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sábado, 30 de janeiro de 2016

Hipersensibilidade: Como lidar com isso?

A hipersensibilidade refere-se à alteração de um tecido causada por uma resposta imune que ocorre de forma exagerada ou inapropriada. As reações de hipersensibilidade são respostas imunes protetoras que algumas vezes resultam em reações inflamatórias e dano tecidual.
As doenças  de hipersensibilidade são classificadas baseadas no mecanismo imunológico principal que é responsável pela lesão tecidual e a doença.
Muitas pessoas são hipersensíveis. Elas não podem suportar barulho, agressão e o ritmo apressado da sociedade moderna. Geralmente sofrem de distúrbios psicossomáticos e insônia. Aquilo que os outros aceitam como certo, como ir a festas de família, por exemplo, para elas é uma tarefa difícil. Muitas vezes, fazer algo que outras pessoas consideram normal pode ser uma tragédia para elas.
Quando crianças, elas geralmente são mal compreendidas e subestimadas. Como têm dificuldade para se defenderem e entram facilmente em devaneio, o período escolar é difícil para elas. Construir uma carreira e tornar-se bem sucedido de acordo com os padrões da sociedade não funciona para essas pessoas. Bem ou mal, elas acabam progredindo, mais ou menos à margem da sociedade, pois participar das atividades predominantes no meio social é, para elas, cansativo e debilitante. Devido a tudo isto, a auto-imagem dessas pessoas não é das mais positivas; muitas vezes elas se sentem inseguras e inferiores. Seus pensamentos são sombrios e podem se repetir indefinidamente.
É lógico que esta imagem é um tanto exagerada. Entretanto, muitas pessoas se reconhecerão parcialmente nesta descrição.
Vamos agora focalizar alguns dos traços positivos das pessoas hipersensíveis. Elas apreciam a paz e a serenidade e anseiam por viver em harmonia com seus companheiros humanos. São sensíveis à beleza, especialmente a da natureza. São muito empáticas e abertas à espiritualidade. Possuem uma imaginação muito rica. Para surpresa delas mesmas, pessoas que estão em dificuldades são naturalmente atraídas a elas e lhes pedem conselhos.
O que acontece com essas pessoas? A resposta é que elas não são apenas hipersensíveis, elas são altamente sensíveis. De fato, elas são anjos disfarçados.

O que é alta sensibilidade?
Todos os seres vivos emitem uma certa vibração ou aura: as flores, o sol, as pessoas, os animais, as plantas, e inclusive a sociedade humana como um todo. Você é altamente sensível quando a sua vibração, a sua aura, é mais refinada e delicada do que a vibração da sociedade humana.
Imagine um anjo radiante e belo descendo do Céu para nascer num corpo humano, numa metrópole moderna. Este anjo tem dificuldade para lidar com o barulho, o caos e a feiúra do mundo à sua volta. Onde está a serenidade e a beleza da natureza? Onde estão as flores? Onde está o conhecimento interior profundo, o sentido de unidade com o cosmos? O anjo se sente frustrado e hostilizado. O mundo ao seu redor não o alimenta nem o reconhece. O anjo começa a pensar que há algo de errado com ele e torna-se triste e deprimido. Como não se sente à vontade aqui, ele se recolhe e anseia vagamente por uma outra realidade. As pessoas à sua volta consideram-no um sonhador que não quer encarar os fatos da vida. A luz do anjo diminui. E ele, que no começo era altamente sensível, se torna hipersensível.
Muitos anjos estão encarnados na Terra e cada anjo tem seu próprio motivo para estar aqui. Mas existe um motivo geral: para ajudar a Terra. Através da presença de todos esses anjos, a sociedade humana como um todo adquire mais luz e sensibilidade. A presença angélica eleva a vibração do mundo. Isto acontece especialmente quando os anjos se lembram quem são e quando sua autoconfiança é restaurada. É então que a luz deles realmente brilha!

Você é esse anjo
O que você pode fazer para se tornar radiante outra vez, para transformar sua hipersensibilidade em alta sensibilidade?
1º Reconheça-se – Reconheça que você é um anjo e não tenha medo de mostrá-lo. Acredite na sua própria luz, nas suas capacidades criativas e supere seu medo de se expor. Este é o primeiro passo.
Como fazer isto? É importante conectar-se com a espiritualidade. Veja o mundo de uma perspectiva espiritual, lembre-se do reino atemporal de amor e beleza de onde você veio e ao qual pertence. Você sempre esteve em contato com essa realidade sutil, etérica. Agora dê mais um salto e acredite realmente que ele existe. No momento em que se conecta com ele, você também se conecta com sua própria essência interior e começa a perceber quem você realmente é. Você se lembra que sua consciência é eterna e que é uma fonte magnífica de luz e criatividade.
No momento em que se sente parte desse outro reino, que é o seu verdadeiro lar, o julgamento da sociedade humana a seu respeito torna-se muito menos pesado para você. Você compreende que sua estadia aqui é apenas temporária e que um dia esta sociedade frenética e caótica desaparecerá e dará lugar a uma sociedade mais pacífica, harmoniosa e feliz. O que a sociedade atual pensa de você e espera de você não é mais tão importante. O mais importante é o que você veio fazer aqui, como você vai manifestar a sua luz neste  mundo.
Ao compreender e sentir a sua verdadeira origem, você acende sua própria luz. A luz é criativa e transformadora. Você percebe que o ambiente ao seu redor começa a lhe responder de maneira diferente. A vida flui com mais facilidade e as pessoas o levam mais a sério. Você deu um primeiro passo fundamental na transição da hipersensibilidade para a alta sensibilidade.

2º Conscientize-ze – Você só é capaz de doar verdadeiramente a sua luz aos outros, se também for capaz de não doá-la. Se você não consegue dizer “não” para as pessoas, o seu “sim” não tem nenhum sentido. Aprender a estabelecer limites e se defender é essencial. Se não fizer isto, sua energia fluirá por um poço sem fundo e você se sentirá permanentemente fraco e esgotado.
Para impedir que isto aconteça, você precisa entrar em contato com a sua energia masculina. Muitas pessoas que estão voltadas para a espiritualidade possuem uma imagem negativa da energia masculina, associando-a com violência, opressão e agressividade e considerando-a não espiritual. Como resultado desta atitude negativa diante da energia masculina, muitas pessoas voltadas para a espiritualidade e hipersensíveis sentem-se privadas do seu poder e incapazes de se defenderem.
A solução é entender que não há nada de errado com a energia masculina em si; o que causa problemas é o desequilíbrio entre o masculino e o feminino. Ao enxergarem a energia masculina como inferior, muitas pessoas debilitam a sua própria força. Isto acontece particularmente com as mulheres sensíveis. Se você está passando por um processo de crescimento espiritual, é especialmente importante que se conecte com sua energia masculina.
Logo que der o 1º passo e se tornar mais consciente de quem realmente é, você começará a se distinguir energeticamente do seu ambiente. Sua luz será notada. Isto atrairá para você o que eu chamo de sanguessuga de energia. São pessoas ou outras entidades, como por exemplo a empresa onde você trabalha, que se alimentarão da sua energia. Elas o despojam da sua energia sem lhe dar nada em troca. Se você não for capaz de se proteger num ambiente como esse, estará em apuros.
Nesse ponto, você precisa usar a sua força masculina. Acolha a sua parte masculina, o seu homem interior, e confie nele. Deixe que ele tome a forma de uma espada na sua mão, que rompe os vínculos entre você e tudo que o priva da sua energia.
Uma armadilha comum na utilização eficiente da espada da sua energia masculina é o conceito de igualdade: “Somos todos iguais, portanto eu não deveria me distinguir dos outros e deveria compartilhar o que tenho com eles.” A idéia de igualdade está correta até certo ponto. No nível da alma nós somos iguais. Entretanto, no nível da manifestação, não somos. Algumas pessoas são mais capazes de deixar sua luz interior brilhar do que outras. Quando não reconhecemos isto, deixamos o campo aberto para as sanguessugas de energia. As pessoas, em especial, que irradiam muita luz e têm muito para dar, deveriam se proteger. Esteja atento e perceba para quem ou para o que você dá a sua energia. Nem todos estão prontos para receber o que você tem para oferecer. Não deixe que a sua dádiva mais preciosa seja consumida por pessoas ou organizações que não condizem com a sua vibração. Use sua energia masculina para este propósito.

3º Saiba seu lugar – Muitas pessoas hipersensíveis têm uma certa resistência a viver na Terra. Essa resistência se deve, em parte, ao fato de elas não se sentirem à vontade na sociedade ocidental moderna. A energia da sociedade não se afina com a delas e elas se sentem hostilizadas por ela e querem ir embora. Inconscientemente, elas se lembram da sua herança espiritual e anseiam por voltar ao “lar”. Querem voltar à paz e à harmonia dos reinos celestes, que contrastam tão profundamente com o barulho, o medo, a agressividade e o anonimato da sociedade humana atual.
Além desta razão de sentirem resistência a viver na Terra, as pessoas sensíveis também têm intuições sobre o que aconteceu em suas vidas anteriores neste planeta. Geralmente carregam lembranças de guerra, perseguição e outras formas de agressão. Elas se lembram de terem tentado ser boas e fazer o bem na Terra e terem sido violentamente rejeitadas por isso.
Para superar sua resistência a estar aqui, é importante diferenciar a energia da sociedade humana da energia da Terra em si. Para fazer isto, encontre um lugar bonito na natureza. Vá lá num final de semana, quando ele estiver tranquilo. Sinta a energia desse lugar, sinta a serenidade e a paz. Abra o seu coração para esse lugar na natureza e sinta todas as energias lá presentes. Agora sinta a própria Terra. Esta é a Terra para a qual você veio, a Terra que deseja se aproximar de você e quer ampará-lo. Abra o seu coração para a energia e o amor dela.
Entrando nessa conexão com a Terra, você é capaz de assumir verdadeiramente o seu lugar aqui e irradiar sua luz neste mundo. Você pode mudar o mundo e torná-lo mais bonito. Existe um lugar para você na Terra onde se sentirá em casa. Este lugar se tornará um farol de luz que transformará o mundo ao seu redor.


Pessoas hipersensíveis se escondem do mundo.
Pessoas altamente sensíveis irradiam livremente sua luz no mundo.

4º Transforme-se – Sua energia feminina pode fazer a diferença entre ter medo de alguém e amar alguém. Ela o capacita a olhar por trás da máscara que a pessoa está usando e enxergar sua vulnerabilidade. Em nossos corações, somos todos bons. Deus está no coração de todo mundo. Você pode usar sua energia feminina para se tornar ainda mais sensível, de modo a usar sua empatia para realmente entender o que é estar na pele de outra pessoa. Perceber o outro desta maneira pode ajudar você a compreender as observações e comportamentos ofensivos dele. Pode ajudar você a liberar tudo isso.
Isto se torna possível quando sua energia interna masculina é suficientemente forte para proteger seu lado feminino. Quando ficamos magoados com algo que outra pessoa falou para nós, geralmente não nos magoamos com as palavras em si, mas com a nossa própria interpretação exageradamente sensível dessas palavras. Muitas vezes as pessoas não têm a intenção de nos ferir, o que geralmente acontece é que elas deixam escapar alguma coisa que não era dirigida a nós pessoalmente. Sua energia masculina pode ajudá-lo a não se ofender, a não tomar as coisas tão pessoalmente. Sua energia feminina pode ajudá-lo a sentir o que realmente está acontecendo no interior da outra pessoa. Ao usar o dom feminino da sensibilidade, podemos ver muitas luzes neste mundo escuro à nossa volta. Tornando-nos mais sensíveis, damos um passo na direção do coração dos nossos companheiros humanos, que geralmente é muito mais carinhoso e luminoso do que pensávamos. Quando percebemos a luz no coração do outro, esta luz brilhará mais forte.
Tornando-se ainda mais sensível, você não apenas adquire uma percepção mais profunda de quem a outra pessoa é, mas ela também passa a conhecê-lo melhor. Ela sente algo sensível, carinhoso e belo em você, que ela não tinha percebido antes. Quando você reconhece o outro, ele reconhece você. É assim que você começa a se sentir em casa na Terra;

Ser um anjo é estar equilibrado
Todo ser humano dá e recebe. Para permanecer espiritual e fisicamente saudável, precisamos estar em equilíbrio com o meio em que vivemos. O fluxo de doação e o fluxo de recebimento devem estar em equilíbrio. No momento em que irradiamos mais da nossa luz, fazemos a transição da hipersensibilidade para a alta sensibilidade. Então nos tornamos o anjo que somos e o fluxo de doar aumenta. Nós emitimos uma luz linda e criativa e a compartilhamos com o nosso ambiente, geralmente sem sabê-lo. A energia que doamos ao mundo quer voltar para nós, na forma de abundância física.
Isto causa problemas em muitos sensitivos. A pessoa hipersensível geralmente não acredita que a vida possa ser bela, rica e abundante para ela, pois sente que isso não seria justo, que ela não merece isso, e assim bloqueia o fluxo de recebimento que quer vir até ela. As tradições religiosas, que ensinam que é melhor dar do que receber, ou que é pecado ter prazer, apóiam esta linha de pensamento. O medo e a dúvida afastam a abundância natural que deseja vir para o seu caminho.
Esteja atento a isto. Verifique se você está realmente aberto ao que o universo gostaria de lhe dar, a todo o amor que está aí para você. Enquanto não disser “sim’ para o que o universo quer lhe enviar, você não terá verdadeiramente dito “sim” para si mesmo. Diga um “sim” sonoro e amoroso para si mesmo. Então o fluxo de recebimento na sua vida se tornará natural para você.

Hipersensibilidade, PAS (pessoa altamente sensível) tratamentos
• Respeite sua sensibilidade. Não se obrigue a fazer coisas que sejam difíceis. Tanto quanto possível, escolha situações que sejam adequadas para o seu temperamento. Pessoas altamente sensíveis precisam de mais tempo do que outras para processar os acontecimentos do dia, então, não se sobrecarregue saindo à noite.
• Recue. Permita reagir emocionalmente a uma situação, mas aceite que haja outras possibilidades. Tenha calma, analise a situação e a reavalie; pausa para reflexão.
• Bloqueie. Para evitar sobrecarga sensorial e ansiedade, sempre tenha plugues de ouvido e fones de ouvido com você, para bloquear o ruído.
• Abaixe o tom. Se multidões e barulho são um problema, encontre locais que sejam mais silenciosos e menos apinhados – uma pequena padaria em vez de um shopping, por exemplo, ou um consultório médico pequeno, em uma casa, em vez de um grande conjunto médico em um hospital.
• Reduza a estimulação externa dizendo não a coisas que você não precisa fazer ou que você não gosta de fazer.
• Certifique-se de que tenha tido o sono suficiente, ou tire uma soneca, antes de enfrentar uma situação que será altamente estimulante.
• Medite, reze, ou use outro método de relaxamento para reforçar sua capacidade de lidar com os desafios do dia a dia.

Fonte:
http://tdah-dourados.blogspot.com.br/2011/10/146-hipersensibilidade-voce-e-uma.html
http://www.jeshua.net/por/articles/article1.htm

sábado, 2 de janeiro de 2016

Melhor pra fora do que pra dentro!

Quantas coisas reprimimos diariamente? Guardamos sentimentos como quem esconde um tesouro roubado, no entanto, não roubamos sentimentos, portanto, não faz sentido escondê-los de uma forma tão dura assim. Não é mesmo?
“Você pode se enganar e enganar muitas pessoas fazendo o papel de bonzinho, de coitadinho ou contar mentiras para não ferir essa ou aquela pessoa. Você pode esconder tudo de todo mundo, mas o seu corpo sente e reage as agressões que você tem cometido contra ele.
Se você continua naquele relacionamento que não suporta mais, naquela rotina que tira a sua alegria, naquela sociedade que já se desgastou, naquele emprego que rouba o seu prazer, ou naquela amizade mais falsa que nota de R$ 60,00, o seu corpo vai sentir essas emoções e como uma bateria, vai carregar e armazenar esses sentimentos, até que um dia vai explodir como bomba atômica.
Desde crianças, somos obrigados a segurar as emoções. Muitos pais ensinam que chorar é “sinal de fraqueza”, “masturbação é pecado”, “sexo é vergonhoso e ter prazer é coisa de pessoas sem vergonha”. Desde muito pequeno, vamos sendo castrados em nossos sentimentos e emoções e quando podemos tomar nossas próprias decisões, em nome de “convenções da sociedade”, seguramos nossa raiva, nossa indignação, não abraçamos nossos amigos, não beijamos mais por uma vergonha besta e ridícula.
Assim, vamos armazenando sentimentos que precisam sair de alguma forma, e normalmente, todas as emoções se traduzem em raiva e/ou tristeza, uma sombra que se esconde por trás de sua aparente figura. Quanto mais tempo você sofrer calado, mais doente vai ficar…”  – Paulo Roberto Gaefke
É, de fato, no final das contas, o maior prejudicado é você.

1. O meio-termo entre a necessidade da fala e o silêncio
Sabemos que o silêncio é sábio, e é sempre bom pensar antes de falar, afinal, ante algumas palavras ignorantes, ante um comentário fora do lugar ou ante uma expressão inadequada, optemos sempre por fechar a boca e agir com mais inteligência do que aquele que fala sem pensar.
Mas devemos encontrar um equilíbrio entre o silêncio e defesa de nossas necessidades:
Silenciar nossos sentimentos ou nossos pensamentos deixa que, a pessoa que está na nossa frente, não saiba que está nos machucando, ou que está ultrapassando alguns limites. Ninguém consegue adivinhar o pensamento dos outros, por isso se não dizermos aquilo que nos faz mal ou que nos ofende, as outras pessoas não o saberão.
Existem silêncios sábios e palavras sábias. Saber quando se calar e quando falar é, possivelmente, a melhor habilidade que podemos aprender a desenvolver. Não se trata, de modo algum, de estar sempre calado ou de dizer aquilo que temos em mente. Os extremos nunca são bons. Mantenha o equilíbrio, mas lembre-se sempre que esconder os sentimentos pode nos machucar. Você permite que outros invadam seu espaço pessoal, que atravessem os limites e que falem por você ou que escolham por você. No final, você será quase uma marionete guiada por fios alheios.

2. As palavras silenciadas convertem-se em doenças psicossomáticas
Você não ficará surpreso em saber que a mente e o corpo estão intimamente relacionados e conectados. A conexão é tão grande que os especialistas advertem que quase 40% da população sofre ou sofreu em sua vida com alguma doença psicossomática.
O nervosismo, por exemplo, altera nossas digestões, causa diarreias ou a clássica dor de cabeça. Muitos herpes labiais são desencadeados por processos de estresse elevados, de nervosismo e febre. Logo, ficar calado todos os dias e internalizar o que sentimos e o que pensamos gera em nosso organismo uma alta carga de ansiedade.
Pense em todas aquelas palavras que não deseja dizer aos seus pais ou aos seus amigos para não ferir seus sentimentos. Eles fazem as coisas por você pensando que estão ajudando, quando na verdade não estão contribuindo. Por que você não conta a verdade?
Tudo isso, no final, irá originar doenças psicossomáticas, enxaquecas, pressão alta, cansaço crônico.

3. Dizer em voz alta suas palavras: a chave do desabafo emocional
Não tenha medo de escutar sua própria voz, e muito menos que os outros também o façam. É algo tão necessário como respirar, como comer, dormir. A comunicação emocional é ideal para o nosso dia a dia, para estabelecer relações mais saudáveis com os demais e, logicamente, com nós mesmos.
Aqui vão algumas dicas básicas para obter sucesso:
– Pense que tudo tem um limite. Se não dizermos em voz alta tudo aquilo que pensamos e sentimos, não estaremos atuando com dignidade, perderemos nossa autoestima e o controle de nossa vida. Primeiramente, tome consciência de que dizer o que está pensando e precisando é um direito.
– Dizer o que você pensa não é causar danos a ninguém. Significa se defender e, por sua vez, informar aos demais de uma realidade que deveriam conhecer.
– Não fique preocupado com a reação das outras pessoas, não tenha medo. Porém, se você se preocupa muito com o que pode acontecer, pode se preparar ante as possíveis reações. Um exemplo: está cansado do fato de que seus pais apareçam em sua casa todos os finais de semana e que não está tendo relações com seu companheiro. De que maneira você acredita que irão reagir? Se você acredita que eles irão ficar chateados, prepare-se para justificar que não existe razão para magoas. Caso você pense que eles ficarão machucados, prepare também o modo como irá argumentar, para não feri-los.
Pense nas palavras, dizer em voz alta aquilo que sentimos e pensamos é, na verdade, o melhor modo de liberação emocional que existe. Pratique-o com sabedoria, cuide de si mesmo.

Fonte:
http://www.psicologiasdobrasil.com.br/silenciar-sentimentos-pode-colocar-sua-saude-em-risco-conheca-os-perigos/#ixzz3vWhZWwAe

sábado, 6 de junho de 2015

Dicas para manter seu relacionamento em equilíbrio

Compartilhar suas coisas favoritas
Se você é louca por X-Factor e o programa passa na hora da série preferida do gato, pode ser que várias brigas aconteçam. Mas não se você mostrar quanto essa disputa musical é divertida. Se ele odiar, combinem que um dos dois vai gravar a série do coração e ver depois. Uma pesquisa do Reino Unido mostrou que gravações digitais melhoraram o relacionamento de 79% dos casais.

Deixar suas manias aparecerem
Digamos que você organiza a sua geladeira por cores ou que é viciada nas videocassetadas do Domingão do Faustão, mas esconde isso do cara porque, bem, não quer que ele ache você esquisita. Melhor esquecer isso. Quando você é verdadeira consigo mesma (e com ele), a intimidade aumenta, e, quanto mais próximos, maior a confiança. Tá, não precisa contar que você sabe as falas de Maria do Bairro de cor.

Dar atenção
Você vive chamando seu querido de insensível? Calma lá! Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que os homens sentem mais falta de carinho do que as mulheres. Tudo bem que eles não demonstram tanto os sentimentos, mas não aja com indiferença. Um beijo inesperado no meio do shopping dá uma animada no seu gato.

Falar a língua dele
Se você costuma usar uma gíria que é típica dele e chama todos os homens da sua vida de cara, saiba que isso é ótimo. Pesquisa da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, descobriu que casais com estilos de fala parecidos ficam mais tempo juntos.

Pensar nas qualidades
Não adianta compará-lo ao ex ou achar que é impossível namorá-lo porque ele deixa a toalha molhada na cama — mas ama você e é engraçado. Se enxergar só o lado ruim, pode nunca se sentir feliz em seus relacionamentos. “Decidimos onde focar a atenção e valorizamos ou não alguém a partir disso”, diz a psicóloga Mara Lúcia Madureira, de São Paulo.

Inovar no sexo
Não fique com vergonha de ousar porque não tem certeza se ele vai ou não curtir uma fantasia ou posição nova. “Converse para saber do que ele gosta, mas faça o que tiver vontade”, diz a personal sex Fátima Moura, de São Paulo.

Ter um tempo só para vocês
Mesmo com a agenda lotada, arrume uma brecha para um drinque com o gato. A desculpa é científica: um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, mostrou que 91% dos casais que bebem juntos estão satisfeitos no relacionamento.

Abrir seu coração
Não finja que não está apaixonada pelo seu namorado. No livro Como Fazer o Amor Dar Certo (Sextante), Steven Carter diz: “Os sentimentos que ocultamos de nossos parceiros alimentam o distanciamento do casal; os sentimentos e fatos que estamos dispostos a compartilhar nos aproximam muito mais”.
Viver de mau humor
O chefe deu a maior bronca? Ou você saiu do sério com as cobranças da sua mãe? Sim, nós entendemos que a vida pode não estar fácil para você. Mas acredite: não está fácil para ninguém nem para o seu amado. Se estiver num dia daqueles, respire fundo antes de descontar a raiva. Melhor pedir que ele ajude você com um combo felicidade: beijos intensos, filme bobo na TV e taças de vinho. 

Sufocar o cara
Você cancela seus planos com as amigas quando ele liga para contar que foi demitido? Ótimo. Essa é a atitude de uma namorada preocupada. Você envia a ele links de emprego a cada meia hora? Isso não é bom. Apesar de pensar que está ajudando, virou uma dominadora. E, a não ser que vocês estejam no clima de Cinquenta Tons de Cinza, isso não vai dar muito certo.

Ignorar a opinião dos amigos
Se seus amigos nunca dizem nada de legal sobre o seu namorado, cuidado. Claro que pode ser uma implicância boba. Mas, se a maioria deles não aprova o gato, melhor ficar atenta. Às vezes eles têm alguma razão...

Ser muito egoísta
Quando você só pensa em si mesma e ignora os gostos e preferências do outro, pode se transformar em uma mulher chata e mandona que quer tudo do jeito dela. E você não gostaria de conviver com uma pessoa assim, certo? Se não está disposta a ceder um pouquinho porque só prioriza seus gostos pessoais, talvez seja o momento de ficar solteira — e não tem nada de errado nisso!

Desconfiar dele o tempo todo
Ficar mexendo no celular do cara atrás de mensagens suspeitas, pedir a senha do Facebook,  proibi-lo de ter amizades com mulheres... Tudo bem que ter um ciuminho básico é normal, mas, quando a neurose é alta, é superdifícil que um casal crie laços sinceros. O resultado de  atitudes desse tipo é o fim da cumplicidade. E quem não consegue admirar o gato está prestes a parar de amá-lo.

Disputar com ele
Sim, ele está em um ótimo emprego e ganhando um salário bem maior que o seu. Se isso não for algo que deixa você feliz, significa que, além de você não estar dando a mínima para a felicidade dele, não suporta que ele esteja se saindo melhor do que você. Imaturidade pura, vai. Faça dele um modelo de inspiração e sucesso.

Dar piti
Você deve odiar passar vergonha, por isso não faça os outros passarem também. Não existe nada pior do que histeria gratuita — ainda mais em público. Se seu querido foi educado com a garçonete do restaurante, não tem por que surtar e ter uma crise absurda de ciúme.

Implicar à toa
Se ele é preguiçoso e odeia acordar cedo, é quase impossível que você o convença a levantar às 7 da manhã, todo sábado, para andar de bike. “Você até pode dizer o que incomoda, mas não exigir que ele mude para agradá-la. O parceiro se cansa quando sua personalidade não é aceita”, diz a psicóloga Olga Tessari, de São Paulo. 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/amor-e-sexo/cosmopolitan-brasil/dicas-para-manter-seu-relacionamento-em-equilibrio

sábado, 28 de março de 2015

Técnicas de respiração ajudam a aumentar o fluxo de energia no corpo

Os pranayamas, como são chamadas as técnicas de respiração no yoga, são exercícios elaborados há centenas de anos que tentam equilibrar os dois lados do corpo de acordo com a quantidade ou intenção do ar que ali passa. São tão importantes que fazem parte de qualquer grade curricular de cursos de aprofundamento em yoga ou uma simples aula em um estúdio.
Diversos movimentos foram estudados pelos grandes mestres yoguis da Índia e todos eles apresentaram uma diferença enorme na energia de cada ser quando os hemisférios direito e esquerdo estão controlados.
O nosso lado direito do corpo é regido pelo Sol. Representa o Sagrado Masculino, energia mais construtiva. Carrega energias expansivas e combativas, além de trabalhar o Yang, energia masculina ligada à força, ao ímpeto e ao pensamento lógico e racional. Está associada aos movimentos de expansão. É assertivo, espirituoso nas lutas, preciso, claro, capaz de tomar iniciativas e de conquistar.
Já o nosso lado esquerdo é regido pela Lua. Representa o Sagrado Feminino, é mais calmo e coerente. Traz as energias mais sutis e leves. Adapta-se facilmente a mudanças, prestigia a amizade, é otimista e não julga. Além disso, o lado esquerdo é o nosso Yin, energia feminina, ligada à suavidade, à sensibilidade e à intuição.
Na yoga, técnicas de pranayama são usadas ​​para controlar o movimento das energias vitais – prana – dentro do corpo e alinhar lados direito e esquerdo. O controle do prana através dos pranayamas intensificam as ações dos órgãos dentro do corpo, fazendo com que eles funcionem mais fluidamente. Mas não é apenas isso que muda na pessoa. Nota-se também uma calma maior e hesitação menor. Mais concentração e disposição também são sintomas apontados.
Experimente o pranayama Anuloma Viloma, ou respiração alternada. Este exercício produz otimização de ambos os lados do cérebro: que são criatividade (esquerdo) e pensamento lógico (direito). Os yoguis consideram esta a melhor técnica para acalmar a mente e o sistema nervoso; estabelece um equilíbrio entre os hemisférios direito e esquerdo do cérebro, produzindo uma maravilhosa sensação de serenidade. Remove tensão, medo e preocupação e torna a mente calma e serena. Através da prática deste pranayama, felicidade, saúde, vigor e voz melodiosa podem ser conseguidos. Você vai se sentir muito leve e lúcido.

Vamos tentar?
Sente-se em uma posição confortável, a qual estará tranquilo pelos próximos 10 minutos. Inspire e expire profundamente por umas cinco vezes. Repouse sua mão esquerda sobre a perna, com a palma da mão virada para cima e unindo indicador e polegar. Esta união de dedos (mudra) ajuda a canalizar a energia e não deixa que ela escape do seu corpo.
Coloque seu indicador e dedo médio no centro da testa, usando seu dedão e dedo anelar para obstruir as suas vias nasais, esquerda e direita.
Tampe a narina direita e inspire pela narina esquerda. Logo após, tampe a narina esquerda e expire pela direita. Inspire pela direita e continue o processo completo, alternando as inspirações e expirações em cada narina.
Após uns 10 minutos de prática, volte à sua respiração normal e sinta-se mais leve, sereno, calmo e preparado.

Namastê!

Fonte:
http://boa-yoga.com/tecnicas-de-respiracao-ajudam-aumentar-o-fluxo-de-energia-no-corpo-ana-paula/

sábado, 26 de julho de 2014

Relacionamento X Dança de Salão

A dança de salão é uma excelente atividade física e social que deixa as pessoas muito mais felizes além de também deixar o corpo em forma com as curvas mais acentuadas. As academias do país estão cada vez mais cheias, a procura esta ainda maior depois que foi comprovado que a dança de salão emagrece e ajuda no convívio social entre as pessoas. A dança de salão também atua diretamente nas emoções deixando as pessoas mais felizes.
A dança não é pré-requisito para que a relação seja maravilhosa, mas ela certamente eleva os níveis de qualquer relação maravilhosa. Se um casal passa por dificuldades, a dança é uma excelente terapia – não-discursiva, intensa e objetiva. E se um casal passa por seus melhores momentos, nada melhor do que expressar toda essa energia na dança, um modo de se conectar com o outro que fica entre a conversa e o sexo, mas que amplia o sexo e a conversa.
Na dança de salão, a polaridade masculino/feminino é extremamente enfatizada. Nas aulas, os homens são ensinados a conduzir, a ter pegada. E as mulheres são instruídas a serem conduzidas, a se deixarem levar, se entregar.
Durante as aulas, os meninos aprendem que ser homem envolve ter direcionamento, sensibilidade e respeito, não só com mulheres, mas na vida em geral. E as meninas, sem saber, resgatam sua essência feminina, tão rara de se ver atualmente, de delicadeza, encanto, radiância e entrega.
Creio que tais ensinamentos da dança de salão, por serem aprendidos com o corpo (não de modo teórico), fazem com que ela seja cada vez mais valorizada neste mundo contemporâneo que dissocia mente e corpo e gera avatares, indivíduos puramente mentais, desconectados, sem presença. A dança aumenta nossa consciência corporal, nossa sensação de ser um corpo – em vez de ter um corpo.
O relacionamento do casal melhora porque há mudanças de comportamento:
* uma vez que a sensualidade está presente no corpo e a dança gera energia que estimula por si só o contato com o parceiro. Muitos casais passam a se relacionar melhor depois que começam na dança de salão, se tornam mais parceiros e cúmplices no dia a dia descobrindo a importância da vida a dois;
* as pessoas tornam-se mais comunicativas, extrovertidas, sentem vontade de estar entre amigos e ainda participar mais de atividades públicas como baladas e barzinhos;
* equilíbrio emocional também é um fator de muita importância que passa a ser trabalhado de maneira mais intensa com a dança de salão, pois com o corpo em forma a pessoa passa automaticamente a melhorar sua autoestima tanto nos homens quanto nas mulheres;
* também mexe com outros fatores muito importantes como o aumento da frequência cardíaca, estímulo da circulação do sangue, melhoria da capacidade de respiração, proporciona maior flexibilidade aos membros, entre outros.
As experiências entre as pessoas na dança de salão são trocadas durante o convívio e faz com que se sintam bem como parte integrante na sociedade e ainda passam a se sentir confiantes pela sensação de bem estar psicológico que ela proporciona. O equilíbrio do corpo e da mente pode facilmente ser encontrado na dança, por isso tanto homens quanto mulheres a praticam com maior frequência, principalmente aqueles que atingiram idade avançada entre cinquenta e sessenta anos.
E você já pratica dança de salão? Ainda não? O que esta esperando para começar e ser muito mais feliz?

Fonte:
http://papodehomem.com.br/danca-de-salao-o-jogo-sujo-dos-relacionamentos/
http://www.mulheronline.net/danca-de-salao-e-seus-beneficios/