sábado, 28 de janeiro de 2017

Qual é a sua língua?

Todos falamos 3 línguas: 
  • gestual - demonstrando se estamos ou não à vontade numa situação, a esse tipo de leitura chamamos de leitura fria;
  • falada - são os bons e velhos idiomas que aprendemos as regras gramaticais na escola: português, inglês, alemão,...
  • emocional - comprei a tese do livro "as 5 linguagens do amor" e é sobre isso que falará esse artigo.
Como dizia Freud, tudo começa na nossa infância. Por isso, as crianças que se sentem amadas por seus pais e amigos desenvolvem a linguagem do amor emocional, falarão e entenderão sua primeira linguagem do amor. Mais tarde elas poderão aprender outras línguas para se comunicarem, mas sempre se sentirão mais confortáveis com o primeiro idioma que aprenderam. Já as crianças que não se sentem amadas, também desenvolverão uma primeira linguagem do amor, mas será distorcido e apresentará defeitos da mesma forma que alguém que recebe uma educação com falhas na gramática e desenvolve um vocabulário limitado. Essa limitação não significa que essas pessoas não venham a ser boas comunicadoras. Implica, sim, que terão de trabalhar mais diligentemente do que os que cresceram na atmosfera do amor saudável.
É muito raro que marido e mulher tenham a mesma primeira linguagem emocional do amor. Nossa tendência é falar nossas primeiras linguagens do amor e ficamos confusos quando nosso cônjuge não compreende o que desejamos comunicar.
É justamente quando o tanque do amor de um dos dois está vazio que normalmente ocorrem as traições, as separações... então, vamos aprender os tipos de linguagens de amor para deixar o nosso amor com seu tanque cheio e, assim, ficar com vontade de encher o nosso tanque também?
1. Palavras de afirmação - tem dialetos em forma de:

  • elogio verbal (apreciação)
  • palavras de encorajamento
  • tempo de qualidade
  • palavras bondosas
2. Tempo de qualidade - dialetos:
  • estar junto (passeios, brincadeiras, hobbie,etc.)
  • diálogo (compartilhar sentimentos, emoções desejos e oferecer auxílio)

3. Atos de serviço - dialeto:

  • ajuda na casa (levar o lixo pra fora, pendurar a roupa na corda, etc.)
  • atos de serviço
  • coisas que o outro aprecia (jantar romântico, café na cama, etc.)
4. Presente - não precisa ser caro, basta que a pessoa aprecie ou esteja precisando; pois o presente trás a seguinte mensagem 
"estive pensando em você!"
toque físico
5. Toque físico - dialeto:
  • cafuné
  • massagem
  • carinho
  • abraço
  • sexo
  • andar de mãos dadas
  • etc.



sábado, 21 de janeiro de 2017

A importância do diálogo

Todo mundo fala que é importante dialogar, mas ninguém ensina como; e por vezes até parece que falamos línguas diferentes. A diferença das linguagens que usamos é tanta que chego a pensar ser necessário um dicionário para cada sexo.
Tá, eu sei que pareço sexista, mas... atire a primeira pedra quem nunca disse uma coisa querendo dizer outra.
Tem livros que explicam várias diferenças entre os sexos, mas creio que um em especial melhore o diálogo: "Homens são de marte, mulheres são de vênus". Para melhor expor minha ideia, vou usar o próprio livro em questão 👇:
O livro cita a técnica da "carta de amor" como estratégia para comunicar nossos sentimentos negativos e pedir ajuda do nosso amor para modificar essa realidade. Escrever é uma maneira muito boa de percebermos o quanto podemos ser agressivos sem necessidade e ajustar a abordagem, e diminuir a intensidade das emoções negativas. Mas não se esqueça de escrever também a "carta-resposta" para ajudar ao seu amor a encontrar uma solução.
Com o tempo, essa técnica vai se entranhando tanto nas nossas atitudes que o diálogo futuramente fluirá como quem escreve, lê e responde a uma carta de amor (sua ou do seu amor).

  1. Date e enderece a carta ao seu amor e se permita imaginar que ele te ouve com amor e compreensão (entender é diferente de concordar, viu? Abra sua mente e seu coração para isso).
  2. Expresse de maneira simples e verdadeira seus sentimentos: raiva, tristeza, medo, arrependimento e amor (nessa ordem).
  3. Mantenha cada seção com a mesma extensão e não conclua a carta até expresse todas as emoções e sentimentos, principalmente o amor.
  4. Assine ao final com seu nome ou apelido dado pelo seu amor.
  5. Adicione um PS para sinalizar ao seu amor a atitude que te faria feliz.
Quer ensinar ao seu amor como atender melhor aos anseios do seu coração? Carta-resposta (ou PS) nele! Afinal, se você não recebeu na educação como adular, agradar  e exaltar o seu amor... o que te faz pensar que ele recebeu essa orientação e saberá o que fazer e como proceder mediante tantas acusações e frustrações mesmo que tenha explicitado que ainda o ama muito?
Ahh, vai parecer forçado e eu quero que venha do coração! Deixe de bobagem: às vezes é muito difícil admitir um erro ou ter um comportamento diferente do habitual e não enxergue essa atitude de tentar te agradar com algo que você pediu como uma "cola" e indigno  de ser apreciado; ao contrário, aprecie o esforço empregado porque as chances de ser mais bem feito numa próxima vez aumenta (a gente sempre se esforça mais e mais quando sabemos que seremos apreciados). Perceba que escrever uma resposta é um sinal de que se apto a receber ajuda e apoio.
  1. Obrigado(a) por... (amar ou compartilhar sentimentos)
  2. Eu compreendo... (os motivos que causam sentimentos e emoções negativas)
  3. Sinto muito... (que haja sinceridade aqui)
  4. Você merece... (explicite o pedido de maneira verdadeira e simples)
  5. Eu amo... (porque ouvir que é amado é muito bom)
Para melhorar nossa vida ainda mais... 

sábado, 7 de janeiro de 2017

O que é o amor?

Dedicando esse mês para a família porque uma família bem estruturada:
  1. uma família saudável sabe o que é o amor verdadeiro;
  2. o amor nos deixa com a sensação de felicidade e realização permanentes;
  3. o amor traz saúde ao proporcionar um coração e mente mais leves e bem dispostas para correr atrás dos nossos objetivos profissionais, culturais,...
Ok, beleza! O amor é sentimento formidável que move montanhas, promove curas, mas... o que é?
Se analisarmos a sociedade através dos poemas, livros, filmes,... percebemos que cremos num amor romântico e totalmente utópico (para não dizer confuso, porque essas mídias supracitadas confundem amor com paixão e ainda nos fazem crer que todos os nossos anseios serão sanados ou realizados pelo par romântico).

Existem livros que corroboram a realidade nua e crua e afirmam que não é bem assim que a banda toca porque não somos "personagens Disney" 😂:
  • Homens são de marte, mulheres são de vênus
  • As 5 linguagens do amor
  • Bíblia Sagrada
  • O desafio do amor
E o que eles falam? Falam que o amor é o resultado de muitas decisões em prol da felicidade mútua:
  • aceitar as falhas suas e do outro;
  • demonstração de amor que podem vir por meio de palavras e atos diários;
  • respeito, empatia e diálogo maduro para tomada de decisões em conjunto.
Deixa eu explicar uma coisa de maneira bem simples, todos nós temos duas salas no coração: da admiração e da depreciação, e ambas têm coisas escritas a respeito do outro nas paredes. O amor tem conhecimento da Sala da Depreciação e não vive negando sua existência, mas escolhe não viver nela. Se, no entanto, você preferí-la... saiba que seu casamento estará com os dias contados porque nenhum sobrevive à falta de amor. 
Ao fazer a escolha de amar, aprendemos a perdoar e voltamos para a Sala da Apreciação o que me parece um amor ainda mais verdadeiro porque mantém os olhos bem abertos.

Lógico que se quiserem dados mais profundos... terão que ler as obras que citei acima porque não prentendo esgotar o assunto em minhas publicações (isso seria impossível), mas adianto que nas publicações futuras trarei algumas dicas práticas que já por aí para alimentar esse amor (testadas e aprovadas na minha vida).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Natal em família?!

Fim de ano, época de festas, confraternizações, alegria e, para muitos, aborrecimentos. Os dias que antecedem o Natal trazem a necessidade de tomar decisões aparentemente triviais, mas que podem trazer problemas para o próximo ano inteiro. Decidir que presente vai dar para quem talvez seja o mais fácil de resolver. Decidir onde vai passar a noite de Natal e o almoço de Natal é a decisão mais arriscada, principalmente para adultos que já construíram uma nova família, além de sua família original.
Tradicionalmente o Natal é considerado como a festa para se passar em família. É aí que entra a questão: qual família? A que você construiu pelo casamento ou morando com alguém? A família em que você nasceu e foi criado? A família da pessoa com quem você construiu uma outra família? Quem não casou não está isento desse conflito, porque muitas vezes os amigos formam um grupo tão ou mais coeso que uma família, e nessa hora esse grupo também entra no rol de possibilidades.
Há alguns momentos dessas 48 horas (dias 24 e 25) que são mais importantes que os outros? Ou seja, há um horário nobre do Natal? A maioria das pessoas tende a considerar a noite de 24, até a meia-noite, como a apoteose da festa. Por conta disso, este é o momento mais crucial para decidir.
Um exemplo comum é o de um casal com filhos cujos pais são vivos. Vão passar o Natal em sua própria casa, com seus filhos? Vão para a casa dos pais do marido? Para a casa dos pais da esposa? Vão juntar todo mundo? Vão passar a noite de 24 com os pais de um e o almoço de 25 com os dos outro? E os cunhados e cunhadas, vão poder ajeitar seu horário de forma que coincida com os seus?
Decisão difícil... O difícil não é decidir onde você vai passar a noite de 24, mas onde vai deixar de passar."O difícil não é decidir onde você vai passar a noite de 24, mas onde vai deixar de passar." Cobranças, reclamações, mágoas... Prepare-se, elas virão de algum lugar.
Por que muitos de nós precisam sentir-se prestigiados pela escolha dos filhos em passar a noite de Natal em nossa casa? O que representa um filho não vir para a noite de Natal? Ele me ama menos? A família em que ele foi criado é menos importante para ele do que a família que ele construiu? Por que me sinto menos por ele não vir na noite de Natal? Por outro lado, por que sinto mais obrigação do que prazer em passar o Natal com os meus pais ou os meus sogros? Por que sinto tanto medo de magoar?

Como em todo relacionamento, a dificuldade de comunicação é um pedregulho no sapato. Deixamos de falar o que pensamos e, principalmente, o que sentimos, com medo de magoar, com medo de ser mal interpretados. Muitas vezes, pequenos problemas que não são falados, vão crescendo dentro de nós até o dia em que ou explodimos ou evitamos o contato. Numa data como o Natal, na qual as pessoas podem sentir-se obrigadas a estar juntas, é natural que esses sentimentos e mágoas que carregamos no bolso do coração entrem em ebulição novamente, causando mal estar. Sem dúvida, este não é o melhor momento para trazer à tona assuntos tão delicados que vêm sendo escondidos ou cultivados com pitadas de ressentimento, raiva, incompreensão, intolerância. Porém é possível dizer o que você sente em relação a uma situação que se apresente no momento, tomando o cuidado para não contaminar com as mágoas escondidas. Expressar o que você sente é o primeiro passo para estabelecer ou melhorar uma relação familiar. Não confunda expressar seus sentimentos com o muro das lamentações! Dizer o que você sente não lhe exime das suas responsabilidades em tudo o que lhe acontece, quer dizer, a culpa do que lhe acontece de errado não está nos outros.
Construímos nosso destino com aquilo de que dispomos, com o dinheiro que ganhamos, com o DNA que herdamos, com a educação que recebemos, com os amigos que fazemos. Seguimos (ou não) um mapa inconsciente que desenhamos com o nosso eu interior, e que mostra para onde apontam nossos propósitos e intenções mais profundos. Se ignoramos o mapinha e vamos para onde o mar da rotina e do conformismo nos leva, isto é nossa responsabilidade e não devemos acusar os outros por isto.

Voltando ao Natal, para sua decisão, busque aquilo que lhe é possível neste momento, mas procure perceber aquilo de positivo que traz união à sua família. E expresse o que você sente, seja por palavras, por um abraço, um tapinha nas costas, um sorriso. O espírito de Natal, afinal, é constituído pela união de nossos corações.
Feliz e expressivo Natal! Paz em seu coração!

Fonte:
http://www.personare.com.br/voce-gosta-de-natal-em-familia-m1052

sábado, 19 de novembro de 2016

Seu próprio sistema de segurança

Se você tem algum motivo para desconfiar (ou apenas prevenir) que algo errado está acontecendo na sua casa ou em seu estabelecimento de pequeno porte, fique atento a essa dica. 
Criar o seu próprio sistema de monitoramento caseiro é bem mais fácil do que você imagina. São necessários apenas alguns itens:  
  • Um software chamado iSpy: você pode realizar o download gratuito e seguro do iSpy aqui. Ele é um programa de código aberto que tem uma história divertida. Originalmente, o programa foi criado para capturar imagens de fantasmas e OVNIs, pode acreditar! Mas agora ele ganhou essa utilidade que, convenhamos, é bem mais interessante. 
  • Um computador: mas ele terá que funcionar em um regime de 24 horas por dia e 7 dias por semana. Assim, ele vai acompanhar as webcams, enviar alertas e executar o software de reconhecimento. 
  • Uma webcam, microfone e alguns cabos: para que o software faça seu trabalho você vai precisar de, pelo menos, uma câmera. 

Obs: Pode ser a sua webcam velha de guerra mesmo, mas o iSpy trabalha com quantas câmeras e microfones você conseguir conectar ao computador. O mais legal é que, em tempos de mobilidade, você pode acessar e controlar suas câmeras e microfones utilizando seu iPhone, Android ou Windows 7 Mobile. 
Para criar um sistema de segurança caseiro mais simples com o iSpy siga o procedimento abaixo: 

  •  Adicione a(s) câmera(s) Após fazer o download do iSpy, clique com o botão direito em uma área vazia do iSpy e selecione a opção 'Add camera'. Depois, em 'Local Device', selecione uma câmera USB que já esteja conectada ao seu computador, ela será seus olhos enquanto está fora de casa. Clique em 'Ok' e você verá as configurações da câmera principal. A partir daí você pode personalizar as suas zonas de detecção, as condições de alerta, as configurações de gravação, opções de upload para o YouTube e os detalhes das gravações agendadas. 


  • Detecção de movimento Selecione a guia 'Motion Detection' e você poderá adicionar e controlar as áreas monitoradas por meio dos movimentos. Basta desenhar retângulos na área de visualização para adicionar as seções que você deseja que sejam monitoradas. Na visualização ao vivo, você verá uma barra azul e uma linha verde, que mostram a detecção de movimento e seus níveis. Ajuste a sensibilidade para controlar a quantidade de movimento necessário para que você seja avisado sobre ele. 

  • Configurar alertas Nessa fase é possível determinar os tipos de alerta que você deseja que o software emita para você. Eles podem ser baseados em movimentos, detecção de rosto, número de objetos no enquadramento ou até mesmo falta de movimento. Você escolhe se deseja que a máquina lhe envie um SMS com o alerta, um e-mail ou um tweet quando detectar algo errado. Mas vale lembrar que para utilizar esse último recurso é preciso ter uma conta devidamente cadastrada no iSpy Connect, e a opção ligada ao SMS precisa que você tenha uma versão paga da conta. 

  • Gravando as imagens Para gravar um vídeo, vá até a guia 'Recording' e selecione 'Record on Movement' ou 'Record on Alert' - o primeiro para as movimentações suspeitas e o segundo para os alertas emitidos. A configuração padrão, que já é selecionada quando você clica na aba, é a ideal. Mas, caso você queria mudar algo, como o tipo de arquivo da gravação, esse é o momento. O codec H.264 consome cerca de 20 MB por minuto. 

  • Microfones  Você adiciona microfones ao seu sistema da mesma forma como adicionou as câmeras. Clique em 'Add microphone', selecione a opção para adicionar um microfone local caso a sua webcam já venha com um embutido. Agora você poderá definir a sensibilidade do microfone e dos alertas (você pode ser acionado com o som de um cachorro latindo, por exemplo) e também definir as gravações. 

  • Agora que você já definiu todas as suas preferências e posicionou suas câmeras e microfones devidamente, quando algum movimento ou som for detectado, o sistema grava o vídeo e disponibiliza na rede. Assim você pode assisti-los de qualquer lugar. Basta acessar o site do iSpy  em qualquer computador, usando o seu login, ou até mesmo ver as gravações a partir do seu aparelho mobile.


Fonte:
https://canaltech.com.br/tutorial/seguranca/aprenda-a-criar-seu-proprio-sistema-de-seguranca-caseiro-com-uma-simples-webcam/

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sábado, 12 de novembro de 2016

Recuperando a alegria de viver

Muitos de nós caminhamos na vida com dificuldade, mas não necessariamente por problemas motores. Caminhamos como se a nossa energia tivesse sido drenada. A grande maioria das coisas realizamo-las com esforço, com ausência de prazer e sem satisfação. Sentimo-nos a cumprir uma rotina sem fim, e que sabemos estar a retirar-nos a alegria de viver. Este é na verdade um cenário cada vez mais comum para muitos de nós. 
Para ser sincero ouve tempos na minha vida que me senti desta maneira. Felizmente, rapidamente superei o meu problema ao colocar em ação um conjunto de estratégias e atividades que me fizeram recuperar a energia e alegria de viver. São exatamente algumas dessas coisas que funcionaram comigo que vou partilhar neste artigo.

Motivação pela visualização
Imaginarmos algo que gostamos, ou que acreditamos vir a fazer sentir-nos bem faz disparar na corrente sanguínea a dopamina (uma hormona do bem-estar). A dopamina gera expectativas, faz-nos criar uma forte ligação entre a realização de algo e a boa sensação que o nosso corpo registra nesse exato momento, e isto promove a felicidade. Nesse estado, podemos dizer que nos sentimos motivados para fazer coisas que façam acontecer aquilo que imaginamos e desejamos realizar. A visão de nós mesmos a sermos bem sucedidos ou a realizar as tarefas que temos de fazer para obter o que tanto desejamos, funciona como um combustível que irá orientar a nossa energia na direção do objetivo traçado. Desta forma cria-se na mente o motivo para a ação.
São as ações a que nos propomos, alimentadas e impulsionadas pela energia oriunda daquilo que visualizamos e associada ao bem-estar provocado pela dopamina libertada na corrente sanguínea que nos leva a sentirmo-nos confiantes, alegres e animados para realizar o que é necessário para atingirmos os nossos objetivos.

Cuidado com a sua voz interna negativa
Quando estamos abatidos e desmotivados facilmente caímos na armadilha de dar demasiados ouvidos ao nosso discurso interno negativo. Com alguns pensamentos em mente que nos podem ter conduzido à situação crítica, e exacerbado pelos sentimentos negativos presentes, tendemos a construir uma voz interna negativa.
A autossabotagem promove o estresse e este não só corrói os nossos recursos emocionais, como também tem uma influência negativa sobre a forma como conduzimos a vida e a maneira como reagimos aos outros e até mesmo às nossas ações. Se quando nos encontramos numa fase critica da nossa vida queremos que os outros nos deem o benefício da dúvida e resistam à tentação de nos julgar, não devemos estar dispostos a fazer o mesmo?
Monitorize o seu diálogo interno negativo, não se deixe ser demasiado duro consigo. Seja o seu principal aliado e motivador. Tente não culpabilizar-se, mas sim responsabilizar-se pelas ações que possam melhorar o estado em que se encontra. Se a sua voz crítica negativa ecoa na sua cabeça, orientando os seus pensamentos de forma destrutiva e promovendo sentimentos negativos, certamente não o ajudará em nada. É primordial que reoriente essa voz, de forma a que o possa capacitar para ações positivas e construtivas. E igualmente para a procura de atividades que possam fazer com que se sinta melhor.

Seja grato
Pode parecer “cliché” sermos gratos por aquilo que temos ou conseguimos fazer, ou expressar gratidão aos outros. Com as múltiplas tarefas que realizamos diariamente, e com o apurado detector de mal-estar que possuímos no nosso organismo, que nos orienta a atenção para o que não está bem na nossa vida, ou para aquilo que nos gera sofrimento, dor, desilusão, angústia, ansiedade, irritabilidade, entre outros, tendemos a não olhar para todas as coisas boas ao nosso redor.
Proponho que no final de ler este artigo faça um exercício de gratidão. Tome consciência dos seus cinco sentidos (ou se for o caso, para o máximo de sentidos funcionais que tenha) e esforce-se por observar o máximo de estímulos que consegue tomar consciência e dos quais gosta, tira prazer e satisfação. Faça isso. Seja tão específico quanto conseguir. Em seguida, observe a sua capacidade de ouvir os sons que gosta, de ver as paisagens que o inspiram, de cheirar, de tocar e de saborear tudo aquilo que faz você sentir-se bem. Tome consciência do quão significativo tudo isso é na sua vida, e que está ao seu dispor e alcance.
Depois você pode tomar consciência das pessoas que o influenciaram positivamente. Seja grato pelas pessoas que melhoraram a sua vida. Você pode agradecer o seu trabalho, os seus bens materiais, o seu carro e todas as outras coisas na sua vida que a tornam mais fácil e melhor. Eu particularmente, muitas vezes penso e sou grato por este magnífico planeta sem o qual nada disso seria possível.
Tomar consciência de tudo quanto é bom ao seu redor e ser grato por isso, no inicio pode parecer estranho, mas, certamente passado pouco tempo você irá perceber o enorme benefício de ter abraçado a prática da gratidão.

Retenha o seguinte: A gratidão é uma das muitas formas de saber apreciar, de saber envolver-se e ligar-se às coisas boas que existem na sua vida.

Fonte: 
http://www.escolapsicologia.com/recupere-a-sua-energia-e-alegria-de-viver/