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sábado, 4 de março de 2017

O amor da minha vida sou eu

O amor da minha vida sou eu. E dizer isso em voz alta não é ato de egoísmo ou orgulho, é uma reflexão que devemos interiorizar a cada dia com quem começa sua manhã com uma boa xícara de café.
Não é egoísta quem atende a si mesmo, quem resolve seus medos e cura suas feridas, quem deixa para trás o que o fere e encontra o amanhã com otimismo e força.
Porque se eu estiver bem, vou ser capaz de dar o melhor de mim para os outros. Eu serei capaz de ser feliz e dar felicidade.
“Eu preciso ser melhor do que ninguém, não preciso ter o que você tem. Me basta e me sobra ser eu mesmo, ser o amor da minha vida para oferecer-lhe o melhor que está em minha alma calma, no meu coração sereno desprovido de ódio ou rancor.”
Embora nos surpreenda, não é fácil chegar a este estado, onde somos capazes de amarmos a nós mesmos plenamente e sem limitações. De alguma forma, estamos quase acostumados a priorizar as necessidades dos outros, e muitas vezes nos “agarramos” a coisas como se fossem nossa identidade única: um trabalho, uma casa, dinheiro …
Há muitas dimensões que estão cobrindo-nos camada por camada com uma casca que nos faz perder gradualmente a essência que é o amor-próprio.
Porque nós nunca devemos nos esquecer que se você estivermos bem, o mundo estará bem. Se seus pensamentos e suas emoções se não vibrarem com essa harmonia interior e o respeito por si mesmo, a sua realidade será distorcida.

Eu tinha esquecido: o amor da minha vida sou eu!
Talvez em algum momento você esqueça que o amor de sua vida era você, porque priorizou demais os outros. Ou também pode ter sido projetada em você desde sua infância uma insegurança e valores que nunca te priorizaram como pessoa.
Chega um momento em que temos que deixar coisas, pessoas, situações … Alguns vão chamá-lo de egoísmo, mas eu chamo de amor-próprio.
Amor-próprio não é algo ensinado nas escolas, na realidade, é um aspecto que todos nós vamos lentamente descobrindo que armazena um poder que nunca tinham nos falado. 

Por que isso acontece muitas vezes?
Em nossa sociedade, nos educam e transmitem o valor de amar e respeitar os outros, o que é sem dúvida essencial. No entanto, é raro nos ensinarem a necessidade de amarmos a nós mesmos.
O amor-próprio, só de pensar que eu sou o amor da minha vida, não é um ato de egoísmo. Não desde o tempo em que esta dimensão está focada na construção e proteger nossa auto-estima. Ninguém quer a si mesmo pois se considera melhor do os outros, ou com mais méritos, ou mais direitos. Nós queremos nos proteger, nos conhecer melhor, para que nada e ninguém nos manipule, para sabermos o que queremos e o que não queremos.
O amor-próprio é um sentimento do qual não devemos nos envergonhar. Esta não é apenas uma ferramenta de bem estar interno, é manter um equilíbrio com o qual, temos empatia e respeito também pelos outros.

Estratégias para lembrar que o amor da minha vida sou eu:
Sejam quais forem as circunstâncias que nos levaram a esquecer que os pilares de nossa vida somos nós mesmos, nunca é tarde demais para recuperarmos essa crença. Esta força interior com a qual, recuperamos o equilíbrio para sermos felizes e para oferecer conforto para aqueles que amamos. Aqueles que realmente merecem.
“Conforme você anda nos caminhos da sua vida, você perceber que o que importa não é quantas coisas você tem, mas sim o seu valor …”
  • Te convidamos a tomar nota de uma série de aspectos para refletir. Respire fundo e pense sobre eles com cuidado, lembrando-se sem hesitação que o verdadeiro amor de sua vida é você.
  • Mantenha um diálogo interno: analise quais aspectos e situações cotidianas violam sua autoestima, e te afastam de quem você realmente é. Talvez você deva deixar certas coisas, e até mesmo alguns relacionamentos específicos.
  • Simpatize consigo mesmo: você empatiza com qualquer um que vê. Você entende a sua situação, sua dor, suas necessidades … mas e você? O que você diria para si mesmo se estivesse ante a si?
  • Você é autêntico, único e irrepetível. Não é um slogan, não é uma frase. É uma realidade na qual deve começar a acreditar a partir de hoje. Você tem virtudes, características e essência que o fazem único no mundo, e, portanto, importante.
  • Atreva-se a amar e dedicar-se ao que você merece, porque amar a si mesmo não é parar de amar os outros. É reconhecer-se e fazer-se feliz, porque quando você começa a ser feliz, consegue as melhores coisas na vida.


Fonte:
https://osegredo.com.br/2015/11/estou-comecando-a-suspeitar-que-o-amor-da-minha-vida-sou-eu/

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A importância do autoconhecimento

Nos dias atuais, onde nos deparamos com a necessidade de assumirmos cada vez mais papéis distintos e a ansiedade desenfreada se torna cada vez mais comum entre os indivíduos devido a diversos fatores da contemporaneidade, como não nos perdermos de nossa essência?
Este processo de autoconhecimento e busca pela liberdade do ser se torna cada vez mais importante num mundo onde o ter tem tomado proporções cada vez mais significativas, nos afastando daquilo que realmente somos e sentimos.
O autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si e fortalecer a autoestima. É muito difícil alguém conhecer seu interior quando a busca está sempre no externo. Buscamos cuidar da pele, mudar o corte do cabelo, comprar roupas novas, carros... mas quase sempre esquecemos que o caminho deve ser o contrário, de dentro para fora.
Quando uma pessoa está em processo de autoconhecimento e de construção de sua autoestima, percebemos diferenças positivas em sua postura diante da vida, do mundo, e de si mesma. Amar-se é condição básica para este processo, e amar-se não significa somente aceitar suas qualidades, mas também identificar valores, crenças, pensamentos e posturas que nos impedem de alcançar nosso bem-estar emocional.
Podemos perceber que não estamos sendo fiéis a nós mesmos quando desenvolvemos algumas características como: insegurança em demasia, inadequação, perfeccionismo, dúvidas constantes, incerteza do que se é, sentimento vago de não ser capaz, de não conseguir realizar nada, não se permitindo errar e com muita necessidade de agradar ao outro, ser aprovada, reconhecida pelo que se faz e quase nunca pelo que se é.
O processo de tomada de consciência destas características não é um processo fácil. Muitas vezes é doloroso e nos exige paciência e coragem para seguir em frente e identificar aquilo que se é possível modificar, bem como aceitar e conviver da melhor maneira com as situações que não temos força para mudar. Reconhecendo nossos pontos negativos, podemos trabalhar para melhorarmos. E reconhecendo os pontos positivos, nos sentimos mais confiantes em nossa capacidade de conseguir o que desejamos, independente das críticas ou opiniões externas.
Para os que encontram dificuldades durante o processo, a psicoterapia se apresenta como um método eficaz, sendo esta uma importante aliada para que sigamos confiando e desenvolvendo nossa consciência, vencendo nossas “couraças” e caminhando em direção de nossa verdadeira essência!

Tenhamos coragem!!!!

Ecrito por Amanda Rocha Giron
Psicóloga Clínica existencial com aperfeiçoamento em Arte terapia e Saúde Mental

sábado, 19 de março de 2016

Como eliminar esse mal da procrastinação de sua vida

Procrastinar significa adiar aquilo que é importante de ser feito. Vamos saber agora o que está por trás desse mal. PROCRASTINAÇÃO, o eterno ADIAR!
Podemos procrastinar uma obrigação, como uma conta para pagar ou um relatório pra fazer. Mas pode também ser algo que não é uma obrigação, mas que, se fosse feito, traria um benefício para a nossa vida como fazer um curso; organizar o seu trabalho; fazer um investimento na sua carreira…
Outros exemplos de coisas que é comum deixarmos pra depois: exames médicos; dentista; dieta; exercícios; cuidados com o bem estar e saúde; projetos pessoais e profissionais; término de relacionamento; conserto de coisas quebradas; organização de coisas em casa; doação e limpeza de coisas que não utilizamos; elaboração de orçamento; colocar as dívidas no papel; fazer algo que envolve criatividade… São muitas coisas.
Existem várias razões por trás desse comportamento. Essas razões não são lógicas ou racionais. Tem um fundo muito mais emocional, e em muitos casos, é processo que ocorre de forma inconsciente. Vou relatar aqui algumas dessas razões por trás da procrastinação, desde uma mais superficial até outras mais profundas.
* A simples sensação de que a tarefa que você vai fazer é chata, entediante, faz você adiá-la. É uma tentativa de não entrar em contato com o sentimento ruim que surge ao pensar em fazer a tarefa. Então você deixa pra depois, sente um alívio momentâneo que não é verdadeiro. Por que no fundo você sabe que tem que fazer. Isso acaba gerando mais ansiedade. E a ansiedade cria um estado de inquietação física e mental, leva a confusão e paralisia, e isso contribui também para gerar mais procrastinação.
* A procrastinação é uma das formas de manifestação da autossabotagem. E autossabotagem acontece devido a inúmeros fatores emocionais. Vou citar exemplos.
O ser humano tem uma necessidade de se identificar com as pessoas que ele convive e ama, como a família, por exemplo. E essa identificação acontece no nível dos interesses intelectuais, culturais e até na questão do nível financeiro. Se você começa a crescer em alguns desses campos, é possível que tenha medo de perder a identificação com essas pessoas e comece a se afastar emocionalmente delas. Sendo assim, a pessoa sabotar o seu crescimento profissional adiando coisas que ela sabe que poderiam alavancar a sua carreira. Poderia fazer um determinado curso, mas não faz, vai deixando pra depois e nem sabe a razão. No fundo, existe o medo de se afastar, medo de ficar diferente e não se sentir igual aos outros, medo até de sofrer rejeição se vier a se tornar uma pessoa diferente.
Isso normalmente acontece em um nível inconsciente. Se você perguntar para a pessoa, é provável que ela diga que gostaria muito de crescer profissionalmente, e ela vai justificar a falta de atitude pra alavancar esse crescimento com outras explicações mais superficiais. Talvez a pessoa diga que é preguiçosa, que não tem força de vontade o suficiente. Mas tudo isso já é o reflexo desses sentimentos que a pessoa guarda que geram essa energia sabotadora e levam a sentir preguiça e falta de vontade.
Sentimentos de culpa levam a processos de autopunição. E uma forma de se punir é deixar pra depois coisas que poderiam melhorar a sua vida. A culpa gera um sentimento de que você não merece coisas boas, porque em algum nível você se julga uma má pessoa que fez algo condenável. E se você fez algo condenável, vai adiando ações que poderiam levar uma vida mais feliz. No fundo, a pessoa não acha justo que ela seja mais feliz.
Essa culpa pode ter origem em algo que a pessoa fez como um aborto, uma traição, um ato desonesto. Mas pode ser também causada por falta de apoio e elogio na infância e excesso de críticas. Crianças que são muito cobradas e pouco elogiadas tendem a achar que elas fazem tudo errado e se sentem culpadas por não serem bons filhos. Elas acham que é de sua responsabilidade a insatisfação que elas veem nos seus pais. Sentem que não são boas o suficiente.
Tudo isso vai baixar a autoestima, o amor próprio. E quem não se ama plenamente começa a sabotar a própria vida das mais variadas formas, inclusive, através da procrastinação.

Abaixo listei 4 dicas de como ser mais eficaz na ação:
1. Conheça sua personalidade - Analise seu modo de agir e ser determinado, em quais momentos você realiza suas atividades com prazer.
Algumas pessoas são mais noturnas, enquanto outras são mais diurnas. Com isso, ao conhecer o seu próprio ritmo você consegue aproveitar qual período é melhor para você trabalhar, estudar, descansar ou se divertir.
2. Enumere suas tarefas - Priorize quais são as mais importantes e urgentes, pois se pensar muito irá procrastinar e deixará para amanhã.
3. Defina prazos de suas atividades - Depois de ter feito sua lista coloque o prazo máximo para realização. Em inglês, falamos que ter uma dead line, um prazo final e máximo, é a diferença que faz a diferença entre fazer e não fazer. Segundo Napoleon Hill, “um objetivo é um sonho com um prazo máximo” – “A goal is a dream with a deadline“.
Porque, imagine, você. Se você tem um sonho e pensa que poderá levar 30 anos, você vai começar a realizar agora? Provavelmente vai deixar para depois. Se o sonho tiver um prazo de 5 ou até de 1 ano, mesmo assim, talvez você protele.
Porém, se o que você quer fazer ou o que você tem que fazer “é pra ontem” você não terá escolha, senão fazer. Então, ao invés de deixar tudo ficar “pra ontem”, estabeleça prazos e siga-os a risca.
4. Faça imediatamente - Não pense muito para realizar alguma tarefa da lista, faça imediatamente. Pois se pensar muito, irá procrastinar. Outro erro comum é ficar planejando, criando mil listas para fazer (to-do lists) ou permanecer na argumentação e na contra-argumentação: “não fiz isso, não fiz aquilo. Se eu fizer isso agora, vou deixar aquilo para depois. Mas eu tenho que fazer isso também. Então, se eu fizer aquilo outro primeiro, vai dar tempo e conseguirei….”

Fonte:
http://www.eftbrasil.com.br/procrastinacao-o-eterno-adiar/
http://www.psicologiamsn.com/2014/09/o-que-e-procrastinacao-4-dicas-para-acabar-com-ela.html

sábado, 2 de janeiro de 2016

Melhor pra fora do que pra dentro!

Quantas coisas reprimimos diariamente? Guardamos sentimentos como quem esconde um tesouro roubado, no entanto, não roubamos sentimentos, portanto, não faz sentido escondê-los de uma forma tão dura assim. Não é mesmo?
“Você pode se enganar e enganar muitas pessoas fazendo o papel de bonzinho, de coitadinho ou contar mentiras para não ferir essa ou aquela pessoa. Você pode esconder tudo de todo mundo, mas o seu corpo sente e reage as agressões que você tem cometido contra ele.
Se você continua naquele relacionamento que não suporta mais, naquela rotina que tira a sua alegria, naquela sociedade que já se desgastou, naquele emprego que rouba o seu prazer, ou naquela amizade mais falsa que nota de R$ 60,00, o seu corpo vai sentir essas emoções e como uma bateria, vai carregar e armazenar esses sentimentos, até que um dia vai explodir como bomba atômica.
Desde crianças, somos obrigados a segurar as emoções. Muitos pais ensinam que chorar é “sinal de fraqueza”, “masturbação é pecado”, “sexo é vergonhoso e ter prazer é coisa de pessoas sem vergonha”. Desde muito pequeno, vamos sendo castrados em nossos sentimentos e emoções e quando podemos tomar nossas próprias decisões, em nome de “convenções da sociedade”, seguramos nossa raiva, nossa indignação, não abraçamos nossos amigos, não beijamos mais por uma vergonha besta e ridícula.
Assim, vamos armazenando sentimentos que precisam sair de alguma forma, e normalmente, todas as emoções se traduzem em raiva e/ou tristeza, uma sombra que se esconde por trás de sua aparente figura. Quanto mais tempo você sofrer calado, mais doente vai ficar…”  – Paulo Roberto Gaefke
É, de fato, no final das contas, o maior prejudicado é você.

1. O meio-termo entre a necessidade da fala e o silêncio
Sabemos que o silêncio é sábio, e é sempre bom pensar antes de falar, afinal, ante algumas palavras ignorantes, ante um comentário fora do lugar ou ante uma expressão inadequada, optemos sempre por fechar a boca e agir com mais inteligência do que aquele que fala sem pensar.
Mas devemos encontrar um equilíbrio entre o silêncio e defesa de nossas necessidades:
Silenciar nossos sentimentos ou nossos pensamentos deixa que, a pessoa que está na nossa frente, não saiba que está nos machucando, ou que está ultrapassando alguns limites. Ninguém consegue adivinhar o pensamento dos outros, por isso se não dizermos aquilo que nos faz mal ou que nos ofende, as outras pessoas não o saberão.
Existem silêncios sábios e palavras sábias. Saber quando se calar e quando falar é, possivelmente, a melhor habilidade que podemos aprender a desenvolver. Não se trata, de modo algum, de estar sempre calado ou de dizer aquilo que temos em mente. Os extremos nunca são bons. Mantenha o equilíbrio, mas lembre-se sempre que esconder os sentimentos pode nos machucar. Você permite que outros invadam seu espaço pessoal, que atravessem os limites e que falem por você ou que escolham por você. No final, você será quase uma marionete guiada por fios alheios.

2. As palavras silenciadas convertem-se em doenças psicossomáticas
Você não ficará surpreso em saber que a mente e o corpo estão intimamente relacionados e conectados. A conexão é tão grande que os especialistas advertem que quase 40% da população sofre ou sofreu em sua vida com alguma doença psicossomática.
O nervosismo, por exemplo, altera nossas digestões, causa diarreias ou a clássica dor de cabeça. Muitos herpes labiais são desencadeados por processos de estresse elevados, de nervosismo e febre. Logo, ficar calado todos os dias e internalizar o que sentimos e o que pensamos gera em nosso organismo uma alta carga de ansiedade.
Pense em todas aquelas palavras que não deseja dizer aos seus pais ou aos seus amigos para não ferir seus sentimentos. Eles fazem as coisas por você pensando que estão ajudando, quando na verdade não estão contribuindo. Por que você não conta a verdade?
Tudo isso, no final, irá originar doenças psicossomáticas, enxaquecas, pressão alta, cansaço crônico.

3. Dizer em voz alta suas palavras: a chave do desabafo emocional
Não tenha medo de escutar sua própria voz, e muito menos que os outros também o façam. É algo tão necessário como respirar, como comer, dormir. A comunicação emocional é ideal para o nosso dia a dia, para estabelecer relações mais saudáveis com os demais e, logicamente, com nós mesmos.
Aqui vão algumas dicas básicas para obter sucesso:
– Pense que tudo tem um limite. Se não dizermos em voz alta tudo aquilo que pensamos e sentimos, não estaremos atuando com dignidade, perderemos nossa autoestima e o controle de nossa vida. Primeiramente, tome consciência de que dizer o que está pensando e precisando é um direito.
– Dizer o que você pensa não é causar danos a ninguém. Significa se defender e, por sua vez, informar aos demais de uma realidade que deveriam conhecer.
– Não fique preocupado com a reação das outras pessoas, não tenha medo. Porém, se você se preocupa muito com o que pode acontecer, pode se preparar ante as possíveis reações. Um exemplo: está cansado do fato de que seus pais apareçam em sua casa todos os finais de semana e que não está tendo relações com seu companheiro. De que maneira você acredita que irão reagir? Se você acredita que eles irão ficar chateados, prepare-se para justificar que não existe razão para magoas. Caso você pense que eles ficarão machucados, prepare também o modo como irá argumentar, para não feri-los.
Pense nas palavras, dizer em voz alta aquilo que sentimos e pensamos é, na verdade, o melhor modo de liberação emocional que existe. Pratique-o com sabedoria, cuide de si mesmo.

Fonte:
http://www.psicologiasdobrasil.com.br/silenciar-sentimentos-pode-colocar-sua-saude-em-risco-conheca-os-perigos/#ixzz3vWhZWwAe

sábado, 10 de outubro de 2015

Autoconfiança, como desenvolver

A autoconfiança é primeiramente ter uma imagem positiva de si, confiar no seu potencial, e ter a convicção de que você é capaz; entretanto, isso não significa que você vá se achar melhor que os outros, mas saber que quando você acredita, pode alcançar todos os seus objetivos. Desenvolver sua potencialidade mostra o quanto você é capaz.
Essa autoconfiança inicia-se na infância, baseando-se em que os filhos cujos pais permitem a expressão de idéias e desejos estimulam mais o aumento da confiança do que filhos em que são sempre os protegidos dos pais. Temos que buscar vencer medos e obstáculos em que encontramos acreditar que pode, e é tão inteligente quanto qualquer outra pessoa. Na vida a cada passo que damos surgem obstáculos, mas precisamos treinar nossa mente para superar o medo que nos corrói e aflige. Não sei se já repararam, mas muitas das vezes precisamos de algo ou outro alguém para nos proporcionar alivio, mas essa confiança tem que surgir com si próprio. A autoconfiança é volátil aparece e desaparece sem percebermos, e é só darmos uma brechinha que ela logo desaparece. Pois quando vem aquele pensamento chato "acho que não consigo" estamos dando força para um lado fraco de nossa mente em que surge o momento da confiança desaparecer. Sempre que houver algum obstáculo no caminho diga "eu posso" o pensamento positivo é um aliado muito importante. Faça com que seu potencial seja notado. Essa autoconfiança é necessária em tudo em que fazemos. Na profissão, no relacionamento ou em qualquer outra situação em que encontramos obstáculos para seguir em frente, na vida nada vem fácil, porque se viesse não teria graça. Portanto nada nos motivará melhor que a nossa própria convicção de que podemos ser ou fazer algo. Por isso a importância de sermos autoconfiantes em cada momento de nossas vidas.
Também podemos dizer que é uma combinação entre autoeficácia e autoestima, uma parte essencial da humanidade. A autoeficácia é o sentido ou crença interna de que podemos cumprir diferentes tarefas ou metas ao longo da vida. A autoestima é semelhante, mas está mais relacionada à crença de que geralmente somos competentes no que fazemos e que merecemos ser felizes. Uma pessoa autoconfiante gosta de si mesma, está disposta a assumir riscos para alcançar os objetivos pessoais e profissionais e pensa positivamente sobre o futuro. Por outro lado, uma pessoa que não tem autoconfiança costuma sentir que não é capaz de atingir seus objetivos e tende a apresentar um ponto de vista negativo sobre si mesma e sobre o que espera conseguir na vida. A boa notícia é que você pode desenvolver a autoconfiança por conta própria! E como fazer isso?

Cultivando atitude positiva
1. Identifique os pensamentos negativos. Eles podem soar mais ou menos assim: "Eu não posso fazer isto", "Com certeza vou fracassar", "Ninguém quer ouvir o que tenho a dizer". Essa voz interior é pessimista e inútil, porque o impede de aumentar sua autoestima e autoconfiança.
2. Transforme os pensamentos negativos em positivos. Conforme você identifica os pensamentos negativos, transforme-os em pensamentos positivos. Você poderá fazer isso através das afirmações positivas, como "vou tentar", "eu posso ser bem-sucedido se me esforçar", ou "as pessoas ouvirão o que tenho a dizer". Comece com apenas alguns pensamentos por dia.
3. Recuse-se a deixar que os pensamentos negativos ocorram mais frequentemente do que os positivos. Eventualmente, os pensamentos positivos deverão ocupar mais "espaço no cérebro" do que os negativos. Quanto mais você combater a mentalidade negativa com a positividade, mais natural esse hábito vai se tornar.
4. Mantenha uma rede de apoio positiva. Para manter o ânimo elevado, conecte-se com pessoas próximas a você, sejam elas familiares ou amigos. Além disso, afaste-se de pessoas ou coisas que o façam sentir-se mal.
  • Uma pessoa que você considere um amigo pode, na verdade, fazer com que você se sinta mal se estiver constantemente fazendo comentários negativos ou criticando-o.
  • Até mesmo um familiar que oferece opiniões bem-intencionadas sobre o que você "deveria" fazer pode ser prejudicial para a sua autoconfiança.
  • Conforme você cultiva uma atitude positiva e toma medidas para atingir os objetivos, esses opositores podem tornar-se mais evidentes. Limite o contato com eles, tanto quanto for possível, durante o processo de construção da sua autoconfiança.
  • Reserve algum tempo para pensar em quais pessoas realmente fazem você sentir-se bem. Defina uma meta para passar mais tempo com pessoas que o apoiem e o animem.
5. Elimine os lembretes de negatividade. Evite passar o tempo cercado de coisas que possam fazer você sentir-se mal consigo mesmo. Eles podem ser lembretes do passado, roupas que já não servem ou lugares que não combinem com seu novo objetivo de ganhar autoconfiança. Embora talvez você não seja capaz de livrar-se de todas as fontes de negatividade da vida, ainda poderá reduzir seu impacto. Isso o ajudará a percorrer um longo caminho na construção da autoconfiança.
  • Sente-se por um momento e pense em todas as coisas que o estão desanimando, como amigos maldosos, uma carreira que não o faz feliz ou uma situação de vida insuportável.
6. Identifique seus talentos. Todo mundo é bom em alguma coisa, portanto, descubra as coisas que você faz com excelência, concentrando-se nos seus talentos. Permita-se sentir orgulho deles. Expresse-se, seja através da arte, da música, da escrita ou da dança. Encontre algo de que você goste e cultive um talento relacionado a esse interesse.
  • Adicionar diversos interesses ou hobbies à vida o tornará mais confiante e aumentará as chances de encontrar amigos com gostos e valores semelhantes.
  • Seguir sua paixão tem um efeito terapêutico e faz com que você se sinta único e realizado. Tudo isso ajuda a desenvolver a autoconfiança.
7. Orgulhe-se de si mesmo. Você não deve apenas sentir-se orgulhoso de seus talentos ou habilidades, também deve pensar no que torna sua personalidade especial. Talvez seja seu senso de humor, um senso de compaixão, a capacidade de ouvir ou de lidar com o estresse. Talvez você ache que não há nada para ser admirado em sua personalidade, mas se olhar com atenção, encontrará diversas qualidades admiráveis. Concentre-se nelas, anotando-as em um caderno.
8. Receba elogios com elegância. Muitas pessoas com baixa autoestima têm dificuldade para aceitar elogios. Elas supõem que a pessoa que fez o elogio está enganada ou mentindo. Se você responde a um elogio olhando para cima e dizendo: "Sim, claro", ou dando de ombros, deverá reformular essa resposta.
  • Aceite o elogio e reaja de forma positiva (dizer “obrigado” e sorrir funciona muito bem). Deixe a pessoa saber que você aprecia o elogio e esforce-se para chegar a um ponto em que será capaz de aceitá-lo de coração.
  • Você pode adicionar o elogio à lista de características positivas sobre si mesmo e usá-lo para reforçar a autoconfiança.
9. Olhe no espelho e sorria. Estudos científicos a respeito da "teoria do feedback facial" sugerem que as expressões do rosto podem incentivar o cérebro a registrar ou intensificar certas emoções. Portanto, ao olhar no espelho e sorrir todos os dias, você poderá sentir-se mais feliz consigo mesmo e mais confiante a longo prazo. Isso também vai ajudá-lo a sentir-se mais feliz com a sua aparência, aceitando-a.
  • Provavelmente, os outros retribuirão seu sorriso, portanto, além de sentir-se mais feliz consigo mesmo, você também poderá obter um impulso de autoconfiança devido à resposta positiva das outras pessoas.
Lidando com as emoções
1. Sinta-se confortável com o medo. Talvez você pense que as pessoas autoconfiantes nunca sentem medo. Isso não é verdade. O medo significa que alguém está prestes a crescer como pessoa, basta superá-lo. Talvez você tenha medo de falar em público, de se apresentar a alguém que não conheça ou de pedir um aumento no trabalho.
  • Quando você conseguir confrontar o medo, ganhará autoconfiança e se sentirá imediatamente mais animado!
  • Imagine um bebê aprendendo a andar. Tantas possibilidades esperam por ele, mas ele está com medo de cair ao dar os primeiros passos. Quando ele derrota o medo e começa a andar, abre um sorriso enorme no rosto! Esse é você, deixando os medos para trás.
2. Seja paciente consigo mesmo. Às vezes, você precisa dar um passo atrás para dar dois à frente. A conquista da autoconfiança não acontece da noite para o dia. Talvez você tente algo novo, mas não consiga atingir esse objetivo. Se possível, observe quais lições essa experiência lhe proporcionou. Não atingir um objetivo na primeira tentativa é uma oportunidade para aprender mais sobre si mesmo. A autoconfiança precisa ser alimentada e cultivada, um pouquinho de cada vez.

  • Por exemplo, talvez você peça um aumento no trabalho e receba um não como resposta. Que lições pode aprender com isso? Reflita sobre a forma como agiu naquele momento. Há alguma coisa que você poderia ter feito de diferente?
3. Esforce-se para encontrar um equilíbrio. Como tudo na vida, a construção da autoconfiança demanda equilíbrio. Pouca autoconfiança poderá impedi-lo de alcançar seus objetivos e de sentir-se bem consigo mesmo. Por outro lado, é importante ser realista — você não deve subestimar o tempo e o esforço necessário para atingir os objetivos.
4.Pare de se comparar com os outros. Se você quiser desenvolver autoconfiança, deverá concentrar-se em melhorar sua própria vida, não em transformá-la na vida do seu melhor amigo, irmão mais velho ou das celebridades que vê na televisão. Para desenvolver autoconfiança você precisa aceitar que sempre haverá alguém mais bonito, mais inteligente e mais rico, assim como sempre haverá alguém menos atraente, menos inteligente e menos rico do que você. Tudo isso é irrelevante, o importante é se preocupar com a busca dos próprios sonhos e objetivos.

  • Talvez você não tenha autoconfiança porque está convencido de que todo mundo é melhor do que você. No entanto, no final das contas, a única coisa que importa é estar feliz segundo seus próprios critérios. Se você não faz ideia de que critérios são esses, é hora de fazer um exame de consciência antes de seguir em frente.
  • Além disso, estudos descobriram que, frequentemente, o tempo gasto em redes sociais incentiva as pessoas a se compararem com os outros. Como todos tendem a postar apenas triunfos e não as realidades da vida diária nas redes sociais, as vidas alheias podem parecer muito mais incríveis do que as nossas. Isso provavelmente não é verdade! A vida de todo mundo tem altos e baixos.

5. Reconheça as inseguranças. O que diz a vozinha dentro da sua cabeça? O que o deixa desconfortável ou envergonhado em relação a si mesmo? Muitas coisas podem causar essa sensação, como as espinhas, os arrependimentos, os colegas de escola, um passado traumático ou uma experiência negativa. Identifique, nomeie e anote em um papel todas as coisas que façam você sentir-se indigno, envergonhado ou inferior. Em seguida, você poderá rasgar ou queimar o papel para sentir-se melhor em relação a esses aspectos.

  • O propósito desse exercício não é fazer com que você se sinta mal. O objetivo dele é torná-lo consciente dos problemas com os quais está lidando e dar-lhe forças para superá-los.

6. Aprenda com os erros. Lembre-se de que ninguém é perfeito. Mesmo as pessoas mais confiantes têm inseguranças. Em algum momento qualquer da vida, podemos sentir que nos falta algo. Essa é a nossa realidade. Aceite que a estrada da vida é cheia buracos e que, muitas vezes, esses sentimentos de insegurança vêm e vão, dependendo de onde estamos, com quem estamos, do nosso estado de espírito ou das nossas emoções. Em outras palavras, esses sentimentos não são constantes. Se você cometeu um erro, o melhor que pode fazer é reconhecê-lo, pedir desculpas e elaborar um plano para não o repetir no futuro.

  • Não permita que um passo errado faça com que você pense que não tem o que é preciso para alcançar seus sonhos. Talvez você não tenha sido um ótimo namorado e por isso o relacionamento acabou. Isso não significa que você não seja capaz de modificar seu comportamento e encontrar um novo amor no futuro.

7. Evite o perfeccionismo. O perfeccionismo o paralisa e o impede de realizar seus objetivos. Se você sente que tudo deve ser feito perfeitamente, nunca será verdadeiramente feliz consigo mesmo ou com as circunstâncias. Esforce-se para aprender a orgulhar-se de um trabalho bem feito, em vez de querer que tudo seja absolutamente perfeito. Se tiver a mentalidade de um perfeccionista, estará sabotando sua busca pela autoconfiança.
8. Pratique a gratidão. Muitas vezes, a origem da insegurança e da falta de confiança está no sentimento de não possuir o suficiente de alguma coisa, como validação emocional, bens materiais, sorte ou dinheiro. Reconhecendo e apreciando o que tem, você poderá combater a sensação de insatisfação e de que algo está faltando. Encontrar a paz interior que acompanha a verdadeira gratidão fará maravilhas para a autoconfiança. Sente-se por um momento e pense em todas as coisas pelas quais é grato, desde amigos maravilhosos até uma saúde perfeita.
Sente-se e escreva uma lista de gratidão, anotando todas as coisas pelas quais é grato. Leia a lista e adicione novos itens, pelo menos uma vez por semana, para adquirir uma mentalidade mais forte e positiva.

Enfim:
  • Não idealize as coisas como elas “deveriam” ser, pois quando elas não acontecem da forma que você idealizou, ocorre a frustração.
  • Não tenha autopiedade, e nem fique achando que você “sofre” muito, é “incapaz”, e  sempre precisa de ajuda. A autopiedade é o poder dos indefesos, que causa o desânimo e a depressão.
  • Não seja pessimista, enxergue o lado bom das coisas.
  • Tente evitar todo tipo de indecisão, o medo de errar te impede de arriscar.
  • Coloque em sua mente que se você se esforçar, pode conseguir tudo aquilo que quiser, nada é impossível.
  • Pense que se várias pessoas ao seu redor conseguiram, é porque elas acreditaram. Então comece a acreditar no seu potencial!
  • Não pense que só porque não passou em um concurso é um fracassado, se aconteceu isso é porque você ousou agir, se arriscou e teve iniciativa, e um dia a sua vez vai chegar!
  • Olhe para o futuro de forma otimista.
  • Se você detectou que não tem autoconfiança suficiente, comece a desenvolvê-la, pois é um passo importantíssimo para conseguir passar no concurso público que tanto deseja! Acredite em você.
"Cada um de nós tem o seu próprio poder. Desenvolver nossos talentos e nossa potencialidade nos mostra a capacidade humana de superação".

Fonte:
http://www.okconcursos.com.br/como-passar/dicas-para-concurso/348-importancia-da-autoconfianca-para-ser-aprovado#.VhATNflVikp
http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/a-importancia-da-autoconfianca/51244/
http://pt.wikihow.com/Desenvolver-sua-Autoconfian%C3%A7a

sábado, 3 de outubro de 2015

Confiança

Começando do início... a palavra confiança é um substantivo feminino e segundo o dicionário  michaelis significa:
1 Ação de confiar. 2 Segurança íntima com que se procede. 3 Crédito, fé. 4 Boa fama. 5 Segurança e bom conceito. 6 Esperança firme. 7 Familiaridade. 8 pop Atrevimento, insolência, malcriação. 9 Ato libidinoso; licença. sm Reg (Rio Grande do Sul) Empregado (ou animal) de confiança, com que se pode contar em qualquer situação. Antôn (acepções 1, 2, 3 e 6): desconfiança. Com confiança: cheio de confiança. Dar confiança (a alguém): permitir ser tratado com familiaridade ou com menos respeito que o devido. De confiança: em quem se pode confiar. Tomar confiança: tornar-se confiado; perder o respeito.
Autoconfiança é a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma coisa. Mas não é tão simples assim. A autoconfiança abrange você acreditar no seu potencial, ter uma boa autoestima, se achar capaz de alcançar seus objetivos, etc.
Segundo Michel Soares, especialista em oratória, a autoconfiança (ou a falta dela) é trabalhada desde a infância. “Ela se mostra mais desenvolvida em crianças que tiveram liberdade para expressar suas ideias e desejos para os pais sem serem ‘castrados’ por isso”, comenta.
São vários os momentos quando, ao precisar enfrentar um obstáculo, a pessoa trava, se sente mais fraca e não se acha capaz de passar por cima do que a incomoda – e a arte de falar em público é uma das coisas que mais atormenta as pessoas.
O termo, que é típico da literatura terapêutica e de autoajuda, é muitas vezes usado como sinônimo de autoestima e de autoaceitação. Uma análise mais detalhada de seu uso mostra, no entanto, que autoconfiança refere-se sempre à competência pessoal, enquanto autoestima é um termo mais amplo. Também "autoaceitação" possui um uso próprio mais restrito e está mais relacionado com o conceito de "aceitação incondicional" da abordagem centrada na pessoa.
Na abordagem psicoterapêutica de Friederike Potreck-Rose e Gitta Jacob (2008) para o aumento da autoestima, a autoconfiança representa um dos quatro pilares desta, sendo definida como "uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho" e inclui as convicções de saber fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo.
Pessoas autoconfiantes inspiram confiança nos outros, e isso acontece porque elas mostram estar cientes do que estão fazendo e/ou falando. É bem possível que todas as pessoas mais poderosas e influentes do mundo possuam algumas características em comum, como a autoconfiança e se expressem muito bem em público usando o poder das palavras.
Conquistar a autoconfiança, assim como a confiança dos outros, é uma das principais vias para o sucesso na vida. “Com a confiança em si mesmo você terá uma postura positiva em relação às próprias capacidades e terá mais força para suportar as dificuldades que aparecem no caminho”, diz o especialista.
Algumas dicas de Soares para enfrentar a falta de confiança, o medo de falar em público e superar o que lhe incomoda são:

  • saber o que te motiva, 
  • não dar importância para a opinião dos outros, - “escute, mas absorva apenas o que você achar importante. Não deixe que a opinião dos outros mande na sua vida”,
  • conversar com pessoas que estão aonde você quer chegar, entender os seus limites, e 
  • saber dizer não. 

Essas dicas são simples e podem ajudar você a alcançar a desejada autoconfiança, a boa autoestima e deixar os medos para trás.


Inspirado em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Autoconfian%C3%A7a
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=confian%E7a
http://stactus.com.br/index.php?p=noticias&id=1513

sábado, 28 de junho de 2014

Blindando o casamento

Viver com uma pessoa a vida todo exige esforço. Que o digam os apresentadores do programa The Love School – A Escola do Amor, na Rede Record, Renato e Cristiane Cardoso. Casados há 21 anos e pais de um filho adotivo, eles enfrentaram muitos problemas no começo, quando foram morar nos EUA. Principalmente por não se conhecerem direito... “(Ele) Ficava de cara amarrada comigo por dias”, lembra Cristiane, no livro Casamento Blindado (Editora Thomas Nelson, 272 págs.), já nas livrarias.
Além de contar a própria história e esmiuçar a rotina de um casal, na obra os autores dão 27 dicas para que, assim como eles, você supere as dificuldades e blinde seu relacionamento. Arregace as mangas e não perca a fé, porque vem muito trabalho por aí!

1. Converse sempre
Não deixe para depois! Uma ferida aberta só piora com o tempo. Converse até que consiga resolver o que incomoda você.

2. Filtre as palavras
Converse, mas nunca no calor da emoção. Estar nervosa não justifica agredir o companheiro, física, verbal ou emocionalmente.

3. Levante a autoestima dele
Os homens se sentem valorizados quando recebem um elogio. Isso faz com que ele queira se aproximar de você. Vale também cozinhar algo que ele goste e esperar por ele de banho tomado e perfumado.

4. Atenda aos pedidos dele
Ele pediu algo? Faça! Às vezes, é uma coisa tão simples, como uma lâmina de barbear. Se ele não abusar muito dos pedidos, que mal há em colocá-los no topo da sua lista de vez em quando?

5. Não misture os problemas
Não use uma situação qualquer para definir o caráter do seu marido. Aprenda a lidar com as situações separadamente. Não relacione um problema atual com um problema passado.

6. Deus ajuda
Não adianta só discutir ou reclamar (“Amor, você não me dá atenção!”). Ore, amiga! Peça a Deus que toque no coração do seu marido e ajude você a lidar com a situação.

7. Saiba relevar
Muitas vezes, o assunto não vale o tempo e o desgaste de uma discussão. Então, releve. Quando seu marido quiser discutir, beba um pouco d’água, mas fique com ela na boca por dez minutos antes de engolir. Boa, né?

8. Evite respostas atravessadas
Uma briga enorme pode começar só porque um deu uma resposta atravessada para o outro. Em vez de dizer "“Você é um grosso!”", diga "“Amor, quando você está ocupado e eu lhe pergunto uma coisa, às vezes a maneira como você me responde me faz me sentir mal”". Esse detalhe faz diferença.

9. Cuide da aparência
Casamento não é licença pra virar baranga! Depois do “sim”, tem que manter o clima de conquista. Do mesmo modo, você não quer um cara desgrenhado do seu lado!

10. Piada sem graça, não!
Cuidado com o que fala para os amigos sobre seu marido, hein?! Procure não expor falhas e fraquezas dele. Isso pode fazer seu companheiro pensar que você o considera inferior!

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/casamento/10-segredos-pra-blindar-seu-casamento-divorcio-698987.shtml

sábado, 8 de março de 2014

Uso Terapêutico da Dança do Ventre

Registros rupestres (pinturas em cavernas) demonstram o homem caçando e lutando, com o passar do tempo, as pinturas passaram a apresentar o que poderia ser chamado de ‘dança’ e aí o homem deixou de desenhar nas paredes para desenhar em seu próprio corpo, contando suas histórias e feitos.
Acredita-se que, a dança provavelmente foi à primeira forma de expressão artística criada pelo homem, a fim de imitar os animais, vegetais e os elementos. Ela é a arte mais antiga praticada pelo homem, antes mesmo dele polir a pedra.
A dança surgiu como forma de comunicar-se, num tempo no qual o homem ainda não articulava os sons da fala e então ele dançava, comunicava-se utilizando os gestos do próprio corpo numa mímica que de início tinha função “verbal” e posteriormente adquiriu significados ritualísticos, festivos e de cura.
A história da dança do ventre é tão antiga quanto a história do homem, ou melhor, da mulher. É a primeira dança feminina de que se tem registro.
Os movimentos de contração, ondulação e vibração foram desenvolvidos pelas mulheres em função de aliviar dores menstruais e preparar os músculos para a sustentação da gestação e o trabalho de parto, também como um culto à Grande Deusa (natureza) em prol da fertilidade - do ventre e da terra.
Através da música e da dança entramos em contato com a magia dos ritmos e dos movimentos corporais que nos dão a capacidade para harmonizarmos com estados superiores de nossa consciência.
Pensando no contexto atual, a Dança Oriental oferece um repertório maior de auxílio, pois a mesma possui um leque de movimentos que trabalham diversos grupos musculares, expressividade, elegância, presença em cena, musicalidade, deslocamentos e temáticas folclóricas, que permitem a mulher se transportar no tempo, nos lugares e ‘brincar’ com os trajes e acessórios de forma única.
Na Dança Oriental trabalha-se priorizando a região do ventre, região esta que somatiza as emoções inclusive as dores, raiva, medos e expectativas (quem nunca teve uma ‘dor de barriga’ por estar ansioso? Ou não sentiu um ‘friozinho’ na barriga ao ver aquele belo par de olhos azuis? E as úlceras, comprovadamente instaladas devido a processos de stress?) na medida em que se trabalham movimentos, estes repercutem no psíquico, mesmo que inconsciente. Talvez, essa seria uma das razões fundamentais para a melhora nos processos de baixa autoestima e melancolia, pois os movimentos “despertam” toda a estrutura corporal.
O trabalho da dança consiste em fazer movimentos, na sua grande maioria, em retroversão. São utilizados movimentos já conhecidos pela fisioterapia como correção de hiperlordose, como pôr exemplo, segundo Béziers (2002), os oitos de quadril implantados na cinesioterapia. O uso extenso de todos estes músculos na dança do ventre significa que todos estes músculos são utilizados harmoniosamente bem. A palavra harmonia usada neste contexto refere-se a quatro itens: coordenação, força, resistência e flexibilidade.
Onde a dança do ventre é realmente superior comparando a outras formas de exercício é o modo como todos os músculos, incluindo os mais profundos, são usados de um modo suave e repetitivo. Segundo Blandine Calais- Germain, (1992): “O aprendizado dos movimentos do quadril deve se tornar uma rotina. A bacia se equilibra permanentemente sobre os quadris, não por um encerramento em força dos músculos superficiais, mas pelo trabalho dos músculos profundos. Este trabalho é importante para o bom equilíbrio e bem estar da coluna vertebral.”
A prática de dança do ventre contribui para o desenvolvimento da resistência muscular localizada abdominal e para a flexibilidade da coluna lombar, e qual a intensidade desta contribuição se comparada a indivíduos que realizam realinhamento da coluna, reabilitação de quadril e a sedentários. É possível que a dança do ventre possa considerar-se uma atividade efetiva para o desenvolvimento destas funções. Os rolamentos e movimentos ondulatórios trabalham os músculos e articulações suavemente em uma grande quantidade de movimentos, e ao mesmo tempo, a massagem realizada pelos movimentos alivia as tensões.
A principal função do quadrante inferior consiste em movimentar e fornecer, simultaneamente, uma base estável a partir da qual os membros superiores possam atuar. Juntos, o tronco e os membros inferiores tem potencial para realizar movimentos multidimensionais com um gasto mínimo de energia. A harmonia neuro-musculoesquelética é importantíssima para o funcionamento ideal do complexo lombar, pélvico e do quadril (Lee, 2001).
Vista de uma forma terapêutica, a dança do ventre trabalha partes do corpo com movimentos especiais como o aprendizado da dissociação de membros, favorecendo uma conscientização maior para a praticante com relação ao seu lugar no espaço e com relação a si mesma, dando assim, um leque maior de movimentos gerais. Este leque permite então um auto ajuste corporal e um conhecimento específico com relação á dores quaisquer, pois além das práticas da própria dança, aprende-se alongamentos, aquecimentos, enfim, um conhecimento corporal realmente rico.
A dança do ventre se compõe de movimentos naturais que trabalham junto ao corpo da mulher e não contra ele. Estes movimentos exercitam e ativam de forma mais suave corpo feminino e suas funções.
Os movimentos rotativos e os movimentos de ondulação fazem trabalhar os músculos e as articulações em um amplo leque de formas e ao mesmo tempo massageia as zonas do corpo relacionadas, soltando e dissolvendo todas as tensões.

Por exemplo, no ritmo do taxim, um solo instrumental improvisa uma hipnótica melodia. A dançarina da dança do ventre responde a este chamado com movimentos circulares, ondulantes e suaves do seu torso, quadril, braços e cabeça. Este prazeroso movimento harmoniza o sistema nervoso central, enviando a energia vital e as substancia hormonais a traves de todo o corpo. A mente se torna relaxada e equilibrada.
Através dos movimentos, a dançarina se centra na sua resposta criativa à música. Isto lhe permite situar-se e viver o momento presente. E neste estar em transe podem se manifestar estados alterados da consciência que conduzem a bailarina da dança do ventre a experimentar uma sensação de frescor e uma recarga energética uma vez que tem concluído a sua dança.
Quando você se encontra num estado de estresse forte, você poderá apelar a determinados movimentos das chamadas danças Rituais do Zar, que poderão ser utilizadas para fazer com que estas sensações de negatividade sejam expulsas do seu corpo, propiciando, assim, um alivio da sobrecarga emocional que você experimentava. São utilizados os poderosos, fortes e rítmico tambor. O toque repetitivo do tambor faz com que a mente focalize a sua atenção  na música fazendo com que a energia dos movimentos e a vibração trabalhem juntos.
A dança do ventre é o caminho da cura aberto para todas aquelas mulheres que queiram percorrê-lo. Quando uma pessoa tem o corpo, a mente, as emoções e o espírito unidos, isto faz com que o estresse não se instale no corpo porque a conformação energética desta pessoa não dá ao estresse chance para se instalar.
A dança do ventre quando abordada do ponto de vista terapêutico rende culto e reverencia ao corpo tão qual Templo do Corpo que ele é. E isto se consegue da execução apropriada dos movimentas dos diversos grupos musculares que entram em interação com a música.
Através da resposta criativa da dançarina que harmoniza as suas emoções e desenvolve a habilidade de tranquilizar a sua mente para permitir que a inspiração flua sem nenhuma trava a partir do mais profundo espaço do seu Ser Interior.
Através do corpo, a dançarina da dança do ventre pode conhecer-se a si mesma, a sua essência  e a sua conexão com a vida. Ao dançar, a dançarina da dança do ventre aprende a mar seu corpo e isto a conduz a estabelecer uma  contato intimo com ela mesma  e com a vida que flui no seu interior.  
Uma das razões pelas quais a dança do ventre ajuda á mulher a se sentir melhor, é aceitação  e reconciliação com a parte feminina que se produz no intimo dela. Pois a dança do ventre, mas que outra forma de dança, capacita a mulher para se outorgar este  profundo sentido de respeito, confiança e reverencia  para com o seu corpo , e para com  a energia divina e criativa  que a converte num canal  para que a vida se manifeste . O certo é que esta nova forma que a mulher dispõe, através da dança do ventre, para se comunicar  com o seu corpo, lhe permite restaurar uma autentica relação com ele.
A dança do ventre é como um veículo que poderá transportar á dançarina, de forma criativa, se assim ela o desejar, a uma estância, que devido ao estresse cotidiano, geralmente não é acessível. Permite que a mulher se enfrente, cara a cara com o lado escuro do feminino que habita nelas e que tem sido relegado socialmente por imoral e destrutivo. Este processo de criação de si mesmo não é fácil, porém, um componente essencial para o crescimento de toda mulher. Este processo é a chave que abre as portas do íntimo da mulher, um espaço interior onde ela encontra coragem e tenacidade para confrontar os fantasmas que entristecem a alma feminina.

A dança do ventre permitira conhecer cada fronteira do corpo da dançarina, tão como os bloqueios mentais que se devem transmutar. E este será o autêntico material da criação da dançarina, que ao converter-se em um todo, vai dar a quem pratica a dança do ventre, uma consistência energética.
A dança do ventre coloca nas mãos da mulher um enorme poder transformador que lhe permite liberar do corpo as constrições necessárias para começar a construir com ele uma autêntica relação saudável. Com atenção, carinho e amor à si mesma e com a experiência da dança do ventre, a mulher é capaz de alcançar a plenitude e a unidade.

Fonte:

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Ciúmes

Sentir ciúmes não é algo divertido e pode destruir qualquer relacionamento, disso todo mundo sabe. Mas o que é exatamente isso? É necessariamente algo patológico? Como lidar com isso?
De acordo com os psicólogos israelenses Ayala Pines e Elliot Aronson, ciúme é "a reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade.". Provoca o temor da perda e envolve sempre três ou mais pessoas, a pessoa que sente ciúmes - sujeito ativo do ciúme -, a pessoa de quem se sente ciúmes - sujeito analítico do ciúme - e a terceira ou terceiras pessoas que são o motivo dos ciúmes - o que faz criar tumulto.
Esse sentimento apresenta caráter instintivo e natural, sendo também marcado pelo medo, real ou irreal, vergonha de se perder o amor da pessoa amada. O ciúme está relacionado com a falta de confiança no outro e/ou em si próprio e, quando é exagerado, pode tornar-se patológico e transformar-se em uma obsessão.
A explicação psicológica do ciúme pode ser uma persistência de mecanismos psicológicos infantis, como o apego aos pais que aparece por volta do primeiro ano de vida ou como consequência do Complexo de Édipo não resolvido; entre os quatro e seis anos de idade, a criança se identifica com o progenitor do mesmo sexo e simultaneamente tem ciúmes dele pela atração que ele exerce sobre o outro membro do casal; já na idade adulta, essas frustrações podem reaparecer sob a forma de uma possessividade em relação ao parceiro, ou mesmo uma paranoia.
Nesse tipo de paranoia, a pessoa está convencida, sem motivo justo ou evidente, da infidelidade do parceiro e passa a procurar “evidências” da traição. Nas formas mais exacerbadas, o ciumento passa a exigir do outro coisas que limitam a liberdade deste.
Algumas teorias consideram que os casos mais graves podem ser curados através da psicoterapia que passa por um reforço da autoestima e da valorização da autoimagem.
Outros casos mais leves podem ser tratados através da ajuda do parceiro, estabelecendo-se um diálogo franco e aberto de encontro, com a reflexão sobre o que sentem um pelo outro e sobre tudo o que possa levar a uma melhoria da relação, para que esse aspecto não se torne limitador e perturbador.
Ciúme é uma reação complexa porque envolve um largo conjunto de emoções, pensamentos, reações físicas e comportamentos:
Emoções - dor, raiva, tristeza, inveja, medo, depressão e humilhação;
Pensamentos - ressentimento, culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem, autocomiseração;
Reações físicas - taquicardia, falta de ar, excesso de salivação ou boca seca, sudorese, aperto no peito, dores físicas.
Comportamentos - questionamento constante , busca frenética de confirmações e ações agressivas, mesmo violentas.
O ciúme está intimamente relacionado à inveja. A diferença é que a inveja não envolve o sentimento de perda presente no ciúme. Mas ambas são um misto de desconforto e raiva e atormentam aquele que cobiça algo que outra pessoa tem. Quanto mais baixa for a autoestima, mais propensa está a pessoa de sofrer com um dos dois sentimentos.
Outra diferença entre ambos reside no fato de o ciúme, quando ultrapassa certo limite, se transforma em patologia, coisa que não acontece com a inveja.
Ciúme e inveja desviam o foco dos cuidados com a própria vida, tão preocupado se fica com a vida de outra pessoa. Por outro lado, se enfrentados, podem levar a atitudes positivas como melhorar a aparência, desenvolver novas habilidades e trabalhar a autoestima.
O ciúme patológico é visto pela psiquiatria como uma espécie de paranoia (distúrbio mental caracterizado por delírios de perseguição e pelo temor imaginário de a pessoa estar sendo vítima de conspiração). Para o ciumento, a fronteira entre imaginação, fantasia, crença e certeza se torna vaga e imprecisa, as dúvidas podem se transformar em ideias supervalorizadas ou delirantes.
Quem sente ciúme a esse nível tem a compulsão de verificar constantemente as suas dúvidas, a ponto de se dedicar exclusivamente a invadir a privacidade e tolher a liberdade do parceiro: abre correspondências, bisbilhota o computador, ouve telefonemas, examina bolsos, chega a seguir o parceiro ou contrata alguém para fazê-lo. Toda essa tentativa de aliviar sentimentos, além de reconhecidamente ridícula até pelo próprio ciumento, não ameniza o mal estar da dúvida, até o intensifica.
A pessoa ciumenta apresenta na sua personalidade um traço marcante de timidez e sentimentos de insegurança, problemas que costumam ter raízes na infância. Nesse caso, o tratamento passa por aplicação de técnicas de psicoterapia para melhorar a confiança do paciente em si mesmo. O processo deve envolver sua família, pois o apoio no lar é imprescindível nesses casos. Reduzido o sentimento de insegurança, é esperado que diminua a aflição do ciúme. Só quem confia em si mesmo pode confiar em outros, de modo que parece lógico começar o tratamento pelo fortalecimento da autoconfiança.
Não menos importante é atacar os sintomas físicos que o ciúme patológico provoca. O desequilíbrio no sistema nervoso aumenta o nível de adrenalina, interfere na dinâmica dos neurotransmissores e está na origem de muitas doenças psicossomáticas. Por isso, é fundamental apurar as causas desses sintomas e gastar a energia negativa em atividades como os exercícios físicos, meditação e trabalho que traga gratificação.
E aliado a tudo isso... tente criar situações engraçadas com as suas "suspeitas" para, aos poucos, esse sentimento perder força e forma na sua vida, eis um exemplo:

Avalie a intensidade do seu ciúme nesse link.

Depois de um assunto tenso como esse, nada melhor que relaxar um cadinho e rir um pouco da nossa miséria de cada dia porque faz parte d o jeitinho brasileiro de lidar com a vida.


Boa sorte no combate à sua imaginação!
Consegui me livrar disso fazendo piada das situações criadas pela mente, melhorando a autoestima através da dança do ventre (é uma busca pelo nosso eu e nossa sensualidade constante).