sábado, 2 de setembro de 2017

Intuição - parte 1

O que é?
Intuição é uma forma de conhecimento que está dentro de todos nós, embora nem todas as pessoas saibam utilizá-la, de acordo com a psicóloga Virginia Marchini, fundadora do Centro de Desenvolvimento do Potencial Intuitivo, de São Paulo. Etimologicamente, explica Virginia, a palavra intuição vem do latim intueri, que significa considerar, ver interiormente ou contemplar.
O matemático e filósofo Blaise Pascal referia-se à intuição como o produto da capacidade da mente de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, graças às infinitas conexões inconscientes que tornam possível à mente consciente fazer escolhas. Grandes cientistas, entre eles o físico Albert Einstein, considerado o maior intuitivo da história, enfatizaram o valor do potencial intuitivo. O psiquiatra Carl Jung dizia sobre o conhecimento intuitivo: 
“Cada um de nós tem a sabedoria e o conhecimento que necessita em seu próprio interior”. 
Segundo Virginia, a mente intuitiva abre-se a respostas inovadoras e não dogmáticas, mas aprender a confiar na intuição é um grande desafio, pois o senso comum ainda considera a intuição um conhecimento de risco. “Pessoas com baixa auto-estima, por exemplo, têm mais dificuldade em acreditar na inteligência intuitiva em função de uma desconfiança em relação a tudo o que venha de seu interior”, diz Virginia. A psicóloga afirma que é possível desenvolver a intuição por meio de algumas técnicas, como o treino da habilidade no uso de imagens e símbolos, a aquisição de uma postura mais reflexiva e o desenvolvimento da autoconfiança. “Devemos confiar na intuição à medida que a autoconfiança e o autoconhecimento permitam ao indivíduo separar a intuição dos seus medos e desejos”, diz Virginia.

A intuição é confiável!
Esta foi a conclusão a que chegou um grupo de cientistas liderados pelo professor Marius Usher, na Universidade de Tel Aviv, Israel. Sempre pensamos que a razão acertava mais que as sensações intuitivas, mas estudos científicos confirmaram que, em 90% casos, o instinto é o certo. 
As vezes refletimos e chegamos à conclusão de que algo é certo, mas no fundo temos uma sensação de que não é bem assim. Não conseguimos encontrar motivos suficientes para não confiar, mesmo que a nossa intuição diga que deveríamos agir de modo diferente.

O aprendizado adquirido ao longo da vida nos dá bons conselhos
A mente possui uma infinidade de experiências gravadas. Desde que nascemos conhecemos pessoas de diferentes personalidades e passamos por muitas situações, tanto boas quanto ruins. Todas estas experiências ficaram arquivadas na nossa mente, e as vezes não sabemos o porquê, mas temos a sensação de que certa pessoa não é confiável, ou que alguma coisa não sairá bem se tomarmos uma determinada decisão.
Talvez porque alguma vez conhecemos alguém com a mesma personalidade, e percebemos que não era uma boa pessoa, ou tomamos uma decisão parecida que não terminou bem. A mente tem muitas informações valiosas, e possui uma aprendizagem baseada na vivência que ajuda a intuição a ser confiável. Há uma infinidade de decisões que precisamos tomar e somente a razão não dá um suporte tão bom, escutar a intuição é, também, um ato de confiança.

Como funciona o instinto?
O instinto toma decisões em questão de segundos. Fazemos isso diariamente com coisas muito simples, como: “Pego ônibus ou metrô?”. Já nem sequer usamos a razão para tomar esta decisão, porque já fizemos isso tantas vezes que sabemos qual combinação é melhor escolher, que o instinto decide sem precisar refletir.
Vamos pensar numa pessoa que nasceu na selva e cresceu longe da civilização. Se a levássemos para a cidade, não veria com tanta clareza a melhor opção a fazer – ir de metrô ou de ônibus – porque nunca fez nada disso e este aprendizado não está gravado em sua mente.
A intuição não é algo mágico que já temos ao nascer; pessoas inteligentes a desenvolvem de acordo com o que vivem e com o que é visto ao seu redor. Se levarmos uma pessoa com a intuição muito boa para a selva, pode ser que ela se sinta menos inteligente neste lugar. O instinto só funciona com situações já aprendidas, coisas como precisar de alimento para sobreviver, mas não temos os conhecimentos de alguém que foi criado na selva.

Dois instintos com os quais já nascemos
Já nascemos com instintos inatos, como o da sobrevivência e o da reprodução sexual. O ser humano foge do que ameaça a sua vida, sem a necessidade de pensar sobre a decisão, mas tivemos que aprender quais perigos podem nos atingir. Se há fogo por perto, nos afastamos para não nos queimarmos. Aprendemos isso quando crianças, porque nos disseram que a experiência de se queimar causa dor.
Uma vez aprendido o que nos põe em perigo, o corpo reage em questão de segundos, fugindo toda vez que algo seja motivo de ameaça para o nosso corpo. A intuição é confiável, mas só podemos contar com ela porque aprendemos com as situações vividas, livros, filmes, além de outras experiências.
Muitas informações se unem para que possamos chegar à decisão mais certa para nos sentirmos bem. Por isso, na hora de tomar decisões, não devemos menosprezar a intuição, já que ela possui informações muito confiáveis. Nossas sensações inexplicáveis na verdade têm uma boa explicação.

Fonte:
https://super.abril.com.br/comportamento/o-que-e-intuicao/
https://amenteemaravilhosa.com.br/sua-intuicao-e-de-confianca/

sábado, 3 de junho de 2017

Baile de Máscaras

Imagine um baile de máscaras, onde neste baile, não é obrigatório usar máscaras, mas por ser um baile com este tema, os convidados optam por usar, até porque, é mais bonito, mais chamativo. Você pode escolher por uma máscara brilhante, diferente, cheia de enfeites ou então pode optar por usar uma mais simples, mas ainda assim usar uma máscara. Melhor ainda, por não ser obrigatório, você decidir ser autêntico e não usar, você será aquela pessoa que “dá a cara pra bater”. Talvez seja um exemplo bobo, mas ultimamente, eu tenho visto a vida exatamente assim – e as pessoas se portando com máscaras.
Na vida, não é obrigatório você fingir ser o que não é, mas ser quem somos, nos dias atuais, se tornou um desafio. A maioria das pessoas, infelizmente, optam por ser mais elegante para agradar a um certo público.
E eu for uma pessoa mega transparente que, na maioria das vezes, por inocência ou não, acaba dizendo verdades? A maioria das pessoas pensa "é o cúmulo do absurdo de ser dito" e sempre fica espantada. Porque a cultura em que vivemos, nos moldou para fazermos a “boa praça”. É comum da nossa cultura atrasar os eventuais compromissos, e se você ousa dizer para a pessoa que está insatisfeito com o atraso, você é o chato da turma. É comum da nossa cultura mentir sobre algo que você não gosta, só para agradar.

Quantas vezes você já disse que gosta de algo só para fazer a vontade do outro? Não que seja errado realizar o desejo da pessoa que você gosta, mas deixar claro que você não gosta é essencial. E mais, deixar claro que você está fazendo “tal coisa” porque o quer ver feliz, é mais essencial ainda. Entende a diferença? É comum da nossa cultura não dizer o que pensamos em momento algum. Se você cobra um direito seu, você é correto demais. Se você diz não, você é ruim demais. Se você contraria a maioria, você não serve para estar ali. Isso é desgastante pra quem não sabe usar as malditas máscaras.
É difícil conviver quando você não sabe dançar a música do baile. Mas não é impossível! Sinceridade tem limite como tudo na vida. Tem coisas que devemos dizer apenas se nossa opinião for solicitada… faz parte do código de etiqueta.
Se tiver que dizer não, diga! Isso vai fazer bem para você, e cai entre nós, quem diz não, faz todo mundo valorizar seu sim, já pensou nisso? Jamais deixe de ser autêntica, esse é seu brilho e isso que faz a diferença. Se não gostam do seu jeito é porque não suportam a verdade, e pode ter certeza que as pessoas que estão com você, é porque realmente amam seu jeito e sentem bem com sua companhia.

O que caiu: a máscara ou a sua venda?
As pessoas, em geral, podem ser tão lindas contigo por algum tempo e, em questão de segundos, tornam-se monstros e se modificam completamente. Será isso possível? Elas se modificaram ou antes apenas usavam… máscaras?
É possível que elas não se modifiquem. Mais real acreditar que, talvez, tenham vivido uma vida inteira carregando pesadas e sufocantes máscaras. Mas aí, o momento chega e ele sempre chega, em que a tão colorida máscara cai, causando por vezes, alguns estragos irreparáveis.
Entretanto, você também tem culpa nisso, sabia? Porque vive se iludindo, criando expectativas, vendo as pessoas através de seus próprios olhos e nunca através delas e do que realmente são! 
“As pessoas não mudam, elas se revelam.”
Elas apenas se mostram da forma que realmente são. Ninguém muda pra pior, por mais terrível que seja a criatura! Ela já era terrível desde sempre! Então se alguém teve uma crise ou agiu de uma forma estranha, mesmo que ela esteja passando por uma fase ruim, ela tem aquilo de alguma forma guardado dentro dela. Algumas, se mantém do mesmo jeito até que seu calo seja pisado, seu ponto fraco seja cutucado. Nesse instante, a “fera se mostra”.
O jeito é você ir levando, criar menos expectativas sobre as pessoas, não se achar vítima de uma situação já que você também é culpado por ver o que quer, da forma que quer e é bom também ter um pouco mais de paciência porque, afinal, todas as pessoas são complicadas, usam máscaras e você também, bem que adora sair por aí, usando as suas, né?

Fonte:
https://osegredo.com.br/2016/12/dificuldade-em-ser-transparente-em-um-mundo-cheio-de-mascaras/
https://osegredo.com.br/2016/05/as-pessoas-nao-mudam-elas-se-revelam/

sábado, 18 de março de 2017

Familiares tóxicos X Transtornos mentais

O problema dos familiares tóxicos é que eles podem jogar todas as suas inseguranças nas crianças e fazer com que estas não consigam cuidar de si mesmas no futuro.
Talvez você se identifique com muitas das pessoas que tiveram de lidar com uma família tóxica porque os familiares tóxicos são mais comuns do que pensamos. E, às vezes, não somos conscientes de que estamos submergidos em uma delas.
Esta é uma situação complicada, um tipo de toxicidade da qual não podemos escapar e que não podemos  evitar. Mas, você sabia que, as famílias tóxicas podem gerar ou provocar transtornos mentais? Hoje nos aprofundaremos um pouco em todas essas coisas.

Famílias tóxicas e os problemas mentais
A família é muito importante, já que é nela que as crianças se educam e começam a adquirir certas habilidades para se comunicar com os demais e lidar com o mundo. Por isso, não é difícil de acreditar que uma excessiva toxicidade pode provocar severos transtornos, se não houver equilíbrio e emoções saudáveis no ambiente familiar.
Existem muitos tipos de família, principalmente aquelas desestruturadas, com graves problemas de superproteção e outras circunstâncias que podem afetar às crianças; estas famílias fazem com que estes, amanhã, sofram com psicopatologias cuja origem são desconhecidas até hoje.
É por isso que abordaremos algumas das relações mais interessantes e reais entre famílias tóxicas e seus problemas mentais: Vamos a eles!
Pigmaleão & Galatéia

1. O efeito Pigmalião e sua influência nas crianças
O efeito pigmalião é o papel que as crianças adotam por influência dos pais, ou seja, tudo o que o pai deseja ou teme para seus filhos acaba se convertendo em realidade. Por isso, todo rótulo que colocamos em nossos filhos como “é preguiçoso”, “é mau caráter” pode provocar um grande impacto na criança no futuro.
A família não tem ideia do quanto as crianças se influenciam com isso. Não sabem que qualquer rótulo pode ser adotado posteriormente pelos pequenos. De alguma maneira contaminam sua conduta.

2. Amores que matam
Há uma frase que muitos pais ou famílias dizem a seus filhos: “ninguém vai amar você mais do que nós”. Se isso literalmente for levado ao pé da letra, pode causar, ainda que não se sintam muito queridos no seu ambiente familiar, não se sentirão no direito de reclamar, porque “eles fizeram isso para o meu bem”. O grande problema disso é que pode resultar em um grande silêncio ante situações extremas como maus tratos e abusos emocionais.
É importante saber que o amor da família pode não ser saudável e por isso devemos questioná-lo. A família não tem que ser boa só pelo fato de ser sua família: às vezes esta é muito tóxica.

3. Pais superprotetores
A superproteção pode ocasionar problemas como a dependência emocional e as crianças terão uma luta contínua na sua fase adulta. Por isso é importante manter um equilíbrio e nunca chegar ao limite da superproteção.
Quer um filho inseguro? Quer uma pessoa que não tenha confiança em si mesma? A superproteção é o que origina esses graves problemas emocionais dos quais não será fácil sair. Tudo o que acontece na nossa infância nos marca.

4. Desejos e inseguranças projetadas
Quantas vezes em uma briga de casal tem se visto as crianças com medo? Apesar de não querer admitir, problemas conjugais, por vezes, nos afetam tanto que ignoramos que as crianças ou adolescentes estão chorando, isso realmente afeta a todos.
Além disso, muitas famílias sobrecarregam suas frustrações e inseguranças sobre eles, levando-os a ficar sob grande pressão, à qual não deveriam ter sido submetidos! Eles não são culpados pelos problemas dos mais velhos!
Todas essas situações familiares podem resultar em depressões, em transtornos da personalidade, em situações de dependência e muitas outras psicopatologias que ficam muito complicadas e duram por toda a vida adulta.

Você foi criado com familiares tóxicos ou tem uma família tóxica? 
Que problemas isso têm ocasionado a você? 
Não escolhemos a família, mas ao menos, podemos ser conscientes de como ela é, para evitar repetir a mesma história com nossos filhos. Pensemos um pouco mais neles; nossos problemas não são maiores que os deles e nem estão à frente dos seus.

Fonte:
https://melhorcomsaude.com/familiares-toxicos-transtornos-que-podem-causar/

sábado, 11 de março de 2017

5 regras da psicologia para ter uma vida muito mais fácil!

Compreender a psicologia de nós mesmos e dos outros a nossa volta pode desempenhar um papel importante na nossa felicidade.
Estamos todos sofrendo de crenças limitantes adquiridas a partir de experiências passadas e interações com outros, inibindo a facilidade com que vivemos nossas vidas. Precisamos desenvolver uma mentalidade melhor, que endireite nossas percepções e limite a quantidade de negatividade que vemos em nós mesmos.
Ter o hábito de usar essas regras psicológicas em sua vida é crucial para viver de forma mais fácil de ver o mundo de uma nova perspectiva:

1. As pessoas não se importam tanto quanto você pensa
Pode soar duro, mas é verdade. Estarmos tão preocupados com o que os outros pensam de nós, que agimos de uma forma que irá satisfazer (o que pensamos que são) as expectativas das outras pessoas, mas nos é prejudicial/ afinal, todo mundo está envolvido em seus próprios problemas e inseguranças.
É muito melhor tentarmos manter isso em mente, pois a maioria das coisas que acreditamos que as pessoas estão pensando são apenas suposições que nossas próprias mentes criaram com base em experiências passadas ou percepções e interpretações incorretas.
Ser você mesmo, sem se preocupar com o que os outros pensam, ajuda no caminho de alcançar a felicidade pessoal.

2.Estamos constantemente mudando quem somos
É fácil pensar que somos as mesmas pessoas que éramos há dez anos, mas não somos. Nossos eus passado, presente e futuro são essencialmente independentes, porque nossa mentalidade muda com as circunstâncias e experiências de nossas vidas.
Devido a isso, devemos sempre ser fiéis ao nosso eu presente ao tomar decisões. Nós nunca podemos prever o que o nosso eu futuro vai pensar e sentir, e tudo o que aconteceu no passado foi para os nossos eus passados. O poder está no agora.

3.Pare de se comparar aos outros
Com as mídias sociais pressionando muitos de nós a postar os melhores momentos, pode ser fácil começar a comparar-nos a outras vidas aparentemente “perfeitas”. Na vida real, nós ainda tendemos a mostrar nosso melhor lado para as pessoas, em vez de mostrar vulnerabilidade, por medo de sermos julgados ou rejeitados.
A verdade é que somos todos vulneráveis. Todos nós queremos ser aceitos pelos outros. É uma enorme perda de tempo acreditar que as pessoas são, de alguma forma, melhores do que nós. Comparações e sentimento de inferioridade são inúteis, porque mesmo as pessoas mais poderosas têm preocupações, inseguranças e incertezas dentro de si.

4.Não espere que seu conselho será ouvido
Ninguém nunca realmente escuta conselhos, a menos que aconteça de estar na mentalidade certa no momento certo.
No final do dia, as pessoas só vão mudar suas mentalidades ou perspectivas através de suas próprias realizações e experiências. Às vezes, pode vir na forma de seu conselho, mas na maioria das vezes é através de experiências.
Não se sinta ignorado ou desanimado – você fez a sua parte, agora deixe as coisas seguirem.

5.Você só pode controlar a sua resposta
Como você reage a um problema, evento ou situação é muito mais importante do que a própria situação. Você pode escolher reagir de uma maneira que ficará em seus pensamentos, sentimentos e emoções futuras, ou reagir de uma maneira melhor.
Em qualquer situação negativa, isso pode ser difícil, mas lembrar-se de redefinir sua mente antes de reagir pode ajudá-lo a treinar-se para entender as possíveis repercussões de suas ações para os outros e para si mesmo.
 Na vida, a atitude é tudo! 

Fonte:
https://osegredo.com.br/2017/03/se-voce-entender-essas-5-regras-da-psicologia-podera-viver-uma-vida-muito-mais-facil/

sábado, 4 de março de 2017

O amor da minha vida sou eu

O amor da minha vida sou eu. E dizer isso em voz alta não é ato de egoísmo ou orgulho, é uma reflexão que devemos interiorizar a cada dia com quem começa sua manhã com uma boa xícara de café.
Não é egoísta quem atende a si mesmo, quem resolve seus medos e cura suas feridas, quem deixa para trás o que o fere e encontra o amanhã com otimismo e força.
Porque se eu estiver bem, vou ser capaz de dar o melhor de mim para os outros. Eu serei capaz de ser feliz e dar felicidade.
“Eu preciso ser melhor do que ninguém, não preciso ter o que você tem. Me basta e me sobra ser eu mesmo, ser o amor da minha vida para oferecer-lhe o melhor que está em minha alma calma, no meu coração sereno desprovido de ódio ou rancor.”
Embora nos surpreenda, não é fácil chegar a este estado, onde somos capazes de amarmos a nós mesmos plenamente e sem limitações. De alguma forma, estamos quase acostumados a priorizar as necessidades dos outros, e muitas vezes nos “agarramos” a coisas como se fossem nossa identidade única: um trabalho, uma casa, dinheiro …
Há muitas dimensões que estão cobrindo-nos camada por camada com uma casca que nos faz perder gradualmente a essência que é o amor-próprio.
Porque nós nunca devemos nos esquecer que se você estivermos bem, o mundo estará bem. Se seus pensamentos e suas emoções se não vibrarem com essa harmonia interior e o respeito por si mesmo, a sua realidade será distorcida.

Eu tinha esquecido: o amor da minha vida sou eu!
Talvez em algum momento você esqueça que o amor de sua vida era você, porque priorizou demais os outros. Ou também pode ter sido projetada em você desde sua infância uma insegurança e valores que nunca te priorizaram como pessoa.
Chega um momento em que temos que deixar coisas, pessoas, situações … Alguns vão chamá-lo de egoísmo, mas eu chamo de amor-próprio.
Amor-próprio não é algo ensinado nas escolas, na realidade, é um aspecto que todos nós vamos lentamente descobrindo que armazena um poder que nunca tinham nos falado. 

Por que isso acontece muitas vezes?
Em nossa sociedade, nos educam e transmitem o valor de amar e respeitar os outros, o que é sem dúvida essencial. No entanto, é raro nos ensinarem a necessidade de amarmos a nós mesmos.
O amor-próprio, só de pensar que eu sou o amor da minha vida, não é um ato de egoísmo. Não desde o tempo em que esta dimensão está focada na construção e proteger nossa auto-estima. Ninguém quer a si mesmo pois se considera melhor do os outros, ou com mais méritos, ou mais direitos. Nós queremos nos proteger, nos conhecer melhor, para que nada e ninguém nos manipule, para sabermos o que queremos e o que não queremos.
O amor-próprio é um sentimento do qual não devemos nos envergonhar. Esta não é apenas uma ferramenta de bem estar interno, é manter um equilíbrio com o qual, temos empatia e respeito também pelos outros.

Estratégias para lembrar que o amor da minha vida sou eu:
Sejam quais forem as circunstâncias que nos levaram a esquecer que os pilares de nossa vida somos nós mesmos, nunca é tarde demais para recuperarmos essa crença. Esta força interior com a qual, recuperamos o equilíbrio para sermos felizes e para oferecer conforto para aqueles que amamos. Aqueles que realmente merecem.
“Conforme você anda nos caminhos da sua vida, você perceber que o que importa não é quantas coisas você tem, mas sim o seu valor …”
  • Te convidamos a tomar nota de uma série de aspectos para refletir. Respire fundo e pense sobre eles com cuidado, lembrando-se sem hesitação que o verdadeiro amor de sua vida é você.
  • Mantenha um diálogo interno: analise quais aspectos e situações cotidianas violam sua autoestima, e te afastam de quem você realmente é. Talvez você deva deixar certas coisas, e até mesmo alguns relacionamentos específicos.
  • Simpatize consigo mesmo: você empatiza com qualquer um que vê. Você entende a sua situação, sua dor, suas necessidades … mas e você? O que você diria para si mesmo se estivesse ante a si?
  • Você é autêntico, único e irrepetível. Não é um slogan, não é uma frase. É uma realidade na qual deve começar a acreditar a partir de hoje. Você tem virtudes, características e essência que o fazem único no mundo, e, portanto, importante.
  • Atreva-se a amar e dedicar-se ao que você merece, porque amar a si mesmo não é parar de amar os outros. É reconhecer-se e fazer-se feliz, porque quando você começa a ser feliz, consegue as melhores coisas na vida.


Fonte:
https://osegredo.com.br/2015/11/estou-comecando-a-suspeitar-que-o-amor-da-minha-vida-sou-eu/

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Ansiedade infantil

O assunto que vamos trabalhar envolve um campo um tanto quanto complexo.  Envolve políticas públicas, saúde mental, futuro do mundo, infância, patologia, tratamento, entre vários outros temas polêmicos. Esse assunto  se torna um mundo sem limites.
Para que haja uma compreensão mais clara, precisamos então, entender o que é ansiedade, o que é criança e o que acontece com a união entre as duas.

A ansiedade hoje está estabelecida em diversos campos. Encontramos pessoas em todos os lugares reclamando que estão sofrendo de ansiedade. Existe um preconceito já arraigado sobre a compreensão da ansiedade: acreditam que ela é de todo má.
No entanto, podemos entendê-la de outra forma, diante do exposto pela literatura, a respeito, refletindo que ela pode ser algo bom para as pessoas. A ansiedade é algo positivo, na medida em que ela se mostra uma forma de alerta para os possíveis riscos, levando o corpo a responder de maneira a enfrentar determinadas situações.
A classificação da ansiedade é divida por dois tipo:
Ansiedade de traço - A ansiedade de traço diz respeito aquela que faz parte da personalidade da pessoa, sendo então “traço da personalidade”. Esse sujeito na maioria das situações e nos diversos ambientes desperta com facilidade o sintomas ansiosos.
Ansiedade de estado - A pessoa fica ansiosa por um determinado evento, dessa forma despertando sintomas diante de determinado estímulo ou uma classe de estimulo. Por exemplo:
Ansiedade por um determinado estímulo: uma pessoa se depara com uma barata e quando isso acontece, apresenta sintomas ansiosos; porém diante de outros bichos ela não sente nenhum desses sintomas.
Ansiedade por uma classe de estímulo: acontece quando a pessoa tem sintomas ansiosos por diversas coisas, que em geral tem as mesmas características, como bichos com penas ou determinados ambientes que estão relacionados às questões aversivas (que não a fazem bem).
Essa foi uma forma sintetizada de explicar sobre o que é ansiedade, porém sua análise vai bem mais a fundo em suas variedades de casos. Pudemos perceber a complexidade do tema. Então, retornaremos ao ponto de início e vamos delimitá-lo apenas aos casos da ansiedade infantil.

A criança como qualquer outro ser-humano se depara com perigos, e, diferentemente dos adultos, nem sempre tem solução ou experiência para lidar com eles. Nessas situações, o que podemos considerar como mundo interno (organismo) se comporta para se defender. Dessa forma, a aceleração dos batimentos cardíacos o maior bombeamento de sangue prepara os músculos para o que pode vir acontecer.
Quando pensamos em entender e identificar os sintomas de ansiedade nos adultos, podem ter como ferramenta o que eles falam, mas quando se trata de uma criança, em alguns casos isso se torna mais complexo, pois nem sempre elas conseguem dizer o que está se passando em seu mundo interno ou explicar qual sensação estão tento; difícil também é identificar o que desencadeou os sintomas.
Deve-se ter todo cuidado do mundo, para as observações a serem feitas. Geralmente os sintomas dessas crianças tem sua origem nos comportamentos dos pais, que por milhares de motivos não conseguem identificá-los. A identificação, às vezes, não é realizada pelos pais; então, os profissionais usam técnicas de observação clínica para conseguir clareá-las.
A causa de ansiedade até hoje vem sendo estudada. Sabe-se que não é possível dizer que ela é causada por um gene, segundo a teoria da hereditariedade, porém hipotetizam que ela pode ser causada pela a união de alguns dos genes, podendo também ser devido aos fatores biológicos. Outro fator que se mostra determinante de sua causa é o ambiente em que a criança se desenvolve como a casa ou a escola.
O contexto familiar é um dos influenciadores determinantes para gerar a ansiedade, por dizer respeito aos relacionamentos que a criança tem. É através desses relacionamentos que ela se desenvolve e aprende, sendo possível a ansiedade ser aprendida a partir dos comportamentos dos cuidadores.
Os sintomas aparecem de várias formas, por isso a atenção nos comportamentos emitidos pelas crianças deve ser  cuidadosa. Seguem os sintomas:
  • As crianças normalmente são caracterizadas como “medrosas”;
  • Em sua maioria são nervosas;
  • Têm medo de animais;
  • São tímidas;
  • Têm baixa auto-estima;
  • Têm preocupação excessiva;
  • Têm medo de fazer mal a alguém;
  • Têm sentimento de culpa;
  • Têm pensamentos e verbalização de suicídio;
  • Têm dificuldade em enfrentar a escola e comportarem-se como os colegas;
  • Entre outros;


Esses são alguns sintomas que podem ser observados. Outros acontecem internamente, por exemplo, sensação de mãos e pés gelados ou formigamento e todos os conjuntos de questões  físicas, psicológicas, emocionais e comportamentais.
Então é lançada a pergunta mais comum sobre o assunto: e o seu tratamento? Podemos dizer que o determina o tratamento será a intensidade dos sintomas e o quanto isso paralisa a vida da criança. Sem dúvida o tratamento psicológico é fundamental para entender as reais causas e a partir da análise feita, preparar intervenções adequadas, que muitas vezes não são feitas apenas com as crianças, mas também com os cuidadores delas.
Em casos extremos, em que a criança está com o prejuízo muito grande a respeito dos sintomas, deve-se procurar ajuda médica especializada, que pode ser necessária para o inicio do tratamento. É sem dúvida mais eficaz que os profissionais trabalhem juntos para o bem estar dessa criança para que ela consiga voltar a ter uma boa qualidade de vida.
É importante levar a conhecimento de todos o tema e a reflexão, pois quanto mais cedo for identificada a ansiedade, melhor será o desenvolvimento dessa criança, para que no futuro ela consiga adequar os comportamentos que lhe causam sofrimento.

Tratamentos naturais
Encontramos no Health.com, um dos sites mais respeitados mundialmente quando o assunto é saúde, uma lista com 19 remédios naturais para a ansiedade. Então decidimos traduzi-la para você, amigo, que está sofrendo deste mal. Use e abuse:
1# Camomila - Se você está nervoso uma xícara de chá de camomila pode te ajudar a se acalmar. Alguns compostos da camomila (Matricaria recutita) se ligam aos mesmos receptores cerebrais que drogas como o Valium. Em um estudo da University of Pennsylvania Medical Center, na Filadélfia, pacientes com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) que tomaram suplementes de camomila por oito meses, tiveram uma diminuição significativa nos sintomas de ansiedade em comparação com os pacientes que tomaram placebo.
2# L-teanina (ou chá verde) - Dizem que os monges budistas japoneses podiam meditar por horas alertas e relaxados. Uma das razões pode ser o aminoácido em seus chás verdes chamado de L-teanina, é o que diz Mark Blumenthal, do American Botanical Council. Pesquisas mostram que a L-teanina ajuda a reduzir a frequência cardíaca aumentada e a pressão sanguínea, e alguns pequenos estudos em humanos descobriram que ela diminui a ansiedade. Em um estudo, pacientes propensos a ansiedade ficaram mais calmos e focados durante um teste se eles tomassem 200 miligramas de L-teanina, o que pode ser conseguido pelo chá verde. Mas você terá que tomar algumas xícaras – no mínimo 5 e no máximo 20.
3# Lúpulo - Sim, está presente na cerveja, mas você não vai obter os benefícios tranquilizantes das ervas amargas do lúpulo a partir de uma bebida. O composto sedativo no lúpulos é um óleo volátil, então você o obtém em extratos e tinturas – assim como na aromaterapia, introduzindo sachês da erva no travesseiro. “É muito amargo, então não está presente muito em chás, a não ser que esteja combinado com camomila ou menta”, diz Blumenthal. O lúpulo é frequentemente usado como sedativo, para promover o sono, muitas vezes com outra erva, a valeriana.
4# Valeriana - Alguns suplementos de ervas reduz a ansiedade sem te fazer dormir (como a L-teanina), enquanto outros são sedativos. A valeriana está no segundo grupo. Ela contém substâncias sedativas e o governo alemão a aprovou para o tratamento de quem tem problemas com o sono. A erva é comumente combinada com outras como o lúpulo, a camomila e a erva-cidreira.
5# Erva-cidreira - Nomeada após a palavra grega para “abelha de mel”, a erva-cidreira tem sido usada pelo menos desde a Idade Média para reduzir o estresse e a ansiedade, e ajudar com o sono. Em um estudo com voluntários saudáveis, aqueles que tomaram extratos de erva-cidreira (600mg) ficaram mais calmos e alertas do que aqueles que tomaram placebo. Apesar de geralmente ser segura, fique atento pois alguns estudos descobriram que a ingestão em grandes quantidades pode, na verdade, te deixar mais ansioso.
6# Exercício - O exercício é seguro, bom para o cérebro e um antídoto poderoso para a depressão e a ansiedade, e tem efeito tanto imediato quanto ao longo do tempo. “Se você se exercitar regularmente você terá mais auto-estima e vai se sentir mais saudável”, é o que diz o professor assistente clínico de psiquiatria da Columbia University, Drew Ramsey.“Uma das maiores causas da ansiedade é a preocupação com doenças e saúde, e isso se dissipa quando você está em forma”.
7# A cura dos 21 minutos - 21 minutos: estudos mostram que esse é o tempo que precisa para o exercício reduzir a ansiedade de forma considerável. “Se você estiver realmente ansioso e fizer uma esteira, você vai se sentir melhor após o exercício”, diz o Dr. Ramsey.
8# Flor da paixão (de maracujá) - Apesar do nome, essa erva não vai ajudá-lo no amor. É um sedativo. Alguns estudos descobriram que ela pode reduzir os sintomas da ansiedade tão efetivamente quanto medicamentos. É usualmente usado contra a insônia. Como outros sedativos, pode causar sonolência, portanto não tome – assim como valeriana, lúpulo, erva-cidreira ou outra erva sedativa – se você estiver usando algum outro medicamento sedativo. Fique atento quanto a usar mais de uma erva sedativa por vez e não tome a flor da paixão por mais de um mês.
9# Lavanda - O inebriante (mas seguro) aroma da lavanda pode ser um anti-inflmatório “emocional”. Em um estudo na Grécia, pacientes em um consultório dentário ficaram menos ansiosos quando a sala de espera estava perfumada com essência de lavanda. Em um estudo na Flórida, estudante que inalaram essência de óleo de lavanda antes de uma prova ficaram menos ansioso – apesar de alguns deles relatarem ter ficado “ligeiramente tonto” durante o teste. Em um estudo alemão, uma pílula de lavanda especialmente produzida demonstrou reduzir os sintomas de ansiedade em pessoas com Transtorno de Ansiedade Generalizada tanto quanto o lorazepan, um medicamento anti-ansiedade da classe do valium.
10# Segure a respiração - Ok, agora pode soltar. Nós não estamos que você fique azul, mas a respiração da yoga vem sendo comprovada como efetiva na redução do estresse e da ansiedade. Uma das razões para funcionar é que você não pode respirar profundamente e estar ansioso ao mesmo tempo.
11# Coma algo, rapidamente - “Quase que universalmente as pessoas ficam mais ansiosas e irritadas quando estão com fome”, é o que diz o Dr. Ramsey, co-autor de The Happiness Diet (A Dieta da Felicidade). “Quando você tem um ataque de ansiedade, pode significar que o açúcar no seu sangue esteja caindo. A melhor coisa a se fazer é comer algo rapidamente, como um punhado de nozes, ou um pedaço de chocolate amargo, junto com um copo de água ou um chá quente”.
12# Tome café-da-manhã - Pare de passar fome, aconselha Dr. Ramsey. “Muita gente com desordens de ansiedade pulam o café da manhã. Eu recomendo que as pessoas comam coisas como ovos, que é uma proteína que sacia e preenche, e é a principal fonte de colina na natureza. Baixos níveis de colina está associado ao aumento da ansiedade”.
13# Coma ômega 3 - Você sabe que o peixe é bom para o coração e talvez proteja contra a depressão. Adicione ansiedade à lista. Em uma pesquisa, estudantes que tomaram 2.5 miligramas por dia de ômega-3 por 12 semanas apresentaram menos ansiedade antes de uma prova do que estudantes que tomaram placebo. Especialista geralmente recomendam que se ingira ômega-3 sempre que possível.
14# Pare de fazer drama - Quando você está atacado pela ansiedade é fácil cair em um estado de mente conhecido como “pensamentos catastróficos”. Você costuma pensar em coisas terríveis realmente horríveis simplesmente insuportáveis e o que será se elas realmente acontecerem? Ao invés disso, dê uma respirada profunda, caminhe pelo quarteirão e considere a real probabilidade de que vai dar tudo certo. As chances de algo catastrófico acontecer são muito menores do que você considera quando está consumido pela ansiedade. “Pouquíssimos eventos realmente mudam a trajetória da sua vida”, é o que diz Dr. Ramsey.
15# Se aqueça - Já pensou  por que você se sente tão relaxado após uma sessão de saúna? Aquecer o corpo reduz a tensão muscular e a ansiedade, estudos contastaram. A sensação de aquecimento pode alterar circuitos neurais que mudam o humor, incluindo aqueles que afetam o neurotransmissor serotonina. O aquecimento do corpo pode ser uma das maneiras que o exercício eleva o humor.
16# Tome um “banho de floresta” - Os japoneses chamam de Shinrin-yoku, literalmente “banho de floresta”. Você e eu conhecemos como uma caminhada no mato. Pesquisas japonesas mediram mudanças no corpo de pessoas que caminharam por 20 minutos em uma floresta harmoniosa, com cheiro de madeira e som de riachos. As pessoas tiveram uma redução no nível dos hormônios do estresse depois da caminhada maior do que quando andaram por uma área urbana. [Só, por favor, evite a Floresta de Aokigahara.]
17# Aprenda a meditação da mente em ação - A meditação da mente em ação, originalmente uma prática budista, mas hoje uma terapia mainstream, é uma técnica particularmente eficaz no tratamento da ansiedade, é o que diz a psicóloga clínica Teresa M. Edenfield. “O ato de praticar a atenção consciente te permite a experienciar a verdadeira essência de cada momento da forma que ele realmente ocorre, ao contrário de quando se está esperando ou temendo algo”. Como iniciar? Você pode começar simplesmente “prestando atenção ao momento presente, intencionalmente, com curiosidade e com esforço para não julgar”, diz Edenfield.
18# Respire e questione - Para se manter atento, se questione com perguntas simples enquanto pratica o exercício de respiração, sugere Edenfield. “Sente-se em um ambiente confortável, feche seus olhos, e foque-se no ar entrando e saindo do seu corpo. Depois pergunte a si mesmo questões enquanto respira”. Qual a temperatura do ar que entra pelo seu nariz? Como o ar fica diferente quando deixa seu corpo? Como você sente o ar enquanto ele preenche seus pulmões?
19# Dê crédito para você mesmo - Você está tendo pensamentos ansiosos? Parabéns. Você está ciente do seu estado emocional e essa consciência é o primeiro passo para a redução da ansiedade, diz Edenfield. “Relembre-se de dar créditos para você mesmo por estar consciente dos seus pensamentos ansiosos e possíveis mudanças no corpo. Essa é uma verdadeira habilidade da mente atenta que tem que ser aprendida, e é essencial para realizar os próximos passos da estratégia na intervenção dos pensamentos, como a conversação positiva consigo mesmo, o reenquadramento cognitivo, ou o uso da consciência atenta ou de estratégias de relaxamento”.

Fonte:
http://mundodapsi.com/as-criancas-pedem-socorro-ansiedade-infantil/
http://www.elhombre.com.br/19-remedios-naturais-para-a-ansiedade/