniões, sentimentos ou ideias sem julgá-la. Renda-se a esse momento de abertura, e concentre-se nele. Ouça o outro com se estivesse a ouvir a si próprio. Ouça o outro da mesma forma como gostaria que o ouvissem a si.
14. Perdoe e aceite – relembre-se que no nosso íntimo a tendência é para que sejamos “boas” pessoas. Todos nascemos inocentes, amorosos, amigáveis e generosos. Tente ver isso nos outros, tal como deverá procurar isso em si. Todos temos em nós potencial para as boas ações. Somos seres gregários, gostamos de viver em grupo, necessitamos e tiramos prazer de estabelecer contato e laços fortes com outros que nos são significativos.
15. Desculpe e explique – diga, desculpa, e mostre que é isso que pretende, explicando porque razão pede desculpa. Não se intimide ou deixe que o seu orgulho se intrometa. A vida encarrega-se de nos mostrar que é curta, por isso tente fazer as coisas corretas, ao invés das coisas corretas para o seu ego. Claro que nós somos a nossa prioridade, mas as coisas que vivemos só fazem sentido, se lhes atribuirmos um propósito que normalmente passa pelo relacionamento que temos com as coisas ou com as pessoas.
16. Renuncie à defensiva – renuncie à necessidade de se colocar na defensiva quando existe um discussão. Esteja atento quando o outro expressa os seus sentimentos. Não trate aquilo que o outro expressa usando a crítica, ouça com aceitação e com um desejo genuíno de amor ao outro. Esta não é uma luta pelo poder é uma conversa. A expressão dos sentimentos e das necessidades do seu parceiro nada tem a ver consigo.
17. Foque-se no que o outro fez bem – quando estamos chateados com o nosso parceiro, tendemos a focar-nos naquilo que fez de errado ou que não gostamos que faça ou diga. Lembre-se: aquilo no qual nos focamos expande-se. E esta capacidade torna-se uma desvantagem, dado que amplifica as coisas negativas nas quais nos focamos. Isto transforma-se em mais negatividade e aborrecimento. Foque-se naquilo que o outro fez de correto. Foque-se naquilo que gosta nele. Foque-se nas características pelas quais se orgulhou e fez com que se apaixonasse, e que consequentemente faz dele um ser único e extraordinário.
18. Pare de apontar o dedo – colocar a culpa no outro mantem a luta viva. É uma progressão natural culpar os outros ou as situações pela nossa infelicidade e desconforto. Na verdade as coisas que poderemos ter controle são os nossos pensamentos, ações e reações às situações de vida. Poderemos nós culpabilizar os outros pela nossa infelicidade? Não será mais assertivo e realista colocar-se numa situação de fazer algo proativo no sentido de direcionar os seus pensamentos e percepcionar-se com capacidade de resolução face a situação desencadeada. “não podemos controlar o vento, mas podemos direcionar a vela”. Isto é verdadeiro e capacitante. Coloca assim a vida nas suas próprias mãos, direcionando-a para o caminho que pretende percorrer.
19. Gratidão – a capacidade que todos temos para colocar a nossa vida em perspectiva é uma bênção. Mudando o nosso foco, mudamos também o nosso estado de ser, permitindo desta forma afastarmo-nos de más sensações e estados incapacitantes. Faça uma lista das coisas pelas quais se sente agradecido, feche os seus olhos e agradeça todas as funcionalidades existentes no seu corpo, principalmente a capacidade que todos temos para gerar pensamentos e assim podermos construir soluções que nos servem. Podemos através desta capacidade extraordinária apreciar o que a vida tem de melhor.
20. Construir um forte senso de valor – as inseguranças que se expressam nos relacionamentos, são o resultado das inseguranças que transportamos em nós próprios. Devemos propor-nos ao exercício de gostarmos de nós antes de nos propormos a amar os outros. Dedique algum tempo a construir uma relação forte consigo mesmo, neste processo tem a oportunidade de se deparar com as suas inseguranças e lentamente desintegrá-las, aproximando-se de si e apreciando-se pelo que é. Passe algum tempo de qualidade consigo próprio e encontre-se. O que é que gosta de fazer que gostaria de fazer mais?

Fonte:
http://www.escolapsicologia.com/20-solucoes-para-manter-e-melhorar-um-relacionamento/

sábado, 13 de junho de 2015

10 hábitos de casais felizes

Casamentos não são simples. Às vezes é necessária paciência e várias concessões para que as coisas caminhem bem. Mas afinal, o que é preciso para se ter um relacionamento feliz? Se você um cara que se preocupa com a qualidade da relação e trabalha para melhorar seu casamento, “pode aprender muito observando o comportamento de casais felizes”, é no que acredita o psicólogo Dr. Mark Goulston, do Psychology Today.

Separamos 10 dicas do psicólogo que ajudarão a melhorar a qualidade do seu casamento. Confira!
#1 Vão para a cama ao mesmo tempo - Algo comum no início do casamento, é preciso se atentar para que esta prática não se perca. Irem para a cama juntos é um símbolo forte de cumplicidade. Não importa se um de vocês dois sairá da cama mais cedo. O importante é o ato de dividirem este momento.
#2 Cultivar interesses comuns - Depois que a paixão inicial se acalma, é normal perceber que vocês tem poucos interesses em comum. Isto, porém, não minimiza a importância das atividades que você podem fazer juntos. Se os interesses comuns não estão presentes, casais felizes os desenvolvem. Ao mesmo tempo, não se esqueça de cultivar interesses próprios, isso irá torna-lo mais interessante para sua parceira.
#3 Andar de mãos dadas ou lado a lado - Caminhas lado a lado ou de mãos dadas, é criar e fortalecer vínculos. Para as mulheres é muito desconcertante quando o marido sai andando na frente ou caminha mais devagar querendo ficar para trás. Não deixe que o tempo e a rotina tirem de vocês este hábito tão comum durante o período do namoro. Casais felizes conversam, admiram a paisagem, juntos.
#4 Crie padrões de confiança e perdão - Criar estes padrões ajudará a evitar alguns incômodos ao longo do casamento. Casais felizes quando se desentendem conversam e confiam um no outro e perdoam, se for o caso, ao invés de criar um ambiente de relutância de desconfiança.
#5 Concentre-se nos pontos positivos de sua parceira -  Se você começar a procurar defeitos em sua esposa, é certo que encontrará. O mesmo acontece com as qualidades. Tudo depende do que você procura! Casais felizes preferem observar e acentuar as qualidades um do outro e isso os ajuda a lidar com os defeitos.
#6 Se abracem ao se encontrar - Nossa pele tem memória, e ela guarda o "bom toque" (amado), "mau toque" (abusado) e "sem toque" (negligenciado). O contato proporcionado por um beijo rápido não é suficiente para ativar esta “memória”. Casais que dizer “olá” com um abraço mantem sua pele impregnada pelo "bom toque".
#7 Diga "eu te amo" e "Tenha um bom dia" todas as manhãs - Esta é uma ótima maneira de ajudar sua parceira a lidar com tranquilidade com toda a correria e stress do dia a dia, como engarrafamentos, problemas no trabalho, etc. comprar um pouco de paciência e tolerância que cada parceiro estabelece a cada dia para os engarrafamentos de batalha, longas filas e outros aborrecimentos.
#8 Dizer "Boa noite", todas as noites, independentemente de como você se sinta - Isto diz a sua parceira que, independentemente de quão chateado você esteja com ela, você ainda quer estar na relação. Dizer boa noite, mesmo chateado, é o mesmo que dizer que a relação de vocês é maior do que qualquer incidente. 
#9 Verifique como está sendo o dia dela - Dê um jeito de conversar com ela em algum momento ao longo do dia para saber como vão as coisas. Esta é uma ótima maneira para estar em sintonia e ajustar suas expectativas. Se ela estiver em um dia terrível, você estará pronto para acolhê-la quando chegar em casa.
#10 Tenha orgulho de ser visto com ela - Casais felizes têm o prazer de serem vistos juntos e estão frequentemente em algum tipo de contato afetuoso. Quando se está seguro quanto ao que sente, o homem não tem vergonha de demonstrar seu afeto publicamente, já que isso é expressão de sua realização e felicidade.

Fonte:
http://www.areah.com.br/cool/casamento/materia/63548/1/pagina_1/10-habitos-de-casais-felizes.aspx