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sábado, 9 de setembro de 2017

Intuição - parte 2

A intuição é difícil de definir, mas exerce um papel enorme em nosso cotidiano. Steve Jobs, por exemplo, disse que ela é “mais poderosa que o intelecto”. Mas não importa como a articulamos, todos nós sabemos intuitivamente o que ela é.
A ciência cognitiva está começando a desmistificar a presença forte, mas às vezes inexplicável, do raciocínio inconsciente em nossa vida e pensamento. Frequentemente minimizada e descrita como anticientífica devido às suas ligações com a sensibilidade e comportamentos paranormais, a intuição não é simplesmente um monte de balela sobre nossos sentidos.
“Existe um conjunto crescente de relatos e de esforços sólidos de pesquisas que sugerem que a intuição é um aspecto crítico da interação entre os humanos e nosso ambiente, estando à base de muitas decisões que tomamos” (Ivy Estabrooke, gerente de programa do Escritório de Pesquisas Navais, ao New York Times em 2012).
Maneiras práticas de desenvolvê-la:


01. Prestar atenção àquela voz interior
A maior coisa que distingue as pessoas intuitivas é que ao invés de ignorar, elas ouvem a orientação de suas intuições e seus instintos.
“Todas as pessoas estão ligadas à sua intuição, mas algumas pessoas não prestam atenção a ela, como intuição”, fala Burnham. “Ainda não conheci nenhum empresário de sucesso que não dissesse ‘não sei por que fiz isso. Foi um palpite’.”
Para tomar as melhores decisões de que somos capazes, diz Francis Cholle, autor de The Intuitive Compass, precisamos de um misto equilibrado de intuição e pensamento racional: lança uma ponte entre o instinto e o raciocínio. Mas o viés cultural contra os instintos ou as intuições nos leva com frequência a fazer pouco caso de nossas “impressões” em nosso detrimento.
“Não é preciso rejeitar a lógica científica para beneficiar-se dos instintos”, diz Cholle. “Podemos honrar e recorrer a todas essas ferramentas, e buscamos um equilíbrio entre elas. E, ao procurar esse ponto de equilíbrio, vamos finalmente colocar todos nossos recursos cerebrais em ação.”.

02. Reservar tempo para ficar sozinha
Se você quer entrar em contato com sua intuição, passar um pouco de tempo sozinho pode ser a maneira mais eficaz. Assim como a solidão pode ajudar a suscitar o pensamento criativo, também pode nos ajudar a entrar em contato com nossa sabedoria interior mais profunda.
De acordo com Burnham, as pessoas intuitivas muitas vezes são introvertidas. Mas, quer você seja introvertido, quer não, reservar algum tempo para ficar sozinho pode ajudá-lo a praticar o pensamento mais profundo e reconectar-se com você mesmo.
“É preciso poder desfrutar um pouco de solidão, um pouco de silêncio”, diz a autora. “Porque não dá para ouvir a intuição em meio ao barulho do cotidiano.”

03. Criar
“A criatividade produz seus melhores frutos quando funciona intuitivamente”, escreve a pesquisadora e escritora Carla Woolf.
Na realidade, explica Sophy Burnham, as pessoas criativas são altamente intuitivas. E, assim como é possível aumentar sua criatividade com o treino, é possível fortalecer sua intuição. Na realidade, treinar uma coisa pode reforçar a outra.

04. Atenção consciente

A meditação e outras práticas de atenção consciente podem ser uma ótima maneira de trazer sua intuição à tona. Como explica o Search Inside Yourself Leadership Institute: “A atenção consciente (mindfulness) pode ajudá-lo a eliminar a tagarelice mental, a pesar suas opções objetivamente, sintonizar-se com sua intuição e, ao final, tomar uma decisão que você pode apoiar completamente”.
A atenção consciente também pode conectar você com sua intuição pelo fato de fortalecer o autoconhecimento. Um estudo de 2013 publicado no periódico Perspectives on Psychological Science mostrou que a atenção consciente, definida como “prestar atenção à nossa experiência atual sem tecer julgamentos”, pode nos proporcionar uma compreensão melhor de nossa personalidade. E, como nota Arianna Huffington em Thrive, o fortalecimento da intuição, compaixão, criatividade e paz são todos efeitos colaterais maravilhosos da prática da meditação.

05. Observar tudo
“A primeira coisa a fazer é observar: fazer um pequeno diário e tomar nota quando acontecem coisas incomuns”, diz Burnham. Você ganhará uma percepção aguda da frequência com que ocorrem em seu cotidiano coincidências, conexões surpreendentes e intuições acertadas. Em outras palavras, sua intuição começará a se manifestar.

06. Ouvir o corpo
As pessoas intuitivas aprendem a prestar atenção a seu corpo e dar ouvidos às suas “sensações viscerais”.
Se alguma vez você já sentiu enjôo quando sabia que algo estava errado, mas não conseguia identificar o que era, sabe que as intuições podem provocar sensações físicas no corpo. Nossas sensações viscerais têm esse nome por uma razão: pesquisas indicam que a emoção e a intuição têm raízes no “segundo cérebro” situado no intestino.

07. Conexão em nível profundo
Ler os pensamentos de outros pode parecer algo do campo da fantasia e pseudociência, mas na realidade é algo que fazemos diariamente. Isso se chama precisão empática, um termo usado na psicologia para descrever “a capacidade aparentemente mágica de mapear o terreno mental de uma pessoa a partir de suas palavras, emoções e linguagem corporal”, segundo a Psychology Today.
“Quando você vê uma aranha subindo pela perna de uma pessoa, sente uma sensação desagradável”, escreve Marcia Reynolds na Psychology Today. “Do mesmo modo, quando você observa alguém tentando aproximar-se de um amigo e sendo rejeitado, seu cérebro registra a sensação de rejeição. Quando você vê seu time ganhar ou um casal abraçar-se na televisão, sente as emoções das pessoas como se estivesse com elas. Emoções sociais como culpa, vergonha, orgulho, constrangimento, aversão e desejo, tudo isso pode ser sentido com a observação dos outros.”
Para Reynolds, prestar atenção às suas próprias emoções e passar tempo observando e ouvindo outras pessoas cara a cara pode reforçar seu poder de empatia.

08. Sonhos
Burnham recomenda prestar atenção a seus sonhos, para entrar em contato com os processos de pensamento inconscientes de sua mente. Sonhos e intuições nascem no inconsciente, e você pode começar a entrar em contato com essa parte de sua mente, prestando atenção a seus sonhos.
“À noite, quando sonhamos, recebemos informações do inconsciente, a parte intuitiva do cérebro”, diz Burnham. “Se você presta atenção a seus sonhos, pode receber muitas informações sobre como viver sua vida.”

09. Relaxar
Poucas coisas sufocam a intuição tão facilmente quanto estar constantemente ocupado, fazendo várias coisas ao mesmo tempo, conectado com aparelhos digitais e estressado. De acordo com Arianna, sempre temos uma visão intuitiva das pessoas em nossa vida, em um nível profundo, sabemos diferenciar as pessoas boas das que são “bajuladoras e dissimuladas”, mas nem sempre estamos suficientemente atentos à nossa intuição para admitir a diferença para nós mesmos. O problema é que vivemos ocupados demais.
“Sempre recebemos avisos de nosso coração e nossa intuição, quando elas aparecem”, ela escreve em Thrive. “Mas muitas vezes estamos ocupados demais para tomar nota.”

10. Xô emoções negativas
As emoções fortes, especialmente as negativas, podem anuviar nossa intuição. Muitos de nós sabemos que nos sentimos mal, fora de sintonia com nós mesmos, quando estamos com raiva ou deprimidos, e pode ser porque estamos desconectados da intuição.
“Quando você está muito deprimido, sua intuição pode falhar”, diz Burnham. “Quando está com raiva ou em estado de comoção emocional, sua intenção pode falhar completamente.”
As evidências disso não são apenas baseadas em relatos. Um estudo de 2013 publicado no periódico Psychological Science mostrou que um estado de ânimo positivo elevou a capacidade de fazer avaliações intuitivas num jogo de palavras.
Isso não quer dizer que as pessoas intuitivas nunca fiquem furiosas ou deprimidas. Mas sua intuição funcionará melhor se você geralmente for capaz de aceitar conscientemente as emoções negativas e depois se desapegar delas, em vez de reprimi-las.

Fonte:
http://www.huffpostbrasil.com/2014/03/27/10-coisas-que-as-pessoas-intuitivas-fazem-de-maneira-diferente_a_21667580/

sábado, 29 de outubro de 2016

Como cuidar da sua criança interior

Você se lembra do brinquedo preferido que teve quando criança? E qual foi o momento mais feliz da sua infância? Quantas coisas você fazia quando criança que nem se lembra mais? Por onde anda aquele sentimento de alegria, espontaneidade, ânsia em crescer?
Por que não resgatar o que era bom? A criança é uma das maiores fontes de alegria e ao resgatarmos está alegria, ficamos mais inspirados, criativos e menos estressados. Se a sua criança e criatividade ficaram adormecidas, desperte-as!
Todos nós temos dois aspectos em nossa personalidade: o adulto e a criança. A criança interior representa todas as nossas lembranças da infância, nossas emoções, nossos sonhos. É a fonte da criatividade, a promessa de futuro, o símbolo da transformação e crescimento. Contém os sentimentos, lembranças e vivências da infância. É a totalidade da psique, a parte genuína que perdemos quando adultos. É tudo o que foi abandonado e ao mesmo tempo, é divinamente poderosa. Ela é o ser, o sentir, o vivenciar e o viver. É pura sensibilidade. Está presente em nossas fantasias, devaneios, sonhos, desejos, imaginações, intuições e principalmente, em nossas emoções.
Também quando você brinca, tem prazer naquilo que faz. Está presente também na parte de nossa psique que vivencia a angústia e o sofrimento. Quando você chora, quem está chorando é sua criança; abandonada, sozinha. Quando você cria algo também é sua criança. Ela é nossa maior fonte de criatividade e busca do prazer. Mas infelizmente, muitos quando adultos, buscam esse prazer na fuga pela comida, no álcool, nas drogas, porém de forma destrutiva.
A característica de um adulto com sua criança interior abandonada é quando está quase sempre com medo de estar errado, é como se a criança que foi um dia, acreditasse ser essa a razão por ter sido rejeitada, abandonada. Primeiro por seus responsáveis e depois pelo seu próprio adulto.
Desenvolve assim a necessidade de ser perfeita, buscando aprovação dos outros por estar desconectada com quem realmente é. Perde-se a conexão com ela ainda criança, quando sentia que seus sentimentos não importavam, não se sentindo valorizada e amparada. Quando não sentia permissão para expressar sentimentos de tristeza, raiva, perda, frustração. As cobranças também contribuem para esse afastamento, principalmente as internas. Temos que produzir até quando estamos em férias ou na praia num sábado de sol, não se pode perder tempo. Não se admira mais a natureza, as coisas simples. O dinheiro se sobrepõe ao carinho, a atenção, ao amor.

O brinquedo do adulto
Os fracassos, as decepções, a culpa, a humilhação, tudo conduz à perda da criança. Para os adultos hoje brincar implica em ir a restaurantes, beber e ter poder. Brincar é muito diferente, é o que acontece espontâneo, não planejado, como quando você rola no chão fazendo cócegas no seu amor, quando você joga apenas para brincar, não ganhar. Quando há entrega, envolvimento. Você já observou uma criança brincando? Mas mesmo não tendo uma criança real, é possível brincar, se soltar.
A necessidade de encontrar a criança interior faz parte da jornada de todo ser humano que se encaminha na direção do autoconhecimento e de sua totalidade. Ninguém teve uma infância perfeita. Todos nós carregamos questões inconscientes que não foram resolvidas. Sabemos que 80 a 95% das pessoas não receberam atenção adequada quando criança, por isso o resgate da criança interior se torna a tarefa da maioria das pessoas. Afinal, o que há de mais rico e sagrado dentro de cada um de nós e que ninguém poderá nunca pegar, roubar, levar se não tiver nosso consentimento? Nossos sentimentos! E só chegamos nele através da Criança Interior.
É buscar o que lhe dá prazer, porém de uma forma saudável. É se permitir brincar, pular corda, jogar peão, jogo de botão, se sujar na terra, tudo aquilo que você fazia quando criança, mas com o objetivo de resgatar sentimentos como a alegria, espontaneidade, esperança e criatividade. As pessoas tendem a confundir ser criativo com ser infantil, inconveniente, e uma coisa não tem nada haver com a outra.
A criança é pura emoção. Quem não consegue ter controle das suas emoções é porque não reconhece as necessidades da criança e nem sabe que seus descontroles são reações dela. Quando você está triste, chorando, sem controle, na verdade é sua criança que faz você sentir tudo isso, pois é o que ela está sentindo desde sua infância. Se ela não for tratada com o amor que esperava, vai ficar esperando e muitas vezes buscando nas outras pessoas este amor, mas só uma pessoa pode dar isso a ela: você!
Quando há dificuldade em vivenciar as próprias emoções, fica mais difícil o processo de individuação, autoconhecimento. Quando há esse reencontro, há uma transformação, uma mudança de perceber a vida. Transformamos nossa consciência, crescemos, transcendemos, vivenciamos mais poder pessoal e de escolhas. Não permitimos mais relacionamentos doentes e destrutivos e começamos a assumir mais a responsabilidade pela nossa felicidade, a ter respeito pelos nossos sentimentos.
Há ainda um resgate da espontaneidade de pensamento, a autenticidade, criatividade na solução de problemas, formas originais de expressão, capacidade de arriscar-se, ir a busca de oportunidades, e o mais importante, ao aprender a cuidar de sua própria criança: maior equilíbrio emocional.
A criança interior amada é instintiva, confiante, intuitiva, criativa, imaginativa, curiosa, apaixonada, suave, sensível. O resgate da criança interior é o elemento mais importante do trabalho terapêutico. É a maior fonte de autoconhecimento. Aumenta a autoestima e provoca paz e alegria. É a essência do amor, o verdadeiro encontro consigo mesmo. É quando você aprende a se amar!

Dez dicas para cuidar bem do seu lado criança
1. Reconheça que a criança que você foi um dia permanece dentro de você. Afinal, quando amamos alguma coisa ela tem valor para nós, e quando alguma coisa tem valor para nós passamos tempo com ela e cuidamos dela.
2. Entre em contato com a sua criança interior.
3. Em estado de relaxamento em um local tranquilo, visualize seu quarto de dormir quando pequeno. Recorde o local, as cores, os objetos, o cheiro. Veja sua cama e dormindo nela, você. Aproxime-se, passe a mão nos cabelos dessa criança e acorde-a. Olhe bem em seus olhos e pergunte a ela o que mais quer e precisa. Ouça a resposta. Depois diga a ela que está a seu lado sempre e que a ama muito. Abrace-a fortemente. Permita-se sentir a emoção deste momento.
4. Quando estiver triste, abrace-se como se estivesse abraçando uma criança em seu colo. Diga palavras de tranquilidade, transmitindo-lhe muita paz e amor.
5. Ampare e apóie todos seus sentimentos.
6. Não viva segundo as regras dos outros, apenas respeite-as.
7. Compre um urso, boneca ou um cachorrinho de pelúcia e coloque em sua cama. Quando estiver triste, converse com ele, como fazem as crianças. Pode ser também um carrinho, autorama e brinque!
8. Vá ao supermercado e compre apenas aquilo que gosta. E coma, sem culpas! Mas também sem exageros.
9. Pegue uma foto sua de criança e coloque num porta retrato. Todos os dias olhe para a foto com carinho, transmitindo-lhe amor.
10. Reserve um tempo e leve sua criança para passear, brincar, se divertir. Permita-se!

Fonte:
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/crianca.htm

sábado, 7 de junho de 2014

Positividade em situações ruins

Existem momentos na nossa vida em que todos passamos por situações difíceis. Talvez porque alguém diz alguma coisa negativa a nosso respeito, mostram rejeição ou ressentimento contra nós. Porque estamos frustrados, porque alguns assuntos pessoais atrapalham-nos as boas relações, a irritabilidade instala-se e a tendência é para que a situação evolua de forma negativa, aumentando ainda mais aquilo que já estava numa situação crítica. Perante estas circunstâncias temos uma inclinação para reagir negativamente. As pessoas que nos rodeiam seguem este mesmo princípio e reagem também negativamente a nós. O nosso dia é preenchido por zanga e desapontamento. Esta é uma estratégia de perder-perder, no final ninguém ganha nada.
Embora não seja fácil, é importante ter uma atitude positiva em situações negativas. Combata as situações negativas escolhendo em consciência manter-se positivo, acione uma estratégia que o capacite e chame até sim os recursos necessários para arranjar um forma assertiva de resolver os assuntos. Em seguida, apresento 15 exemplos do que pode fazer.

Escolha algumas que possam servir e adequar-se a si:

1. NUNCA RESPONDA QUANDO NÃO ESTÁ NUM ESTADO CALMO E COM CLAREZA DE PENSAMENTO.
No nosso cérebro temos uma estrutura que se chama de amígdala a qual é responsável pelas ações automáticas que temos no nosso dia-a-dia. A amígdala funciona como se fosse o nosso cérebro emocional, reagindo muito antes dos estímulos passarem pelo neocórtex, o nosso cérebro pensante e mais analítico. A amígdala é o centro identificador de perigo, gerando medo e ansiedade e colocando a pessoa em situação de alerta. Perante uma possível ameaça é a amígdala que toma o controle, estando sempre pronta a uma resposta rápida e efetiva. Resposta efectiva mas nem sempre adequada à situação, dado que é uma resposta de defesa, por isso sempre mais agressiva, evasiva ou rebuscada. Esses sequestros não acontecem apenas em incidentes graves e horrendos que levam a crimes brutais, ocorrem também connosco com muita frequência quando perdemos o “controle” e explodimos com alguém – com parentes, colegas de trabalho, no trânsito… – e depois ficamos até perplexos com as nossas próprias atitudes irracionais. Dê algum tempo para ficar calmo, deixe que a informação possa ser processada e analisada pelo neocórtex e assim construir uma resposta mais elaborada, mais inteligente.

2. UMA FORMA DE PODER INIBIR A RESPOSTA RÁPIDA E POR VEZES DESADEQUADA DA AMÍGDALA É UTILIZAR O RELAXAMENTO.
O relaxamento pode ser facilitado e induzido através de um processo natural que é a respiração. Respire fundo e relaxe o seu corpo. Este mecanismo permite oxigenar mais o cérebro e facilitar o raciocínio, promovendo uma decisão mais acertada e adequada à situação.

3. FALE NUM TOM DE VÓS AGRADÁVEL PARA REDUZIR A TENSÃO DA SITUAÇÃO.
Enquanto seres humanos reagimos muito aos estados físicos das outras pessoas, na grande maioria das vezes espelhamos os comportamentos dos outros. O ato de mudar de tom de voz permite adotar um padrão físico distinto, aumentando a probabilidade da outra pessoa nos espelhar e também ela diminuir a agressividade inicialmente expressa.

4. PERCEBA QUE PODE ENCONTRAR E DESCOBRIR OPORTUNIDADES NAS SITUAÇÕES DIFÍCEIS E NEGATIVAS.
Tal como Albert Einstein disse: ” No meio de toda a dificuldade reside a oportunidade.” Isto não podia ser mais verdade, caso se adote uma postura positiva perante a negatividade da situação, aumentamos sempre a probabilidade de construirmos uma solução, aqui reside a oportunidade de podermos ser bem sucedidos e terminarmos com algo que se podia perpetuar e ter um desfecho ainda mais negativo.

5. OBSERVE BEM O ASSUNTO OU AS COISAS QUE AS OUTRAS PESSOAS LHE TRANSMITEM.
Observe bem o assunto ou as coisas que as outras pessoas lhe transmitem, no sentido de vislumbrar algo positivo que possa servir para a sua melhoria. Não rejeite simplesmente toda a mensagem. Não temos necessidade de estarmos constantemente a protegermo-nos. Rejeite o que não for adequado à situação ou a si próprio, mas assuma o que lhe pode vir a ser útil.

6. MANTENHA UMA VISÃO POSITIVA ACERCA DAS PESSOAS.
Talvez você não goste muito da mensagem ou comportamento que têm, mas isso não quer dizer que tenha de detestar a outra pessoa.

7. NÃO PERSONALIZE A MENSAGEM.
O fato de a mensagem poder ser negativa, na grande maioria das vezes não se refere a si pessoalmente nem à sua personalidade, mas simplesmente a algum comportamento menos ajustado ou menos correto.

8. VOCÊ É MAIS DO QUE PENSAMENTOS E COMPORTAMENTOS.
Lembre-se que nós somos mais que os nossos pensamentos e comportamentos, não se confunda com eles, quer quando os inicia por vontade própria ou quando alguém se refere de forma negativa a algo que fez.

9. EVITE SENTIR-SE MAL CONSIGO PRÓPRIO.
Perceba que ter sentimentos depreciativos acerca de si próprio ou acerca do outro, ficar com rancor ou mal humorado só lhe fará mal a si e não à outra pessoa.

10. SE VOCÊ FIZER ALGUMA ASNEIRA, TENHA ABERTURA PARA O ADMITIR.
Este ato é revelador da sua auto-confiança. Saber admitir as falhas é ter uma atitude positiva face ao outro e a si mesmo. Isto permite colocar-se numa situação de aprendizagem e de auto-desenvolvimento. Admitindo igualmente que quer melhorar e contribuir para a solução ou resolução do problema.

11. ERRAR É HUMANO E, NECESSÁRIO.
Se você fizer alguma asneira, relembre-se da citação de George Bernard Shaw: “Uma vida gasta cometendo erros não só é mais honrada, mas mais útil do que uma vida gasta sem fazer nada.”

12. INSTRUA O SEU POSITIVISMO.
Caso possa e tenha oportunidade, assista a palestras, vídeos, filmes ou leia alguns livros que estimulem às atitudes positivas assim como ao desenvolvimento motivacional para que possa pouco a pouco implementar na sua mente raciocínios que lhe permita ultrapassar as dificuldades pensando positivo.

13. RELACIONAMENTOS POSITIVOS É TAMBÉM IMPORTANTE.
Procure o seu grupo de amigos que o motivam e ajudam a esclarecer-se.

14. OLHE PARA AS SITUAÇÕES NEGATIVAS DA VIDA COMO SESSÕES REAIS DE DESENVOLVIMENTO E OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO.
No entanto, quando mais alto subir e mais exigente for na sua vida, mais difíceis e exigentes serão as situações que poderão ocorrer. Quanto mais experiência tiver e mais força emocional possuir, mais preparado estará para combater as adversidades.

15. NÃO TENTE AGRADAR A TODO O MUNDO!
O ditado é antigo. Você não pode agradar a Gregos e a Troianos. Por vezes temos de nos desprender de algumas pessoas ou situações. Perceber isto, irá libertá-lo de um grande número de fardos desnecessários de serem vividos. Ficando assim, mais disponível para se focar nas coisas ou pessoas que você poderá interagir de uma forma positiva.

Boas resoluções positivas.