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sábado, 7 de janeiro de 2017

O que é o amor?

Dedicando esse mês para a família porque uma família bem estruturada:
  1. uma família saudável sabe o que é o amor verdadeiro;
  2. o amor nos deixa com a sensação de felicidade e realização permanentes;
  3. o amor traz saúde ao proporcionar um coração e mente mais leves e bem dispostas para correr atrás dos nossos objetivos profissionais, culturais,...
Ok, beleza! O amor é sentimento formidável que move montanhas, promove curas, mas... o que é?
Se analisarmos a sociedade através dos poemas, livros, filmes,... percebemos que cremos num amor romântico e totalmente utópico (para não dizer confuso, porque essas mídias supracitadas confundem amor com paixão e ainda nos fazem crer que todos os nossos anseios serão sanados ou realizados pelo par romântico).

Existem livros que corroboram a realidade nua e crua e afirmam que não é bem assim que a banda toca porque não somos "personagens Disney" 😂:
  • Homens são de marte, mulheres são de vênus
  • As 5 linguagens do amor
  • Bíblia Sagrada
  • O desafio do amor
E o que eles falam? Falam que o amor é o resultado de muitas decisões em prol da felicidade mútua:
  • aceitar as falhas suas e do outro;
  • demonstração de amor que podem vir por meio de palavras e atos diários;
  • respeito, empatia e diálogo maduro para tomada de decisões em conjunto.
Deixa eu explicar uma coisa de maneira bem simples, todos nós temos duas salas no coração: da admiração e da depreciação, e ambas têm coisas escritas a respeito do outro nas paredes. O amor tem conhecimento da Sala da Depreciação e não vive negando sua existência, mas escolhe não viver nela. Se, no entanto, você preferí-la... saiba que seu casamento estará com os dias contados porque nenhum sobrevive à falta de amor. 
Ao fazer a escolha de amar, aprendemos a perdoar e voltamos para a Sala da Apreciação o que me parece um amor ainda mais verdadeiro porque mantém os olhos bem abertos.

Lógico que se quiserem dados mais profundos... terão que ler as obras que citei acima porque não prentendo esgotar o assunto em minhas publicações (isso seria impossível), mas adianto que nas publicações futuras trarei algumas dicas práticas que já por aí para alimentar esse amor (testadas e aprovadas na minha vida).

sábado, 5 de novembro de 2016

Pensamentos intrusivos

Somos seres pensantes, conscientemente ou inconscientemente a nossa mente pode fabricar entre doze mil a sessenta mil pensamentos por dia. Muitos pensamentos são intrusivos, negativos, depreciativos, ansiosos, preocupantes. Evidentemente que todos nós temos estes tipos de pensamentos e, em alguns momentos podem fazer sentido e até serem benéficos. Mas quando são recorrentes, incisivos e em retorno temos consciência que nos afetam negativamente, lidar com eles pode ser um tormento. Muitos de nós usamos o nosso pensamento como munições contra nós mesmos, muitas vezes por dia, mesmo sem estarmos cientes.
Construímos cenários catastróficos e ensaiamos mentalmente problemas, preocupações e os resultados que podem ou não virem a manifestar-se. Dedicamo-nos a especulações negativas e imaginamos os mais diversos motivos para o comportamento dos outros. Todo este processo em si mesmo não representa problema nenhum, pode até ser frutífero. Perde o seu valor e prejudica-nos o nosso bem estar e estabilidade emocional, porque na grande maioria das vezes repetimo-lo incessantemente e continuamos a acrescentar mais negatividade ao cenário catastrófico. Entramos numa espiral ascendente negativa que nos conduz ao sofrimento emocional.

O que são pensamentos intrusivos?
Pensamentos intrusivos são pensamentos que entram constantemente na sua mente contra a sua vontade. Eles são considerados intrusivos, porque você simplesmente não consegue afastá-los para fora da sua mente, e muitas vezes aparecem em momentos impróprios. Os pensamentos intrusivos também podem ocorrer em flashes, causando ansiedade significativa quando entram na sua mente.
Muitos dos pensamentos intrusivos estão relacionados com a ansiedade, pelo que pode senti-los como assustadores sobre o que pode acontecer consigo ou alguém que você gosta, ou o que você pode fazer para si mesmo ou para outra pessoa. Eles parecem estar fora do seu controle, e o seu conteúdo pode ser estranho e ameaçador. Nestes tipos de pensamentos intrusivos, parece que os pensamentos surgem como resultado da ansiedade, e incrementando mais medo sobre os sintomas da ansiedade que já está experimentando. Os pensamentos intrusivos aumentam a ansiedade, e alimentam a espiral de produção de medo. Assim, por exemplo, no meio de um disparo de ansiedade você pode pensar: “Se eu tiver um ataque cardíaco?” Você fica num estado recorrente de pensamento ansioso, sentindo que é provável que aconteça o que está a pensar.
Os pensamentos intrusivos acontecem a todos nós e podem assumir muitas formas. Talvez você tenha de repente a imagem de empurrar alguém para fora de uma plataforma de trem, chutar um cachorro, gritar na igreja, saltar de um carro em movimento, ou esfaquear alguém que você ama. Ao fazer ou querer fazer qualquer uma dessas coisas não é normal, mas ter pensamentos intrusivos como esses é normal em algum momento na nossa vida. Às vezes, pensamentos como estes vêm até nós precisamente porque não queremos agir desta forma, pois eles são simplesmente a coisa mais inadequada que a nossa mente pode imaginar. O que dificulta todo o processo de superar ou eliminar este tipo de pensamentos é fazer esforços para não ter tais pensamentos, ao tentar empurrá-los para fora da sua mente, pode realmente fazê-los ficar.
Muitos dos pensamentos intrusivos podem estar associados a algum tipo de transtorno de ansiedade, como:
  • Fobia social
  • Transtorno de ansiedade generalizada
  • Transtorno obsessivo-compulsivo
  • Transtorno de pânico
  • Transtorno de stress pós-traumático

No entanto, existem muitos pensamentos intrusivos comuns que podem estar associados a uma preocupação particular ou relacionados com uma situação específica que a pessoa esteja a viver. Apesar de estarem  contextualizados, aparecem em momentos inoportunos, causando algum tipo de problema. Usualmente esses pensamentos intrusivos comuns aparecem  na forma de pensamentos negativos ou até mesmo como pensamentos autodepreciativos. Por exemplo, quando você está prestes a desempenhar uma determinada tarefa importante e surge o pensamento: “Tu não és bom o suficiente para conseguires.” ou “Achas que uma pessoa como tu vai ser capaz de conseguir?”
Apresento algumas estratégias que facilitam a superação dos pensamentos intrusivos:

1. Perceba que é apenas um pensamento
Em primeiro lugar, é importante perceber que é apenas um pensamento. Nem tudo o que pensamos é real, aconteceu ou tem de vir a acontecer. Ainda que muitas vezes possamos sentir que um determinado pensamento é real, esse pensamento não é a realidade, especialmente aqueles pensamentos sobre o que vai acontecer no futuro. Podemos ter um forte sentimento sobre o que poderá acontecer, mas não sabemos com toda a certeza. Não há nenhuma maneira de saber o que o futuro nos reserva. Isto significa que o que estamos pensando não é com base em conhecimento, mas sim em ideias ou projeções, não podemos prever o futuro. E essas ideias são influenciadas principalmente pelos nossos sentimentos, que muitas vezes estão alienados (especialmente diante de uma situação estressante). Como resultado, o primeiro e mais importante passo a ser dado para não ser prejudicado por um pensamento intrusivo é reconhecer esses pensamentos pelo que eles são: apenas pensamentos, não a realidade.

2. Aceite-os
Nós não conseguimos evitar que um determinado pensamento nos chegue à mente. Por isso lamentarmo-nos ou começarmos a tecer comentários autodepreciativos sobre as razões pelas quais estamos a ter determinado pensamento, faz com que nos coloque num estado incapacitante, promovendo mais pensamentos intrusivos ou reforçando os existentes. Importa perceber este princípio, nós não podemos não pensar. Pelo que devemos aceitar esse fato, devemos aceitar que em alguns momentos da nossa vida irão aparecer na nossa mente alguns pensamentos indesejados que nos atrapalham. O que devemos é aceitar esse fato. Mas aceitar não é ficarmos à mercê desses pensamentos, e muito menos não fazer nada. Devemos aceitar sim, mas sempre percebendo que temos a capacidade para retomar o controle da nossa mente. E, para que isso seja feito de forma eficaz, importa não nos debatermos com os pensamentos intrusivos, mas sim deixar que se manifestem sem que possamos ficar demasiado desesperados ou perturbados. Em seguida temos de ficar cientes que podemos focar a nossa atenção noutros pensamentos criados por nós e encaminharmos a nossa mente para onde pretendemos que ela se foque.

3. Desenvolva um gatilho neutralizador
Agora que você já não fica desesperado por estarem a passar na sua mente alguns pensamentos intrusivos, importa neutralizá-los na hora que disparam. Uma ótima maneira de impedir que um pensamento intrusivo tome o controle da sua mente é acionando um gatilho neutralizador. A forma mais simples de fazê-lo é através de uma ordem de comando, utilizando as palavras, “Para” ou Não”. Estas palavras podem ser verbalizadas silenciosamente. Ou você pode usar algo como: “Eu não vou permitir que os meus pensamentos me botem abaixo.” ou “Os meus pensamentos não são a minha realidade.” Quando você tem um gatilho neutralizador previamente escolhido, pode usá-lo para impedir que os pensamentos indesejados se propaguem, evitando entrar numa espiral de negatividade.

4. Desafie-os
Agora que você já não tem problema em aceitar os seus pensamentos intrusivos, que também já interiorizou que os seus pensamentos não são fatos, que você não é os seus pensamentos, que nem tudo que passa na sua mente é verdade ou tem de ser realizado, é hora de desafiar os seus pensamentos intrusivos. No momento que perceber que está a ser invadido por pensamentos intrusivos, utilize o seu gatilho neutralizador para evitar que se propaguem, em seguida olhe para eles a partir de uma perspetiva objetiva (difícil, eu sei, mas tente) e questione-os. Pergunte a si mesmo: “Isto definitivamente vai acontecer? Como é que eu sei com toda a certeza?” e “Mesmo se isso acontecer, eu estou 100% certo que as repercussões são exatamente como estou imaginando?” Uma vez que você faça a si mesmo estas perguntas, provavelmente vai perceber que alguns dos pensamentos que passam na sua cabeça não fazem sentido. Se não fazem sentido, você pode decidir não os seguir. Você pode descartá-los. Pode contestar esse pensamento intrusivo e vetá-lo. O veredito final pode ser contra o pensamento intrusivo, pelo que você pode condená-lo ao abandono.

Fonte:
http://www.escolapsicologia.com/pensamentos-intrusivos-o-que-sao-e-como-supera-los/

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A importância do autoconhecimento

Nos dias atuais, onde nos deparamos com a necessidade de assumirmos cada vez mais papéis distintos e a ansiedade desenfreada se torna cada vez mais comum entre os indivíduos devido a diversos fatores da contemporaneidade, como não nos perdermos de nossa essência?
Este processo de autoconhecimento e busca pela liberdade do ser se torna cada vez mais importante num mundo onde o ter tem tomado proporções cada vez mais significativas, nos afastando daquilo que realmente somos e sentimos.
O autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si e fortalecer a autoestima. É muito difícil alguém conhecer seu interior quando a busca está sempre no externo. Buscamos cuidar da pele, mudar o corte do cabelo, comprar roupas novas, carros... mas quase sempre esquecemos que o caminho deve ser o contrário, de dentro para fora.
Quando uma pessoa está em processo de autoconhecimento e de construção de sua autoestima, percebemos diferenças positivas em sua postura diante da vida, do mundo, e de si mesma. Amar-se é condição básica para este processo, e amar-se não significa somente aceitar suas qualidades, mas também identificar valores, crenças, pensamentos e posturas que nos impedem de alcançar nosso bem-estar emocional.
Podemos perceber que não estamos sendo fiéis a nós mesmos quando desenvolvemos algumas características como: insegurança em demasia, inadequação, perfeccionismo, dúvidas constantes, incerteza do que se é, sentimento vago de não ser capaz, de não conseguir realizar nada, não se permitindo errar e com muita necessidade de agradar ao outro, ser aprovada, reconhecida pelo que se faz e quase nunca pelo que se é.
O processo de tomada de consciência destas características não é um processo fácil. Muitas vezes é doloroso e nos exige paciência e coragem para seguir em frente e identificar aquilo que se é possível modificar, bem como aceitar e conviver da melhor maneira com as situações que não temos força para mudar. Reconhecendo nossos pontos negativos, podemos trabalhar para melhorarmos. E reconhecendo os pontos positivos, nos sentimos mais confiantes em nossa capacidade de conseguir o que desejamos, independente das críticas ou opiniões externas.
Para os que encontram dificuldades durante o processo, a psicoterapia se apresenta como um método eficaz, sendo esta uma importante aliada para que sigamos confiando e desenvolvendo nossa consciência, vencendo nossas “couraças” e caminhando em direção de nossa verdadeira essência!

Tenhamos coragem!!!!

Ecrito por Amanda Rocha Giron
Psicóloga Clínica existencial com aperfeiçoamento em Arte terapia e Saúde Mental

sábado, 17 de outubro de 2015

Autoconfiança - a missão!

Cuidando-se!
1. Cuide-se. Isso envolve vários pequenos passos. Um deles é a manutenção da aparência pessoal, como tomar banho todos os dias, escovar os dentes, usar fio dental e comer alimentos saborosos e saudáveis. Também envolve a criação de um tempo para nós mesmos, mesmo quando estamos muito ocupados e quando os outros monopolizam grande parte do nosso dia.
  • Pode não parecer, mas quando você cuida das necessidades básicas, está dizendo a si mesmo que merece o tempo e a atenção necessária para se cuidar.
  • Quando começar a acreditar em si mesmo, você estará no caminho certo para aumentar a autoconfiança.

2. Cuide da aparência física. Você não precisa parecer com o Brad Pitt para começar a desenvolver a autoconfiança. Se quiser sentir-se melhor consigo mesmo e com a sua aparência, cuide-se tomando banho diariamente, escovando os dentes, usando roupas que combinem com você e com seu tipo de corpo e dedicando tempo suficiente para cuidar do visual. Isso não significa que visuais ou estilos superficiais o farão sentir-se mais confiante, mas que fazer um esforço para cuidar da aparência passará a mensagem de que você vale a pena.
3. Exercite-se regularmente. A atividade física faz parte dos cuidados pessoais. Para você, isso pode significar uma caminhada, já para outra pessoa pode significar um passeio de bicicleta de 80 quilômetros. Comece onde você está agora. O exercício físico não precisa ser complicado.
  • Muitos estudos demonstram que a atividade física é essencial para uma perspectiva de vida mais positiva, e a atitude positiva contribui para o desenvolvimento da autoconfiança.

4. Durma bem. Sete a nove horas de sono profundo todas as noites poderão ajudá-lo a parecer e a sentir-se melhor. O sono o ajuda a ter mais energia e uma atitude mais positiva. Dormir o bastante também o ajuda a controlar as emoções e a lidar com o estresse de forma mais eficaz. 

Definindo metas e correndo riscos
1. Defina metas pequenas e possíveis. Muitas vezes, as pessoas definem metas irrealistas ou inatingíveis e acabam sufocadas pelo desafio, ou nunca começam a correr atrás delas. Esse é um obstáculo muito grande no desenvolvimento da autoconfiança.
  • Ajuste gradualmente essas pequenas metas, transformando-as em objetivos maiores e possíveis.
  • Imagine que você queira correr uma maratona, mas esteja com medo de não ser capaz de alcançar esse objetivo. Não tente correr por 40 quilômetros no primeiro dia de treinamento. Comece onde você está. Se você nunca correu, defina como meta correr por apenas dois quilômetros. Se você já consegue correr oito quilômetros com facilidade, comece com dez.
  • Por exemplo, se você tiver uma mesa bagunçada, limpar a mesa toda de uma só vez poderá parecer uma tarefa muito difícil. Comece apenas removendo os livros e colocando-os de volta na estante. Até mesmo colocar todos os papéis em uma pilha para serem organizados mais tarde já é um passo em direção ao cumprimento da meta de limpar a mesa.

2. Aceite o desconhecido. Pessoas que não têm autoconfiança têm medo de nunca serem bem-sucedidas nas situações imprevisíveis. Bom, é hora de parar de duvidar de si mesmo e tentar algo completamente novo, desconhecido e diferente. Quer esteja viajando para um novo país com os amigos ou deixando um primo marcar um encontro às cegas para você, adquirir o hábito de aceitar o desconhecido poderá ajudá-lo a tornar-se mais confortável em sua própria pele e a sentir que está no controle do seu destino — ou melhor, que não existe problema nenhum em não estar no controle. Se você descobrir que pode ser bem-sucedido em uma situação que nunca previu, sua confiança aumentará exponencialmente.
  • Passe mais tempo com pessoas aventureiras e espontâneas. Por causa disso, logo você acabará fazendo algo inesperado e sentindo-se melhor consigo mesmo.

3. Aborde os aspectos que precise melhorar. Pode haver algumas coisas que você não goste em si mesmo e que simplesmente não possam ser mudadas, como a sua altura ou a textura do seu cabelo. No entanto, é provável que existam muitas coisas que você enxergue como pontos fracos, mas que podem ser solucionadas com um pouco de dedicação e trabalho duro.
  • Quer você deseje ser mais sociável ou apresentar um melhor desempenho na escola, crie e siga um plano para atingir esse objetivo. Embora talvez você acabe não sendo o garoto mais popular da escola ou o melhor aluno da classe, um plano de mudar para melhor poderá ajudá-lo a percorrer um longo caminho na construção da autoconfiança.
  • Não seja muito duro consigo mesmo. Não tente mudar absolutamente tudo em você. Comece com apenas um ou dois aspectos que gostaria de mudar e continue a partir daí.
  • Manter um diário onde você anote o progresso na busca pelos objetivos pode fazer uma grande diferença. Isso o ajudará a pensar no quão bem o plano está funcionando, fazendo com que você sinta orgulho das medidas tomadas.

4. Tente ajudar os outros. Quando você sabe que é gentil com as pessoas e que faz uma diferença positiva na vida dos outros (mesmo se estiver apenas sendo gentil com a pessoa que lhe serve o café da manhã), adquire a consciência de que é uma força positiva no mundo — o que aumenta a autoconfiança. Encontre uma maneira de ajudar as outras pessoas como parte da sua rotina semanal, sendo um voluntário na biblioteca local ou ajudando um irmão mais novo a aprender a ler. O ato de ajudar não beneficiará apenas os outros, ele desenvolverá sua confiança, fazendo com que você perceba que tem muito a oferecer.
  • Você não precisa ajudar um desconhecido para sentir os benefícios das boas ações. Às vezes, alguém muito próximo a você, como sua mãe ou melhor amigo, pode precisar da sua ajuda tanto quanto qualquer outra pessoa.


Dicas
  • Não tenha medo de ultrapassar seus limites físicos ou mentais. A pressão o ajudará a enxergar como as coisas podem ser alcançadas facilmente e, assim, a aprimorar suas habilidades. Saia da sua zona de conforto.
  • Você poderá propiciar-se uma dose extra de confiança através da técnica de hipnose conhecida como "Minha Paz Interior" para pré-vivenciar as recompensas de uma meta de longo prazo, reduzindo o estresse.
  • Não se prenda aos erros nem se debruce sobre pontos fracos. Eles são um contraste saudável para suas qualidades e podem até mesmo mostrar onde você pode melhorar. Não há nenhuma sensação tão satisfatória quanto tornar-se bom em uma coisa em que costumávamos ser muito ruins.


Fonte:
http://pt.wikihow.com/Desenvolver-sua-Autoconfian%C3%A7a#Lidando_com_as_emo.C3.A7.C3.B5es_sub