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sábado, 28 de janeiro de 2017

Qual é a sua língua?

Todos falamos 3 línguas: 
  • gestual - demonstrando se estamos ou não à vontade numa situação, a esse tipo de leitura chamamos de leitura fria;
  • falada - são os bons e velhos idiomas que aprendemos as regras gramaticais na escola: português, inglês, alemão,...
  • emocional - comprei a tese do livro "as 5 linguagens do amor" e é sobre isso que falará esse artigo.
Como dizia Freud, tudo começa na nossa infância. Por isso, as crianças que se sentem amadas por seus pais e amigos desenvolvem a linguagem do amor emocional, falarão e entenderão sua primeira linguagem do amor. Mais tarde elas poderão aprender outras línguas para se comunicarem, mas sempre se sentirão mais confortáveis com o primeiro idioma que aprenderam. Já as crianças que não se sentem amadas, também desenvolverão uma primeira linguagem do amor, mas será distorcido e apresentará defeitos da mesma forma que alguém que recebe uma educação com falhas na gramática e desenvolve um vocabulário limitado. Essa limitação não significa que essas pessoas não venham a ser boas comunicadoras. Implica, sim, que terão de trabalhar mais diligentemente do que os que cresceram na atmosfera do amor saudável.
É muito raro que marido e mulher tenham a mesma primeira linguagem emocional do amor. Nossa tendência é falar nossas primeiras linguagens do amor e ficamos confusos quando nosso cônjuge não compreende o que desejamos comunicar.
É justamente quando o tanque do amor de um dos dois está vazio que normalmente ocorrem as traições, as separações... então, vamos aprender os tipos de linguagens de amor para deixar o nosso amor com seu tanque cheio e, assim, ficar com vontade de encher o nosso tanque também?
1. Palavras de afirmação - tem dialetos em forma de:

  • elogio verbal (apreciação)
  • palavras de encorajamento
  • tempo de qualidade
  • palavras bondosas
2. Tempo de qualidade - dialetos:
  • estar junto (passeios, brincadeiras, hobbie,etc.)
  • diálogo (compartilhar sentimentos, emoções desejos e oferecer auxílio)

3. Atos de serviço - dialeto:

  • ajuda na casa (levar o lixo pra fora, pendurar a roupa na corda, etc.)
  • atos de serviço
  • coisas que o outro aprecia (jantar romântico, café na cama, etc.)
4. Presente - não precisa ser caro, basta que a pessoa aprecie ou esteja precisando; pois o presente trás a seguinte mensagem 
"estive pensando em você!"
toque físico
5. Toque físico - dialeto:
  • cafuné
  • massagem
  • carinho
  • abraço
  • sexo
  • andar de mãos dadas
  • etc.



sábado, 21 de janeiro de 2017

A importância do diálogo

Todo mundo fala que é importante dialogar, mas ninguém ensina como; e por vezes até parece que falamos línguas diferentes. A diferença das linguagens que usamos é tanta que chego a pensar ser necessário um dicionário para cada sexo.
Tá, eu sei que pareço sexista, mas... atire a primeira pedra quem nunca disse uma coisa querendo dizer outra.
Tem livros que explicam várias diferenças entre os sexos, mas creio que um em especial melhore o diálogo: "Homens são de marte, mulheres são de vênus". Para melhor expor minha ideia, vou usar o próprio livro em questão 👇:
O livro cita a técnica da "carta de amor" como estratégia para comunicar nossos sentimentos negativos e pedir ajuda do nosso amor para modificar essa realidade. Escrever é uma maneira muito boa de percebermos o quanto podemos ser agressivos sem necessidade e ajustar a abordagem, e diminuir a intensidade das emoções negativas. Mas não se esqueça de escrever também a "carta-resposta" para ajudar ao seu amor a encontrar uma solução.
Com o tempo, essa técnica vai se entranhando tanto nas nossas atitudes que o diálogo futuramente fluirá como quem escreve, lê e responde a uma carta de amor (sua ou do seu amor).

  1. Date e enderece a carta ao seu amor e se permita imaginar que ele te ouve com amor e compreensão (entender é diferente de concordar, viu? Abra sua mente e seu coração para isso).
  2. Expresse de maneira simples e verdadeira seus sentimentos: raiva, tristeza, medo, arrependimento e amor (nessa ordem).
  3. Mantenha cada seção com a mesma extensão e não conclua a carta até expresse todas as emoções e sentimentos, principalmente o amor.
  4. Assine ao final com seu nome ou apelido dado pelo seu amor.
  5. Adicione um PS para sinalizar ao seu amor a atitude que te faria feliz.
Quer ensinar ao seu amor como atender melhor aos anseios do seu coração? Carta-resposta (ou PS) nele! Afinal, se você não recebeu na educação como adular, agradar  e exaltar o seu amor... o que te faz pensar que ele recebeu essa orientação e saberá o que fazer e como proceder mediante tantas acusações e frustrações mesmo que tenha explicitado que ainda o ama muito?
Ahh, vai parecer forçado e eu quero que venha do coração! Deixe de bobagem: às vezes é muito difícil admitir um erro ou ter um comportamento diferente do habitual e não enxergue essa atitude de tentar te agradar com algo que você pediu como uma "cola" e indigno  de ser apreciado; ao contrário, aprecie o esforço empregado porque as chances de ser mais bem feito numa próxima vez aumenta (a gente sempre se esforça mais e mais quando sabemos que seremos apreciados). Perceba que escrever uma resposta é um sinal de que se apto a receber ajuda e apoio.
  1. Obrigado(a) por... (amar ou compartilhar sentimentos)
  2. Eu compreendo... (os motivos que causam sentimentos e emoções negativas)
  3. Sinto muito... (que haja sinceridade aqui)
  4. Você merece... (explicite o pedido de maneira verdadeira e simples)
  5. Eu amo... (porque ouvir que é amado é muito bom)
Para melhorar nossa vida ainda mais... 

sábado, 7 de maio de 2016

Eu vos declaro: Marido e... família!

Obs: como sou mulher e a maior parte do meu público é mulher... vou falar pra gente, mas adianto que a contrapartida é igualmente verdadeira. 

Ninguém avalia ou analisa a família do parceiro até surgirem os problemas. E esses aparecem e não cansam de aparecer, principalmente quando a interferência dos demais familiares se torna rotineira e carrega uma importância indevida por uma das partes. Não que se deva analisar a família, afinal encontrar o cônjuge já é bom o bastante, o que vier a mais é lucro. O relacionamento vai bem, tudo compensa para manter-se bem e feliz, mas melhorar nunca é demais e aparar certas arestas só facilitará as coisas. Existem algumas atitudes que é possível tomar para fortalecer o relacionamento (que deve ser entre duas pessoas e nenhuma a mais) sem ofender ou atrapalhar as demais relações, mantendo-se sempre a paz e a harmonia com o restante da família, todos precisamos dessas relações, assim como ninguém é feliz sozinho, os casais também não se bastam.
Relacionamento é como viajar por um país estrangeiro e desconhecido - é preciso entender os novos costumes, a nova língua e valores diferentes. Mas, como se já não bastassem você e ele para armar a saborosa desordem no exercício da comunicação, ainda existem aqueles parentes do parceiro que grudam como chiclete e insistem em fazer parte da nova família. No começo, você aceita e acha graça, até sentir a pedra no sapato. Eles começam a meter o nariz onde não são chamados, ou, ainda mais abusados, fazem questão de distribuir alfinetadas. Sabe aquela velha história de que quem casa também leva a família do amado de brinde? É por aí mesmo, mas, convenhamos, tudo tem limite. Ainda mais quando o que está em pauta é o seu relacionamento.
Fogo cruzado
Família, diferenças culturais, sociais, de interesses e outras tantas que a gente percebe só pela convivência figuram como grandes motivos que levam ao fim de uma relação, ainda mais se o casal se deixar levar pela falsa crença de que "quando casar, sara". Não é bem assim. Diferenças existem e vão continuar existindo, não se iluda achando que conseguirá transformar seu marido em outra pessoa e fazê-lo ser mais ambicioso, ou simplesmente recolher as cuecas do chão, tirar a toalha molhada da cama ou ajudar nas tarefas de casa de um dia para o outro. E, se necessário for, a família certamente colocará lenha na fogueira, porque vai defender os valores, hábitos e costumes próprios - e não os seus.
"As pessoas que esperam uma companhia perfeita e ideal se frustram ao se depararem com uma ‘pessoa real', porque as diferenças sempre existem e elas costumam ser vistas como falhas", explica a psicóloga Karen Camargo. A psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari vai ainda mais fundo ao comentar sobre o assunto: "Os opostos se atraem, mas dificilmente ficam juntos". Segundo ela, as diferenças podem gerar conflitos, mágoas e até raiva se não forem bem administradas. Do contrário, podem até se tornarem um delicioso tempero na relação.
Portanto, se você não colocar as diferenças na balança e pesar seus prós e contras, é possível que você acabe se decepcionando.
1. Imponha limites - Caso seu esposo ou esposa priorize as vontades e opiniões dos demais familiares colocando as suas em segundo plano, procure entender, não exigir. Tente descobrir as razões, explique como se sente e demonstre que na sua vida ele vem primeiro e que gostaria que fosse recíproco. Mostre com atitudes a importância de serem primeiramente um casal, para então juntos serem filhos, cunhados, irmãos, primos e afins.

Quem casa quer casa
Nada mais verdadeiro do que essa pílula da sabedoria popular - "quem casa, quer casa". Não é que a família não seja importante e deva ser esquecida pelos pombinhos. A psicóloga Karen Camargo explica que ela é, sim, essencial, porque é um núcleo de afeto, compreensão, amor e compartilhamento. Mas, quando se está formando uma nova família, cabe manter uma distância segura e saudável da anterior, porque proximidade demais atrapalha a nova trajetória a ser seguida pelo casal e as novas regras que serão estabelecidas.
Para a socióloga Mirian Goldenberg, o problema é que, na nossa cultura, o cordão umbilical demora muito tempo para ser rompido - e às vezes nunca é. "Aqui no Brasil, a família é colocada num patamar quase que divino. Ela é o paraíso, o porto-seguro, e praticamente dona do indivíduo", analisa Mirian. Sendo assim, somos culturalmente acostumados a casar com os parentes do parceiro. E, se existe sogra jararaca, é porque assim permitimos, damos "intimidade" para a interferência indesejada.
2. Morando perto e agora? - Morando juntos ou próximos dos parentes, para muitos casais é sinal de problema. Pode até ser, mas os problemas podem surgir de perto ou de longe e afetar a vida conjugal na medida em que vocês permitirem. Alguns casais passam a ter conflitos quando, por alguma razão os pais vêm morar com eles. Cuidar de um idoso, ter uma ou duas pessoas a mais na casa, mais alguém para opinar na decoração e no cardápio não é nada atrativo. Mas pode ser mais útil e mais interessante do que o medo lhe deixa perceber. Longe ou perto demais da família os casais precisam distanciar-se um pouco, impor um limite para manter a relação e deixar claro para todos que se importam um com o outro, que gostam de estar juntos e valorizam os momentos de privacidade, seja saindo para jantar ou assistir a um filme sozinhos em casa. Até na hora de curtirem-se morar perto pode ajudar mais do que atrapalhar.
3. Mas a família é grande demais! - E todo mundo quer se meter. Colocar um aviso na porta escrito "em vida de marido e mulher ninguém mete a colher" pode resolver, mas criará um novo desconforto, então seja mais delicado e compreenda que todos fazem por amor ou por desejar o melhor. Vocês podem ouvir todos os conselhos, mas não precisam dar ouvidos. Ponderem, discutam, reflitam sobre o que se pode aproveitar e não deixem que a palavra final na relação venha de nenhum terceiro, mesmo que seja o papai ou a mamãe. Lembre-se que quanto maior a família maiores são os conflitos, maiores os problemas, mais crianças, mais bagunças e... Mais experiências, mais crescimento e mais pessoas para dividir suas dificuldades também.

Só você e ele
A solução contra os parentes intrometidos não é gritar, espernear, se trancafiar numa masmorra com o marido ou arrumar as malas e sair de casa. O mais importante é fazer com que te respeitem e não é se descabelando, saindo do controle, que você vai conseguir isso. Os limites podem ser colocados de forma muito suave, mas firme. Se você não gosta que a sogra ligue para a sua casa domingo às 8h da manhã, converse primeiro com o seu marido e depois estabeleçam os limites de forma educada e afetiva.
Atenção: limites e não exclusão. Jogar o marido contra a própria família e torná-la uma rival não irá resolver nada, sem contar que o feitiço pode acabar virando contra a feiticeira - vai que ele escolhe ficar do lado da família? "O ideal é estar próxima aos parentes, mantendo os limites de ambas as partes. Esse é justamente o grande desafio dos casais recém-casados, o de colocar freios de uma maneira educada e ponderada, sem agressões", ressalta Karen Camargo. E com tolerância!
Além do mais, leve em consideração que a família dele não está sempre errada em todas as atitudes e colocações. Vez ou outra pode ser essencial você ouvir o que ela tem a dizer. Afinal, foi com ela que o seu marido passou a maior parte da vida até agora. Nada impede, também, que você recorra à família dele em busca de orientação naqueles dias em que nem muito chamego parece dar jeito no clima tenso entre vocês. "Isso ajuda até a fortalecer os vínculos", garante a psicóloga Olga Tessari.
Ressalte-se que é praticamente impossível para alguém se desligar totalmente de sua família de origem, por piores que sejam. Imagine, por exemplo, um de seus filhos depois de adulto se casar mas você não se dá bem com sua nora, por qualquer razão. Aí ela exige que seu filho não tenha mais contato com você. Você jamais aceitaria isso, e essa exigência colocaria um estresse muito grande na relação. Seu filho ficaria dividido entre agradar a mãe e a esposa, e nunca conseguiria fazer os dois.
É o que acontece com muitos maridos. Ele não tem controle nem culpa das maldades deles. Sim, ele poderia e deveria ficar mais do seu lado quando você é atacada por eles. Nisso ele falha. Mas essa falha é comum em situações assim. O homem, especialmente, tem muita dificuldade de achar um equilíbrio nesse ponto. Mas você pode ajudá-lo a encontrar esse equilíbrio.
O que aconteceria se você mudasse a sua ótica da situação? E se você deixasse de ver isso como “ou eu ou eles” e passasse a ver como “meu marido não tem culpa da família que tem”?
Nós podemos escolher nossos amigos, mas não nossa família. Quando nos casamos, isso é um fato que deveríamos considerar bem. Cada um traz consigo a família que tem. E seu marido, infelizmente, tem a que tem. Mas não é ele digno de seus esforços? E seus filhos também?
O que recomendamos nessas situações é que o cônjuge maltratado pelos parentes (você) aja com diplomacia. Você não tem que cair de amores por eles, mas também não precisa fazer uma guerra fria. Você pode ser diplomática, cordial, educada, sem precisar paparicar a família dele. E principalmente, você tem que parar de criticá-los. Todas as vezes que você critica a família do seu marido, ele recebe isso como uma crítica a ele mesmo. Não funciona. (Ele obviamente não compartilha mais da família com você porque teme suas críticas.) Tudo isso você faria POR ELE, não pelos parentes dele. E em troca, você exigiria dele que lhe protegesse e tomasse o seu lado em casos de ataques.

4. Não sobra tempo - Trabalha-se muito, estuda-se muito, os cuidados com os filhos demandam tempo demais e o pouco que sobra sempre tem uma festinha de família ou um almoço na casa de alguém. Um casal precisa viver, manter-se como casal. Nem que seja sacrificando uma festa aqui ou um almoço ali, é importante reservar um tempo para desfrutarmos da companhia de quem escolhemos e amamos. Se não sobra tempo, tire de onde tem demais.
5. O filho é meu - Você planejou, gerou, criou e educou. Agora todos se sentem no direito de, no seu ponto de vista, estragar tudo o que você lutou para repassar ao seu filho. O filho é seu! Também. Ele é seu filho e do seu esposo. Mas é sobrinho, primo, neto, amigo, aluno, enfim, ele pertence a outras pessoas também. Porém, isso não o tira de você. Nem as influências que receberá destruirá tudo o que você construiu. A base que fundamentaram juntos, como casal, depois como casal com filhos, é tão sólida que resistirá ao que vier de fora de maneira que o que for contrário não terá a mesma importância. Uma vez compreendido pelo casal que o que realmente impera é a vontade de ambos, os filhos consequentemente valorizarão primeiro o que vem dos pais.
Acima de qualquer coisa a família é prioridade na vida de qualquer indivíduo, não tem como escolher entre o pai e o esposo, a mãe ou a esposa. O cônjuge precisa reconhecer essa impossibilidade e ser grato por isso. Por outro lado, os pais, irmãos, primos, cunhados e toda a parentela, precisam respeitar o limite do outro e sua individualidade matrimonial. Se cada um entender e cumprir seu papel a vida da grande família será harmoniosa e equilibrada, afinal somos dependentes e necessitamos uns dos outros para sermos felizes ou simplesmente existirmos. Por experiência própria sei da importância dessas relações, sei que estar próximo, mesmo que sofrendo uma interferência aqui outra ali, é mais válido do que se distanciar ou conflituar-se.
Uma família começa por um casal. Uma família divide-se para se formar um casal. A perda que seus pais ou sogros sofrem é confusa e difícil de lidar, mas com maturidade, compromisso, amor e amizade tudo vai se encaixando e fortalecendo-se uma família cada vez maior.
Amiga, tudo é negociável. Pense nos objetivos a longo prazo. Não houve traição nem outras coisas mais graves para justificar o fim do casamento. Não seja tão difícil, inflexível assim. Acredite: divorciar por isso não valerá a pena. E saiba que no final, se vocês divorciarem, o principal responsável não terá sido o seu marido nem a família dele, mas sim o seu coração endurecido. Você tem que quebrar as pedras do seu coração.
Pela dureza de seus corações é que o divórcio acontece. (Jesus, Mateus 19.8)

Fonte:
http://blogs.universal.org/renatocardoso/blog/2014/04/07/escolha-ou-eu-ou-seus-parentes/
http://www.bolsademulher.com/amor/pacote-completo
http://familia.com.br/8008/casamento/colocando-limites-na-familia-do-conjuge-para-preservar-sua-relacao

sábado, 31 de outubro de 2015

Confiança - 8 dicas para o relacionamento

A confiança no relacionamento, como sabemos, é crucial para qualquer casal. Muitos relacionamentos rompem-se por problemas de confiança. Uma vez violada, é difícil repará-la e reconstruí-la, então deve ser guardada e cuidada constantemente. Pode ser comparada a uma planta que precisa do solo, água e temperatura corretos para florescer completamente. Então, a confiança pede as condições e o ambiente certos para sustentar um relacionamento nos seus altos e baixos.
Se os parceiros confiam um no outro em um relacionamento, não há garantia de que não vá continuar desse jeito. Nunca se confia o suficiente, nem você pode tomá-la como certa. Você tem de constantemente construí-la. Quais são as barreiras para construir confiança no relacionamento? Aqui vão algumas dicas.
1. Desejo de controle - Quando um parceiro quer controlar o outro e ter o domínio, é muito difícil ter um terreno igualitário e estabelecer a confiança no relacionamento. Se você não está contente no relacionamento e constantemente quer mudar seu parceiro e ditar os termos, este não é um ambiente propício para construir a confiança. Seu parceiro vai se retrair e se distanciar de você.
2. Desonestidade - Se você está sempre tentando esconder coisas de seu parceiro, mente por omissão ou apenas diz a ele o que pensa que ele quer ouvir, você não só está sendo desonesta com seu parceiro, mas não está sendo verdadeira consigo mesma. Lembre-se de que se você está fazendo algo errado sobre o qual não pode falar com seu parceiro, o problema não é esconder, mas sim se você consegue conviver com isso. Seja lá o que fizer, tenha a coragem de suas convicções que nunca há necessidade para desonestidade.
3. Autocentrismo - Quando o foco está nas nossas necessidades e em nós mesmos, tendemos a fazer coisas que não ajudam o relacionamento e provavelmente podem causar uma rusga nele. Se você tiver motivos egoístas, isso erode a confiança que seu parceiro depositou em você e causa a perda da fé. Isso, por outro lado, prejudica o crescimento da relação e a faz estagnar.
Para construir a confiança no relacionamento, temos de superar estas barreiras e nos certificar que elas não funcionam como pedras no caminho. Além disso, é importante trabalhar essas dicas que melhoram e alicerçam a confiança de modo que ela funcione como uma força coesiva na relação.
4. Seja aberta - É vital em um relacionamento ser o mais aberta e honesta possível. Às vezes, os casais mentem um para o outro sob o pretexto de que machucarão o outro. Isso é algo sobre o qual eles precisam pensar quando estão sendo desonestos, e não na hora da revelação. Se você pensar duas vezes sobre o que está fazendo e como isso machucará seu parceiro, se realmente se importar com ele, você não o fará. Se você está constantemente escondendo coisas e não é sincera, isso deteriora e inibe a confiança no relacionamento.
5. Comunicação - A comunicação está no centro – uma parte integral da construção da sustentação e confiança no relacionamento. A comunicação não envolve uma só pessoa falando – ou uma conversa superficial sobre tendências da moda e fofoca. Uma comunicação envolve eficazmente ambos os parceiros contribuindo na conversa e ouvindo quando o outro fala. Ela envolve mostrar as cartas e dizer o que se pensa, falando sobre suas emoções e sentimentos mais profundos. Significa ser direto sobre suas necessidades e expectativas.
6. Perdão - Construir confiança no relacionamento também envolve ser capaz de perdoar seu parceiro pela dor que ele possa ter causado no passado. Se você não consegue fazê-lo e insiste em se apegar a problemas pequenos ou fica remoendo questões antigas, seu relacionamento morrerá de causa natural. Se decidir continuar no relacionamento apesar da dor que seu parceiro te infligiu no passado e quiser trabalhar para reconstruir a confiança, você tem de estar disposta a limpar a mesa e começar de novo.
7. Tenha empatia - Quando os problemas surgem ou situações difíceis se formam, como estão fadados a acontecer, é importante demonstrar interesse pelos sentimentos de seu parceiro e ser sensível às suas necessidades. Mesmo se você não tiver concordado com o curso das coisas e ele não seguiu suas dicas, o apoie nessa hora de desespero. Se entender os desejos mais profundos e identificar-se com os interesses dele, ele estará mais inclinado a confiar seus sentimentos a você. Se você jogá-los na cara, ridicularizá-lo ou esfregar quando ele tiver tropeçado e caído, ele não estará inclinado a confiar em você.
8. Mantenha sentimentos positivos - Se seu parceiro nunca te deu razão para duvidá-lo, então não duvide. Como se diz, uma pessoa é inocente até que se prove o contrário. Se você estiver sempre suspeitando e duvidando dos motivos dele, ciumenta e fazendo conclusões rápidas (frequentemente erradas), será muito difícil construir a confiança no relacionamento. Trate seu parceiro do jeito que quer ser tratada – com amor e respeito.
Construir a confiança no relacionamento não acontece em um estalar de dedos. Precisa de trabalho duro e comprometimento, mas uma vez que você a tem e trabalha para mantê-la viva, você colherá seus frutos.

Fonte:
http://irresistivel.com.br/8-dicas-para-construir-confianca-no-relacionamento/

sábado, 20 de junho de 2015

20 Soluções para manter e melhorar um relacionamento

Mudança repentina de estado de humor
Grande parte das discussões parecem começar sem razão aparente significativa, mais parecendo lutas entre egos. Provavelmente já lhe aconteceu ter um período muito bom com o seu parceiro, tudo corre como imaginado, excelente empatia e compreensão. Mas, como todos sabemos o dia tem 24 horas e muitas coisas sucedem nesse intervalo de tempo, pequenas trocas de ideias que não coincidem, pequenos interesses que diferem, incapacidade de atender às necessidades do outro e assim sucessivamente até que o nosso estado interno se altera, passamos para um estado não colaborativo e aquilo que tínhamos falado, sentido e vivido à momentos atrás, transforma-se no pior dos nossos pesadelos. Inicia-se então uma discussão acérrima entre egos.

A verdade
Antes de abordar as formas como se pode ultrapassar a argumentação, desacordos, e lutas numa relação, vamos ponderar o que acontece quando nos encontramos neste estado de desconforto. O que apresento em seguida é aquilo que provavelmente você já viveu quando está num padrão de argumentação.
Fazer a birra de criança: em determinada altura da discussão, um dos dois está calmo, enquanto o outro torna-se numa criança. Essa pessoa torna-se irracional, extremamente emocional e defensiva. Diz coisas das quais se irá arrepender mais tarde. Assim que aquela “criança” pare de se expressar, pouco a pouco irá ficando mais calma, verificando-se depois um fenômeno extraordinário. Os papeis invertem-se e o outro torna-se agora a criança com birra.
* Atenção, apreciação, reconhecimento – quando se entra no modo de criança com birra, estamos à procura de atenção, apreciação e reconhecimento. O nosso estado emocional tem a sua raiz na necessidade que temos de procurar reforço para aquilo que é importante para nós.
* Egoísmo e auto-centramento – quando a nossa birra de criança se expressa, tornamo-nos egoístas e auto-centrados. Não conseguimos entender porque razão o nosso parceiro não percebe o nosso ponto de vista. Quanto mais nos esforçamos, menos o outro consegue estar sensível aquilo que nos está a aborrecer. Neste estado, não conseguimos colocar-nos no ponto de vista do outro, não levamos em consideração os seus sentimentos, e esquecemo-nos que ele também está magoado e sofre com a situação.
* Mentalidade de vítima – quando estamos neste estado, sentimo-nos como vítimas. A nossa mente foca-se nas evidências que suportam a nossa história de vitimização. A mente é ávida em construir histórias coerentes, e quando nos encontramos num estado de incapacidade, vamos arranjar tudo o que nos for possível para justificar aquilo que estamos a sentir, necessitamos de sentir que existem razões para estarmos a comportarmo-nos daquela maneira. Assim sendo a outra pessoa parece-nos a que não está a ser razoável. Sentimo-nos magoados, e vemos cada vez mais razões para a nossa dor. Pode-se dizer que num determinado grau de inconsciência, passa-se a gostar daquele cenário, pois de certa forma gostamos da dor que sentimos, dado que permite-nos representar na perfeição o papel de vitima. Alimentamos os nosso medos e receios de que a vida é feita de relacionamentos dolorosos e que ninguém nos entende.
* Certo e errado – superficialmente, a batalha pode definir-se ao conjunto de argumentos que confirma quem está certo. Um dos parceiros acredita ter razão e que o outro está errado. O desacordo, rapidamente transforma-se numa batalha de egos. Tem-se uma forte e urgente necessidade de provar ao outro que estamos certos.
* Emoções engarrafadas – no papel de criança com birra vai-se expressando os pensamentos auto-centrados que invadem a mente. As emoções engarrafadas na cave da nossa mente são a causa desses pensamentos, que na verdade na grande maioria das vezes não estabelecem qualquer tipo de relação com a situação que se está a desenrolar. Todos transportamos em nós algumas emoções que estão comprimidas, não se manifestando nas situações normais do dia-a-dia, e por este mesmo motivo não temos consciência delas. A não ser nestas situações de máxima tensão.
* Significado alternativo – temos tendência para pegar em algumas palavras expressas pelo outro, saltando para conclusões, assumindo-se o pior. Encontra-se um significado que nos serve, mas que na verdades não é o verdadeiro significado das palavras transmitidas pelo outro. A pessoa diz a si próprio que este significado é absoluto e permanente. A verdade é que todos nós em determinada altura portamo-nos de forma irracional, dizemos todo o tipo de coisas que não diríamos se não tivéssemos num estado emocional alterado.
* Diferenças entre os sexos – os homens são tão emocionais e sensíveis quanto as mulheres. A diferença está na forma como homens e mulheres se expressam, e isto é usualmente mal entendido. Apresento-vos em seguida algumas diferenças. No entanto deverá levar em consideração duas coisas enquanto lê: 
     1) isto é uma generalização e nem todos as pessoas poderão encaixar-se; 
    2) quando me refiro às mulheres ou homens, refiro-me às qualidades e tendências femininas ou masculinas e não ao gênero.
    Como mulher – as mulheres tendem a esconder os seus pensamentos. Quando estão aborrecidas ou chateadas com alguma coisa, assumem que a outra pessoa consegue ler mentes, e por isso deveria saber exatamente aquilo que estão a pensar sem que fosse necessário verbalizar. Normalmente verbalizam algumas pequenas dicas quando estão nesse estado. Isto é extremamente ingrato e injusto para a outra pessoa, dado que até pode querer ajudar, mas não consegue perceber como, nem entender porque razão a parceira está tão zangada. Na incapacidade do parceiro não perceber as pistas ou dicas, a mulher fica ainda mais zangada e magoada.
    Como homem – os homens tendem a ser mais verbais, pensando alto. O homem até pode internalizar alguns dos seus sentimentos, mas os seus pensamentos são exteriorizados através da palavra. Porque os homens verbalizam os seus pensamentos, arranjam facilmente problemas com a parceira da sua vida, dado julgarem  que não vão magoar com aquilo que dizem. A sociedade condiciona o homem a ter um ego macho-alfa, que se comporta como se fosse uma parede, defendendo a integridade e a força dos seu caráter. Esta força define os seus pensamentos, mantendo as suas emoções invulneráveis e bem guardadas. O homem é muito mais perspicaz e sensível do que a sociedade o admite. O homem tem a capacidade para perceber quando a sua companheira está infeliz e certamente contribuir para a sua felicidade ou restabelecimento do bem-estar entre ambos. No entanto, a tendência é que a parceira não colabore, pois não transmite as suas razões de forma clara e simples.

As soluções
É inevitável que os parceiros irão ter na grande maioria das vezes opiniões diferentes, todos as pessoas têm dias em que não conseguem gerir da melhor forma as suas emoções. O problema não é a existência de conflitos entre os parceiros, o problema coloca-se na forma como lidam com as situações. Quando os nossos egos se colocam no caminho, as nossas mentes tornam-se turvas entrando-se num sem número de argumentos descabidos. Algumas pessoas usam esses conflitos como uma oportunidades para obter respostas: “É o meu relacionamento mais forte que o problema?” Usam as situações como uma forma de medir a estabilidade da relação. Não percebendo que a própria questão contribui para o conflito, dado que força ao uso da comparação. Ao invés existe uma forma bem mais efetiva de fazer a questão: “Somos maduros o suficiente para resolver o conflito com consideração, consciência e elegância?”

Apresento em seguida alguns pontos que têm por objectivo contribuir para um relacionamento mais efetivo:
1. Consciencialização – trazer consciência à situação em questão. Torne-se no observador dos seus pensamentos, emoções, necessidades, e ego. Pergunte a si próprio:
- O que é que eu quero neste momento?
- O que eu quero vem do meu coração ou do meu ego?
- Conseguir o que quero, permite-me ser melhor pessoa?
- Conseguir o que quero, permite-me trazer felicidade e realização a mim e aos outros significativos?
- Quais são os aspectos mais significativos na minha vida? Isto encaixa-se nos meus valores?
2. Expresse não suprima – fale livremente e abertamente. Sim, a verdade pode magoar, mas se você assumir a responsabilidade pelas suas palavras e falar de forma respeitosa para o outro, a sinceridade e honestidade expressa na sua mensagem irá sobressair. A outra pessoa irá apreciá-lo profundamente por isso. Esta abordagem irá permitir aliviar a tensão emocional, mas igualmente promover o entendimento mútuo.
3. Reconheça a criança birrenta – ao trazer consciência para a situação, irá ficar mais capacitado para reconhecer quando é que o seu parceiro se encontra no estado de criança com birra. Quando ele está nesse estado, será extremamente benéfico manter-se calmo. Não personalize aquilo que é dito pelo outro enquanto ele estiver naquele estado, ele não queria dizer aquilo e provavelmente mais tarde irá arrepender-se.
4. Como acalmar a criança – o estado de criança com birra, é um estado primário. Em determinadas alturas todos nos tornamos irracionais e excessivos. Sentimo-nos como se fossemos crianças novamente e fazemos birras para obter atenção ou conseguirmos aquilo que desejamos. Com isto em mente, o que é que o outro poderá fazer para nos acalmar quando estamos no estado de criança? Sente-se com o seu parceiro o tempo suficiente para abertamente abordar o assunto acerca do que é que poderia fazer para que ele se sentisse melhor quando está nesse estado. Por exemplo, podem criar um palavra código para dizer ao outro quando ele está prestes a entrar nesse estado. E você que estratégia usa?
5. Padrão de interrupção – quando fazemos algo repetidamente, isso torna-se um hábito. Em vez de iniciar um conjunto de ações em que mais tarde se venha a arrepender, é importante trabalhar no sentido de arranjar qualquer coisa que interrompa definitivamente os comportamentos não desejados. De forma imaginada veja-se na situação desconfortável, pare, agora substitua mentalmente os comportamentos e emoções que desejaria vir a ter na próxima vez que possa sentir que está a perder o controle. Agora, tente perceber como se sente, provavelmente bem melhor que a última vez que perdeu a calma. Ótimo, agora reforce esse sentimento, e diga a você mesmo que é isso que fará na próxima situação de desacordo com o seu parceiro. Tudo terminará bem melhor.
6. “Olha-me nos olhos” – se você verificar que o seu parceiro está a ficar no estado irracional de criança ou a ficar chateado, peça-lhe para o olhar nos seus olhos, mesmo que seja por breves momentos. Este pequeno exercício de direcionar a atenção para a presença dos dois, pode fazer com que se lembrem quem são, e o quanto gostam um do outro. Para alem disso, transmite uma indicação direta de sinceridade e objetividade.
7. Respire – feche os seus olhos e foque-se na sua respiração. Faça algumas respirações profundas e depois continue a respirar normalmente. Continue a fazer isto pelo menos durante 5 minutos. Depois preste atenção aos seus pulmões e sinta-os a expandirem-se e a contraírem. Sinta a energia que recebe ao respirar. À medida que vai mudando o foco, conseguirá igualmente mudar a seu estado mental e emocional. Para uma abordagem mais aprofundado sobre este assunto leia o artigo: 10 técnicas poderosas de relaxamento.
8. Pergunte a si próprio: “estou a argumentar com o objetivo de ganhar a discussão? – se a resposta for sim, pergunte a si próprio em que é que a vitória desta discussão fará diferença na sua vida daqui a 5 anos, ou para a semana, ou então amanhã? Este exercício coloca a discussão em perspectiva e por vezes pode fazer cair por terra toda a sua postura colocada na situação.
9. Pergunte a si próprio: “O que é que se passa comigo que eu não gosto?” – na maioria da vezes, os argumentos que defendemos são simplesmente extensões de nós mesmos, fato que poderemos não ter consciência até que possamos refletir mais tarde, depois do erro já ter sido cometido. Quando nos percepcionamos com um forte impulso para criticarmos as outras pessoas, nós estamos na realidade a projetar aquilo que não gostamos em nós e que vemos nos outros. Observando os nossos pensamentos e comportamentos face aos outros, podemos colocar à nossa frente as inseguranças no assunto em questão.
10. Coloque-se na pele do outro – imagine-se a si próprio no papel do outro. Usando o melhor das suas habilidades, tente sentir a dor que o outro está a experienciar. Como é que ele se sente? Como é que é esta nova perspectiva? Durante alguns segundos, finja isso. O “eu” deixa momentaneamente de existir, e agora você é a outra pessoa. Experiencie as suas palavras e sentimentos como se fossem seus. Este simples exercício ajuda-o a desenvolver a compaixão e a levar em consideração o ponto de vista do outro.
11. “Como é que ele me faz sentir.” – quando consegue comunicar os seus pontos de vista, fala sempre de forma a transmitir como é que alguma coisa que aconteceu o fez sentir. Por exemplo, “quando eu não obtenho a tua opinião, isso faz-me sentir que eu não sou importante para ti”. Expressar como é que alguma coisa nos faz sentir, ao invés do que nós pensamos do que é que o outro fez de errado, reduz a necessidade instintiva de se defender. Quando as pessoas não estão num estado defensivo, estão mais receptivas a ouvir e a resolver o assunto.
12. Altere rotinas, refresque-se – vá para uma divisão diferente da casa, para um sítio que não lhe seja comum, tente colocar as coisas em perspectiva. Procure clareza e entendimento acerca dos seus sentimentos e aquilo que quer para si e para a sua relação. Veja se existe alguma coisa diferente que possa fazer e acrescente valor ao seu relacionamento. Reenquadre esta nova e fresca motivação face a uma atitude positiva e construtiva, caminhe nesse sentido e coloque a estratégia em ação.
13. Ouça – Ouça a outra pessoa. Ouça-a realmente. Dê-lhe o respeito que ela merece ser, ou não fosse a pessoa que escolheu para amar. Dê-lhe uma possibilidade de falar e expor a sua questões, opiniões, sentimentos ou ideias sem julgá-la. Renda-se a esse momento de abertura, e concentre-se nele. Ouça o outro com se estivesse a ouvir a si próprio. Ouça o outro da mesma forma como gostaria que o ouvissem a si.
14. Perdoe e aceite – relembre-se que no nosso íntimo a tendência é para que sejamos “boas” pessoas. Todos nascemos inocentes, amorosos, amigáveis e generosos. Tente ver isso nos outros, tal como deverá procurar isso em si. Todos temos em nós potencial para as boas ações. Somos seres gregários, gostamos de viver em grupo, necessitamos e tiramos prazer de estabelecer contato e laços fortes com outros que nos são significativos.
15. Desculpe e explique – diga, desculpa, e mostre que é isso que pretende, explicando porque razão pede desculpa. Não se intimide ou deixe que o seu orgulho se intrometa. A vida encarrega-se de nos mostrar que é curta, por isso tente fazer as coisas corretas, ao invés das coisas corretas para o seu ego. Claro que nós somos a nossa prioridade, mas as coisas que vivemos só fazem sentido, se lhes atribuirmos um propósito que normalmente passa pelo relacionamento que temos com as coisas ou com as pessoas.
16. Renuncie à defensiva – renuncie à necessidade de se colocar na defensiva quando existe um discussão. Esteja atento quando o outro expressa os seus sentimentos. Não trate aquilo que o outro expressa usando a crítica, ouça com aceitação e com um desejo genuíno de amor ao outro. Esta não é uma luta pelo poder é uma conversa. A expressão dos sentimentos e das necessidades do seu parceiro nada tem a ver consigo.
17. Foque-se no que o outro fez bem – quando estamos chateados com o nosso parceiro, tendemos a focar-nos naquilo que fez de errado ou que não gostamos que faça ou diga. Lembre-se: aquilo no qual nos focamos expande-se. E esta capacidade torna-se uma desvantagem, dado que amplifica as coisas negativas nas quais nos focamos. Isto transforma-se em mais negatividade e aborrecimento. Foque-se naquilo que o outro fez de correto. Foque-se naquilo que gosta nele. Foque-se nas características pelas quais se orgulhou e fez com que se apaixonasse, e que consequentemente faz dele um ser único e extraordinário.
18. Pare de apontar o dedo – colocar a culpa no outro mantem a luta viva. É uma progressão natural culpar os outros ou as situações pela nossa infelicidade e desconforto. Na verdade as coisas que poderemos ter controle são os nossos pensamentos, ações e reações às situações de vida. Poderemos nós culpabilizar os outros pela nossa infelicidade? Não será mais assertivo e realista colocar-se numa situação de fazer algo proativo no sentido de direcionar os seus pensamentos e percepcionar-se com capacidade de resolução face a situação desencadeada. “não podemos controlar o vento, mas podemos direcionar a vela”. Isto é verdadeiro e capacitante. Coloca assim a vida nas suas próprias mãos, direcionando-a para o caminho que pretende percorrer.
19. Gratidão – a capacidade que todos temos para colocar a nossa vida em perspectiva é uma bênção. Mudando o nosso foco, mudamos também o nosso estado de ser, permitindo desta forma afastarmo-nos de más sensações e estados incapacitantes. Faça uma lista das coisas pelas quais se sente agradecido, feche os seus olhos e agradeça todas as funcionalidades existentes no seu corpo, principalmente a capacidade que todos temos para gerar pensamentos e assim podermos construir soluções que nos servem. Podemos através desta capacidade extraordinária apreciar o que a vida tem de melhor.
20. Construir um forte senso de valor – as inseguranças que se expressam nos relacionamentos, são o resultado das inseguranças que transportamos em nós próprios. Devemos propor-nos ao exercício de gostarmos de nós antes de nos propormos a amar os outros. Dedique algum tempo a construir uma relação forte consigo mesmo, neste processo tem a oportunidade de se deparar com as suas inseguranças e lentamente desintegrá-las, aproximando-se de si e apreciando-se pelo que é. Passe algum tempo de qualidade consigo próprio e encontre-se. O que é que gosta de fazer que gostaria de fazer mais?

Fonte:
http://www.escolapsicologia.com/20-solucoes-para-manter-e-melhorar-um-relacionamento/

sábado, 6 de junho de 2015

Dicas para manter seu relacionamento em equilíbrio

Compartilhar suas coisas favoritas
Se você é louca por X-Factor e o programa passa na hora da série preferida do gato, pode ser que várias brigas aconteçam. Mas não se você mostrar quanto essa disputa musical é divertida. Se ele odiar, combinem que um dos dois vai gravar a série do coração e ver depois. Uma pesquisa do Reino Unido mostrou que gravações digitais melhoraram o relacionamento de 79% dos casais.

Deixar suas manias aparecerem
Digamos que você organiza a sua geladeira por cores ou que é viciada nas videocassetadas do Domingão do Faustão, mas esconde isso do cara porque, bem, não quer que ele ache você esquisita. Melhor esquecer isso. Quando você é verdadeira consigo mesma (e com ele), a intimidade aumenta, e, quanto mais próximos, maior a confiança. Tá, não precisa contar que você sabe as falas de Maria do Bairro de cor.

Dar atenção
Você vive chamando seu querido de insensível? Calma lá! Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que os homens sentem mais falta de carinho do que as mulheres. Tudo bem que eles não demonstram tanto os sentimentos, mas não aja com indiferença. Um beijo inesperado no meio do shopping dá uma animada no seu gato.

Falar a língua dele
Se você costuma usar uma gíria que é típica dele e chama todos os homens da sua vida de cara, saiba que isso é ótimo. Pesquisa da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, descobriu que casais com estilos de fala parecidos ficam mais tempo juntos.

Pensar nas qualidades
Não adianta compará-lo ao ex ou achar que é impossível namorá-lo porque ele deixa a toalha molhada na cama — mas ama você e é engraçado. Se enxergar só o lado ruim, pode nunca se sentir feliz em seus relacionamentos. “Decidimos onde focar a atenção e valorizamos ou não alguém a partir disso”, diz a psicóloga Mara Lúcia Madureira, de São Paulo.

Inovar no sexo
Não fique com vergonha de ousar porque não tem certeza se ele vai ou não curtir uma fantasia ou posição nova. “Converse para saber do que ele gosta, mas faça o que tiver vontade”, diz a personal sex Fátima Moura, de São Paulo.

Ter um tempo só para vocês
Mesmo com a agenda lotada, arrume uma brecha para um drinque com o gato. A desculpa é científica: um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, mostrou que 91% dos casais que bebem juntos estão satisfeitos no relacionamento.

Abrir seu coração
Não finja que não está apaixonada pelo seu namorado. No livro Como Fazer o Amor Dar Certo (Sextante), Steven Carter diz: “Os sentimentos que ocultamos de nossos parceiros alimentam o distanciamento do casal; os sentimentos e fatos que estamos dispostos a compartilhar nos aproximam muito mais”.
Viver de mau humor
O chefe deu a maior bronca? Ou você saiu do sério com as cobranças da sua mãe? Sim, nós entendemos que a vida pode não estar fácil para você. Mas acredite: não está fácil para ninguém nem para o seu amado. Se estiver num dia daqueles, respire fundo antes de descontar a raiva. Melhor pedir que ele ajude você com um combo felicidade: beijos intensos, filme bobo na TV e taças de vinho. 

Sufocar o cara
Você cancela seus planos com as amigas quando ele liga para contar que foi demitido? Ótimo. Essa é a atitude de uma namorada preocupada. Você envia a ele links de emprego a cada meia hora? Isso não é bom. Apesar de pensar que está ajudando, virou uma dominadora. E, a não ser que vocês estejam no clima de Cinquenta Tons de Cinza, isso não vai dar muito certo.

Ignorar a opinião dos amigos
Se seus amigos nunca dizem nada de legal sobre o seu namorado, cuidado. Claro que pode ser uma implicância boba. Mas, se a maioria deles não aprova o gato, melhor ficar atenta. Às vezes eles têm alguma razão...

Ser muito egoísta
Quando você só pensa em si mesma e ignora os gostos e preferências do outro, pode se transformar em uma mulher chata e mandona que quer tudo do jeito dela. E você não gostaria de conviver com uma pessoa assim, certo? Se não está disposta a ceder um pouquinho porque só prioriza seus gostos pessoais, talvez seja o momento de ficar solteira — e não tem nada de errado nisso!

Desconfiar dele o tempo todo
Ficar mexendo no celular do cara atrás de mensagens suspeitas, pedir a senha do Facebook,  proibi-lo de ter amizades com mulheres... Tudo bem que ter um ciuminho básico é normal, mas, quando a neurose é alta, é superdifícil que um casal crie laços sinceros. O resultado de  atitudes desse tipo é o fim da cumplicidade. E quem não consegue admirar o gato está prestes a parar de amá-lo.

Disputar com ele
Sim, ele está em um ótimo emprego e ganhando um salário bem maior que o seu. Se isso não for algo que deixa você feliz, significa que, além de você não estar dando a mínima para a felicidade dele, não suporta que ele esteja se saindo melhor do que você. Imaturidade pura, vai. Faça dele um modelo de inspiração e sucesso.

Dar piti
Você deve odiar passar vergonha, por isso não faça os outros passarem também. Não existe nada pior do que histeria gratuita — ainda mais em público. Se seu querido foi educado com a garçonete do restaurante, não tem por que surtar e ter uma crise absurda de ciúme.

Implicar à toa
Se ele é preguiçoso e odeia acordar cedo, é quase impossível que você o convença a levantar às 7 da manhã, todo sábado, para andar de bike. “Você até pode dizer o que incomoda, mas não exigir que ele mude para agradá-la. O parceiro se cansa quando sua personalidade não é aceita”, diz a psicóloga Olga Tessari, de São Paulo. 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/amor-e-sexo/cosmopolitan-brasil/dicas-para-manter-seu-relacionamento-em-equilibrio

sábado, 26 de julho de 2014

Relacionamento X Dança de Salão

A dança de salão é uma excelente atividade física e social que deixa as pessoas muito mais felizes além de também deixar o corpo em forma com as curvas mais acentuadas. As academias do país estão cada vez mais cheias, a procura esta ainda maior depois que foi comprovado que a dança de salão emagrece e ajuda no convívio social entre as pessoas. A dança de salão também atua diretamente nas emoções deixando as pessoas mais felizes.
A dança não é pré-requisito para que a relação seja maravilhosa, mas ela certamente eleva os níveis de qualquer relação maravilhosa. Se um casal passa por dificuldades, a dança é uma excelente terapia – não-discursiva, intensa e objetiva. E se um casal passa por seus melhores momentos, nada melhor do que expressar toda essa energia na dança, um modo de se conectar com o outro que fica entre a conversa e o sexo, mas que amplia o sexo e a conversa.
Na dança de salão, a polaridade masculino/feminino é extremamente enfatizada. Nas aulas, os homens são ensinados a conduzir, a ter pegada. E as mulheres são instruídas a serem conduzidas, a se deixarem levar, se entregar.
Durante as aulas, os meninos aprendem que ser homem envolve ter direcionamento, sensibilidade e respeito, não só com mulheres, mas na vida em geral. E as meninas, sem saber, resgatam sua essência feminina, tão rara de se ver atualmente, de delicadeza, encanto, radiância e entrega.
Creio que tais ensinamentos da dança de salão, por serem aprendidos com o corpo (não de modo teórico), fazem com que ela seja cada vez mais valorizada neste mundo contemporâneo que dissocia mente e corpo e gera avatares, indivíduos puramente mentais, desconectados, sem presença. A dança aumenta nossa consciência corporal, nossa sensação de ser um corpo – em vez de ter um corpo.
O relacionamento do casal melhora porque há mudanças de comportamento:
* uma vez que a sensualidade está presente no corpo e a dança gera energia que estimula por si só o contato com o parceiro. Muitos casais passam a se relacionar melhor depois que começam na dança de salão, se tornam mais parceiros e cúmplices no dia a dia descobrindo a importância da vida a dois;
* as pessoas tornam-se mais comunicativas, extrovertidas, sentem vontade de estar entre amigos e ainda participar mais de atividades públicas como baladas e barzinhos;
* equilíbrio emocional também é um fator de muita importância que passa a ser trabalhado de maneira mais intensa com a dança de salão, pois com o corpo em forma a pessoa passa automaticamente a melhorar sua autoestima tanto nos homens quanto nas mulheres;
* também mexe com outros fatores muito importantes como o aumento da frequência cardíaca, estímulo da circulação do sangue, melhoria da capacidade de respiração, proporciona maior flexibilidade aos membros, entre outros.
As experiências entre as pessoas na dança de salão são trocadas durante o convívio e faz com que se sintam bem como parte integrante na sociedade e ainda passam a se sentir confiantes pela sensação de bem estar psicológico que ela proporciona. O equilíbrio do corpo e da mente pode facilmente ser encontrado na dança, por isso tanto homens quanto mulheres a praticam com maior frequência, principalmente aqueles que atingiram idade avançada entre cinquenta e sessenta anos.
E você já pratica dança de salão? Ainda não? O que esta esperando para começar e ser muito mais feliz?

Fonte:
http://papodehomem.com.br/danca-de-salao-o-jogo-sujo-dos-relacionamentos/
http://www.mulheronline.net/danca-de-salao-e-seus-beneficios/

sábado, 28 de junho de 2014

Blindando o casamento

Viver com uma pessoa a vida todo exige esforço. Que o digam os apresentadores do programa The Love School – A Escola do Amor, na Rede Record, Renato e Cristiane Cardoso. Casados há 21 anos e pais de um filho adotivo, eles enfrentaram muitos problemas no começo, quando foram morar nos EUA. Principalmente por não se conhecerem direito... “(Ele) Ficava de cara amarrada comigo por dias”, lembra Cristiane, no livro Casamento Blindado (Editora Thomas Nelson, 272 págs.), já nas livrarias.
Além de contar a própria história e esmiuçar a rotina de um casal, na obra os autores dão 27 dicas para que, assim como eles, você supere as dificuldades e blinde seu relacionamento. Arregace as mangas e não perca a fé, porque vem muito trabalho por aí!

1. Converse sempre
Não deixe para depois! Uma ferida aberta só piora com o tempo. Converse até que consiga resolver o que incomoda você.

2. Filtre as palavras
Converse, mas nunca no calor da emoção. Estar nervosa não justifica agredir o companheiro, física, verbal ou emocionalmente.

3. Levante a autoestima dele
Os homens se sentem valorizados quando recebem um elogio. Isso faz com que ele queira se aproximar de você. Vale também cozinhar algo que ele goste e esperar por ele de banho tomado e perfumado.

4. Atenda aos pedidos dele
Ele pediu algo? Faça! Às vezes, é uma coisa tão simples, como uma lâmina de barbear. Se ele não abusar muito dos pedidos, que mal há em colocá-los no topo da sua lista de vez em quando?

5. Não misture os problemas
Não use uma situação qualquer para definir o caráter do seu marido. Aprenda a lidar com as situações separadamente. Não relacione um problema atual com um problema passado.

6. Deus ajuda
Não adianta só discutir ou reclamar (“Amor, você não me dá atenção!”). Ore, amiga! Peça a Deus que toque no coração do seu marido e ajude você a lidar com a situação.

7. Saiba relevar
Muitas vezes, o assunto não vale o tempo e o desgaste de uma discussão. Então, releve. Quando seu marido quiser discutir, beba um pouco d’água, mas fique com ela na boca por dez minutos antes de engolir. Boa, né?

8. Evite respostas atravessadas
Uma briga enorme pode começar só porque um deu uma resposta atravessada para o outro. Em vez de dizer "“Você é um grosso!”", diga "“Amor, quando você está ocupado e eu lhe pergunto uma coisa, às vezes a maneira como você me responde me faz me sentir mal”". Esse detalhe faz diferença.

9. Cuide da aparência
Casamento não é licença pra virar baranga! Depois do “sim”, tem que manter o clima de conquista. Do mesmo modo, você não quer um cara desgrenhado do seu lado!

10. Piada sem graça, não!
Cuidado com o que fala para os amigos sobre seu marido, hein?! Procure não expor falhas e fraquezas dele. Isso pode fazer seu companheiro pensar que você o considera inferior!

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/casamento/10-segredos-pra-blindar-seu-casamento-divorcio-698987.shtml